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CPSH11

Shoppings AAA Fundo de Investimento Imobiliario

Preço Atual
R$ 9,72
+0.00%
Abertura
R$ 9,73
Fec. Ant: R$ 9,73
Variação Dia
Min: R$ 9,69
Max: R$ 9,78
52 Semanas
Mín: R$ 9,30
Máx: R$ 11,10
Volume
698.615
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Enterprise Value
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Valor de Mercado
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Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
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Sobre a CPSH11

Market Cap
N/A

Dividendos

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Sob pressão dos juros, fundos imobiliários amargam terceiro mês seguido de perdas
Fundos Imobiliários Brasileiros 31/07/2026

Sob pressão dos juros, fundos imobiliários amargam terceiro mês seguido de perdas

Julho é mais um mês que não vai deixar saudades para quem investe em fundos imobiliários. Amargando o terceiro mês consecutivo de perdas, o IFIX registrou queda de 0,3% no período, acumulando uma alta bastante tímida de 1% no ano. Pressionado principalmente pela abertura da curva de juros e pelo aumento das incertezas fiscais, o mercado operou em ritmo de realização de lucros e baixa generalizada, sem conseguir emplacar um único setor no território positivo. Carolina Borges, analista de fundos imobiliários da EQI, explica que o principal motor desse movimento continuou sendo a dinâmica das taxas de juros. Os títulos públicos indexados à inflação (Tesouro IPCA+) mantiveram taxas acima de 8%, um patamar que dita o ritmo de migração de capital para a renda fixa e acaba drenando o apetite pelos ativos negociados na bolsa. O gráfico de desempenho acumulado do IFIX reflete o cenário de bastante cautela e estagnação que marca o ano de 2026 para a classe. Após oscilações ao longo dos meses, como os picos positivos de janeiro (2,27%) e abril (1,53%), o índice fechou maio, junho e julho no vermelho. Entre os segmentos, o de lajes corporativas (escritórios) amargou o pior desempenho do período, com perdas superiores a 2%. A queda foi puxada principalmente por fundos de maior patrimônio e relevância no índice, a exemplo do HGRE11 e do PVBI11, que registraram quedas de mais de 7% e de quase 5%, respectivamente. No caso específico do HGRE11, o tombo foi aprofundado após o fundo anunciar uma nova emissão de cotas no valor patrimonial, ou seja, acima do preço descontado que vem sendo negociado na bolsa. Avaliando esse tipo de movimentação entre os fundos de “tijolo”, Leonardo Veríssimo, analista da Eleven Financial, chama a atenção para um detalhe importante. Segundo ele, a falta de clareza sobre o destino dos recursos e o receio de diluição entre os cotistas geram forte incerteza operacional, fazendo com que o mercado penalize o preço da cota no curto prazo. Borges observa que o segmento de escritórios sofreu diretamente com a volatilidade de fundos com portfólios maiores. Ela pondera que, enquanto os fundos menores tentavam alguma reação pontual, os grandes nomes do “tijolo" sentiram de forma mais intensa o impacto do prêmio de risco. Tradicionalmente vistos como o "porto seguro" em momentos de turbulência macroeconômica devido à proteção de indexadores como CDI e IPCA, até os fundos de recebíveis imobiliários (fundos de “papel”) sentiram o impacto do cenário econômico. Com a desaceleração recente do IPCA e a forte pressão dos juros, o segmento fechou o mês de julho praticamente no zero a zero. Analisando a dinâmica dos fundos de recebíveis, Borges aponta que a categoria exige atualmente uma lupa redobrada do investidor. Ela explica que, nos fundos de “papel” com forte exposição ao IPCA, como em estruturas do tipo do VCJR11, o investidor precisa entender que a desaceleração da inflação traz um alívio temporário para o devedor, mas exige cautela redobrada com a qualidade do crédito e o carrego das operações. No acumulado de julho, o VCJR11 amargou perdas na casa dos 6%. Os fundos de logística também foram penalizados pela sensibilidade às taxas de juros longas, embora o segmento de galpões na Grande São Paulo tenha encerrado o segundo trimestre com os fundamentos mais apertados da bolsa entre os ativos de tijolo. A taxa de vacância para galpões das classes A+ e A na região recuou de 7,3% no primeiro trimestre para 5,6% no segundo trimestre. Nos últimos 12 meses, a absorção líquida atingiu 1,47 milhão de metros quadrados, e o preço médio de mercado fechou cotado a R$ 27,89 por metro quadrado, o maior patamar da série histórica iniciada em 2015. Nesse cenário, o BTLG11 se consolidou como o maior fundo imobiliários de logística listado na bolsa, reunindo 34 imóveis e 1,44 milhão de metros quadrados de ABL, com 92% dos ativos concentrados em São Paulo e vacância de apenas 2,6%. Já os fundos de shopping centers apresentaram um desempenho mais misto. Embora os fundamentos operacionais do dia a dia nos centros de compras continuem sólidos e com fluxo de vendas resiliente, os ativos não conseguiram escapar totalmente da pressão exercida pelo ambiente de juros. De modo geral, com os juros reais ainda em patamares restritivos e a curva longa pressionada, o mercado de fundos imobiliários exige paciência e seletividade redobrada. Com os juros reais ainda em patamares restritivos e a curva longa pressionada, o mercado de fundos imobiliários exige paciência e seletividade redobrada. “O investidor precisa olhar além do dividendo de curto prazo”, resume Borges. Segundo ela, o humor do mercado continuará ditado de perto pelos rumos da política fiscal e da economia real, transformando a seletividade na principal ferramenta de proteção de capital nos próximos meses. — Foto: Getty Images

FII MXRF11 revela quanto pagará de dividendos em agosto de 2026
Fundos Imobiliários Brasileiros 31/07/2026

FII MXRF11 revela quanto pagará de dividendos em agosto de 2026

O fundo imobiliário Maxi Renda (MXRF11) é responsável por gerar renda passiva para quase 1,5 milhão de investidores na bolsa de valores brasileira. Logo, é compreensível a ansiedade para se saber quanto dinheiro será pago no próximo dia 14 de agosto de 2026 (sexta-feira) em proventos. R$ 0,10 por cota, patamar de proventos consolidado desde maio de 2025, com exceção da distribuição em abril de 2026, na faixa de R$ 0,095 por cota. A data-com que garante os proventos acontece no dia 31 de julho de 2026. Pelo quarto mês consecutivo, a gestão do FII MXRF11 manteve os dividendos em, patamar de proventos consolidado desde maio de 2025, com exceção da distribuição em abril de 2026, na faixa de R$ 0,095 por cota. A data-com que garante os proventos acontece no dia 31 de julho de 2026. Considerando o valor de fechamento do FII MXRF11 nesta sexta-feira, ao redor de R$ 9,58 por cota, os dividendos ora anunciados de R$ 0,10 por cota correspondem a um dividend yield de 1,04% ao mês, bastante competitivo com a remuneração líquida entregue pelo Tesouro Selic O mais recente relatório gerencial do FII MXRF11 aponta que os CRIs (24I1345178), devidos pela Birmann 32, representam a maior fatia da carteira, com volume emprestado de R$ 161,5 milhões e remuneração de IPCA+ 8,98% ao ano até setembro de 2030. O Edifício Birmann 32, situado na região da Faria Lima, abriga a escultura metálica de uma baleia.

FII GARE11 paga dividendo com yield acima de 1% e gestor explica estratégia dos subfundos
Fundos Imobiliários Brasileiros 31/07/2026

FII GARE11 paga dividendo com yield acima de 1% e gestor explica estratégia dos subfundos

🏢 O fundo imobiliário GARE11 (Guardian Real Estate) informou a distribuição de R$ 0,083 por cota referente ao próximo pagamento de rendimentos. Farão jus ao provento os cotistas com posição no fundo em 31 de julho de 2026, data-base definida para a distribuição. O pagamento está previsto para 7 de agosto de 2026. Com base na cotação atual das cotas, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,01%. Por que o GARE11 organiza imóveis em subfundos Uma das características que diferencia o GARE11 de outros fundos imobiliários é sua estrutura societária. Em vez de concentrar todos os ativos diretamente na carteira, o fundo utiliza veículos específicos, chamados de subfundos, que funcionam como "caixinhas" separadas, modelo comparável às SPEs (Sociedades de Propósito Específico) usadas por incorporadoras. Segundo Gustavo Asdourian, sócio da Guardian, a estrutura foi adotada com objetivos práticos. "A gente usa essa estrutura para ter flexibilidade e redução de custos, por exemplo, no ITBI. Quando você compra cotas de um fundo, você não tem esse custo na aquisição. Isso pode gerar economia para o cotista", afirmou.