CSMG3
SaneamentoCompanhia de Saneamento de Minas Gerais
CNPJ: 17281106000103
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 8.330,19 Mi | R$ 7.878,01 Mi | R$ 7.404,38 Mi | R$ 6.176,85 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 3.532,51 Mi | R$ 3.373,64 Mi | R$ 3.061,95 Mi | R$ 2.315,52 Mi |
| EBITDA | R$ 2.007,06 Mi | R$ 1.994,54 Mi | R$ 1.789,19 Mi | R$ 1.252,34 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.415,74 Mi | R$ 1.316,92 Mi | R$ 1.379,35 Mi | R$ 843,36 Mi |
Sobre a CSMG3
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) presta serviços de captação, tratamento e distribuição de água, além de coleta e tratamento de esgoto em centenas de municípios do estado de Minas Gerais, por meio de contratos de concessão e programas setoriais. A empresa também atua por subsidiárias em nichos de saneamento integrado e soluções correlatas, com receita regulada por tarifas e regras definidas em instrumentos públicos e agências competentes. No setor brasileiro de utilities de saneamento, a Copasa figura entre as maiores companhias de capital aberto em base de clientes e abrangência territorial. A operação combina infraestrutura intensiva em capital, gestão de perdas, expansão de redes e metas de universalização, com indicadores de desempenho operacionais e financeiros monitorados por órgãos reguladores e por investidores do segmento de serviços públicos essenciais.
Dividendos
Notícias relacionadas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h22 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em queda nesta sexta-feira, 19. Às 9h21 caía 0,46% aos 170.995 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Hoje é feriado nacional nos Estados Unidos. O país celebra o Juneteenth. Com isso a liquidez poderá ser menor nos mercados. Também é feriado na China. No âmbito geopolítico, o Irã adiou o diálogo com os Estados Unidos, ampliando a incerteza sobre a trégua. Dólar Às 9h18 o dólar comercial tinha queda de 0,29% a R$ 5,160 na venda. Petróleo, ouro e bitcoin (9h16) Petróleo Brent: +0,11% (US$ 79,9). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,95% (US$ 62.490) Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,74% (US$ 4.171) Minério de ferro em Dalian Com o feriado na China não houve negociação na bolsa de Dalian. Futuros de ações em Nova York Às 9h15 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,31% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,37%. Nasdaq futuro caía 0,47%. Notícias corporativas A Sanepar (SAPR4, SAPR11) divulgou que seu conselho de administração da aprovou a recondução de Wilson Bley Lipski, para exercer o cargo de diretor presidente; Sergio Wippel, para exercer o cargo de diretor de operações; Fernando Mauro Nascimento Guedes, para exercer o cargo de diretor de meio ambiente e ação social; Marcos Domakoski para exercer o cargo de diretor administrativo; Anatalício Risden Junior, para exercer o cargo de diretor de inovação e novos negócios; Flavio Luis Coutinho Slivinski, para exercer o cargo de diretor jurídico; Leura Lucia Conte de Oliveira, para exercer o cargo de diretora de investimentos; de Robson Augusto Pascoalini, para exercer o cargo de diretor adjunto de governança, riscos e compliance; e de Melissa Ferreira para exercer o cargo de diretora adjunta de comunicação e marketing. A companhia anunciou ainda a eleição de Ozires Kloster para exercer o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores. Os diretores cumprirão mandato unificado até 18 de junho de 2028. A Sanepar informou também que seu conselho de administração autorizou a execução do projeto do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (SAINP) sob a modalidade de locação de ativos (built to suit), fundamentada em pareceres econômico-financeiros, regulatório e na certificação emitida pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia – FUNDACE e autorizou, ainda, o Pedido de Licitação nº 34.766/2026, referente à implantação de infraestrutura do SAINP, em regime de locação de ativos, para atendimento dos municípios de Apucarana, Rolândia e Arapongas. A Aura Minerals (B3: AURA33, Nasda: AUGO) informou que seu conselho de administração aprovou programas de recompra pelos quais a companhia está autorizada a recomprar suas ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts (BDRs). No âmbito dos programas de recompra, a Aura está autorizada a recomprar até US$ 200 milhões em ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts em circulação, no mercado aberto, com base nos preços de mercado vigentes, ou em operações negociadas de forma privada, durante o período com início em 18 de junho de 2026 e término na data que ocorrer primeiro entre a conclusão das recompras ou 18 de junho de 2027, a depender das condições de mercado. O conselho da Aura revisará os programas periodicamente e poderá autorizar ajustes em seus termos e volume, bem como suspendê-los ou encerrá-los. A Aura pretende utilizar seu caixa existente para financiar as recompras. “Esta nova iniciativa de recompra reflete a confiança que temos em nosso momentum operacional e na forte geração de caixa proveniente de nossa base de produção em expansão, enquanto nossa estratégia permanece inalterada: continuamos a impulsionar o crescimento sustentável por meio do desenvolvimento de projetos greenfield, extensões de vida útil das minas (LOM), expansão de recursos e reservas e aquisições seletivas — tudo isso enquanto entregamos retornos significativos aos acionistas via dividendos, agora potencializados por este programa de recompra de ações”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da companhia. O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou na quinta-feira, 18, o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07109696 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05865499 por ação. O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14978292 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação. As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026. O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio referentes ao 2º trimestre (JCP). O montante total é de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,28096472120 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento dos JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data de 23 de junho de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data. As ações de emissão da Embraer e os American Depositary Shares (ADSs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) serão negociadas ex-JCP do 2° trimestre na B3 a partir de 24 de junho de 2026, e na NYSE a partir de 2 de julho de 2026. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027, não havendo qualquer tipo de correção ou remuneração adicional em relação ao montante aprovado. Com relação aos ADSs, o pagamento do JCP será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário JPMorgan Chase. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) informou que seu conselho de administração deliberou a distribuição de proventos referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). A companhia vai pagar juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 142,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,3758735617. Será deduzido o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme legislação em vigor. A data de corte será em 23.06.2026. A partir de 24 de junho as ações serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será em 17 de agosto de 2026. A diretoria executiva da Cemig (CMIG4) deliberou pela declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor é de R$ 630.509.000. O valor bruto por ação é de R$ 0,22040514318. A data de corte (data com) será em 23 de junho de 2026. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Tem direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN). A Eternit (ETER3) divulgou que o pagamento de 50% dos dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor bruto de R$ 0,08535843599 por ação, será realizado em 22 de junho de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 31 de março de 2026. O conselho de administração da Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,229299 por ação. Terão direito acionistas da companhia detentores de ações em 23.06.2026. Dessa forma, a partir de 24.06.2026 (inclusive), as ações da varejista serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026. A JBS (JBSS32) divulgou os detalhes do pagamento do dividendo anunciado em 25 de março. Os detentores de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da companhia receberão o pagamento em 22 de junho de 2026. O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia. Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27635785 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar. WEG (WEGE3): data de corte para JCP é nesta sexta, 19 A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da WEG anunciado em 16 de junho, é nesta sexta, 19. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%.
Fitch piora perspectiva de subsidiárias da Equatorial após compra da Copasa
Agência manteve ratings das empresas do grupo, mas alterou perspectiva de estável para negativa ao projetar aumento da alavancagem com aquisição de 30% da companhia mineira de saneamento A Fitch Ratings revisou de estável para negativa a perspectiva dos ratings de crédito de subsidiárias da Equatorial. A decisão foi motivada pela expectativa de aumento do endividamento do grupo após a aquisição de 30% do capital da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), operação avaliada em R$ 5,6 bilhões e anunciada pela companhia. A agência de classificação afirmou os ratings nacionais de longo prazo “AA+(bra)” da Equatorial Goiás Distribuidora de Energia, Equatorial Pará Distribuidora de Energia, Ribeiro Gonçalves Energia Solar e Barreiras Holding, além do rating “AA(bra)” da Echoenergia Participações. Também foram mantidos os ratings das respectivas emissões de debêntures. Apesar da manutenção das notas, a mudança da perspectiva sinaliza que a Fitch vê maior risco de deterioração dos indicadores financeiros nos próximos anos. Segundo a agência, a aquisição da participação na Copasa deverá ser financiada majoritariamente por dívida, o que elevará a alavancagem líquida ajustada consolidada da Equatorial para cerca de 4,8 vezes o Ebitda em 2026 e 4,6 vezes em 2027. Os números ficam acima do limite de 4,5 vezes que a Fitch considera compatível com a atual classificação de risco. Em março deste ano, a alavancagem líquida ajustada já estava em 4,6 vezes. A Fitch destacou que o grupo continuará enfrentando pressão sobre o fluxo de caixa devido ao forte ciclo de investimentos em suas distribuidoras de energia. A expectativa é que o fluxo de caixa livre permaneça negativo até pelo menos 2028, mesmo diante do crescimento operacional previsto para os próximos anos. A agência estima fluxos de caixa livres negativos de aproximadamente R$ 2,7 bilhões por ano em 2026 e 2027, após investimentos anuais médios de R$ 8,8 bilhões. Por outro lado, a agência considera que a aquisição da Copasa fortalece o perfil de negócios da Equatorial ao ampliar sua presença no segmento de saneamento, considerado de elevada previsibilidade de demanda. “A aquisição da Copasa beneficia o perfil de negócios da Equatorial, sendo este um ativo com robusto perfil de crédito. O segmento de saneamento apresenta elevada previsibilidade de demanda e deve contribuir com cerca de 4% do Ebitda ajustado”, diz a agência. A Fitch projeta que a participação na companhia mineira, somada ao investimento já existente na Sabesp, contribuirá para reforçar a geração de caixa do grupo, embora represente parcela relativamente pequena do Ebitda consolidado. A análise também aponta desafios na área de geração renovável. Os ativos eólicos e solares da companhia continuam sendo impactados pelos cortes de geração determinados pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), fenômeno conhecido pelo jargão “curtailment”. A Fitch estima que os parques renováveis do grupo produzirão abaixo de suas garantias físicas e prevê desembolsos de cerca de R$ 370 milhões em 2026 e 2027 para compensar déficits acumulados de geração. Apesar da revisão da perspectiva, a Fitch ressaltou que a Equatorial mantém posição de liquidez considerada robusta. Ao fim de março, o grupo possuía R$ 11,6 bilhões em caixa e aplicações financeiras, frente a uma dívida de curto prazo de R$ 4,9 bilhões. A dívida total ajustada consolidada somava R$ 60,7 bilhões, concentrada principalmente nas distribuidoras do grupo.
Fitch piora perspectiva de subsidiárias da Equatorial após compra da Copasa
Agência manteve ratings das empresas do grupo, mas alterou perspectiva de estável para negativa ao projetar aumento da alavancagem com aquisição de 30% da companhia mineira de saneamento A Fitch Ratings revisou de estável para negativa a perspectiva dos ratings de crédito de subsidiárias da Equatorial. A decisão foi motivada pela expectativa de aumento do endividamento do grupo após a aquisição de 30% do capital da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), operação avaliada em R$ 5,6 bilhões e anunciada pela companhia. A agência de classificação afirmou os ratings nacionais de longo prazo “AA+(bra)” da Equatorial Goiás Distribuidora de Energia, Equatorial Pará Distribuidora de Energia, Ribeiro Gonçalves Energia Solar e Barreiras Holding, além do rating “AA(bra)” da Echoenergia Participações. Também foram mantidos os ratings das respectivas emissões de debêntures. Apesar da manutenção das notas, a mudança da perspectiva sinaliza que a Fitch vê maior risco de deterioração dos indicadores financeiros nos próximos anos. Segundo a agência, a aquisição da participação na Copasa deverá ser financiada majoritariamente por dívida, o que elevará a alavancagem líquida ajustada consolidada da Equatorial para cerca de 4,8 vezes o Ebitda em 2026 e 4,6 vezes em 2027. Os números ficam acima do limite de 4,5 vezes que a Fitch considera compatível com a atual classificação de risco. Em março deste ano, a alavancagem líquida ajustada já estava em 4,6 vezes. A Fitch destacou que o grupo continuará enfrentando pressão sobre o fluxo de caixa devido ao forte ciclo de investimentos em suas distribuidoras de energia. A expectativa é que o fluxo de caixa livre permaneça negativo até pelo menos 2028, mesmo diante do crescimento operacional previsto para os próximos anos. A agência estima fluxos de caixa livres negativos de aproximadamente R$ 2,7 bilhões por ano em 2026 e 2027, após investimentos anuais médios de R$ 8,8 bilhões. Por outro lado, a agência considera que a aquisição da Copasa fortalece o perfil de negócios da Equatorial ao ampliar sua presença no segmento de saneamento, considerado de elevada previsibilidade de demanda. “A aquisição da Copasa beneficia o perfil de negócios da Equatorial, sendo este um ativo com robusto perfil de crédito. O segmento de saneamento apresenta elevada previsibilidade de demanda e deve contribuir com cerca de 4% do Ebitda ajustado”, diz a agência. A Fitch projeta que a participação na companhia mineira, somada ao investimento já existente na Sabesp, contribuirá para reforçar a geração de caixa do grupo, embora represente parcela relativamente pequena do Ebitda consolidado. A análise também aponta desafios na área de geração renovável. Os ativos eólicos e solares da companhia continuam sendo impactados pelos cortes de geração determinados pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), fenômeno conhecido pelo jargão “curtailment”. A Fitch estima que os parques renováveis do grupo produzirão abaixo de suas garantias físicas e prevê desembolsos de cerca de R$ 370 milhões em 2026 e 2027 para compensar déficits acumulados de geração. Apesar da revisão da perspectiva, a Fitch ressaltou que a Equatorial mantém posição de liquidez considerada robusta. Ao fim de março, o grupo possuía R$ 11,6 bilhões em caixa e aplicações financeiras, frente a uma dívida de curto prazo de R$ 4,9 bilhões. A dívida total ajustada consolidada somava R$ 60,7 bilhões, concentrada principalmente nas distribuidoras do grupo.