EM

EMBJ3

Bens Industriais

Embraer S.A.

Preço Atual
R$ 79,20
+0.41%
Abertura
R$ 78,91
Fec. Ant: R$ 79,45
Variação Dia
Min: R$ 78,65
Max: R$ 79,83
52 Semanas
Mín: R$ 65,06
Máx: R$ 106,00
Volume
3.935.900
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
0.00%
P/L
34.05
P/VP
3.40
LPA
R$ 2,32
VPA
R$ 23,21
EV/EBITDA
12.58
EV/EBIT
17.73
P/EBITDA
11.92
P/EBIT
16.80
P/Receita (PSR)
1.36
P/FCO
16.58
P/FCL
64.54
EV/Receita Líq.
1.43
EV/FCO
17.50
EV/FCL
68.12
Earning Yield
5.64%
Enterprise Value
R$ 61,64 Bi
Valor de Mercado
R$ 58,41 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.66
Dív. Líquida/PL
0.15
Dívida Líquida
R$ 3,23 Bi
Liq. Corrente
1.48
PL/Ativos
0.30
Passivos/Ativos
0.70
Liq. Seca
0.73
Liq. Imediata
0.42

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
17.69%
Margem EBITDA
11.38%
Margem EBIT
8.07%
Margem Líquida
3.98%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
9.98%
ROIC
9.86%
ROA
2.54%
Giro do Ativo
0.61

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
15.20%
CAGR Lucro
-23.19%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 17.69%
Margem EBITDA 11.38%
Margem Operacional 8.07%
Margem Líquida 3.98%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 3,52 Bi
FCL R$ 904,97 Mi
Caixa Total R$ 11,04 Bi
Caixa/Ação R$ 14,91
Receita e Dívida
Receita Total R$ 43,06 Bi
Lucro Bruto R$ 7,62 Bi
EBITDA R$ 4,90 Bi
Dívida Total R$ 23,69 Bi
Crescimento
Receita 15.20%
Lucro -23.19%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 41.883,23 Mi R$ 35.424,17 Mi R$ 26.110,52 Mi R$ 23.448,77 Mi
Lucro Bruto R$ 7.358,34 Mi R$ 6.382,23 Mi R$ 4.503,39 Mi R$ 4.709,98 Mi
EBITDA R$ 3.348,11 Mi R$ 3.772,12 Mi R$ 1.522,61 Mi R$ -555,59 Mi
Lucro Líquido R$ 1.992,04 Mi R$ 1.923,83 Mi R$ 784,36 Mi R$ -1.047,21 Mi

Sobre a EMBJ3

Setor
Bens Industriais
Indústria
Material Aeronáutico e de Defesa
Funcionários
18.997
Market Cap
R$ 57,01 Bi
Descrição do Negócio

A Embraer S.A., listada na B3 sob o ticker EMBR3, foi fundada em 19 de agosto de 1969 e é uma fabricante brasileira de aeronaves e sistemas aeroespaciais. A companhia atua nos mercados civil e de defesa, com presença internacional em projeto, produção e suporte de aeronaves. A estrutura operacional da empresa inclui aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança, além de serviços e suporte pós-venda. Seu portfólio abrange jatos regionais, jatos executivos, aeronaves militares e soluções associadas de manutenção, treinamento e modernização de frota. No cenário competitivo global, a Embraer disputa nichos específicos com grandes fabricantes internacionais e mantém posição relevante em aeronaves de menor capacidade e em segmentos de alto valor agregado. A companhia combina engenharia, certificação e cadeia industrial para sustentar participação em mercados cíclicos da indústria aeronáutica. A empresa vende e presta suporte em diversos continentes, com entregas para operadores civis e forças armadas de múltiplos países. Em escala, ultrapassou 18 mil empregados em 2024 e mantém rede global de unidades, escritórios e centros de serviços, com base industrial principal no Brasil.

Dividendos

JCP R$ 0,1102
Pagamento: 14/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,1107
Pagamento: 22/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,0701
Pagamento: 12/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0100
Pagamento: 10/01/2019
DIVIDENDO R$ 0,0100
Pagamento: 24/09/2018
JCP R$ 0,0200
Pagamento: 12/07/2018
DIVIDENDO R$ 0,0720
Pagamento: 20/05/2018
JCP R$ 0,0200
Pagamento: 15/03/2018
JCP R$ 0,0900
Pagamento: 25/01/2018
JCP R$ 0,0400
Pagamento: 08/10/2017

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Maiores altas e baixas do Ibovespa na semana
Selic 19/06/2026

Maiores altas e baixas do Ibovespa na semana

A semana foi marcada pela chamada “Super-Quarta”, com as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, dando continuidade ao ciclo de flexibilização monetária. Já nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. Além das decisões dos bancos centrais, os investidores acompanharam os desdobramentos da cúpula do G7, realizada em Évian-les-Bains, na França. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do encontro como representante de um dos países convidados e realizou reuniões bilaterais com líderes de Japão, Egito, Ucrânia, França e União Europeia. Em meio a esse cenário, o mercado brasileiro reagiu às sinalizações de política monetária e aos eventos internacionais, refletindo-se no desempenho das ações que compõem o Ibovespa ao longo da semana. Maiores altas A Embraer (EMBJ3) liderou os ganhos com valorização de 8,72%. A fabricante de aeronaves foi impulsionada por uma série de notícias favoráveis: o parlamento grego aprovou a aquisição de aeronaves C-390, surgiu a possibilidade de a empresa instalar uma unidade de produção militar na Índia, condicionada ao êxito em uma licitação local, e a companhia indicou que os recorrentes problemas nos motores da família E2 estão praticamente solucionados. A Embraer também anunciou o pagamento de juros sobre capital próprio no valor bruto total de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,281 por ação ordinária, referentes ao segundo trimestre do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2026, com imputação aos dividendos obrigatórios do ano. A Weg (WEGE3) avançou 5,98% após comunicar o pagamento de R$ 438 milhões em juros sobre capital próprio, o que corresponde a R$ 0,104424242 por ação antes da incidência de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando em R$ 0,08615 líquidos por papel. O crédito será realizado em março do próximo ano para os acionistas registrados na base da companhia ao fechamento do pregão desta sexta-feira (19). A Caixa Seguridade (CXSE3) registrou alta de 5,59%. Além de divulgar o relatório de desempenho comercial referente a abril de 2026, contemplando seguros, previdência e capitalização, a empresa aprovou a distribuição de R$ 1,05 bilhão aos acionistas, equivalente a R$ 0,35 por ação e representando 91,9% do lucro gerencial do primeiro trimestre de 2026. O pagamento ocorrerá em 17 de agosto, com data de corte fixada em 3 de agosto. A Cosan (CSAN3) fechou a semana com ganho de 4,49% impulsionada pelas expectativas de avanço no programa de venda de ativos e redução do endividamento da companhia. O mercado também reagiu positivamente à estratégia de simplificação da estrutura da holding, com foco na monetização de participações em negócios como Radar, Compass e Rumo. Maiores quedas A Braskem (BRKM5) sofreu o tombo mais expressivo, com recuo de 17,58%. A Justiça Federal em Alagoas aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra a petroquímica, tornando-a ré em ação penal relacionada ao afundamento do solo em cinco bairros de Maceió, episódio que forçou a realocação de aproximadamente 60 mil moradores. Ex-executivos e técnicos ligados à atividade minerária também figuram como alvos do processo. A Usiminas (USIM5) recuou 15,48%, sem nenhum fato específico da empresa como gatilho. O movimento reflete uma rotação setorial em curso: investidores reduziram a exposição a companhias vinculadas ao ciclo de commodities e migraram para ações mais sensíveis à queda dos juros futuros, favorecidas por sinais de possível distensão nas tensões entre Estados Unidos e Irã. A Cosan (CSNA3) caiu 13,06%. A companhia anunciou a alienação de parte do portfólio agrícola da Radar por R$ 1,85 bilhão, dentro de uma estratégia voltada à redução de alavancagem e simplificação da carteira de ativos. A conclusão da operação está condicionada ao cumprimento de condições precedentes habituais. Em paralelo, a CSN (CSNA3) avançou na venda de seus ativos de infraestrutura, incluindo participação na ferrovia MRS Logística, os terminais Tecar e Tecon em Itaguaí e a transportadora Grupo Tora. A Natura (NATU3) encerrou o período entre as maiores baixas com queda de 12,38%, pressionada por um risco corporativo de curto prazo que preocupa investidores. O principal ponto de atenção é o prazo de 30 de junho de 2026 para que a Advent International exerça sua opção de saída antecipada de um compromisso de aquisição de entre 8% e 10% das ações da companhia ao preço de referência de R$ 9,75 por ação. Com os papéis sendo negociados abaixo desse patamar, analistas alertam que uma eventual retirada da Advent eliminaria o que o mercado interpretava como um suporte informal para a cotação, expondo as ações a uma reprecificação pelos fundamentos atuais da empresa. A semana foi marcada por movimentos distintos entre os setores. Enquanto Embraer e Weg avançaram apoiadas por notícias corporativas e anúncios de proventos, empresas ligadas a commodities e à atividade doméstica sofreram maior pressão. O corte da Selic segue no radar dos investidores e pode beneficiar setores mais sensíveis aos juros, embora fatores específicos de cada companhia continuem influenciando o desempenho das ações.

Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T
B3 19/06/2026

Bradesco BBI vê ponto de entrada na B3 após correção e elege ações favoritas para 3T

Banco vê valuations mais atrativos após a correção das bolsas da América Latina e mantém preferência por Brasil e Chile Publicidade Após um segundo trimestre de correção nas bolsas da América Latina, o Bradesco BBI vê uma nova janela de oportunidade para investidores na região. Em relatório liderado pelo estrategista Ben Laidler, com participação dos analistas Francisco Navarrete e Bruno Mendonça, o banco atualizou suas principais recomendações de ações de grande e média capitalização para o terceiro trimestre de 2026 (3T26) e avalia que o ajuste recente tornou as avaliações mais atrativas, abrindo espaço para uma valorização de até 25% no segundo semestre. Diante desse cenário, o banco mantém recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Brasil e Chile, adota postura neutra em México e Peru e underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) em Argentina e Colômbia. Entre as empresas, as novas adições à carteira são lideradas por companhias de “crescimento de qualidade”, como Itaú Unibanco (ITUB4), Coca-Cola FEMSA, Embraer (EMBJ3), Equatorial (EQTL3) e Yduqs (YDUQ3), além de ações de média capitalização como XP Inc. (XP; BDR; XPBR31), Ternium (TX) e Smart Fit (SMFT3). Vale (VALE3) e Ternium O Bradesco BBI mantém uma visão positiva para a oferta e demanda de minério de ferro e cobre, cenário que, segundo o banco, tem sustentado preços acima do esperado para as commodities. No setor de aço da América Latina, a equipe adota uma postura seletiva e destaca a Ternium como sua principal preferência. Apesar das pressões de curto prazo sobre os custos, o Bradesco BBI afirma que os preços do minério de ferro e dos metais básicos, acima do esperado, combinados com a sólida execução operacional, mantêm inalteradas suas projeções de Ebitda e fluxo de caixa livre (FCF). O banco considera a avaliação da Vale atrativa, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 9% para 2026, ante média de 5% dos pares, além de enxergar maior probabilidade de distribuições extraordinárias de recursos no segundo semestre de 2026. Para a Ternium, o banco avalia que a melhora dos mercados do México e do Brasil deve sustentar um forte avanço dos resultados e revisões positivas das estimativas. As projeções do Bradesco BBI estão 16% acima do consenso de mercado. Além disso, a redução dos investimentos (capex) deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre. Suzano (SUZB3) Embora não veja catalisadores relevantes no curto prazo, o BBI considera a Suzano (SUZB3) a empresa com a melhor relação entre risco e retorno dentro de sua cobertura dos setores de papel e celulose. A avaliação é sustentada pelos preços favoráveis da celulose e pela sólida execução operacional da companhia. Além disso, o banco estima que a estratégia de hedge cambial pode gerar cerca de R$ 5 bilhões em ganhos entre 2026 e 2027, considerando um câmbio de R$ 5,00 por dólar. O valuation também é visto como um importante fator de proteção, com rendimento de fluxo de caixa livre estimado em 16% para 2027, mesmo em um cenário mais conservador, com o preço da celulose em US$ 550 por tonelada e o dólar a R$ 5,00. Vibra (VBBR3) e OceanPact (OPCT3) O analista Vicente Falanga mantém uma postura cautelosa em relação às ações do setor de petróleo, diante da possibilidade de uma resolução do conflito envolvendo o Irã. Nesse cenário, ele prefere segmentos mais defensivos, como distribuição de combustíveis e serviços para a indústria de óleo e gás. Continua depois da publicidade A principal recomendação entre as empresas de grande capitalização é a Vibra (VBBR3). Segundo Falanga, o ambiente competitivo deve continuar melhorando com o avanço do combate à informalidade no mercado de combustíveis. Além disso, a margem recorrente no segundo trimestre de 2026 deve superar a do primeiro trimestre, alcançando cerca de R$ 350 por metro cúbico, enquanto o fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) tende a crescer de forma significativa. Mesmo com a recente pressão sobre os juros reais no Brasil, o analista considera a ação barata, negociada a menos de 9 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L), patamar que julga atrativo diante das perspectivas de crescimento e retorno sobre o capital investido (ROIC). Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela OceanPact (OPCT3). Após revisar sua tese de investimento em função da fusão transformacional com a CBO, Falanga elevou o preço-alvo da ação para R$ 15, ante R$ 10 anteriormente, incorporando as sinergias esperadas com a operação. Continua depois da publicidade Equatorial (EQTL3) e Eneva (ENEV3) O analista Francisco Navarrete vê um cenário mais favorável para as distribuidoras de energia no Brasil, impulsionado por melhorias regulatórias, e mantém visão positiva para o setor de saneamento após as privatizações. A Equatorial (EQTL3) é a principal escolha do analista por sua forte capacidade de alocação de capital e pela exposição aos setores de energia e saneamento, com participações relevantes na Copasa (CSMG3) e na Sabesp (SBSP3). Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Eneva (ENEV3), vista como uma das principais histórias de crescimento do setor elétrico, apoiada na expansão da geração térmica para complementar as fontes renováveis. Continua depois da publicidade Coca-Cola FEMSA e 3tentos (TTEN3) O BBI mantém visão positiva para os setores de alimentos e bebidas e agronegócio. Segundo ele, as engarrafadoras da Coca-Cola oferecem exposição atrativa ao consumo na América Latina, enquanto, no agronegócio, a preferência é por empresas de crescimento com menor dependência dos preços das commodities. A Coca-Cola FEMSA é a principal recomendação entre as empresas de grande capitalização. O banco vê potencial de alta para os volumes no México, apesar dos efeitos do imposto IEPS, e considera que a ação negocia com desconto injustificado em relação ao histórico e à concorrente Arca. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela 3tentos (TTEN3), destacada como uma sólida história de crescimento no agronegócio, com expectativa de expansão média de 20% ao ano nos lucros pelos próximos três anos e negociação a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026. Continua depois da publicidade Embraer (EMBJ3) O Bradesco BBI vê a Embraer (EMBJ3) como uma sólida história de crescimento, apesar do desempenho inferior ao de concorrentes em meio a preocupações consideradas exageradas com o cenário macroeconômico e fundamentos da companhia. A expectativa é de aumento dos volumes nos segmentos de aviação comercial e executiva, expansão das margens e possibilidade de revisão para cima do guidance de 2026. Além disso, a ação é considerada atrativa, negociando a cerca de 9,5 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, aproximadamente 20% abaixo da média dos pares globais. Marcopolo (POMO4) e WEG (WEGE3) O analista Daniel Federle prefere exposição ao segmento de ônibus no setor de bens de capital, diante da elevada alavancagem e da menor previsibilidade operacional das fabricantes de caminhões. Já em relação à WEG (WEGE3), mantém postura cautelosa por causa dos desafios de crescimento no curto prazo, da ausência de catalisadores e do valuation considerado elevado. A principal recomendação é a Marcopolo (POMO4). Segundo Federle, a companhia está bem posicionada para registrar crescimento de receita de cerca de 8% em 2026, impulsionada pelas entregas para o programa do Ministério da Saúde e pelo novo ciclo do programa Caminho da Escola, no qual conquistou a totalidade do contrato. O analista também destaca o valuation atrativo, com a ação negociando a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado para 2026 e dividend yield de fluxo de caixa livre próximo de 9%. Totvs (TOTS3) e LWSA (LWSA3) O Bradesco BBI prefere empresas de software, que passaram a negociar em valuations mais atrativos após a correção relacionada à inteligência artificial e estão menos expostas a disrupções por oferecerem serviços essenciais. Já Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) seguem fora das preferências do banco devido ao cenário competitivo mais incerto e à ausência de perspectiva de reajustes de preços. A principal recomendação é a Totvs (TOTS3). O banco destaca o forte momento operacional do negócio de ERP e o valuation descontado, com a ação negociando a cerca de 15 vezes o lucro estimado para 2026, aproximadamente 35% abaixo da média histórica. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela LWSA (LWSA3), que combina valuation atrativo, sólida execução operacional e expectativa de expansão relevante das margens. MercadoLivre (MELI34) e Smart Fit (SMFT3) O analista Pedro Pinto avalia que o varejo brasileiro deve enfrentar um segundo semestre ainda desafiador, com confiança empresarial em queda, consumo pressionado e elevado endividamento das famílias. A principal escolha é o MercadoLivre. Para o analista, a maior parte das revisões negativas de lucro já foi precificada, enquanto a melhora dos indicadores operacionais reforça a tese de longo prazo. Entre as empresas de média capitalização, a preferência é pela Smart Fit (SMFT3). Segundo Pinto, as preocupações com concorrência e preços diminuíram após os resultados do primeiro trimestre, enquanto a operação no Brasil e a TotalPass apresentam melhora operacional. Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) A principal recomendação é a Cury (CURY3), destacada pela elevada rentabilidade, forte crescimento esperado dos lucros, valuation descontado e dividend yield próximo de 10%. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Tenda (TEND3). O analista vê uma relação risco-retorno atrativa, sustentada pelo potencial de pagamento de dividendos, resultados em melhora e pela estabilidade estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida. Raia Drogasil (RADL3) e Mater Dei (MATD3) O analista Marcio Osako vê oportunidades no setor de saúde brasileiro, destacando empresas com bom momento de resultados e valuations atrativos. A principal recomendação é a Raia Drogasil (RADL3). Para Osako, a recente queda das ações foi exagerada, considerando o perfil defensivo da companhia, a expectativa de resultados sólidos e o valuation descontado em relação à média histórica. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Mater Dei (MATD3). O analista destaca o valuation atrativo, a forte geração de caixa esperada e a perspectiva de crescimento dos resultados. Yduqs (YDUQ3) e Vitru (VTRU3) A Yduqs (YDUQ3) é a principal escolha do Bradesco BBI no setor de educação. O banco destaca os resultados sólidos no primeiro trimestre, a baixa alavancagem e a forte geração de caixa esperada. Entre as empresas de menor capitalização, a preferência é pela Vitru (VTRU3), que combina perspectiva positiva para 2026, baixa alavancagem e geração de caixa atrativa.

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Dólar Hoje 19/06/2026

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h22 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em queda nesta sexta-feira, 19. Às 9h21 caía 0,46% aos 170.995 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Hoje é feriado nacional nos Estados Unidos. O país celebra o Juneteenth. Com isso a liquidez poderá ser menor nos mercados. Também é feriado na China. No âmbito geopolítico, o Irã adiou o diálogo com os Estados Unidos, ampliando a incerteza sobre a trégua. Dólar Às 9h18 o dólar comercial tinha queda de 0,29% a R$ 5,160 na venda. Petróleo, ouro e bitcoin (9h16) Petróleo Brent: +0,11% (US$ 79,9). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,95% (US$ 62.490) Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,74% (US$ 4.171) Minério de ferro em Dalian Com o feriado na China não houve negociação na bolsa de Dalian. Futuros de ações em Nova York Às 9h15 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,31% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,37%. Nasdaq futuro caía 0,47%. Notícias corporativas A Sanepar (SAPR4, SAPR11) divulgou que seu conselho de administração da aprovou a recondução de Wilson Bley Lipski, para exercer o cargo de diretor presidente; Sergio Wippel, para exercer o cargo de diretor de operações; Fernando Mauro Nascimento Guedes, para exercer o cargo de diretor de meio ambiente e ação social; Marcos Domakoski para exercer o cargo de diretor administrativo; Anatalício Risden Junior, para exercer o cargo de diretor de inovação e novos negócios; Flavio Luis Coutinho Slivinski, para exercer o cargo de diretor jurídico; Leura Lucia Conte de Oliveira, para exercer o cargo de diretora de investimentos; de Robson Augusto Pascoalini, para exercer o cargo de diretor adjunto de governança, riscos e compliance; e de Melissa Ferreira para exercer o cargo de diretora adjunta de comunicação e marketing. A companhia anunciou ainda a eleição de Ozires Kloster para exercer o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores. Os diretores cumprirão mandato unificado até 18 de junho de 2028. A Sanepar informou também que seu conselho de administração autorizou a execução do projeto do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (SAINP) sob a modalidade de locação de ativos (built to suit), fundamentada em pareceres econômico-financeiros, regulatório e na certificação emitida pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia – FUNDACE e autorizou, ainda, o Pedido de Licitação nº 34.766/2026, referente à implantação de infraestrutura do SAINP, em regime de locação de ativos, para atendimento dos municípios de Apucarana, Rolândia e Arapongas. A Aura Minerals (B3: AURA33, Nasda: AUGO) informou que seu conselho de administração aprovou programas de recompra pelos quais a companhia está autorizada a recomprar suas ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts (BDRs). No âmbito dos programas de recompra, a Aura está autorizada a recomprar até US$ 200 milhões em ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts em circulação, no mercado aberto, com base nos preços de mercado vigentes, ou em operações negociadas de forma privada, durante o período com início em 18 de junho de 2026 e término na data que ocorrer primeiro entre a conclusão das recompras ou 18 de junho de 2027, a depender das condições de mercado. O conselho da Aura revisará os programas periodicamente e poderá autorizar ajustes em seus termos e volume, bem como suspendê-los ou encerrá-los. A Aura pretende utilizar seu caixa existente para financiar as recompras. “Esta nova iniciativa de recompra reflete a confiança que temos em nosso momentum operacional e na forte geração de caixa proveniente de nossa base de produção em expansão, enquanto nossa estratégia permanece inalterada: continuamos a impulsionar o crescimento sustentável por meio do desenvolvimento de projetos greenfield, extensões de vida útil das minas (LOM), expansão de recursos e reservas e aquisições seletivas — tudo isso enquanto entregamos retornos significativos aos acionistas via dividendos, agora potencializados por este programa de recompra de ações”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da companhia. O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou na quinta-feira, 18, o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07109696 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05865499 por ação. O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14978292 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação. As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026. O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio referentes ao 2º trimestre (JCP). O montante total é de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,28096472120 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento dos JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data de 23 de junho de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data. As ações de emissão da Embraer e os American Depositary Shares (ADSs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) serão negociadas ex-JCP do 2° trimestre na B3 a partir de 24 de junho de 2026, e na NYSE a partir de 2 de julho de 2026. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027, não havendo qualquer tipo de correção ou remuneração adicional em relação ao montante aprovado. Com relação aos ADSs, o pagamento do JCP será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário JPMorgan Chase. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) informou que seu conselho de administração deliberou a distribuição de proventos referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). A companhia vai pagar juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 142,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,3758735617. Será deduzido o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme legislação em vigor. A data de corte será em 23.06.2026. A partir de 24 de junho as ações serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será em 17 de agosto de 2026. A diretoria executiva da Cemig (CMIG4) deliberou pela declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor é de R$ 630.509.000. O valor bruto por ação é de R$ 0,22040514318. A data de corte (data com) será em 23 de junho de 2026. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Tem direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN). A Eternit (ETER3) divulgou que o pagamento de 50% dos dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor bruto de R$ 0,08535843599 por ação, será realizado em 22 de junho de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 31 de março de 2026. O conselho de administração da Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,229299 por ação. Terão direito acionistas da companhia detentores de ações em 23.06.2026. Dessa forma, a partir de 24.06.2026 (inclusive), as ações da varejista serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026. A JBS (JBSS32) divulgou os detalhes do pagamento do dividendo anunciado em 25 de março. Os detentores de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da companhia receberão o pagamento em 22 de junho de 2026. O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia. Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27635785 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar. WEG (WEGE3): data de corte para JCP é nesta sexta, 19 A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da WEG anunciado em 16 de junho, é nesta sexta, 19. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%.