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IFIX inicia semana em queda de 0,31%; MXRF11 negocia R$ 1,74 milhão
IFIX inicia semana em queda de 0,31%; MXRF11 negocia R$ 1,74 milhão O IFIX terminou o pregão desta segunda-feira (6) aos 3.835,01 pontos, recuo de 0,31%, equivalente a 11,77 pontos em comparação ao encerramento anterior. O movimento manteve o índice no campo negativo ao fim da sessão, após uma abertura levemente acima do patamar de fechamento do dia útil anterior. Ao longo do dia, o índice de fundos imobiliários variou entre a mínima de 3.833,19 pontos e a máxima de 3.848,39 pontos. A sessão começou em 3.846,72 pontos, enquanto o fechamento anterior havia sido de 3.846,78 pontos, mostrando oscilação contida e sem rompimento do nível de 3.850 pontos no fechamento. Com esse desempenho, o IFIX permaneceu abaixo de 3.850 pontos ao fim do dia. No acumulado de 52 semanas, o indicador segue dentro da faixa entre a mínima de 3.402,09 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos, refletindo a amplitude de variação registrada no período. IFIX fecha em queda e abaixo de 3.850 pontos O IFIX é o índice de fundos imobiliários da B3 e acompanha uma carteira teórica de ativos do segmento, servindo como referência para o desempenho médio do mercado de FIIs. A leitura diária do índice, expressa em pontos, sintetiza o comportamento agregado desses fundos ao longo da sessão. Nesta segunda-feira (6), a trajetória intradiária mostrou leve perda de fôlego desde a abertura em 3.846,72 pontos, sem força para sustentar a máxima de 3.848,39 pontos. O fechamento em 3.835,01 pontos consolidou a variação negativa de 0,31%, o que representa 11,77 pontos a menos que na sexta-feira, quando o indicador encerrou aos 3.846,78 pontos. MXRF11 lidera volume com R$ 1,74 milhão Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume financeiro, ao somar R$ 1,74 milhão, com queda de 0,61% na sessão. O ativo figurou à frente do GARE11 (Guardian Real Estate FII), que movimentou R$ 1,52 milhão e registrou recuo de 0,25%. Na terceira posição do ranking de negócios, apareceu o GGRC11 (GGR Covepi Renda FII), com R$ 1,22 milhão transacionados e baixa de 0,10% no dia. O comportamento dos volumes evidencia a concentração de liquidez em alguns dos principais FIIs negociados na B3. Outros destaques do pregão incluíram o CPTS11 (Capitania Securities II FII), que totalizou R$ 985,94 mil em negócios e fechou com queda de 0,13%; e o SNEL11 (Suno Energias Limpas FII), que movimentou R$ 477,54 mil e encerrou em recuo de 0,48%. Ambos os fundos acompanharam a direção negativa observada no índice. No campo das maiores quedas, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) teve o pior desempenho do dia, ao recuar 5,01% e terminar o pregão cotado a R$ 21,89. O resultado destoou do comportamento mais moderado visto entre os fundos com maiores volumes, reforçando a heterogeneidade do desempenho entre os diferentes segmentos de FIIs. Com as variações registradas nesta segunda-feira (6), o IFIX segue navegando na faixa observada nas últimas semanas, sem superar o patamar de 3.850 pontos no fechamento. O intervalo de 52 semanas, entre 3.402,09 e 3.944,38 pontos, permanece como referência para o posicionamento atual do índice dentro do seu histórico recente.
IFIX inicia semana em baixa de 0,31%; MXRF11 negocia R$ 1,74 mi
IFIX inicia semana em queda de 0,31%; MXRF11 negocia R$ 1,74 milhão Marcelo Monteiro 06/07/2026 às 19:00 1 minuto de leitura Atualizado em: 06/07/2026 às 19:00 O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (6) aos 3.835,01 pontos, com queda de 0,31%, o equivalente a 11,77 pontos em relação ao fechamento anterior. Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.833,19 pontos e a máxima de 3.848,39 pontos. A abertura ocorreu em 3.846,72 pontos, enquanto o fechamento da sessão anterior havia sido de 3.846,78 pontos. O desempenho desta segunda-feira manteve o IFIX abaixo do patamar de 3.850 pontos no fechamento. No acumulado de 52 semanas, o índice segue entre a mínima de 3.402,09 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos. MXRF11 movimenta R$ 1,74 milhão Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume financeiro, com R$ 1,74 milhão negociados e queda de 0,61%. Na sequência ficaram o GARE11 (Guardian Real Estate FII), com R$ 1,52 milhão e recuo de 0,25%; e o GGRC11 (GGR Covepi Renda FII), com R$ 1,22 milhão e baixa de 0,10%. Outros destaques do pregão foram os fundos imobiliários CPTS11 (Capitania Securities II FII), com R$ 985,94 mil e queda de 0,13%; e SNEL11 (Suno Energias Limpas FII), que movimentou R$ 477,54 mil e recuou 0,48%. O CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) teve o pior desempenho da sessão, com queda de 5,01%, fechando cotado a R$ 21,89.
SNEL11 pode triplicar patrimônio com 5ª emissão; oferta avança com fim de preferência
SNEL11 pode triplicar patrimônio com 5ª emissão; oferta avança com fim de preferência O fundo imobiliário SNEL11 encerra nesta segunda-feira (6) o período de exercício do direito de preferência (DP) na B3, avançando na quinta emissão de cotas do veículo focado em infraestrutura de energia solar. No escriturador, o prazo para exercer o direito segue até terça-feira (7), conforme o cronograma da oferta. Após a liquidação financeira das subscrições, prevista para 8 de julho, o fundo comunicará o encerramento dessa fase no dia seguinte. Em seguida, será aberto o período de sobras e montante adicional, entre 10 e 15 de julho na B3 e até 16 de julho no escriturador, seguindo as regras do processo. Nessa etapa, poderão participar apenas os cotistas que exerceram o direito de preferência e que manifestaram interesse em adquirir sobras durante a fase anterior. Quem não solicitou a reserva de sobras enquanto exercia o direito de preferência não poderá subscrever novas cotas nesse momento. As cotas subscritas ao longo da emissão passarão a ser negociadas normalmente na B3 após a divulgação do anúncio de encerramento da oferta. Nessa data, os recibos de subscrição serão convertidos em cotas do fundo, conforme previsto na documentação da operação. Oferta pode ampliar patrimônio para R$ 3,29 bi De acordo com o prospecto da oferta, a operação tem potencial para elevar o patrimônio líquido do fundo de R$ 889,9 milhões para até R$ 3,29 bilhões. Essa projeção considera a colocação integral das cotas e o eventual exercício do lote adicional, conforme os termos da emissão. A expansão também contempla um aumento relevante da capacidade instalada dos ativos, que pode passar de 149,4 MWp para 635,2 MWp. O número de projetos no portfólio pode avançar de 37 para 224 empreendimentos, com a incorporação de 187 novos projetos de geração solar, caso a oferta seja concluída nos parâmetros indicados. As estimativas dependem da efetivação da oferta e não constituem garantia de desempenho futuro. A execução do pipeline e a alocação dos recursos seguirão o cronograma e as condições estabelecidas no prospecto, sujeito às etapas regulatórias e de mercado. Junho teve maior volume de negociação da história do FII O fundo fechou junho com o maior volume de negociações desde o seu lançamento. Segundo dados da gestora, as cotas movimentaram mais de R$ 150 milhões ao longo do mês, estabelecendo um novo recorde de liquidez para o veículo no período. O aumento da liquidez coincidiu com a ampliação da base de investidores. Até 26 de junho, o fundo registrou a entrada de 17.327 novos cotistas, enquanto 4.966 investidores deixaram o FII. O saldo líquido foi de 12.361 novos cotistas no intervalo apurado. Com esse avanço, a base total alcançou 111.603 investidores, o que posiciona o FII entre os maiores da B3 em número de cotistas. Os dados indicam que o veículo esteve entre os FIIs que mais adicionaram investidores no país durante o mês, tanto em termos absolutos quanto proporcionais. A combinação de maior negociação e expansão da base reflete o engajamento do mercado com a oferta em andamento. Os próximos passos da emissão, incluindo a fase de sobras e montante adicional, tendem a manter o cronograma dentro das datas já informadas ao mercado.