FN

FNAM11

Fundo de Investimento da Amazonia Cotas

Preço Atual
R$ 0,34
+0.00%
Abertura
R$ 0,34
Fec. Ant: R$ 0,33
Variação Dia
Min: R$ 0,33
Max: R$ 0,34
52 Semanas
Mín: R$ 0,33
Máx: R$ 0,45
Volume
939.000
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a FNAM11

Market Cap
N/A

Dividendos

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Fundo imobiliário compra participação em shopping e mira yield de dois dígitos; IFIX cai – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

Fundo imobiliário compra participação em shopping e mira yield de dois dígitos; IFIX cai – Money Times

Fundo imobiliário compra fatia do Shopping Jardim Sul por R$ 67 milhões; IFIX cai (Imagem: Nigel Jarvis/ istockphoto) O fundo imobiliário Patria Malls (PMLL11) anunciou, por meio de fato relevante, que firmou um compromisso para adquirir uma participação de 10% do Shopping Jardim Sul, localizado em São Paulo (SP), por R$ 67 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a fração representa aproximadamente 2.875 metros quadrados da Área Bruta Locável (ABL) total do empreendimento. Pelo acordo, o pagamento será dividido em várias etapas. Do montante da aquisição, R$ 33,5 milhões serão pagos em dinheiro, da seguinte forma: R$ 6,7 milhões na data de fechamento; na data de fechamento; R$ 13,4 milhões , corrigidos pelo IPCA, em até 12 meses após o fechamento; , corrigidos pelo IPCA, em até 12 meses após o fechamento; R$ 13,4 milhões, também corrigidos pelo IPCA, em até 18 meses. Os R$ 33,5 milhões restantes poderão ser quitados também em moeda corrente nacional ou por meio de compensação com novas cotas da 7ª emissão do fundo. O que motivou a compra De acordo com a Patria Investimentos, gestora do PMLL11, a aquisição está alinhada à estratégia de ampliar a exposição a imóveis dominantes, com potencial de valorização e indicadores operacionais acima da média do portfólio atual do veículo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os fatores destacados pela casa, estão a localização do Shopping Jardim Sul — em uma região de crescimento residencial e empresarial da capital paulista —, o foco em consumidores das “classes A e B” e a diversificação do mix de operações, que reúne varejo, gastronomia, entretenimento, serviços e saúde. Além disso, a administração do ativo permanecerá como sócia no empreendimento, fator considerado positivo pela gestora. Retorno esperado A Patria estima que a compra proporcione um yield médio de 11,6% ao ano nos dois primeiros anos, com retorno estabilizado de aproximadamente 9,1% ao ano. Segundo o comunicado, o shopping também atende aos critérios definidos para a nova estratégia de investimentos do PMLL11, que prioriza participações minoritárias em empreendimentos com mais de 20 mil m² de ABL, taxa de ocupação de ao menos 90% e maturidade mínima de seis anos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O fechamento da transação, porém, ainda depende do cumprimento de condições precedentes usuais para esse tipo de negociação. Desempenho do IFIX Ainda na indústria de FIIs, o IFIX, principal índice do setor na B3, encerrou a terça-feira (5) aos 3.784,38 pontos, com queda de 0,03%. O MFII11 liderou as altas do dia, com valorização de 6,57%. Na sequência, apareceram o BLMG11, que avançou 4,74%, e o LIFE11, com ganho de 2,34%. Ticker Variação Último (R$) MFII11 +6,57% 30,66 BLMG11 +4,74% 32,69 LIFE11 +2,34% 7,00 BCRI11 +1,49% 59,89 MCRE11 +1,40% 8,68 Na ponta oposta, o CACR11 liderou as perdas do pregão, com queda de 9,31%. Em seguida, vieram o RBRP11, que recuou 7,06%, e o BROF11, com baixa de 3,36%. Ticker Variação Último (R$) CACR11 -9,31% 13,15 RBRP11 -7,06% 42,39 BROF11 -3,36% 58,42 VGHF11 -3,01% 5,16 TRBL11 -2,96% 53,10 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Itaú BBA reforça aposta em FIIs de papel e logística
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

Itaú BBA reforça aposta em FIIs de papel e logística

Relatório aponta preferência diante da expectativa de juros elevados por mais tempo A aposta do Itaú BBA nos fundos imobiliários (FIIs) de papel e logística foi reforçada na carteira recomendada de agosto, em meio à expectativa de juros elevados por mais tempo. Segundo o banco, o cenário continua favorecendo ativos financeiros indexados ao CDI e ao IPCA, enquanto reduz a atratividade dos fundos de escritórios no curto e médio prazo. Os fundos imobiliários voltaram a enfrentar um cenário desafiador em julho, marcado pela manutenção dos juros em patamares elevados e pelas incertezas macroeconômicas. Nesse ambiente, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) recuou 0,32% no mês. Já a Carteira Renda com Imóveis, do Itaú BBA, registrou valorização de 0,14%, desempenho 0,45 ponto percentual superior ao do índice de referência. Segundo o banco, as perspectivas de uma Selic em 13,75% ao ano ao final de 2026 seguem pressionando o mercado de FIIs, especialmente os fundos mais sensíveis à reprecificação da curva de juros. Ao mesmo tempo, os títulos públicos indexados à inflação continuam oferecendo retornos elevados, com o Tesouro IPCA+ 2035 negociado acima de 8% ao ano durante o mês. Itaú BBA reforça aposta em fundos de papel e reduz exposição a escritórios Mesmo com a expectativa de queda dos juros nos próximos trimestres, o Itaú BBA afirma manter preferência pelos fundos de ativos financeiros. Na avaliação da instituição, a taxa terminal da Selic ainda deve permanecer elevada, favorecendo os rendimentos dos fundos indexados ao CDI. Os fundos atrelados ao IPCA também seguem atrativos diante da projeção de inflação de 5,1% para 2026 e dos riscos de novas pressões inflacionárias. Em relação aos fundos de tijolo, o banco avalia que os fundamentos permanecem sólidos, principalmente nos segmentos de galpões logísticos e lajes corporativas, que continuam registrando indicadores positivos de ocupação. Publicidade Publicidade Apesar disso, esses ativos seguem mais vulneráveis às oscilações da curva de juros, o que pode ampliar a volatilidade no curto prazo. Ainda assim, o relatório aponta espaço para valorização das cotas, sustentado pelo desconto em relação ao valor patrimonial e pela perspectiva de redução da taxa de desconto ao longo do tempo. Na carteira recomendada, o Itaú BBA retirou o fundo RBRP11. De acordo com o banco, apesar do desconto nas cotas, o cenário de juros elevados por um período prolongado reduz a atratividade da tese para o segmento de escritórios no curto e médio prazo. Os recursos foram redistribuídos entre KNIP11 e KNHF11, que receberam aumento de 1,5 ponto percentual cada, além de BTLG11, BRCO11, KNRI11, PVBI11 e HGRU11, que tiveram incremento de 0,5 ponto percentual cada. Com a mudança, a carteira passou a ser composta por 12 fundos, com maior concentração nos segmentos de ativos financeiros e galpões logísticos. A carteira recomendada apresenta dividend yield corrente estimado em 11,2% ao ano, equivalente a um prêmio de 2,98 pontos percentuais sobre o Tesouro IPCA+ 2035. O rendimento, no entanto, permanece abaixo da média ponderada do Ifix, atualmente em 12,9%. Na avaliação do Itaú BBA, embora o mercado de fundos imobiliários deva continuar enfrentando volatilidade no curto prazo, os preços atuais ainda oferecem oportunidades seletivas para investidores com horizonte de longo prazo, especialmente em ativos com fundamentos operacionais sólidos e negociados com desconto.

GARE11, GGRC11 e XPCI11 são destaques do Bom Dia FIIs (5
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

GARE11, GGRC11 e XPCI11 são destaques do Bom Dia FIIs (5

GARE11, GGRC11, XPCI11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (5/8) Marcelo Monteiro 05/08/2026 às 7:33 4 minutos de leitura Atualizado em: 04/08/2026 às 20:52 Os fundos imobiliários GARE11, GGRC11, XPCI11 e SNEL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (5). Na terça-feira (4), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.784,38 pontos, com leve queda de 0,03%, o equivalente a 1,14 ponto em relação à véspera. Entre os fundos imobiliários mais negociados da sessão, o MXRF11 liderou em volume financeiro, com 2,11 milhões de cotas negociadas e alta de 1,07%. Na sequência, apareceram GGRC11, com 1,23 milhão de cotas negociadas e queda de 0,91%; GARE11, com 966,69 mil cotas negociadas e alta de 0,12%; VGHF11, com 956,6 mil cotas negociadas e recuo de 3,01%; e SNEL11, com 940,46 mil cotas negociadas e baixa de 0,96%. Leia mais IFIX fecha praticamente estável, em leve queda de 0,03% GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários: GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões O fundo imobiliário GARE11 (Guardian Real Estate) concluiu, por meio do Guardian Prime Log FII, a aquisição de um galpão logístico localizado em Itapevi (SP) pelo valor de R$ 119,81 milhões, reforçando a estratégia de ampliar sua exposição ao segmento logístico. A operação foi estruturada com pagamento parcelado. A primeira parcela, de R$ 101,7 milhões, foi quitada na assinatura da escritura. O saldo será pago em julho de 2028, com correção pelo IPCA. De acordo com a Guardian, a aquisição deverá proporcionar uma rentabilidade média ponderada de dois dígitos nos cinco primeiros anos, já descontados os custos da operação. A gestora afirma ainda que o retorno esperado supera o guidance atual de dividendos do fundo, sem considerar eventuais reajustes reais nos aluguéis do imóvel. O impacto da aquisição sobre a estrutura de capital do GARE11 será limitado, restando apenas uma obrigação futura de aproximadamente R$ 18 milhões. Leia mais GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe O GGRC11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota em rendimentos aos seus cotistas, conforme comunicado divulgado ao mercado. Terão direito ao provento os investidores que estavam posicionados no fundo ao encerramento do pregão de 3 de agosto, data-base definida para a distribuição. O pagamento dos dividendos será realizado em 10 de agosto de 2026. Considerando o preço de fechamento da cota em 31 de julho, de R$ 10,03, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1%. O fundo imobiliário GGRC11 finalizou junho com uma série de movimentações em seu portfólio, incluindo a conclusão de quatro aquisições de galpões logísticos, um acordo para venda de imóveis, reavaliação patrimonial positiva e avanços em sua estratégia institucional. No mês, o GGRC11 registrou resultado de R$ 23,37 milhões. Leia mais GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores O fundo imobiliário XPCI11 apurou resultado de R$ 8,588 milhões em junho, alta de 3% sobre maio. As receitas totais somaram R$ 9,210 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 622 mil no período. A distribuição foi de R$ 0,95 por cota, paga em 14 de julho de 2026 aos detentores de cotas em 30 de junho. Sobre a cotação de fechamento do mês, de R$ 84,82, os rendimentos do XPCI11 representam um dividend yield anualizado de 14,30%, ou 17,01% considerando o gross-up de 15% de impostos. Os rendimentos e ganhos de capital apurados em regime de caixa somaram R$ 0,99 por cota, o equivalente a R$ 8,59 milhões. O book de CRIs foi a principal fonte, com R$ 8,23 milhões, enquanto a carteira de FIIs gerou R$ 0,48 milhão. O fundo imobiliário XPCI11 encerrou junho com reserva acumulada de correção monetária de R$ 5,86 milhões, ou R$ 0,67 por cota, cota patrimonial de R$ 87,11 e base de 83.392 cotistas. Leia mais XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis A China decidiu elevar o ritmo da transição energética e tornou obrigatórias as metas de expansão das fontes renováveis até o fim da década. A medida fortalece a perspectiva de crescimento do setor solar e eólico no mundo, movimento acompanhado por investidores de fundos como o SNEL11, especializado em ativos de geração de energia limpa. Pelo novo planejamento, o país pretende aumentar em cerca de 53% a produção de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. A meta é fazer com que a geração limpa alcance um volume equivalente a 1,8 bilhão de toneladas de carvão, ante aproximadamente 1,18 bilhão registradas em 2025. Para atingir esse objetivo, o governo chinês prevê acelerar a instalação de novos parques solares e eólicos, expandir a infraestrutura de armazenamento de energia e ampliar a capacidade de geração destinada aos horários de maior consumo do sistema elétrico. Leia mais SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis