EQ

EQTL3

Energia

Equatorial S.A.

CNPJ: 03220438000173

Preço Atual
R$ 38,89
+0.59%
Abertura
R$ 39,05
Fec. Ant: R$ 38,92
Variação Dia
Min: R$ 38,48
Max: R$ 39,17
52 Semanas
Mín: R$ 33,82
Máx: R$ 46,32
Volume
4.351.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
4.00%
P/L
20.37
P/VP
1.91
LPA
R$ 1,91
VPA
R$ 20,40
EV/EBITDA
11.41
EV/EBIT
15.63
P/EBITDA
4.43
P/EBIT
6.07
P/Receita (PSR)
0.92
P/FCO
12.82
P/FCL
-18.06
EV/Receita Líq.
2.37
EV/FCO
32.99
EV/FCL
-46.49
Earning Yield
6.40%
Enterprise Value
R$ 126,04 Bi
Valor de Mercado
R$ 48,97 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
6.98
Dív. Líquida/PL
2.72
Dívida Líquida
R$ 77,07 Bi
Liq. Corrente
1.56
PL/Ativos
0.26
Passivos/Ativos
0.74
Liq. Seca
1.54
Liq. Imediata
0.61

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
25.59%
Margem EBITDA
20.79%
Margem EBIT
15.18%
Margem Líquida
4.53%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
9.36%
ROIC
6.93%
ROA
2.15%
Giro do Ativo
0.48

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
12.58%
CAGR Lucro
-22.15%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 25.59%
Margem EBITDA 20.79%
Margem Operacional 15.18%
Margem Líquida 4.53%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 3,82 Bi
FCL R$ -2.711,30 Mi
Caixa Total R$ 10,89 Bi
Caixa/Ação R$ 8,65
Receita e Dívida
Receita Total R$ 53,11 Bi
Lucro Bruto R$ 13,59 Bi
EBITDA R$ 11,04 Bi
Dívida Total R$ 70,75 Bi
Crescimento
Receita 12.58%
Lucro -22.15%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 52.073,80 Mi R$ 45.366,67 Mi R$ 40.985,08 Mi R$ 27.132,51 Mi
Lucro Bruto R$ 13.607,26 Mi R$ 13.056,96 Mi R$ 12.142,53 Mi R$ 8.566,77 Mi
EBITDA R$ 8.136,91 Mi R$ 8.636,46 Mi R$ 7.647,41 Mi R$ 5.277,21 Mi
Lucro Líquido R$ 2.503,93 Mi R$ 3.767,80 Mi R$ 2.876,28 Mi R$ 1.922,00 Mi

Sobre a EQTL3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Market Cap
R$ 47,57 Bi
Descrição do Negócio

A Equatorial Energia S.A., listada na B3 sob o ticker EQTL3, foi constituída em 16 de junho de 1999 e atua no setor elétrico brasileiro. A companhia opera como holding com foco em infraestrutura de utilidades, com base histórica em distribuição de energia. Os negócios abrangem distribuição, transmissão e geração de energia elétrica, além de atuação em telecomunicações e saneamento em ativos específicos. A empresa combina concessões reguladas e operações de infraestrutura com perfil de longo prazo. No ambiente competitivo, a Equatorial disputa ativos e concessões com outros grupos de energia e infraestrutura no Brasil. O desempenho operacional depende de eficiência na gestão de distribuidoras, qualidade de serviço e execução de investimentos em segmentos regulados. A companhia atua em múltiplos estados brasileiros, com presença em concessões de distribuição de energia e expansão para outras frentes de utilidades. Em escala, atende milhões de unidades consumidoras em ampla cobertura territorial e mantém portfólio diversificado de ativos de infraestrutura.

Dividendos

JCP R$ 0,1333
Pagamento: 30/12/2026
JCP R$ 0,8048
Pagamento: 17/11/2025
JCP R$ 0,6452
Pagamento: 17/11/2025
DIVIDENDO R$ 0,5316
Pagamento: 28/05/2025
JCP R$ 0,1686
Pagamento: 28/05/2025
JCP R$ 0,0891
Pagamento: 20/02/2025
DIVIDENDO R$ 0,4500
Pagamento: 10/06/2024
DIVIDENDO R$ 0,3500
Pagamento: 09/06/2023
DIVIDENDO R$ 0,6400
Pagamento: 29/12/2022
DIVIDENDO R$ 0,7200
Pagamento: 29/12/2021

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Estudo usa inteligência artificial para reunir dados e avaliar como um Super El Niño pode afetar regiões brasileiras Pesquisadores da UNIASSELVI desenvolveram um estudo que usa inteligência artificial e automação para reunir informações climáticas e analisar possíveis impactos de um Super El Niño no Brasil. Continua após a publicidade A pesquisa aponta 97% de chance de o fenômeno continuar ativo até 2027 e 81% de possibilidade de atingir intensidade muito forte, com efeitos que podem variar conforme a região do país. Norte e Nordeste podem enfrentar períodos secos, enquanto o Sul pode ter mais chuvas e risco de enchentes. – Imagem: BrianAJackson/iStock IA reúne informações para analisar riscos climáticos O estudo utiliza inteligência artificial para cruzar dados de diferentes instituições meteorológicas e reunir, em uma única análise, projeções sobre o comportamento do El Niño. O trabalho foi desenvolvido por Fábio Henrique Moisés e Matheus Fernando Cunha, acadêmicos de Engenharia de Software da UNIASSELVI, sob orientação do professor Pedro Sidnei Zanchett. A pesquisa também está relacionada à tese de doutorado RADIAN, de Zanchett, que investiga sistemas de apoio à decisão para gestão de desastres naturais usando IA generativa, computação em nuvem e automação. Apesar do uso de tecnologia avançada, o estudo não cria uma previsão climática própria por inteligência artificial. A ferramenta organiza e compara projeções produzidas por centros meteorológicos nacionais e internacionais. A inovação da pesquisa está em integrar inteligência artificial, automação e conhecimento científico para apoiar decisões em situações de risco. As mudanças climáticas exigem uma nova forma de interpretar dados. Pedro Sidnei Zanchett, professor da UNIASSELVI e orientador do estudo, em nota. Dados de grandes instituições ajudam no diagnóstico Para elaborar a análise, os pesquisadores reuniram informações de órgãos como NOAA, NASA, INPE, INMET, CEMADEN e IRI. O objetivo foi comparar diferentes modelos climáticos e identificar padrões semelhantes entre as projeções. Segundo Moisés, a tecnologia ajuda a transformar informações já disponíveis em análises mais organizadas. “A inteligência artificial permite consolidar milhares de informações produzidas por diferentes instituições e transformá-las em análises capazes de apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas. O desafio não é produzir mais dados, mas conectar o conhecimento que já existe”, afirma o pesquisador. Entre os principais pontos analisados pelo estudo estão: possibilidade de um El Niño muito forte até 2027; integração de dados de órgãos climáticos brasileiros e internacionais; uso de IA e automação para organizar informações; apoio ao planejamento diante de possíveis eventos extremos. O termo Super El Niño não é uma classificação técnica oficial, mas costuma ser usado para indicar episódios de grande intensidade do fenômeno, causado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial. Agricultura também pode sentir os efeitos do clima extremo, com impactos em culturas como soja (foto), milho e café. Continua após a publicidade Impactos podem mudar conforme a região brasileira Os efeitos esperados não devem ser iguais em todo o país. Norte e Nordeste podem enfrentar períodos mais secos, enquanto Centro-Oeste e parte do Sudeste podem registrar ondas de calor e redução das chuvas. Já a Região Sul aparece como área com maior possibilidade de chuvas intensas e enchentes. Na agricultura, a pesquisa aponta possíveis impactos em culturas como arroz, trigo, soja, milho e café. A combinação de calor e mudanças no regime de chuvas também pode aumentar o estresse térmico dos rebanhos. O estudo ainda destaca riscos relacionados ao avanço das queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal, além da piora na qualidade do ar e do aumento de problemas respiratórios e cardiovasculares associados às ondas de calor. Cunha ressalta que a pesquisa não substitui o trabalho dos centros meteorológicos. “O consenso entre os principais modelos climáticos internacionais é um sinal importante de que o país deve se preparar. Nossa pesquisa organiza essas evidências e demonstra como tecnologias inteligentes podem contribuir para aumentar a capacidade de resposta diante de eventos extremos.” Continua após a publicidade Leia mais: Mesmo com os avanços, a inteligência artificial continua sendo uma ferramenta de apoio. Os resultados dependem da qualidade dos dados analisados e podem mudar conforme o comportamento do clima evolui. A pesquisa mostra como a tecnologia pode ajudar especialistas a organizar informações e antecipar possíveis riscos, sem substituir a análise científica tradicional.

Cataratas do Iguaçu desmontam passarelas da Garganta do Diabo
UOL - Notícias 03/08/2026

Cataratas do Iguaçu desmontam passarelas da Garganta do Diabo

As passarelas do Circuito Garganta do Diabo, localizadas no lado argentino do Parque Nacional Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu, começaram a ser retiradas preventivamente nesta segunda-feira (3). A medida foi adotada pela concessionária Iguazú Argentina S.A. com o objetivo de proteger a estrutura e evitar danos materiais diante das projeções meteorológicas e hidrológicas que indicam um aumento expressivo na vazão do Rio Iguaçu, com possibilidade de inundações entre os meses de setembro e outubro. - leia mais: Semana começa com chuva localizada no Oeste e termina com frente fria em todo o Paraná CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. A expectativa da administração do parque é de que o setor permaneça fechado ao público por cerca de 40 dias. Durante a operação de desmontagem, as equipes técnicas farão a remoção dos pisos e das grades de proteção das passarelas, materiais que serão armazenados em uma área segura na estação de trem de acesso à Garganta do Diabo. O trabalho de remontagem e a consequente reabertura do circuito ainda não possuem uma data definida, dependendo inteiramente da evolução das condições climáticas e da normalização do nível do rio, enquanto as demais atrações e passeios do parque seguem operando sem interrupções. O alerta preventivo está diretamente associado à atuação do fenômeno climático El Niño, caracterizado pelo aquecimento atípico das águas do Oceano Pacífico Equatorial. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o El Niño tende a favorecer o aumento das precipitações acima da média na Região Sul, elevando a incidência de eventos meteorológicos extremos como temporais, vendavais, tempestades de granizo e episódios frequentes de alagamentos e enchentes ao longo do segundo semestre.

Itaú BBA vê desaceleração nas ações da B3; setor de serviços essenciais é o destaque positivo
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Itaú BBA vê desaceleração nas ações da B3; setor de serviços essenciais é o destaque positivo

Itaú BBA vê desaceleração nas ações da B3; setor de serviços essenciais é o destaque positivo Foto: Adobe Stock O Itaú BBA apontou que o sentimento de investidores institucionais com ações no Brasil recuou no terceiro trimestre de 2026, com gestores adotando postura mais cautelosa, embora utilities (indústrias de serviços essenciais como água, gás e energia) siga como o setor com maior consenso de sobrepeso. A conclusão consta da pesquisa “Investment Manager Survey - Brazil Equities”, com 99 investidores institucionais, segundo relatório assinado por Daniel Gewehr, Matheus Marques e Raphael Matutani. continua após a publicidade De acordo com o estudo, a nota média de sentimento caiu de 7,09 para 6,10 em uma escala de zero (bear) a dez (bull), no menor nível desde fevereiro de 2025. Com isso, a expectativa média para o Ibovespa no fim de 2026 foi reduzida para 182 mil pontos (de 212 mil na pesquisa anterior). No cenário macro, os participantes elevaram a projeção para a Selic ao fim de 2026 para 13,7%, 60 pontos-base acima da rodada anterior, e também aumentaram as expectativas para a taxa nominal de 10 anos, para 13,5%, alta de quase 90 pontos-base. O Itaú BBA destaca que não há consenso sobre o quanto do ciclo macro dos próximos quatro anos já está refletido nos preços: as respostas apontaram, em média, 51%, com grande dispersão. continua após a publicidade Em posicionamento setorial, utilities ampliou a liderança nas preferências de sobrepeso, citada por 68% dos participantes. O setor de construção civil também alcançou máxima histórica de votos de sobrepeso (38%). Bancos grandes permaneceram como o setor “mais debatido”, aparecendo ao mesmo tempo entre os mais citados para sobrepeso (37%) e também na lista de subpeso (26%), segundo o relatório. Pelo lado do subpeso, educação (31%) e consumo/varejo (27%) seguem como principais “vilões” nas carteiras, com aço e mineração (27%) e bancos grandes logo atrás. O estudo também mostra que caiu a convicção sobre entrada de capital estrangeiro em ações brasileiras: 59% ainda esperam fluxo positivo nos próximos seis meses, ante 91% na pesquisa anterior. continua após a publicidade O Itaú BBA afirma ainda que a disposição de aumentar alocação em Bolsa diminuiu. Apenas 32% dos entrevistados disseram que planejam elevar exposição a ações brasileiras nos próximos seis meses, contra 50% na rodada anterior. Os fundos long only (apostam na valorização das ações que investe e, por isso, operam comprados) também aumentaram caixa, com média estimada em 7,6%, ante 7,1%, e a exposição líquida dos fundos de hedge (usam estratégias de investimento de risco) a ações do Brasil caiu para 10,2%, com 28% dos respondentes dizendo não ter posição direcional. Entre as ações mais citadas como “top picks” (principais escolhas), o Itaú BBA aponta Axia (AXIA3), Nubank (ROXO34), Equatorial (EQTL3), Itaú (ITUB4) e BTG (BPAC11). continua após a publicidade A pesquisa também indica que Axia é o nome com maior potencial de retorno esperado em seis meses entre as large caps, companhia com altíssimo valor de mercado, segundo os participantes.