DIRR3
Construção e ImobiliárioDirecional Engenharia S.A.
CNPJ: 16614075000100
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 4.343,01 Mi | R$ 3.348,47 Mi | R$ 2.355,18 Mi | R$ 2.162,62 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.722,42 Mi | R$ 1.218,34 Mi | R$ 804,98 Mi | R$ 733,73 Mi |
| EBITDA | R$ 1.003,13 Mi | R$ 754,98 Mi | R$ 422,74 Mi | R$ 375,41 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 979,69 Mi | R$ 727,67 Mi | R$ 386,88 Mi | R$ 255,69 Mi |
Sobre a DIRR3
A Direcional Engenharia S.A. desenvolve e constrói empreendimentos residenciais com foco em habitação econômica e média renda, incluindo projetos vinculados a programas públicos de financiamento habitacional. A companhia atua em diferentes regiões do Brasil com incorporação, construção, comercialização e repasse de unidades, além de subsidiárias e marcas voltadas a segmentos específicos do mercado imobiliário urbano. No setor de construção residencial listado em B3, a empresa concorre por acesso a terrenos, eficiência de obra, velocidade de vendas e geração de caixa em ciclos de lançamento e entrega. O desempenho depende de juros imobiliários, renda das famílias, disponibilidade de crédito e custos de materiais. A estratégia operacional envolve padronização de projetos, controle de despesas por canteiro e gestão de distratos e inadimplência na carteira de clientes.
Dividendos
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Carteiras recomendadas: Com até 10,4% em dividendos Empiricus substitui Cyrela por Direcional
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/08/2026 - 11:29 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A Dança das Carteiras Recomendadas A movimentação nas carteiras de proventos das casas de análise para o mês de agosto trouxe uma sinalização clara sobre as preferências do mercado financeiro no setor imobiliário. A substituição das ações da Cyrela (CYRE3) pelas da Direcional Engenharia (DIRR3) no portfólio de dividendos da Empiricus Research exemplifica uma transição tática: a busca por previsibilidade de caixa e proteção contra a volatilidade macroeconômica. Com uma projeção de dividend yield que pode atingir até 10,4% nos próximos 12 meses, a escolha reflete um momento de assimetria entre os segmentos de alta renda e habitação popular na Bolsa brasileira (B3). Baixa Renda x Alta Renda: A Tese por Trás da Rotação A atratividade da Direcional apoia-se em fatores operacionais e em marcos regulatórios que beneficiam diretamente o segmento de menor renda: Impulso Regulatório no MCMV: As revisões nas diretrizes do programa Minha Casa, Minha Vida , aprovadas pelo Governo Federal e geridas pelo Ministério das Cidades, ampliaram teto de subsídios e limites de renda, garantindo liquidez e velocidade de vendas ( VSO ) aquecida para as construtoras focadas nesse nicho. Geração de Caixa e Proventos: Dados arquivados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que a companhia tem mantido níveis sólidos de conversão de lucro em caixa livre, sustentando um histórico de proventos ordinários e extraordinários que atrai investidores focados em renda passiva. Sensibilidade aos Juros: Enquanto o segmento de média e alta renda — representado por papéis como Cyrela — sente de forma mais direta o impacto das taxas de juros elevadas no custo do financiamento imobiliário tradicional, a baixa renda conta com funding estabilizado via FGTS e Caixa Econômica Federal. A saída de Cyrela da carteira recomendada não anula os fundamentos de longo prazo da empresa, mas reflete uma realocação estratégica em busca de papéis com margens mais previsíveis para o horizonte de curto e médio prazo. Leia Também: + Ataque hacker desvia R$ 12 milhões de ‘cidade dos bilionários’ em SC + Quais impactos para o Brasil se o Fed reduzir o número de reuniões de política monetária + Como investir no mercado de games? – Confira + Conheça os critérios do STJ para calcular danos morais + Taxas de juros avançam com IPCA acima do esperado e petróleo forte Arcabouço Jurídico e Transparência na B3 A distribuição de lucros pelas companhias abertas listadas no mercado brasileiro é regida pela Lei nº 6.404/1976 (Lei das S.A.), sob supervisão direta da CVM: Mecanismos de Remuneração: As distribuições aos acionistas ocorrem via dividendos ou Juros sobre o Capital Próprio (JCP), condicionados à apuração de lucros líquidos ou reservas acumuladas nos balanços patrimoniais. Divulgação Obrigatória: Qualquer alteração em política de dividendos ou aprovação de proventos pelo Conselho de Administração deve ser comunicada via Fato Relevante ou Aviso aos Acionistas no sistema da CVM e da B3, garantindo isonomia aos investidores. Fontes e Documentos Oficiais: Para compartilhar:
Ibovespa interrompe sequência de perdas mensais e acumula alta de 3,5% em julho – Money Times
(Imagem: iStock/marketlan) Com a retomada do fluxo estrangeiro e o otimismo de continuidade do ciclo de cortes na taxa Selic, o Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência de quatro perdas mensais consecutivas e encerrou julho em alta. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No mês, o principal índice da bolsa brasileira subiu 3,47% e encerrou o último pregão aos 177.999,00 pontos. Já o dólar à vista acumulou desvalorização de 1,79% sobre o real no mês e terminou a última sessão cotado a R$ 5,0704. Por aqui, a política monetária concentrou as atenções dos investidores, em meio à calibração de apostas sobre a trajetória de juros brasileira após dados de inflação mais fracos e continuidade da incerteza do cenário externo. No início de julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em junho, acumulando alta de 4,64% nos últimos 12 meses — ainda acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Já no final do mês, o IPCA-15, considerado a prévia da inflação, de julho também recuou de 4,80% para 4,52% nos últimos 12 meses. A percepção de alívio nos preços levou a série de revisões dos bancos. Entre eles, o Bank of America (BofA) alterou a projeção de manutenção para uma redução da Selic em 25 pontos-base na próxima decisão do Copom, marcada para 5 de agosto, sendo a última flexibilização nesse ciclo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O Itaú BBA também passou a enxergar um cenário de desaceleração mais intensa da atividade, inflação menos pressionada e espaço para um ciclo maior de cortes na taxa Selic. O banco agora espera que a Selic termine 2026 em 13,75%, abaixo da previsão anterior de 14%. A curva a termo já precifica 100% um novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros na próxima semana, reduzindo a Selic de 14,25% para 14,00% ao ano. O ‘tarifaço’ também voltou aos holofotes dos investidores. Na semana passada, o governo dos Estados Unidos tarifou duplamente os produtos brasileiros, anunciando duas tarifas adicionais que juntas somam 37,5%. Segundo cálculos da Global Trade Alert, o Brasil passou a ser o segundo país com a maior tarifa efetiva média entre todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos, com alíquota de 17,7%, atrás apenas da China, cuja tarifa efetiva média alcança 27,2%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na tentativa de conter os impactos, o governo federal anunciou a liberação de R$ 18,5 bilhões em linhas de financiamento para empresas afetadas. A temporada de balanços do segundo trimestre (2T26) também movimentou os últimos pregões do mês. “Nossa leitura é de que a assimetria segue favorável para a bolsa, para quem tem horizonte de médio e longo prazo. O mercado corrigiu nos últimos meses, mas mostrou resiliência mesmo sem melhora relevante de notícias e pode reagir bem a qualquer sinal mais construtivo”, afirmou Bruna Sene, analista de Renda Variável da Rico. “Em outras palavras, os preços atuais oferecem um ponto de entrada atrativo para quem tem perfil de risco e horizonte mais longo”, acrescentou Sene. Todos os olhos nos EUA CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na última quarta-feira (29), o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed manteve os juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano pela quinta vez consecutiva. Como também esperado, a decisão não foi unânime: Beth Hammack, Neel Kashkari e Lorie Logan votaram pela alta de 0,25 ponto percentual nos juros. Essa foi a primeira vez desde 2016 que três dos nove diretores do Fed discordaram da decisão unificada. Durante a coletiva de imprensa, o presidente do Fed, Kevin Warsh, afirmou que as divergências foram intencionais e bem-vindas. Ele destacou que queria uma “boa briga de família” dentro do Fomc e que os três votos dissidentes mostram que o Comitê está debatendo os temas de forma aberta e intensa. Warsh também reafirmou o compromisso com a meta de inflação, de 2%, e indicou que o BC está reavaliando não apenas a política monetária, mas também sua estratégia de comunicação e o uso de seus instrumentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para economistas e agentes do mercado, a ausência de sinalização mais clara na comunicação não reduziu as incertezas sobre a postura do Fed contra a inflação. “Os dados econômicos de julho serão decisivos para calibrar as expectativas para a reunião do Fed em setembro, especialmente em relação à inflação, ao emprego e à atividade”, avalia William Castro Alves, economista-chefe da Avenue Securities. O risco de um novo ‘shutdown’ , em setembro, também voltou ao radar após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedir aos congressistas que aprovem projetos que seguem parados nas duas Casas Legislativas. “O mercado continuará acompanhando o conflito no Oriente Médio, o funcionamento do Estreito de Ormuz e os impactos sobre o petróleo”, avalia Alves, da Avenue. As maiores altas do Ibovespa em julho CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CSN Mineração (CMIN3) foi a ação com melhor desempenho mensal entre os 79 papéis negociados na carteira téorica do Ibovespa. Segundo analistas, a forte valorização da ação deve-se à combinação do programa de recompra de ações e do fluxo comprador. Os investidores também ficaram atentos a notícias sobre a venda da divisão do negócio de cimentos da CSN (CSNA3). O Safra estima o negócio de cimento em mais de R$ 10 bilhões, valor relevante diante dos cerca de R$ 22 bilhões em vencimentos concentrados entre 2026 e 2028. A avaliação do banco é de que uma eventual monetização parcial do ativo pode aliviar as preocupações de liquidez e melhorar as condições de refinanciamento da dívida. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Confira as maiores altas: CÓDIGO NOME VARIAÇÃO MENSAL CMIN3 CSN Mineração ON 36,60% UGPA3 Ultrapar ON 26,82% VBBR3 VIBRA energia ON 20,61% GGBR4 Gerdau PN 20,21% VAMO3 Vamos ON 18,86% GOAU4 Metalúrgica Gerdau ON 18,57% PETR3 Petrobras ON 17,38% PRIO3 PRIO ON 16,68% PETR4 Petrobras PN 14,87% FLRY3 Fleury ON 11,30% Fonte: B3 As maiores quedas do índice no mês Na ponta negativa, a Direcional Engenharia (DIRR3) foi a ação com pior desempenho em julho no Ibovespa. Os papéis foram pressionados pela prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, a leitura sobre os números é mista. Na visão de Caio Araujo, analista da Empiricus Research, os números da Direcional vieram “próximos das projeções“, com destaque para a geração de caixa e para a manutenção de uma velocidade de comercialização (VSO) saudável, apesar de um trimestre marcado por fatores pontuais que impactaram a conversão de vendas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre abril e junho, a construtora lançou R$ 2,1 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), sendo R$ 1,6 bilhão correspondente à sua participação. Confira as maiores quedas de julho no IBOV: CÓDIGO NOME VARIAÇÃO MENSAL DIRR3 Direcional ON -18,46% EGIE3 Engie ON -14,44% CURY3 Cury ON -14,18% USIM5 Usiminas PNA -12,90% CEAB3 C&A Modas ON -12,19% POMO4 Marcopolo PN -11,35% TIMS3 Tim ON -11,16% MRVE3 MRV ON -10,23% RENT3 Localiza ON -9,46% AZZA3 Azzas 2154 -8,17% Fonte: B3 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Conheça a tecnologia que desafia o RGB Mini LED | DIRETO DA CHINA
A tecnologia de painéis para Smart TVs acaba de dar um salto gigantesco. Diretamente da China, a TCL revelou detalhes da sua mais nova aposta para dominar as salas de estar: o SQD Mini LED (Super Quantum Dot). Apresentando uma evolução significativa em relação ao Mini LED tradicional e até mesmo ao cobiçado RGB Mini LED, essa nova tecnologia promete entregar o melhor brilho, contraste e volume de cor já vistos em uma tela de cristal líquido. Se você é apaixonado por tecnologia e cinema em casa, prepare-se para entender por que essa inovação vai mudar o mercado. O que é o SQD Mini LED e como ele funciona? O grande segredo do Super Quantum Dot (SQD) está na reformulação completa da estrutura de iluminação da TV. A TCL não apenas diminuiu o tamanho dos LEDs (que agora são minúsculos e precisam ser vistos no microscópio), mas redesenhou toda a engenharia por trás deles. As principais mudanças incluem: Lentes redesenhadas: as lentes que vão sobre os LEDs agora possuem feixes que rebatem a luz internamente, tornando a iluminação extremamente direcional. as lentes que vão sobre os LEDs agora possuem feixes que rebatem a luz internamente, tornando a iluminação extremamente direcional. Filtros de Pontos Quânticos Ultrafinos: os antigos filtros mediam cerca de 60 nanômetros; na nova geração, eles caíram para apenas 5 nanômetros . os antigos filtros mediam cerca de 60 nanômetros; na nova geração, eles caíram para . Fim do Efeito Halo (Blooming): graças à luz altamente direcionada e a um novo algoritmo, o vazamento de luz em cenas escuras foi praticamente eliminado. graças à luz altamente direcionada e a um novo algoritmo, o vazamento de luz em cenas escuras foi praticamente eliminado. Adeus ao Color Cross-Talk: as cores agora são puras e não invadem umas às outras, resolvendo um problema comum onde áreas muito iluminadas distorcem as cores vizinhas. O resultado? A TV consegue atingir 100% do padrão de cores Rec. 2020, o santo graal da fidelidade de imagem. A estrela do show: TCL X11L e os 10.000 nits de brilho Para demonstrar o poder da nova tecnologia, a TCL apresentou a X11L, chamada pela marca de “O pináculo das TVs Mini LED”. E os números justificam o título: Disponível em tamanhos de 75, 85 e impressionantes 98 polegadas . . Mais de 20.000 zonas de iluminação independentes. independentes. Inacreditáveis 10.000 nits de brilho máximo, garantindo um HDR espetacular. Além de bater de frente com a concorrência e apresentar imagens mais reais, saturadas e com preto profundo, a X11L traz a segunda geração do painel WHVA (2.0), que melhora o ângulo de visão em até 40% se comparado aos painéis VA tradicionais. Embora a gigante X11L possa não chegar ao mercado brasileiro num primeiro momento, a tecnologia SQD Mini LED chegará em breve ao Brasil através das linhas C8L e C7L. Áudio premium para acompanhar a imagem perfeita Uma imagem de cinema exige um som à altura. A TCL firmou parceria com a lendária Bang & Olufsen, integrando um sistema 4.2 na X11L, totalizando 12 alto-falantes e dois subwoofers poderosos na parte traseira da TV. A fabricante também anunciou novidades independentes para quem quer turbinar o som da sala: Soundbar A65K: um sistema compacto 3.1.2, projetado com alto-falantes voltados para cima, criando a imersão de áudio espacial ocupando pouquíssimo espaço. um sistema compacto 3.1.2, projetado com alto-falantes voltados para cima, criando a imersão de áudio espacial ocupando pouquíssimo espaço. Sistema Z1 com Flex Connect: caixas de som modulares de 170W que podem ser combinadas (até quatro delas, chegando a 680W). A grande inovação aqui é o Dolby Atmos com Flex Connect e calibração espacial: você não precisa se preocupar em colocar as caixas em posições perfeitamente simétricas; o sistema mapeia a sua sala e calibra o áudio automaticamente. Além disso, o som das caixas externas pode se integrar aos alto-falantes da própria TV da TCL, criando um sistema de cinema em casa perfeito (uma tecnologia batizada de Tutti Choral). A TCL subiu a barra do mercado Com o SQD Mini LED, a TCL prova que a tecnologia de cristal líquido ainda tem muito a evoluir. Ao resolver problemas históricos como o vazamento de luz e a pureza das cores, a marca coloca suas novas TVs em posição de destaque absoluto contra concorrentes tradicionais do mercado de Mini LEDs e OLEDs. E você, o que achou da nova tecnologia SQD Mini LED? Deixe sua opinião nos comentários e não esqueça de compartilhar este artigo com aquele amigo que está procurando uma TV nova!