CS

CSUD3

Serviços Financeiros

CSU Digital SA

CNPJ: 01896779000138

Preço Atual
R$ 14,14
+0.28%
Abertura
R$ 14,23
Fec. Ant: R$ 14,27
Variação Dia
Min: R$ 14,13
Max: R$ 15,00
52 Semanas
Mín: R$ 14,10
Máx: R$ 20,66
Volume
567.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
15.00%
P/L
5.79
P/VP
1.23
LPA
R$ 2,43
VPA
R$ 11,44
EV/EBITDA
3.63
EV/EBIT
5.81
P/EBITDA
3.46
P/EBIT
5.54
P/Receita (PSR)
0.92
P/FCO
3.67
P/FCL
5.96
EV/Receita Líq.
0.96
EV/FCO
3.85
EV/FCL
6.25
Earning Yield
17.22%
Enterprise Value
R$ 617,66 Mi
Valor de Mercado
R$ 589,38 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.17
Dív. Líquida/PL
0.06
Dívida Líquida
R$ 28,29 Mi
Liq. Corrente
1.22
PL/Ativos
0.62
Passivos/Ativos
0.38
Liq. Seca
1.21
Liq. Imediata
0.59

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
41.38%
Margem EBITDA
26.62%
Margem EBIT
16.62%
Margem Líquida
15.90%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
21.28%
ROIC
18.07%
ROA
12.27%
Giro do Ativo
0.85

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
10.54%
CAGR Lucro
11.35%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 41.38%
Margem EBITDA 26.62%
Margem Operacional 16.62%
Margem Líquida 15.90%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 160,51 Mi
FCL R$ 98,86 Mi
Caixa Total R$ 95,31 Mi
Caixa/Ação R$ 2,28
Receita e Dívida
Receita Total R$ 640,12 Mi
Lucro Bruto R$ 264,91 Mi
EBITDA R$ 170,39 Mi
Dívida Total R$ 169,50 Mi
Crescimento
Receita 10.54%
Lucro 11.35%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 623,53 Mi R$ 567,64 Mi R$ 530,23 Mi R$ 537,17 Mi
Lucro Bruto R$ 257,85 Mi R$ 239,39 Mi R$ 208,92 Mi R$ 201,43 Mi
EBITDA R$ 112,61 Mi R$ 130,66 Mi R$ 117,48 Mi R$ 104,51 Mi
Lucro Líquido R$ 106,05 Mi R$ 91,18 Mi R$ 88,42 Mi R$ 73,57 Mi

Sobre a CSUD3

Setor
Serviços Financeiros
Indústria
Serviços Financeiros Diversos
Funcionários
6.000
Market Cap
R$ 580,13 Mi
Descrição do Negócio

A CSU Digital S.A. fornece infraestrutura tecnológica e serviços para o ecossistema de meios de pagamento, crédito, atendimento e relacionamento com clientes. A companhia opera plataformas de processamento de cartões e transações, soluções de customer experience e ferramentas digitais para empresas de setores como financeiro, varejo, telecom e serviços. A geração de receita ocorre por contratos corporativos com cobrança recorrente e por volume processado em determinadas linhas. No mercado brasileiro de serviços financeiros e tecnologia aplicada a pagamentos, a empresa atua como provedora B2B de back office e operação crítica, com foco em disponibilidade, segurança e escalabilidade transacional. A estrutura operacional combina tecnologia proprietária, centros de atendimento e integração com parceiros do sistema financeiro, suportando emissões, adquirência, cobrança, prevenção a fraude e serviços de fidelização para grandes contas empresariais.

Dividendos

JCP R$ 0,1717
Pagamento: 15/04/2026
DIVIDENDO R$ 1,2092
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,6288
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,1717
Pagamento: 15/10/2025
JCP R$ 0,1717
Pagamento: 15/07/2025
DIVIDENDO R$ 0,4382
Pagamento: 15/05/2025
JCP R$ 0,1671
Pagamento: 15/04/2025
JCP R$ 0,1793
Pagamento: 06/01/2025
JCP R$ 0,1720
Pagamento: 09/10/2024
JCP R$ 0,1575
Pagamento: 11/07/2024

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O dólar à vista (FX:USDBRL) encerrou a sexta-feira (10/07) cotado a R$ 5,1084, com queda de 0,28%, registrando o terceiro pregão consecutivo de desvalorização frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou à mínima de R$ 5,0990, refletindo um ambiente mais favorável aos ativos brasileiros após novos sinais de desaceleração da inflação. O movimento reforçou a percepção de que o Banco Central pode dar continuidade ao ciclo de cortes da Selic nas próximas reuniões, aumentando o apetite por ativos domésticos e reduzindo a busca por proteção na moeda norte-americana. No acumulado da semana, o dólar perdeu 1,17% frente ao real, consolidando uma das melhores semanas da moeda brasileira nas últimas semanas. O principal motor do mercado cambial doméstico foi a divulgação do IPCA de junho, que subiu 0,16%, abaixo das expectativas do mercado e bem inferior aos 0,58% registrados em maio. Embora a inflação acumulada em 12 meses permaneça em 4,64%, acima da meta do Banco Central, o resultado fortaleceu a leitura de que o processo de desinflação segue em andamento. Após o indicador, o Bank of America revisou sua Projeção e passou a esperar um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na reunião do Copom de terça-feira (05/08), citando também um cenário externo mais benigno e os preços do petróleo abaixo de US$ 80 por barril. Esse conjunto de fatores elevou o otimismo dos investidores e favoreceu a valorização do real ao longo do pregão. No cenário internacional, o comportamento do dólar foi influenciado principalmente pela queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e pelo alívio temporário nas preocupações geopolíticas envolvendo o Oriente Médio. O contrato do Índice DXY (CCOM:DXY), que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas globais, operava próximo da estabilidade, com leve alta de 0,07%, enquanto os investidores avaliavam declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando disposição para manter negociações com o Irã. Ao mesmo tempo, a queda do Óleo Brent (CCOM:OILBRENT) para US$ 76,01 por barril, após recuo de 0,38%, ajudou a reduzir preocupações inflacionárias globais, contribuindo para um ambiente de maior apetite por risco e menor pressão sobre as moedas emergentes. No mercado futuro da bolsa de valores B3, os contratos de dólar (BMF:DOLFUT | BMF:WDOFUT) acompanharam o movimento do mercado à vista, mas apresentaram oscilações mais contidas nos vencimentos mais longos. A curva futura continuou refletindo cautela dos investidores em relação ao cenário monetário doméstico e internacional, equilibrando a perspectiva de cortes da Selic com as incertezas sobre os próximos passos da política monetária norte-americana. Enquanto o dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,28%, os contratos futuros mostraram variações menos intensas conforme o prazo de vencimento aumentava, indicando que o mercado segue precificando um cenário de volatilidade mais moderada para os próximos meses, sem alterações bruscas nas expectativas cambiais de médio prazo. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

IPCA menor do que o previsto reforça queda da Selic em agosto e anima Ibovespa
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A- A+ Bolsa de Valores IPCA menor do que o previsto reforça queda da Selic em agosto e anima Ibovespa Bolsa brasileira pode fechar a terceira semana com ganho O Ibovespa inicia a sessão desta sexta-feira (10) com forte alta, apesar da fraqueza das bolsas em Nova York. A valorização reflete o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho abaixo do esperado. O bom humor é praticamente generalizado na B3. De 79 ativos, só Prio cedia (-0,70%). Além de ter desacelerado em relação a maio, o IPCA ficou abaixo do piso das estimativas, o que empurra para baixo os juros futuros. O resultado do IPCA reforça as projeções de nova queda da Selic em 0,25 ponto porcentual no Comitê de Política Monetária (Copom) em agosto. Assim, o Ibovespa pode fechar a terceira semana com ganho. O IPCA é uma surpresa boa. Depois dos dados mais fracos do mercado de trabalho e da indústria, agora o índice veio na mesma direção, de desaceleração", diz Tadeu Arantes, head de alocação da Ghia Multi Family Office. Em meio ao fechamento da curva de juros, Arantes afirma que o dado reforça a expectativa majoritária de novo corte de 0,25 ponto porcentual na Selic em agosto, pelo Banco Central. Segundo ele, isso indica uma perspectiva de menor pressão de custos nas empresas A alta do minério de ferro também dá suporte ao principal indicador da B3, mas a cautela com as tensões entre Estados Unidos e Irã segue no radar. O petróleo opera com volatilidade, com investidores monitorando os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio. A despeito disso, as ações da Petrobras avançam. Por enquanto, as tensões entre Estados Unidos e Irã seguem sob um controle relativo. Apesar da troca de ataques militares, há negociações técnicas em andamento. Divulgado na manhã desta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,16% em junho, após 0,58% em maio, acumulando 4,64% em 12 meses. Os resultados ficaram abaixo do piso das estimativas em pesquisa Projeções Broadcast, de 0,26% e 4,75%, respectivamente. "O qualitativo veio bom, com surpresa nos núcleos. Grande parte da surpresa foi alimentação, que também ajudou serviços subjacentes via alimentação fora. O segmento de industriais também registrou resultado abaixo", diz em nota Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos. Na quinta-feira, 9, o Ibovespa fechou em alta de 1,22%, aos 172 742,12 pontos. Às 11h41 desta sexta, o Índice Bovespa subia 2,14%, aos 176.443,07 pontos, ante alta de 2,42%, na máxima aos 176.922,55 pontos, e mínima de abertura estável aos 172.760,66 pontos. O minério de ferro fechou com valorização de 0,87% em Dalian, na China. Veja também

Ambipar tinha R$ 2,57 bi em caixa, com quase metade investido em pré-precatórios
UOL - Notícias 10/07/2026

Ambipar tinha R$ 2,57 bi em caixa, com quase metade investido em pré-precatórios

São Paulo Pela primeira vez desde que recorreu à Justiça e pediu recuperação judicial, a Ambipar veio a público destrinchar sua situação financeira. Em uma apresentação com números não auditados, a companhia de gestão ambiental disse que encerrou 2025 com R$ 2,57 bilhões, sendo que a maior fatia é composta por pré-precatórios federais. Pré-precatórios antecedem a expedição oficial de um precatório (dívida de um ente público, de municípios a União). É uma dívida reconhecida pela Justiça, mas cujo valor exato ainda não foi calculado, considerando juros e correção, já que a ordem de pagamento não foi dada. Em geral, as empresas deixam a maior parte de seu caixa investido em ativos seguros e de fácil liquidez, como dinheiro numa conta bancária, títulos públicos e CDBs (Certificados de Depósito Bancário) de emissores de alta qualidade. Nesses tipos de ativos, chamado de caixa e equivalentes de caixa, a Ambipar tinha apenas R$ 295 milhões. Unidade da Ambipar, empresa em recuperação judicial - Divulgação/Ambipar A Ambipar disse ter R$ 1,2 bilhão nesses créditos judiciais, que compõem o caixa de R$ 2,57 bilhões da companhia, segundo informações relativas a dezembro de 2025 publicadas pela empresa na última quinta-feira (9). Segundo o documento, o endividamento consolidado do grupo totaliza R$ 13,3 bilhões. Porém, no balanço do segundo trimestre de 2025, quando as dificuldades financeiras da companhia ainda não tinham vindo à tona, a Ambipar reportou que possuía R$ 4,7 bilhões em caixa. A falta de transparência sobre a situação financeira da empresa foi alvo de questionamentos de investidores, credores e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Segundo a empresa, sua segunda maior linha de caixa é a participação de 23% que a empresa tinha na Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), com base no valor das ações na Bolsa de Valores. Segundo a Ambipar, isso equivalia a R$ 533 milhões ao fim do ano passado. Neste ano, a companhia vendeu essa participação para a Sabesp. Há também uma fatia relevante, de R$ 247 milhões, em investimentos em um banco que posteriormente entrou em processo de liquidação pelo Banco Central. Trata-se do Banco Pleno (ex-Voiter), que fez parte do Banco Master até 2025. A companhia apresentou as informações para fechar um acordo de apoio à reestruturação do endividamento com credores, anunciado na noite desta quarta-feira (8). AMBIPAR: DE 800% DE VALORIZAÇÃO ACIONÁRIA À RJ Criada em 1995, a Ambipar ganhou projeção partir de 2020, promovendo uma acelerada expansão com mais de 70 fusões e aquisições, especialmente de pequenas e médias empresas. Em seu site, ela é definida como multinacional brasileira, líder global em soluções ambientais, presente em 40 países, com mais de 20 mil funcionários e faturamento (receita líquida consolidada) de R$ 6,4 bilhões em 2024. Opera com projetos de descarbonização, economia circular, transição energética e regeneração ambiental —a linha de frente dos negócios do século 21. A empresa chegou a inaugurar escritórios em Dubai e Abu Dhabi e a fazer parceria com a chinesa BYD. O fundador e controlador Tércio Borlenghi Junior, integrou a comitiva do Lide, de João Doria, e até almoçou com o presidente da França, Emmanuel Macron. Em dezembro de 2024, as ações da companhia chegaram ao topo de R$ 26,85 na B3, a Bolsa brasileira —dando uma imagem de solidez à companhia. Porém, a companhia se envolveu numa disputa judicial criada por ela mesma com os maiores bancos em atividade no país. A ação deu um mergulho abissal ao fim de 2025. Em cinco dias, preço foi de R$ 10,75 a R$ 1,40. Em setembro de 2025, a Ambipar obteve da Justiça do Rio de Janeiro uma medida cautelar. A medida impedia a cobrança de vencimentos antecipados de dívida em meio a uma disputa com o Deutsche Bank. Em outubro, veio a recuperação judicial. Em novembro, a Ambipar publicou o balanço do terceiro trimestre sem o relatório gerencial de fluxo de caixa e sua projeção para os próximos dois anos, com o aval da Justiça.