CSAN3
EnergiaCosan S.A.
CNPJ: 50746577000115
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 40.418,60 Mi | R$ 43.950,74 Mi | R$ 39.468,50 Mi | R$ 39.737,37 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 13.175,61 Mi | R$ 13.714,68 Mi | R$ 10.918,60 Mi | R$ 8.984,23 Mi |
| EBITDA | R$ -199,86 Mi | R$ 3.504,60 Mi | R$ 13.010,78 Mi | R$ 7.860,41 Mi |
| Lucro Líquido | R$ -10.194,40 Mi | R$ -8.161,77 Mi | R$ 4.884,74 Mi | R$ 2.820,88 Mi |
Sobre a CSAN3
A Cosan S.A., listada na B3 sob o ticker CSAN3, é uma holding brasileira com atuação relevante em energia, logística e distribuição por meio de participações em diferentes controladas e coligadas. A origem do grupo remonta a 1936, com evolução de negócios no setor sucroenergético e posterior diversificação. O portfólio inclui exposição a distribuição de combustíveis e conveniência, produção de açúcar e etanol, infraestrutura logística ferroviária, gás natural e lubrificantes. A estratégia corporativa combina gestão de portfólio, alocação de capital entre negócios operacionais e captura de sinergias em cadeias de energia e movimentação de cargas. Do ponto de vista financeiro e operacional, a companhia trabalha com estrutura de holding para coordenar crescimento, eficiência e desalavancagem nas investidas, mantendo governança e disciplina de retorno sobre capital. A diversificação setorial reduz dependência de um único elo da cadeia energética. No mercado brasileiro, a Cosan é um dos principais grupos privados com presença transversal em infraestrutura e energia, com operações majoritariamente domésticas e relevância para o abastecimento, a logística e o agronegócio.
Dividendos
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Cosan antecipa pagamento de R$ 2,8 bilhões em dívidas
Operação faz parte da estratégia da companhia para reduzir endividamento e otimizar estrutura de capital A Cosan antecipou o pagamento de aproximadamente R$ 2,8 bilhões em dívidas como parte de sua estratégia de redução do endividamento. A informação consta em comunicado divulgado pela companhia à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). As operações envolveram o resgate antecipado integral da 1ª Série da 11ª Emissão de Debêntures e a aquisição facultativa de títulos da 5ª Emissão de Debêntures e da 1ª Série da 4ª Emissão de Notas Comerciais. O maior desembolso ocorreu no resgate da 1ª Série da 11ª Emissão de Debêntures, que somou cerca de R$ 1,6 bilhão. A companhia também adquiriu 569.428 debêntures da 5ª Emissão, em uma operação de aproximadamente R$ 588 milhões, e recomprou a totalidade das 550 mil notas comerciais da 1ª Série da 4ª Emissão, ao custo de cerca de R$ 595,4 milhões. Segundo a Cosan, os valores incluem principal, juros e os prêmios pagos aos investidores pela liquidação antecipada dos papéis. A companhia afirmou que a operação contribui para reduzir os vencimentos concentrados em 2028 e ampliar o prazo médio de sua dívida. O movimento faz parte de um conjunto de medidas voltadas à otimização da estrutura de capital e ao fortalecimento da posição financeira da empresa. Ainda de acordo com o comunicado, considerando também as operações realizadas no primeiro trimestre deste ano, a Cosan já efetuou o pré-pagamento de aproximadamente R$ 8,8 bilhões em principal ao longo de 2026. A empresa informou que continua avaliando novas alternativas para antecipar passivos financeiros e reduzir seu nível de endividamento.
Maiores altas e baixas do Ibovespa na semana
A semana foi marcada pela chamada “Super-Quarta”, com as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, dando continuidade ao ciclo de flexibilização monetária. Já nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. Além das decisões dos bancos centrais, os investidores acompanharam os desdobramentos da cúpula do G7, realizada em Évian-les-Bains, na França. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do encontro como representante de um dos países convidados e realizou reuniões bilaterais com líderes de Japão, Egito, Ucrânia, França e União Europeia. Em meio a esse cenário, o mercado brasileiro reagiu às sinalizações de política monetária e aos eventos internacionais, refletindo-se no desempenho das ações que compõem o Ibovespa ao longo da semana. Maiores altas A Embraer (EMBJ3) liderou os ganhos com valorização de 8,72%. A fabricante de aeronaves foi impulsionada por uma série de notícias favoráveis: o parlamento grego aprovou a aquisição de aeronaves C-390, surgiu a possibilidade de a empresa instalar uma unidade de produção militar na Índia, condicionada ao êxito em uma licitação local, e a companhia indicou que os recorrentes problemas nos motores da família E2 estão praticamente solucionados. A Embraer também anunciou o pagamento de juros sobre capital próprio no valor bruto total de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,281 por ação ordinária, referentes ao segundo trimestre do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2026, com imputação aos dividendos obrigatórios do ano. A Weg (WEGE3) avançou 5,98% após comunicar o pagamento de R$ 438 milhões em juros sobre capital próprio, o que corresponde a R$ 0,104424242 por ação antes da incidência de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando em R$ 0,08615 líquidos por papel. O crédito será realizado em março do próximo ano para os acionistas registrados na base da companhia ao fechamento do pregão desta sexta-feira (19). A Caixa Seguridade (CXSE3) registrou alta de 5,59%. Além de divulgar o relatório de desempenho comercial referente a abril de 2026, contemplando seguros, previdência e capitalização, a empresa aprovou a distribuição de R$ 1,05 bilhão aos acionistas, equivalente a R$ 0,35 por ação e representando 91,9% do lucro gerencial do primeiro trimestre de 2026. O pagamento ocorrerá em 17 de agosto, com data de corte fixada em 3 de agosto. A Cosan (CSAN3) fechou a semana com ganho de 4,49% impulsionada pelas expectativas de avanço no programa de venda de ativos e redução do endividamento da companhia. O mercado também reagiu positivamente à estratégia de simplificação da estrutura da holding, com foco na monetização de participações em negócios como Radar, Compass e Rumo. Maiores quedas A Braskem (BRKM5) sofreu o tombo mais expressivo, com recuo de 17,58%. A Justiça Federal em Alagoas aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra a petroquímica, tornando-a ré em ação penal relacionada ao afundamento do solo em cinco bairros de Maceió, episódio que forçou a realocação de aproximadamente 60 mil moradores. Ex-executivos e técnicos ligados à atividade minerária também figuram como alvos do processo. A Usiminas (USIM5) recuou 15,48%, sem nenhum fato específico da empresa como gatilho. O movimento reflete uma rotação setorial em curso: investidores reduziram a exposição a companhias vinculadas ao ciclo de commodities e migraram para ações mais sensíveis à queda dos juros futuros, favorecidas por sinais de possível distensão nas tensões entre Estados Unidos e Irã. A Cosan (CSNA3) caiu 13,06%. A companhia anunciou a alienação de parte do portfólio agrícola da Radar por R$ 1,85 bilhão, dentro de uma estratégia voltada à redução de alavancagem e simplificação da carteira de ativos. A conclusão da operação está condicionada ao cumprimento de condições precedentes habituais. Em paralelo, a CSN (CSNA3) avançou na venda de seus ativos de infraestrutura, incluindo participação na ferrovia MRS Logística, os terminais Tecar e Tecon em Itaguaí e a transportadora Grupo Tora. A Natura (NATU3) encerrou o período entre as maiores baixas com queda de 12,38%, pressionada por um risco corporativo de curto prazo que preocupa investidores. O principal ponto de atenção é o prazo de 30 de junho de 2026 para que a Advent International exerça sua opção de saída antecipada de um compromisso de aquisição de entre 8% e 10% das ações da companhia ao preço de referência de R$ 9,75 por ação. Com os papéis sendo negociados abaixo desse patamar, analistas alertam que uma eventual retirada da Advent eliminaria o que o mercado interpretava como um suporte informal para a cotação, expondo as ações a uma reprecificação pelos fundamentos atuais da empresa. A semana foi marcada por movimentos distintos entre os setores. Enquanto Embraer e Weg avançaram apoiadas por notícias corporativas e anúncios de proventos, empresas ligadas a commodities e à atividade doméstica sofreram maior pressão. O corte da Selic segue no radar dos investidores e pode beneficiar setores mais sensíveis aos juros, embora fatores específicos de cada companhia continuem influenciando o desempenho das ações.
Ibovespa fecha em leve queda após Copom; dólar dispara para R$ 5,17
Depois de o Copom cortar a Selic para 14,25% (como já era esperado pelo mercado) e em meio à recuperação das Bolsas americanas, a Bolsa brasileira passou o pregão perto da estabilidade. O Ibovespa fechou em leve baixa de -0,10%, aos 168.278 pontos (-176 pontos). No dia, o destaque negativo foi a queda de -10,27% das ações da Braskem (BRKM5), enquanto o destaque positivo ficou por conta da alta de +4,59% dos papéis da WEG (WEGE3). Nos EUA, as Bolsas americanas se recuperaram das perdas de ontem e fecharam no campo positivo, com o S&P 500 subindo +1,09%, enquanto o Nasdaq registrou alta ainda maior, de +1,91%. No mercado de câmbio, o dólar voltou a subir ante ao real, cotado agora aos R$ 5,17 (+1,06%). Fechamento de mercado (18/06/2026) Indicador Valor Variação Ibovespa 168.278 -0,10% S&P 500 7.500,65 +1,09% Nasdaq 26.517,93 +1,91% Dólar R$ 5,17 +1,06% Fonte: Bloomberg Atualizações de mercado Netflix caiu 40%: o mercado está exagerando ou os riscos são reais? A Netflix atravessa um período de maior ceticismo por parte do mercado. As ações acumulam queda de cerca de 18% no ano e já recuaram aproximadamente 40% em relação às máximas recentes, refletindo uma combinação de fatores que têm levado investidores a reavaliar as perspectivas para a companhia. Embora parte desse movimento esteja relacionada à atual concentração de capital em empresas ligadas à inteligência artificial, existem questionamentos mais estruturais por trás da performance recente. O primeiro deles diz respeito à estratégia de crescimento. A Netflix construiu sua trajetória de sucesso baseada em expansão orgânica, inovação de produto e ganho consistente de escala. Recentemente, porém, o mercado passou a demonstrar cautela em relação ao aumento do foco em aquisições, um caminho que foge do modelo que historicamente gerou valor para os acionistas. Outro ponto de atenção é o surgimento de novos formatos de entretenimento digital. Os chamados short dramas, produzidos para consumo em dispositivos móveis e cada vez mais apoiados por ferramentas de inteligência artificial, vêm ganhando audiência e disputando o tempo do consumidor — o ativo mais valioso da economia digital. Por fim, há sinais de desaceleração no ritmo de crescimento da companhia. Após anos de expansão acelerada, investidores buscam evidências de que a Netflix ainda possui capacidade de sustentar ganhos relevantes de receita e rentabilidade em um mercado cada vez mais competitivo. Para o investidor de longo prazo, o ponto central não está apenas na queda recente das ações, mas na capacidade da empresa de adaptar seu modelo de negócios sem comprometer as vantagens competitivas que a transformaram em líder global do setor. Em momentos como este, mais importante do que reagir ao ruído de curto prazo é avaliar se os fundamentos que sustentam a criação de valor permanecem intactos. Acesse nossa análise da Netflix no 1T26. Ibovespa oscila com queda de commodities e comunicado do Copom O Ibovespa oscila entre leves altas e baixas nesta quinta-feira, 18, mesmo com o ambiente externo mais tranquilo após a confirmação de um acordo de paz provisório entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, Vale sobe levemente (+0,05%) apesar do minério e Petrobras cai cerca de 1,3%, em linha com o petróleo. Perto das 13h30, o IBOV cedia -0,19%, aos 168.141 pontos. Porto (PSSA3) aprova R$ 328,7 milhões em JCP A Porto aprovou a distribuição de R$ 328,7 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao segundo trimestre de 2026. Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária ao final do pregão de 22 de junho de 2026. A partir de 23 de junho, as ações da companhia passarão a ser negociadas na condição de ex-JCP. Unipar lança programa de recompra de ações A Unipar aprovou mais um programa de recompra de ações. Ao todo, a companhia poderá recomprar até 5,6% das ações preferenciais classe A (UNIP5) e 5,1% das ações preferenciais classe B (UNIP6). O programa terá vigência de 18 meses, com início nesta quarta-feira e término previsto para 17 de dezembro de 2027. Allos (ALOS3) aprova pagamento de R$ 438 milhões em dividendos O conselho de administração da Allos aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários. O montante será dividido em três parcelas iguais de R$ 146 milhões, equivalentes a R$ 0,291937564 por ação. Terão direito ao recebimento, acionistas inscritos nos registros da companhia em 22 de junho, 23 de julho e 21 de agosto. As ações passam a ser negociadas “ex-dividendos” nos dias subsequentes, em 23 de junho, 24 de julho e 24 de agosto. TIM Brasil (TIMS3) aprova pagamento de R$ 400 milhões em JCP O conselho de administração da TIM Brasil aprovou o pagamento de R$ 400 milhões a título de juros sobre capital próprio, equivalentes a R$ 0,167457 por ação. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho aos acionistas constantes na base de dados da companhia ao final do pregão do dia 22 de junho. Brava (BRAV3) recebe pedido de arbitragem por causa do Campo de Atlanta A Brava Energia disse que recebeu pedido de arbitragem da Westlawn Energia Brasil sustentando que, entre outros temas, a oferta da Ecopetrol pela companhia destravaria o direito de preferência da gestora para aquisição do Campo de Atlanta. Petrobras (PETR4) recebe pagamento da primeira parcela do programa de subvenção do diesel A Petrobras recebeu o pagamento da primeira parcela do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 752 milhões. O programa foi criado pelo governo federal para reduzir os impactos da alta do petróleo e de seus derivados em meio a guerra dos Estados Unidos e Irã. Cinco gestoras têm apetite para comprar dívidas da Raízen (RAIZ4), diz jornal Segundo apurou o Valor, duas gestoras devem ser selecionadas para assumirem parte do crédito dos credores no processo de recuperação extrajudicial da Raízen, o maior do país com dívidas sendo negociadas de cerca de R$ 65 bilhões, visto que o plano prevê a divisão da companhia, hoje controlada pela Cosan e Shell, em uma unidade de açúcar e etanol e outra com os ativos de distribuição. Oi não recebe propostas por unidade B2B em leilão judicial A Oi, em recuperação judicial, informou que não recebeu propostas para a aquisição da unidade de negócios voltada ao segmento corporativo, a chamada UPI Oi Soluções, durante audiência realizada na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Valid (VLID3) cancela 2 milhões de ações e lança novo programa de recompra A Valid anunciou o encerramento do programa de recompra de ações que estava em vigor, após atingir o limite máximo de 2 milhões de ações (2,5% dos papéis em circulação). A companhia também aprovou o cancelamento da totalidade dessas ações recompradas, que representam 54% dos papéis mantidos em tesouraria. Além disso, foi aprovado um novo programa de recompra, com autorização para a aquisição de até 2 milhões de ações (novamente). O prazo para execução começa hoje e se estende até 17 de dezembro de 2027, totalizando 18 meses. Abertura de mercado (18/06/2026) Mesmo com a postura surpreendentemente hawkish (severa) adotada ontem pelo Fed, que manteve os juros estáveis, mas indicou novos aumentos ainda este ano, os índices futuros em Wall Street operam em alta nesta manhã de quinta-feira. O movimento positivo é impulsionado pela notícia de que EUA e Irã assinaram formalmente o acordo inicial que encerra as hostilidades militares no Oriente Médio, fazendo com que o petróleo caísse para a faixa de US$ 78. No cenário brasileiro, o Ibovespa futuro abriu em queda, com a alta do dólar dando sinais de saída de fluxo de capital estrangeiro do país, mesmo com o corte de -0,25 p.p. na Selic pelo Copom. Mercado futuro Indicador Valor Variação Ibovespa futuro 170.610 pts -0,52% S&P 500 Futuro 7.542 pts +0,66% Nasdaq 100 Futuro 30.414 pts +1,39% Dólar R$ 5,15 +0,75% Fonte: Bloomberg Indicadores econômicos Estados Unidos 09:30 - Pedidos por seguro-desemprego 17:30 - Balanço patrimonial do Fed