EN

ENEV3

Energia

Eneva S.A.

CNPJ: 04423567000121

Preço Atual
R$ 24,49
+1.62%
Abertura
R$ 24,03
Fec. Ant: R$ 24,49
Variação Dia
Min: R$ 24,02
Max: R$ 24,52
52 Semanas
Mín: R$ 13,00
Máx: R$ 28,12
Volume
6.892.700
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

P/L
36.02
P/VP
2.29
LPA
R$ 0,67
VPA
R$ 10,52
EV/EBITDA
11.48
EV/EBIT
19.80
P/EBITDA
7.00
P/EBIT
12.07
P/Receita (PSR)
2.50
P/FCO
8.26
P/FCL
-41.19
EV/Receita Líq.
4.10
EV/FCO
13.55
EV/FCL
-67.57
Earning Yield
5.05%
Enterprise Value
R$ 76,57 Bi
Valor de Mercado
R$ 46,68 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.48
Dív. Líquida/PL
1.40
Dívida Líquida
R$ 29,89 Bi
Liq. Corrente
1.48
PL/Ativos
0.38
Passivos/Ativos
0.62
Liq. Seca
1.38
Liq. Imediata
0.43

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
27.40%
Margem EBITDA
35.71%
Margem EBIT
20.71%
Margem Líquida
9.95%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
9.12%
ROIC
7.06%
ROA
3.17%
Giro do Ativo
0.33

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
35.26%
CAGR Lucro
36.18%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 27.40%
Margem EBITDA 35.71%
Margem Operacional 20.71%
Margem Líquida 9.95%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 5,65 Bi
FCL R$ -1.133,23 Mi
Caixa Total R$ 3,50 Bi
Caixa/Ação R$ 1,81
Receita e Dívida
Receita Total R$ 18,67 Bi
Lucro Bruto R$ 5,12 Bi
EBITDA R$ 6,67 Bi
Dívida Total R$ 30,92 Bi
Crescimento
Receita 35.26%
Lucro 36.18%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 18.416,06 Mi R$ 11.387,50 Mi R$ 10.090,90 Mi R$ 6.128,60 Mi
Lucro Bruto R$ 5.404,57 Mi R$ 3.953,48 Mi R$ 3.711,15 Mi R$ 1.877,32 Mi
EBITDA R$ 3.713,20 Mi R$ 2.211,91 Mi R$ 2.672,32 Mi R$ 1.283,95 Mi
Lucro Líquido R$ 1.691,63 Mi R$ 549,47 Mi R$ 303,43 Mi R$ 375,77 Mi

Sobre a ENEV3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Funcionários
1.846
Market Cap
R$ 46,67 Bi
Descrição do Negócio

A Eneva S.A., negociada na B3 sob o ticker ENEV3, é uma companhia brasileira integrada de energia criada em 2001, com IPO realizado em 2007 ainda sob a marca MPX Energia. A empresa atua na geração elétrica e na cadeia de gás natural em ativos onshore no Brasil. Seu modelo operacional combina exploração e produção de gás natural com geração térmica, além de comercialização de energia e atuação em projetos de liquefação e logística de GNL. A companhia também ampliou o portfólio com ativos térmicos e solares em diferentes regiões. No setor brasileiro, a Eneva ocupa posição relevante em termoeletricidade e é reconhecida pelo modelo integrado de reservatório até a geração. A empresa concorre com grandes grupos de energia em leilões, contratos de longo prazo e no mercado livre. A companhia possui sede no Rio de Janeiro e ativos em estados como Maranhão, Amazonas, Roraima, Sergipe, Ceará e Espírito Santo. Sua escala inclui milhares de megawatts de capacidade instalada e centenas de quilômetros de infraestrutura associada a gás e energia.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 7,0952
Pagamento: 25/06/2009

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Banco vê valuations mais atrativos após a correção das bolsas da América Latina e mantém preferência por Brasil e Chile Publicidade Após um segundo trimestre de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI vê uma nova janela de oportunidade para investidores na região. Em relatório liderado pelo estrategista Ben Laidler, com participação dos analistas Francisco Navarrete e Bruno Mendonça, o banco atualizou suas principais recomendações de ações de grande e média capitalização para o terceiro trimestre de 2026 (3T26) e avalia que o ajuste recente tornou as avaliações mais atrativas, abrindo espaço para uma valorização de até 25% no segundo semestre. Diante desse cenário, o banco mantém recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Brasil e Chile, adota postura neutra em México e Peru e underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) em Argentina e Colômbia. Entre as empresas, as novas adições à carteira são lideradas por companhias de “crescimento de qualidade”, como Itaú Unibanco (ITUB4), Coca-Cola FEMSA, Embraer (EMBJ3), Equatorial (EQTL3) e Yduqs (YDUQ3), além de ações de média capitalização como XP Inc. (XP; BDR; XPBR31), Ternium (TX) e Smart Fit (SMFT3). Vale (VALE3) e Ternium O Bradesco BBI mantém uma visão positiva para a oferta e demanda de minério de ferro e cobre, cenário que, segundo o banco, tem sustentado preços acima do esperado para as commodities. No setor de aço da América Latina, a equipe adota uma postura seletiva e destaca a Ternium como sua principal preferência. Apesar das pressões de curto prazo sobre os custos, o Bradesco BBI afirma que os preços do minério de ferro e dos metais básicos, acima do esperado, combinados com a sólida execução operacional, mantêm inalteradas suas projeções de Ebitda e fluxo de caixa livre (FCF). O banco considera a avaliação da Vale atrativa, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 9% para 2026, ante média de 5% dos pares, além de enxergar maior probabilidade de distribuições extraordinárias de recursos no segundo semestre de 2026. Para a Ternium, o banco avalia que a melhora dos mercados do México e do Brasil deve sustentar um forte avanço dos resultados e revisões positivas das estimativas. As projeções do Bradesco BBI estão 16% acima do consenso de mercado. Além disso, a redução dos investimentos (capex) deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre. Suzano (SUZB3) Embora não veja catalisadores relevantes no curto prazo, o BBI considera a Suzano (SUZB3) a empresa com a melhor relação entre risco e retorno dentro de sua cobertura dos setores de papel e celulose. A avaliação é sustentada pelos preços favoráveis da celulose e pela sólida execução operacional da companhia. Além disso, o banco estima que a estratégia de hedge cambial pode gerar cerca de R$ 5 bilhões em ganhos entre 2026 e 2027, considerando um câmbio de R$ 5,00 por dólar. O valuation também é visto como um importante fator de proteção, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 16% para 2027, mesmo em um cenário mais conservador, com o preço da celulose em US$ 550 por tonelada e o dólar a R$ 5,00. Vibra (VBBR3) e OceanPact (OPCT3) O analista Vicente Falanga mantém uma postura cautelosa em relação às ações do setor de petróleo, diante da possibilidade de uma resolução do conflito envolvendo o Irã. Nesse cenário, ele prefere segmentos mais defensivos, como distribuição de combustíveis e serviços para a indústria de óleo e gás. Continua depois da publicidade A principal recomendação entre as empresas de grande capitalização é a Vibra (VBBR3). Segundo Falanga, o ambiente competitivo deve continuar melhorando com o avanço do combate à informalidade no mercado de combustíveis. Além disso, a margem recorrente no segundo trimestre de 2026 deve superar a do primeiro trimestre, alcançando cerca de R$ 350 por metro cúbico, enquanto o fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) tende a crescer de forma significativa. Mesmo com a recente pressão sobre os juros reais no Brasil, o analista considera a ação barata, negociada a menos de 9 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L), patamar que julga atrativo diante das perspectivas de crescimento e retorno sobre o capital investido (ROIC). Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela OceanPact (OPCT3). Após revisar sua tese de investimento em função da fusão transformacional com a CBO, Falanga elevou o preço-alvo da ação para R$ 15, ante R$ 10 anteriormente, incorporando as sinergias esperadas com a operação. Continua depois da publicidade Equatorial (EQTL3) e Eneva (ENEV3) O analista Francisco Navarrete vê um cenário mais favorável para as distribuidoras de energia no Brasil, impulsionado por melhorias regulatórias, e mantém visão positiva para o setor de saneamento após as privatizações. A Equatorial (EQTL3) é a principal escolha do analista por sua forte capacidade de alocação de capital e pela exposição aos setores de energia e saneamento, com participações relevantes na Copasa (CSMG3) e na Sabesp (SBSP3). Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Eneva (ENEV3), vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis. Continua depois da publicidade Coca-Cola FEMSA e 3tentos (TTEN3) O BBI mantém visão positiva para os setores de alimentos e bebidas e agronegócio. Segundo ele, as engarrafadoras da Coca-Cola oferecem exposição atrativa ao consumo na América Latina, enquanto, no agronegócio, a preferência é por empresas de crescimento com menor dependência dos preços das commodities. A Coca-Cola FEMSA é a principal recomendação entre as empresas de grande capitalização. O banco vê potencial de alta para os volumes no México, apesar dos efeitos do imposto IEPS, e considera que a ação negocia com desconto injustificado em relação ao histórico e à concorrente Arca. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela 3tentos (TTEN3), destacada como uma sólida história de crescimento no agronegócio, com expectativa de expansão média de 20% ao ano nos lucros pelos próximos três anos e negociação a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026. Continua depois da publicidade Embraer (EMBJ3) O Bradesco BBI vê a Embraer (EMBJ3) como uma sólida história de crescimento, apesar do desempenho inferior ao de concorrentes em meio a preocupações consideradas exageradas com o cenário macroeconômico e fundamentos da companhia. A expectativa é de aumento dos volumes nos segmentos de aviação comercial e executiva, expansão das margens e possibilidade de revisão para cima do guidance de 2026. Além disso, a ação é considerada atrativa, negociando a cerca de 9,5 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, aproximadamente 20% abaixo da média dos pares globais. Marcopolo (POMO4) e WEG (WEGE3) O analista Daniel Federle prefere exposição ao segmento de ônibus no setor de bens de capital, diante da elevada alavancagem e da menor previsibilidade operacional das fabricantes de caminhões. Já em relação à WEG (WEGE3), mantém postura cautelosa por causa dos desafios de crescimento no curto prazo, da ausência de catalisadores e do valuation considerado elevado. A principal recomendação é a Marcopolo (POMO4). Segundo Federle, a companhia está bem posicionada para registrar crescimento de receita de cerca de 8% em 2026, impulsionada pelas entregas para o programa do Ministério da Saúde e pelo novo ciclo do programa Caminho da Escola, no qual conquistou a totalidade do contrato. O analista também destaca o valuation atrativo, com a ação negociando a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado para 2026 e dividend yield de fluxo de caixa livre próximo de 9%. Totvs (TOTS3) e LWSA (LWSA3) O Bradesco BBI prefere empresas de software, que passaram a negociar em valuations mais atrativos após a correção relacionada à inteligência artificial e estão menos expostas a disrupções por oferecerem serviços essenciais. Já Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) seguem fora das preferências do banco devido ao cenário competitivo mais incerto e à ausência de perspectiva de reajustes de preços. A principal recomendação é a Totvs (TOTS3). O banco destaca o forte momento operacional do negócio de ERP e o valuation descontado, com a ação negociando a cerca de 15 vezes o lucro estimado para 2026, aproximadamente 35% abaixo da média histórica. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela LWSA (LWSA3), que combina valuation atrativo, sólida execução operacional e expectativa de expansão relevante das margens. MercadoLivre (MELI34) e Smart Fit (SMFT3) O analista Pedro Pinto avalia que o varejo brasileiro deve enfrentar um segundo semestre ainda desafiador, com confiança empresarial em queda, consumo pressionado e elevado endividamento das famílias. A principal escolha é o MercadoLivre. Para o analista, a maior parte das revisões negativas de lucro já foi precificada, enquanto a melhora dos indicadores operacionais reforça a tese de longo prazo. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Smart Fit (SMFT3). Segundo Pinto, as preocupações com concorrência e preços diminuíram após os resultados do primeiro trimestre, enquanto a operação no Brasil e a TotalPass apresentam melhora operacional. Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) A principal recomendação é a Cury (CURY3), destacada pela elevada rentabilidade, forte crescimento esperado dos lucros, valuation descontado e dividend yield próximo de 10%. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Tenda (TEND3). O analista vê uma relação risco-retorno atrativa, sustentada pelo potencial de pagamento de dividendos, resultados em melhora e pela estabilidade estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida. Raia Drogasil (RADL3) e Mater Dei (MATD3) O analista Marcio Osako vê oportunidades no setor de saúde brasileiro, destacando empresas com bom momento de resultados e valuations atrativos. A principal recomendação é a Raia Drogasil (RADL3). Para Osako, a recente queda das ações foi exagerada, considerando o perfil defensivo da companhia, a expectativa de resultados sólidos e o valuation descontado em relação à média histórica. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Mater Dei (MATD3). O analista destaca o valuation atrativo, a forte geração de caixa esperada e a perspectiva de crescimento dos resultados. Yduqs (YDUQ3) e Vitru (VTRU3) A Yduqs (YDUQ3) é a principal escolha do Bradesco BBI no setor de educação. O banco destaca os resultados sólidos no primeiro trimestre, a baixa alavancagem e a forte geração de caixa esperada. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Vitru (VTRU3), que combina perspectiva positiva para 2026, baixa alavancagem e geração de caixa atrativa.