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TTEN3 (-22,6%) lidera quedas, GFSA3 e PMAM3 também recuam na B3
Nesta última semana (27 a 31 de julho de 2026), TTEN3 , GFSA3 e PMAM3 lideraram as maiores baixas da B3, com recuos de 22,57%, 20,59% e 20,00%, respectivamente. A Três Tentos ( TTEN3 ) informou esclarecimentos à CVM sobre reuniões, enquanto a Gafisa ( GFSA3 ) divulgou aprovação para exercício de bônus de R$ 280 mil e redução da participação do Fator Capital para 5%. Já a Paranapanema ( PMAM3 ) comunicou uma série de eventos, incluindo EBITDA negativo de R$ 31 mi no 1T26, 2º aditamento a acordo de liquidação, aprovação de debêntures conversíveis de até R$ 110 mi e posterior cancelamento de debêntures. Entre as demais quedas do ranking, CSNA3 recuou 15,24% e USIM5 caiu 14,52%. No período, a CSN (CSNA3) aprovou oferta de troca de bonds com vencimento em 2028, além de projetar EBITDA de R$ 5,4 bi, enquanto a Usiminas (USIM5) reportou lucro de R$ 428 mi no 2T26, anunciou CAPEX entre R$ 1,2 bi e R$ 1,4 bi em 2026 e divulgou meta de reduzir 8% das emissões até 2030. No setor de telecomunicações, TIMS3 teve queda de 9,63% e VIVT3 recuou 9,25%; a TIM (TIMS3) reportou lucro de R$ 1,0 bi no 2T26, alta de 7,8% no EBITDA-AL no 1S26 e aprovação de aporte de até R$ 670 mi em subsidiárias, enquanto a Telefônica Brasil (VIVT3) informou lucro de R$ 2,8 bi no 1S26 e de R$ 1,6 bi no 2T26. Também figuraram entre as maiores baixas ENJU3, com queda de 10,26%, DASA3, em baixa de 8,42%, e SOJA3, que recuou 6,93% na semana. Ação Empresa Setor Variação Fechamento TTEN3 3TENTOS Consumo Não Cíclico -22.57% R$ 11,80 GFSA3 GAFISA Consumo Cíclico -20.59% R$ 0,27 PMAM3 PARANAPANEMA Materiais Básicos -20.00% R$ 0,24 CSNA3 SID NACIONAL Materiais Básicos -15.24% R$ 4,84 USIM5 USIMINAS Materiais Básicos -14.52% R$ 7,36 ENJU3 ENJOEI Tecnologia da Informação -10.26% R$ 0,70 TIMS3 TIM Comunicações -9.63% R$ 19,43 VIVT3 TELEF BRASIL Comunicações -9.25% R$ 32,63 DASA3 DASA Saúde -8.42% R$ 2,61 SOJA3 BOA SAFRA Consumo Não Cíclico -6.93% R$ 5,51 Confira as reportagens na íntegra
Ambev, Usiminas, Bradesco, Motiva, Vale e mais ações para acompanhar hoje
Publicidade O radar corporativo desta quinta-feira (30) traz os resultados de Usiminas (USIM5), Ambev (ABEV3), Profarma (PFRM3), Intelbras (INTB3) e Motiva (MOTV3). Além disso, a mineradora Vale (VALE3), Multiplan (MULT3) e EcoRodovias (ECOR3) divulgam resultados após o fechamento de mercado. Controladores do Bradesco vão subscrever até R$8 bi de aumento de capital. Confira mais destaques: Ambev (ABEV3) A Ambev (ABEV3) teve lucro líquido de R$3,47 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 24,5% sobre o desempenho do mesmo período de 2025, segundo balanço divulgado na madrugada desta quinta-feira (30). O lucro líquido ajustado, por sua vez, aumentou 23,3% em comparação aos R$ 2,832 bilhões do 2T25, principalmente impulsionado pelo crescimento do EBITDA e menores despesas financeiras líquidas. Motiva (MOTV3) A Motiva (MOTV3) teve lucro líquido ajustado de R$663 milhões no segundo trimestre, alta de 67% sobre o desempenho do mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira. A maior empresa de concessões de infraestrutura de transporte do país teve um resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de R$2,37 bilhões, crescimento de 30,1% na mesma comparação. A margem avançou 4,7 pontos, para 65,3%. Intelbras (INTB3) A Intelbras (INTB3) registrou lucro líquido de R$ 158,3 milhões no segundo trimestre, alta de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior e avanço de 3,4% em relação ao trimestre anterior. Profarma (PFRM3) A Profarma (PFRM3) disse na noite de quarta-feira que registrou um lucro líquido ajustado de R$31,7 milhões no segundo trimestre de 2026, ante R$25,6 milhões registrados no mesmo período de 2025. Continua depois da publicidade Alliança Saúde (AALR3) A Alliança Saúde (AALR3) registrou um prejuízo líquido ajustado de R$48,9 milhões no quarto trimestre, quase o dobro do prejuízo de R$27,8 milhões registrado no mesmo período de 2024 Bradesco (BBDC4) O Bradesco anunciou nesta quarta-feira que seu conselho de administração aprovou um aumento de capital de até R$10 bilhões, com compromisso de subscrição de até R$8 bilhões pelos controladores. TAESA (TAEE3; TAEE4; TAEE11) A TAESA (TAEE3; TAEE4; TAEE11) informou que energizou o segundo banco de autotransformadores da subestação Assis, em São Paulo, após autorização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Com a entrada em operação do reforço, a companhia passa a receber uma Receita Anual Permitida (RAP) adicional de cerca de R$ 19 milhões no ciclo tarifário 2026-2027, com efeitos retroativos a 23 de julho de 2026. O valor é provisório e será revisado na Revisão Tarifária Periódica prevista para 2029. Continua depois da publicidade Gafisa (GFSA3) A Gafisa (GFSA3) informou que a Fator Capital passou a deter 7.513.150 ações ordinárias, equivalentes a 4,77% do capital social da companhia. Segundo a gestora, a participação tem caráter exclusivamente de investimento, sem intenção de alterar o controle acionário ou a administração da empresa. Equatorial (EQTL3) A Equatorial (EQTL3) registrou crescimento de 4,7% na energia injetada bruta de suas distribuidoras no trimestre, impulsionado principalmente pelos segmentos residencial, comercial, poder público e rural. O Mercado Fio B avançou 4,2%, com destaque para Pará (+6,2%), Amapá (+6,1%), Goiás (+5,6%), Maranhão (+5,3%) e Rio Grande do Sul (+4,3%). A companhia destacou que Alagoas teve impacto negativo devido a mudanças na contabilização do faturamento de clientes livres.
FII lucra R$ 4,8 milhões em junho e mira novos investimentos
SNCI11 lucra R$ 4,8 milhões em junho e mira novos investimentos Vinícius Alves 29/07/2026 às 17:40 4 minutos de leitura Atualizado em: 29/07/2026 às 17:40 O fundo imobiliário (FII) SNCI11 registrou em junho um resultado líquido de R$ 4,83 milhões e manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, em linha com o guidance divulgado para o terceiro trimestre de 2026, que prevê pagamentos entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota. Considerando o preço de fechamento de R$ 86,00, o fundo registrou dividend yield anualizado de 13,95%. As cotas encerraram o mês negociadas a 0,89 vez o valor patrimonial (P/VP), enquanto o valor patrimonial por cota ficou em R$ 96,53. Após a distribuição, o SNCI11 acumulava R$ 0,35 por cota em resultados retidos, reforçando a previsibilidade dos dividendos. A gestora também anunciou uma nova distribuição de R$ 1,00 por cota referente ao mês de julho. No mercado secundário, a rentabilidade ajustada do fundo foi de -2,16% em junho, desempenho inferior ao do IFIX, que recuou 1,21% no período. Segundo a gestão, a reprecificação dos FIIs refletiu mudanças nas expectativas para a Selic e a inflação, além da abertura dos spreads de crédito e de eventos específicos envolvendo fundos de papel. Apesar do desempenho mensal negativo, o SNCI11 acumulou rentabilidade ajustada de 11,42% nos últimos 12 meses, acima do IFIX (9,96%), do IFIX Papel (9,85%) e da média dos fundos comparáveis (11,03%), segundo a gestora. Gestão amplia investimentos na carteira de crédito Durante junho, o SNCI11 ampliou sua carteira de crédito com a aquisição de R$ 8,25 milhões do CRI Oliveira, operação estruturada para financiar a pré-incorporação de um empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida em Sorocaba (SP). O ativo oferece remuneração de IPCA + 12,68% ao ano e poderá receber um novo aporte de aproximadamente R$ 8 milhões nos próximos meses. Outra movimentação relevante foi a aquisição de R$ 24 milhões em ações da Gafisa, realizada dentro de uma operação estruturada destinada a fornecer liquidez para a conclusão das obras do empreendimento We Sorocaba, lastro do CRI Gafisa Sorocaba. De acordo com a gestora, cerca de 60% desse volume já foi alienado sem geração de prejuízo para o fundo. O SNCI11 também investiu R$ 26,5 milhões em um fundo imobiliário de desenvolvimento residencial em São Paulo por meio de uma operação compromissada com remuneração de CDI + 2%, estratégia utilizada para fornecer liquidez temporária ao investidor final do veículo. No lado das vendas, o fundo negociou aproximadamente R$ 59,9 milhões em CRIs, incluindo operações como AXS 3, WIMO, WIMO IV, Copagril, Mitre 2025, GF6 e Opy Health. Parte desses ativos, equivalente a cerca de R$ 40,3 milhões, já havia sido recomprada no início de julho, enquanto o restante deverá retornar ao portfólio nos próximos meses. Como resultado dessas movimentações, o fundo encerrou junho com R$ 31 milhões em caixa, equivalentes a 7,65% do patrimônio líquido, e manteve alavancagem líquida negativa de 7,12% do PL, permanecendo como credor líquido em operações compromissadas. SNCI11 monitora quatro operações de crédito A gestão informou que o SNCI11 segue acompanhando de perto quatro ativos classificados em tratamento especial: CRI AIZ, CRI Vanguarda, CRI RDR e CRI Solar Junior. Juntos, esses créditos representam 6,91% do patrimônio líquido do fundo. Segundo a gestora, esforços continuam sendo realizados para recuperar esses ativos, fator considerado importante para a evolução da rentabilidade e da precificação das cotas nos próximos meses. Além da gestão dos créditos problemáticos, o fundo mantém um pipeline de novas operações. Entre elas estão um aporte de até R$ 2 milhões em uma nova série do CRI LocPay Sênior, com remuneração esperada de CDI + 5,50%, previsto para julho. Novos aportes em agosto Para agosto, a expectativa é concluir novos investimentos, incluindo até R$ 10 milhões em um CRI para término de obras em Vila Velha (ES), remunerado a CDI + 6%, além de até R$ 9 milhões em uma operação para aquisição de terreno voltada à incorporação imobiliária, com retorno estimado de IPCA + 12,68%, além de participação adicional nos resultados do projeto. A gestora também avalia novos aportes nas operações Bit Barueri e MZM, reforçando a estratégia de reciclagem e diversificação da carteira, ao mesmo tempo em que busca manter a previsibilidade dos rendimentos distribuídos aos cotistas.