GF

GFSA3

Construção e Imobiliário

Gafisa S.A.

CNPJ: 01545826000107

Preço Atual
R$ 0,24
-11.11%
Abertura
R$ 0,27
Fec. Ant: R$ 0,24
Variação Dia
Min: R$ 0,24
Max: R$ 0,28
52 Semanas
Mín: R$ 0,24
Máx: R$ 17,87
Volume
8.324.400
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

P/L
-0.01
P/VP
0.00
LPA
R$ -24,94
VPA
R$ 62,54
EV/EBITDA
-4.01
EV/EBIT
-3.86
P/EBITDA
-0.02
P/EBIT
-0.02
P/Receita (PSR)
0.01
P/FCO
-0.02
P/FCL
-0.02
EV/Receita Líq.
3.16
EV/FCO
-4.90
EV/FCL
-5.02
Earning Yield
-25.93%
Enterprise Value
R$ 1,56 Bi
Valor de Mercado
R$ 6,62 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
-4.00
Dív. Líquida/PL
1.01
Dívida Líquida
R$ 1,55 Bi
Liq. Corrente
1.31
PL/Ativos
0.33
Passivos/Ativos
0.67
Liq. Seca
0.70
Liq. Imediata
0.09

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
-37.28%
Margem EBITDA
-78.68%
Margem EBIT
-81.85%
Margem Líquida
-124.06%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
-39.87%
ROIC
-12.36%
ROA
-12.93%
Giro do Ativo
0.10

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-49.99%
CAGR Lucro
-1450.76%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta -37.28%
Margem EBITDA -78.68%
Margem Operacional -81.85%
Margem Líquida -124.06%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -317,74 Mi
FCL R$ -309,80 Mi
Caixa Total R$ 177,16 Mi
Caixa/Ação R$ 7,23
Receita e Dívida
Receita Total R$ 492,78 Mi
Lucro Bruto R$ -183,70 Mi
EBITDA R$ -387,73 Mi
Dívida Total R$ 2,20 Bi
Crescimento
Receita -49.99%
Lucro -1450.76%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 619,69 Mi R$ 1.012,35 Mi R$ 1.103,53 Mi R$ 1.136,00 Mi
Lucro Bruto R$ -199,03 Mi R$ -54,33 Mi R$ -46,45 Mi R$ 153,07 Mi
EBITDA R$ -414,57 Mi R$ -59,57 Mi R$ -37,03 Mi R$ -131,13 Mi
Lucro Líquido R$ -544,55 Mi R$ -40,72 Mi R$ -195,47 Mi R$ -83,19 Mi

Sobre a GFSA3

Setor
Construção e Imobiliário
Indústria
Incorporações
Funcionários
295
Market Cap
R$ 42,49 Mi
Descrição do Negócio

A Gafisa S.A., listada na B3 sob o código GFSA3, é uma incorporadora residencial com atuação histórica nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. O negócio envolve aquisição de terrenos, desenvolvimento de projetos, incorporação, vendas e acompanhamento da execução por meio de estruturas próprias e parcerias de construção. A companhia opera em ciclos longos de capital, com geração de caixa dependente de lançamentos, velocidade de vendas, repasses imobiliários e evolução do estoque pronto e em obra. No setor, a Gafisa compete com incorporadoras de médio e grande porte em segmentos de renda distintos, ajustando portfólio conforme custo de financiamento, demanda e cenário macroeconômico. O desempenho operacional costuma refletir margem dos empreendimentos, distratos, despesa comercial e estrutura de dívida. Como companhia aberta, mantém divulgação regular de indicadores de lançamentos, vendas contratadas, banco de terrenos e resultados financeiros para mercado e investidores institucionais.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0481
Pagamento: 21/12/2016
DIVIDENDO R$ 0,0817
Pagamento: 24/04/2014
JCP R$ 0,3111
Pagamento: 11/02/2014
DIVIDENDO R$ 0,2291
Pagamento: 28/04/2011
DIVIDENDO R$ 0,1211
Pagamento: 14/12/2010
DIVIDENDO R$ 0,2009
Pagamento: 17/12/2009
DIVIDENDO R$ 0,2084
Pagamento: 29/04/2008
DIVIDENDO R$ 0,1000
Pagamento: 12/04/2007

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Nesta última semana (27 a 31 de julho de 2026), TTEN3 , GFSA3 e PMAM3 lideraram as maiores baixas da B3, com recuos de 22,57%, 20,59% e 20,00%, respectivamente. A Três Tentos ( TTEN3 ) informou esclarecimentos à CVM sobre reuniões, enquanto a Gafisa ( GFSA3 ) divulgou aprovação para exercício de bônus de R$ 280 mil e redução da participação do Fator Capital para 5%. Já a Paranapanema ( PMAM3 ) comunicou uma série de eventos, incluindo EBITDA negativo de R$ 31 mi no 1T26, 2º aditamento a acordo de liquidação, aprovação de debêntures conversíveis de até R$ 110 mi e posterior cancelamento de debêntures. Entre as demais quedas do ranking, CSNA3 recuou 15,24% e USIM5 caiu 14,52%. No período, a CSN (CSNA3) aprovou oferta de troca de bonds com vencimento em 2028, além de projetar EBITDA de R$ 5,4 bi, enquanto a Usiminas (USIM5) reportou lucro de R$ 428 mi no 2T26, anunciou CAPEX entre R$ 1,2 bi e R$ 1,4 bi em 2026 e divulgou meta de reduzir 8% das emissões até 2030. No setor de telecomunicações, TIMS3 teve queda de 9,63% e VIVT3 recuou 9,25%; a TIM (TIMS3) reportou lucro de R$ 1,0 bi no 2T26, alta de 7,8% no EBITDA-AL no 1S26 e aprovação de aporte de até R$ 670 mi em subsidiárias, enquanto a Telefônica Brasil (VIVT3) informou lucro de R$ 2,8 bi no 1S26 e de R$ 1,6 bi no 2T26. Também figuraram entre as maiores baixas ENJU3, com queda de 10,26%, DASA3, em baixa de 8,42%, e SOJA3, que recuou 6,93% na semana. Ação Empresa Setor Variação Fechamento TTEN3 3TENTOS Consumo Não Cíclico -22.57% R$ 11,80 GFSA3 GAFISA Consumo Cíclico -20.59% R$ 0,27 PMAM3 PARANAPANEMA Materiais Básicos -20.00% R$ 0,24 CSNA3 SID NACIONAL Materiais Básicos -15.24% R$ 4,84 USIM5 USIMINAS Materiais Básicos -14.52% R$ 7,36 ENJU3 ENJOEI Tecnologia da Informação -10.26% R$ 0,70 TIMS3 TIM Comunicações -9.63% R$ 19,43 VIVT3 TELEF BRASIL Comunicações -9.25% R$ 32,63 DASA3 DASA Saúde -8.42% R$ 2,61 SOJA3 BOA SAFRA Consumo Não Cíclico -6.93% R$ 5,51 Confira as reportagens na íntegra

Ambev, Usiminas, Bradesco, Motiva, Vale e mais ações para acompanhar hoje
B3 30/07/2026

Ambev, Usiminas, Bradesco, Motiva, Vale e mais ações para acompanhar hoje

Publicidade O radar corporativo desta quinta-feira (30) traz os resultados de Usiminas (USIM5), Ambev (ABEV3), ⁠Profarma (PFRM3), Intelbras (INTB3) e Motiva (MOTV3). Além disso, a mineradora Vale (VALE3), Multiplan (MULT3) e EcoRodovias (ECOR3) divulgam resultados após o fechamento de mercado. Controladores do Bradesco vão subscrever até R$8 bi de aumento de capital. Confira mais destaques: Ambev (ABEV3) A Ambev (ABEV3) teve lucro líquido de R$3,47 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 24,5% sobre o desempenho do mesmo período de 2025, segundo balanço divulgado na madrugada desta quinta-feira (30). O lucro líquido ajustado, por sua vez, aumentou 23,3% em comparação aos R$ 2,832 bilhões do 2T25, principalmente impulsionado pelo crescimento do EBITDA e menores despesas financeiras líquidas. Motiva (MOTV3) A ⁠Motiva (MOTV3) teve lucro líquido ‌ajustado de R$663 milhões no segundo trimestre, ‌alta de 67% sobre o desempenho do mesmo período do ano passado, segundo balanço ⁠divulgado ‌nesta quarta-feira. A maior empresa de concessões de infraestrutura de transporte do país teve um resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de R$2,37 bilhões, crescimento de 30,1% na mesma comparação. A margem avançou 4,7 pontos, para 65,3%. Intelbras (INTB3) A Intelbras (INTB3) registrou lucro líquido de R$ 158,3 milhões no segundo trimestre, alta de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior e avanço de 3,4% em relação ao trimestre anterior. Profarma (PFRM3) A ⁠Profarma (PFRM3) disse na ‌noite de quarta-feira que ‌registrou um lucro líquido ajustado de R$31,7 milhões ⁠no segundo ‌trimestre ⁠de 2026, ante R$25,6 milhões registrados no mesmo ​período de 2025. Continua depois da publicidade Alliança ⁠Saúde (AALR3) ⁠A Alliança ⁠Saúde (AALR3) registrou um ‌prejuízo líquido ajustado de R$48,9 ‌milhões no quarto trimestre, quase o dobro do prejuízo de R$27,8 ⁠milhões ‌registrado no ⁠mesmo período de 2024 Bradesco (BBDC4) O Bradesco anunciou ⁠nesta quarta-feira que seu conselho ‌de administração aprovou um aumento de capital de até R$10 bilhões, ‌com compromisso de subscrição de até R$8 bilhões pelos controladores. TAESA (TAEE3; TAEE4; TAEE11) A TAESA (TAEE3; TAEE4; TAEE11) informou que energizou o segundo banco de autotransformadores da subestação Assis, em São Paulo, após autorização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Com a entrada em operação do reforço, a companhia passa a receber uma Receita Anual Permitida (RAP) adicional de cerca de R$ 19 milhões no ciclo tarifário 2026-2027, com efeitos retroativos a 23 de julho de 2026. O valor é provisório e será revisado na Revisão Tarifária Periódica prevista para 2029. Continua depois da publicidade Gafisa (GFSA3) A Gafisa (GFSA3) informou que a Fator Capital passou a deter 7.513.150 ações ordinárias, equivalentes a 4,77% do capital social da companhia. Segundo a gestora, a participação tem caráter exclusivamente de investimento, sem intenção de alterar o controle acionário ou a administração da empresa. Equatorial (EQTL3) A Equatorial (EQTL3) registrou crescimento de 4,7% na energia injetada bruta de suas distribuidoras no trimestre, impulsionado principalmente pelos segmentos residencial, comercial, poder público e rural. O Mercado Fio B avançou 4,2%, com destaque para Pará (+6,2%), Amapá (+6,1%), Goiás (+5,6%), Maranhão (+5,3%) e Rio Grande do Sul (+4,3%). A companhia destacou que Alagoas teve impacto negativo devido a mudanças na contabilização do faturamento de clientes livres.

FII lucra R$ 4,8 milhões em junho e mira novos investimentos
Fundos Imobiliários Brasileiros 30/07/2026

FII lucra R$ 4,8 milhões em junho e mira novos investimentos

SNCI11 lucra R$ 4,8 milhões em junho e mira novos investimentos Vinícius Alves 29/07/2026 às 17:40 4 minutos de leitura Atualizado em: 29/07/2026 às 17:40 O fundo imobiliário (FII) SNCI11 registrou em junho um resultado líquido de R$ 4,83 milhões e manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, em linha com o guidance divulgado para o terceiro trimestre de 2026, que prevê pagamentos entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota. Considerando o preço de fechamento de R$ 86,00, o fundo registrou dividend yield anualizado de 13,95%. As cotas encerraram o mês negociadas a 0,89 vez o valor patrimonial (P/VP), enquanto o valor patrimonial por cota ficou em R$ 96,53. Após a distribuição, o SNCI11 acumulava R$ 0,35 por cota em resultados retidos, reforçando a previsibilidade dos dividendos. A gestora também anunciou uma nova distribuição de R$ 1,00 por cota referente ao mês de julho. No mercado secundário, a rentabilidade ajustada do fundo foi de -2,16% em junho, desempenho inferior ao do IFIX, que recuou 1,21% no período. Segundo a gestão, a reprecificação dos FIIs refletiu mudanças nas expectativas para a Selic e a inflação, além da abertura dos spreads de crédito e de eventos específicos envolvendo fundos de papel. Apesar do desempenho mensal negativo, o SNCI11 acumulou rentabilidade ajustada de 11,42% nos últimos 12 meses, acima do IFIX (9,96%), do IFIX Papel (9,85%) e da média dos fundos comparáveis (11,03%), segundo a gestora. Gestão amplia investimentos na carteira de crédito Durante junho, o SNCI11 ampliou sua carteira de crédito com a aquisição de R$ 8,25 milhões do CRI Oliveira, operação estruturada para financiar a pré-incorporação de um empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida em Sorocaba (SP). O ativo oferece remuneração de IPCA + 12,68% ao ano e poderá receber um novo aporte de aproximadamente R$ 8 milhões nos próximos meses. Outra movimentação relevante foi a aquisição de R$ 24 milhões em ações da Gafisa, realizada dentro de uma operação estruturada destinada a fornecer liquidez para a conclusão das obras do empreendimento We Sorocaba, lastro do CRI Gafisa Sorocaba. De acordo com a gestora, cerca de 60% desse volume já foi alienado sem geração de prejuízo para o fundo. O SNCI11 também investiu R$ 26,5 milhões em um fundo imobiliário de desenvolvimento residencial em São Paulo por meio de uma operação compromissada com remuneração de CDI + 2%, estratégia utilizada para fornecer liquidez temporária ao investidor final do veículo. No lado das vendas, o fundo negociou aproximadamente R$ 59,9 milhões em CRIs, incluindo operações como AXS 3, WIMO, WIMO IV, Copagril, Mitre 2025, GF6 e Opy Health. Parte desses ativos, equivalente a cerca de R$ 40,3 milhões, já havia sido recomprada no início de julho, enquanto o restante deverá retornar ao portfólio nos próximos meses. Como resultado dessas movimentações, o fundo encerrou junho com R$ 31 milhões em caixa, equivalentes a 7,65% do patrimônio líquido, e manteve alavancagem líquida negativa de 7,12% do PL, permanecendo como credor líquido em operações compromissadas. SNCI11 monitora quatro operações de crédito A gestão informou que o SNCI11 segue acompanhando de perto quatro ativos classificados em tratamento especial: CRI AIZ, CRI Vanguarda, CRI RDR e CRI Solar Junior. Juntos, esses créditos representam 6,91% do patrimônio líquido do fundo. Segundo a gestora, esforços continuam sendo realizados para recuperar esses ativos, fator considerado importante para a evolução da rentabilidade e da precificação das cotas nos próximos meses. Além da gestão dos créditos problemáticos, o fundo mantém um pipeline de novas operações. Entre elas estão um aporte de até R$ 2 milhões em uma nova série do CRI LocPay Sênior, com remuneração esperada de CDI + 5,50%, previsto para julho. Novos aportes em agosto Para agosto, a expectativa é concluir novos investimentos, incluindo até R$ 10 milhões em um CRI para término de obras em Vila Velha (ES), remunerado a CDI + 6%, além de até R$ 9 milhões em uma operação para aquisição de terreno voltada à incorporação imobiliária, com retorno estimado de IPCA + 12,68%, além de participação adicional nos resultados do projeto. A gestora também avalia novos aportes nas operações Bit Barueri e MZM, reforçando a estratégia de reciclagem e diversificação da carteira, ao mesmo tempo em que busca manter a previsibilidade dos rendimentos distribuídos aos cotistas.