CP

CPLE3

Energia

Companhia Paranaense de Energia

CNPJ: 76483817000120

Preço Atual
R$ 14,87
+0.27%
Abertura
R$ 14,93
Fec. Ant: R$ 14,85
Variação Dia
Min: R$ 14,64
Max: R$ 15,00
52 Semanas
Mín: R$ 10,92
Máx: R$ 17,13
Volume
16.125.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
7.00%
P/L
16.29
P/VP
1.86
LPA
R$ 0,91
VPA
R$ 7,99
EV/EBITDA
11.30
EV/EBIT
14.65
P/EBITDA
6.60
P/EBIT
8.56
P/Receita (PSR)
1.62
P/FCO
16.92
P/FCL
-47.74
EV/Receita Líq.
2.77
EV/FCO
28.96
EV/FCL
-81.72
Earning Yield
6.83%
Enterprise Value
R$ 75,72 Bi
Valor de Mercado
R$ 44,24 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.70
Dív. Líquida/PL
1.36
Dívida Líquida
R$ 31,49 Bi
Liq. Corrente
1.37
PL/Ativos
0.38
Passivos/Ativos
0.62
Liq. Seca
1.35
Liq. Imediata
0.47

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
21.88%
Margem EBITDA
24.54%
Margem EBIT
18.94%
Margem Líquida
9.96%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
11.40%
ROIC
8.65%
ROA
4.32%
Giro do Ativo
0.45

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
18.02%
CAGR Lucro
-7.77%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 21.88%
Margem EBITDA 24.54%
Margem Operacional 18.94%
Margem Líquida 9.96%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 2,61 Bi
FCL R$ -926,59 Mi
Caixa Total R$ 5,18 Bi
Caixa/Ação R$ 1,74
Receita e Dívida
Receita Total R$ 27,29 Bi
Lucro Bruto R$ 5,97 Bi
EBITDA R$ 6,70 Bi
Dívida Total R$ 31,72 Bi
Crescimento
Receita 18.02%
Lucro -7.77%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 26.116,86 Mi R$ 22.651,04 Mi R$ 21.479,47 Mi R$ 21.927,72 Mi
Lucro Bruto R$ 5.661,50 Mi R$ 4.891,24 Mi R$ 4.898,04 Mi R$ 4.999,31 Mi
EBITDA R$ 5.045,01 Mi R$ 4.064,25 Mi R$ 3.694,71 Mi R$ 2.916,24 Mi
Lucro Líquido R$ 2.687,94 Mi R$ 2.799,37 Mi R$ 2.327,17 Mi R$ 1.149,32 Mi

Sobre a CPLE3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Funcionários
6.029
Market Cap
R$ 44,05 Bi
Descrição do Negócio

A Companhia Paranaense de Energia (Copel), listada na B3 sob o ticker CPLE3, atua de forma integrada em geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, com base histórica no estado do Paraná e participações em ativos em outras regiões. A empresa administra portfólio de usinas, redes de transmissão e distribuição e relacionamento com milhões de unidades consumidoras. Nos últimos anos, a companhia passou por reestruturações societárias e mudança relevante de controle acionário, mantendo exposição a temas regulatórios, hidrológicos e de eficiência operacional. O desempenho financeiro depende de tarifas, preços de energia, perdas, inadimplência e execução de investimentos. Como emissora de mercado, divulga resultados periódicos, fatos relevantes e documentos de governança para acompanhamento de investidores.

Dividendos

JCP R$ 0,2377
Pagamento: 30/09/2026
DIVIDENDO R$ 0,4545
Pagamento: 30/06/2026
JCP R$ 0,3704
Pagamento: 19/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,3985
Pagamento: 15/05/2025
JCP R$ 0,1904
Pagamento: 23/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,0641
Pagamento: 29/11/2024
JCP R$ 0,0898
Pagamento: 29/11/2024
DIVIDENDO R$ 0,0415
Pagamento: 28/06/2024
JCP R$ 0,1590
Pagamento: 28/06/2024
JCP R$ 0,1450
Pagamento: 30/11/2023

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Coletes não ajudaram a flutuar e faltou orientação, dizem turistas de barco que virou em Foz do Iguaçu
UOL - Notícias 03/08/2026

Coletes não ajudaram a flutuar e faltou orientação, dizem turistas de barco que virou em Foz do Iguaçu

Curitiba Turistas holandeses que prestaram depoimento à Polícia Civil do Paraná sobre o acidente que deixou uma pessoa morta no Macuco Safari, no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), disseram não ter recebido orientações sobre o que fazer na hipótese de a embarcação virar. Também criticaram a qualidade dos coletes salva-vidas, que, segundo eles, não os ajudaram a flutuar no rio. Trechos dos depoimentos foram divulgados pelo Fantástico, da TV Globo, neste domingo (2). Em entrevista ao programa, o delegado Carlos Eduardo Pezzette Loro disse que já ouviu dois turistas, além do piloto e do copiloto. O acidente ocorreu dia 28 de julho. "Eles disseram que tiveram extrema dificuldade em permanecer em cima da água. As correntezas levavam para baixo e os coletes não eram suficientes para mantê-los em cima. Engoliram bastante água", disse Loro. Imagens feitas por turistas mostram o barco virado nas corredeiras do rio Iguaçu, na terça-feira (28) - Reprodução/TV Globo A concessionária responsável pelo passeio é a Ilha do Sol, que tem dito que cumpre todas as normas, como a utilização de coletes adequados —colete classe 3 próprio para água fluvial. Também diz que os passageiros recebem orientações, ao contrário do que os turistas afirmaram nos depoimentos. A Folha perguntou nesta segunda-feira (3) à empresa qual é a orientação dada aos visitantes no caso de o barco virar e aguarda uma resposta. Embora o inquérito ainda não esteja concluído, o delegado antecipou que a apuração aponta para o indiciamento dos gestores da empresa por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. "Por enquanto não há indícios de que os pilotos descumpriram alguma norma. Nós vamos direcionar a parte do homicídio culposo para aqueles que poderiam agir diferente no que tange às normas", disse Loro ao Fantástico. "Pelos depoimentos, faltam protocolos de segurança, orientação sobre o que fazer quando a embarcação virar, sobre como colocar o colete, sobre como verificar se o colete estava em condição de uso", continuou o investigador. No grupo de turistas holandeses estavam o jovem que morreu e a noiva, sogros e cunhada dele, além do namorado da cunhada e dos dois tripulantes. A Polícia Civil ouviu o pai da noiva e o namorado da cunhada. Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem se afogou e teve uma parada cardiorrespiratória. A vítima se chama Mark Lensink, 25. Ele foi identificado oficialmente pela Polícia Científica do Paraná na quinta-feira (30). O corpo foi liberado naquele dia. Ainda em entrevista ao Fantástico, o delegado afirmou que os dois turistas e os tripulantes mencionaram que o barco virou após ondas grandes. Em outra entrevista à imprensa local, o delegado já havia citado a influência de ventos fortes. A empresa afirma que o volume de água no rio Iguaçu estava dentro dos parâmetros que permitem a navegação. As atividades de turismo náutico na região são interrompidas quando a vazão das cataratas ultrapassa 10 milhões litros por segundo. Às 11h de terça, horário próximo ao acidente, a vazão estava em 4,3 milhões litros por segundo. O monitoramento da água é realizado pela Copel (Companhia Paranaense de Energia) em estações de medição instaladas na região. Cerca de duas semanas atrás, devido às chuvas na região, a passarela turística das Cataratas do Iguaçu chegou a ser fechada temporariamente. Segundo a Urbia Cataratas, concessionária que administra o parque, a interdição da passarela é avaliada sempre que a vazão do rio Iguaçu no trecho das cataratas está em torno de 8,5 milhões de litros de água por segundo, com tendência de aumento. Além do inquérito policial, um inquérito administrativo aberto pela Marinha do Brasil também está em andamento para apurar as circunstâncias, causas e eventuais responsabilidades. Os passeios foram retomados no sábado (1), após três dias suspensos em razão do acidente. Segundo a empresa, durante os três dias foi feito um "acolhimento psicológico aos colaboradores, revisão minuciosa da frota, estudos sobre o comportamento das águas". Também foi feito o reembolso de ingressos ou a relocação de datas para clientes.

Requião Filho avalia três nomes para vice: "não será do PT"
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O candidato ao Governo do Paraná pelo PDT, deputado estadual Requião Filho, declarou que avalia três nomes para compor sua chapa como vice-governador, mas adiantou que o escolhido não será do Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão de vetar um integrante da sigla, que faz parte de sua coligação, é motivada pela forte rejeição da legenda perante o eleitorado paranaense. Durante entrevista concedida à Rádio Banda B e à Ric RECORD nesta quinta-feira (29), o pedetista evitou revelar os cotados e informou que o anúncio oficial ocorrerá no dia 5 de agosto. Na mesma data, os partidos da aliança — composta por PDT, PT, PV, PCdoB, PSol e Rede — realizarão um evento político para o lançamento das candidaturas majoritárias, que também conta com a deputada federal Gleisi Hoffmann e o ex-deputado federal Doutor Rosinha, ambos do PT, na disputa pelo Senado. -LEIA MAIS: PL oficializa Sergio Moro ao governo do PR e Filipe Barros ao Senado neste sábado CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. No decorrer da sabatina, Requião Filho detalhou suas principais diretrizes de governo, com forte ênfase na reversão de projetos da atual gestão. O principal alvo é a reestatização da Copel. O candidato argumentou que a companhia de energia já pagou mais em dividendos do que o Estado arrecadou com a venda das ações e apresentou três caminhos para retomar o controle da empresa: uma investigação policial sobre o processo de desestatização, uma articulação com a sociedade e o Legislativo para permitir a recompra das ações ou uma ação judicial questionando os termos contratuais firmados. Seguindo a mesma linha, o parlamentar rechaçou a privatização da Celepar, afirmando que a estatal é altamente rentável e que a transferência para a iniciativa privada colocaria em risco a proteção dos dados pessoais dos cidadãos paranaenses, atribuindo os atuais problemas da companhia a falhas de gestão. Na área da educação, o candidato prometeu encerrar os programas Parceiro da Escola e das escolas cívico-militares, defendendo que o Estado precisa avançar com modelos puramente pedagógicos. Para ele, a terceirização da gestão escolar proposta pelo Parceiro da Escola é ineficiente e gera custos maiores aos cofres públicos do que a manutenção do modelo tradicional. Sobre as unidades cívico-militares, Requião Filho avaliou que o formato é ancorado em propaganda e não em ensino. O foco de sua gestão para o setor seria a devolução da autonomia aos professores dentro da sala de aula para que possam conduzir a disciplina e o rendimento dos alunos. As propostas para a segurança pública incluem a implementação de câmeras corporais nos uniformes das forças policiais, medida que o pedetista considera uma garantia de segurança tanto para o cidadão quanto para o próprio agente. O plano de governo também prevê a realização de concursos públicos para ampliar o efetivo de todas as corporações, desde a Polícia Militar até a Polícia Penal. Requião Filho aproveitou o tema para criticar a atual política salarial e as escalas de trabalho da categoria, que chegam a 60 horas semanais, alertando que a sobrecarga tem refletido no alto índice de suicídios entre os policiais militares do estado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Leia matéria completa na Banda B, parceira do TNOnline

Turistas relataram vento forte antes de barco virar em passeio nas Cataratas do Iguaçu, diz delegado
UOL - Notícias 30/07/2026

Turistas relataram vento forte antes de barco virar em passeio nas Cataratas do Iguaçu, diz delegado

Curitiba Dois turistas holandeses ouvidos pela Polícia Civil de Foz do Iguaçu (PR) nesta quarta-feira (29) sobre o acidente que matou um jovem de 25 anos no Macuco Safari relataram que o barco teria virado após uma rajada de vento. "Quatro foram para um lado, dois foram para outro. Cada um se socorreu de um jeito. Demorou um pouco para chegar a assistência, os primeiros socorros. [Então eles] ou foram para as margens por conta própria ou subiram em outra embarcação", disse o delegado Carlos Eduardo Loro, em entrevista à RPC-TV, afiliada da TV Globo. Turistas fazem tradicional passeio de barco pelo rio Iguaçu, juntos às cataratas - Divulgação /Macuco Safari No final da manhã de terça-feira (28), dois tripulantes (piloto e copiloto) conduziam um barco com seis turistas holandeses pelo rio Iguaçu, na região das Cataratas do Iguaçu. O passeio, chamado Macuco Safari, é realizado pela empresa Ilha do Sol, sob concessão do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), gestor do Parque Nacional do Iguaçu. Cerca de dez minutos após o início do trajeto, o barco virou e um holandês morreu. A Polícia Científica do Paraná ainda aguarda dados da família para confirmar oficialmente a identidade dele. De acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), a rajada mais forte de vento na terça em Foz do Iguaçu foi de 35,6 km/h na estação do Simepar às 9h45 e de 53,6 km/h na estação do aeroporto da cidade às 9h40. Mas o Simepar pondera que o vento é "um dado extremamente localizado" e "pode ser que tenha ocorrido alguma rajada mais forte especificamente ali [no passeio no rio], devido a toda a formação rochosa na região". Outro fator que influencia em uma navegação é a vazão da água. A empresa Ilha do Sol diz que o volume de água no rio Iguaçu estava dentro dos parâmetros que permitem a navegação. Também disse que o piloto e o copiloto que conduziam o barco eram experientes e treinados. O monitoramento da água é realizado pela Copel (Companhia Paranaense de Energia) em estações de medição instaladas na região. Na semana passada, por causa das chuvas na região, a passarela turística das Cataratas do Iguaçu chegou a ser fechada temporariamente. Segundo a Urbia Cataratas, concessionária que administra o parque, a interdição da passarela é avaliada sempre que a vazão do rio Iguaçu no trecho das cataratas está em torno de 8,5 milhões de litros de água por segundo, com tendência de aumento. A vazão às 11h desta terça, horário próximo ao acidente, estava em 4,3 milhões litros por segundo, e o Macuco Safari operava normalmente. A reportagem apurou junto a um integrante da Marinha do Brasil que existe um protocolo para a interrupção dos passeios em função das condições hidrológicas e, no trecho do rio Iguaçu entre as Cataratas e o Porto Macuco, as atividades de turismo náutico são interrompidas quando a vazão das Cataratas estiver abaixo de 800 mil litros por segundo ou acima de 10 milhões litros por segundo. Um inquérito administrativo foi aberto pela Marinha para apurar as circunstâncias, causas e eventuais responsabilidades. O ICMBio suspendeu o passeio por três dias. No grupo de turistas holandeses estavam o jovem que morreu, sua noiva, seus sogros, sua cunhada, e o namorado da cunhada, além dos dois tripulantes. O grupo de turistas tinha chegado a Foz do Iguaçu na segunda-feira (27) e a previsão era deixar a cidade nesta quinta-feira (30). Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem se afogou e teve uma para parada cardiorrespiratória. Ele foi atendido inicialmente pela equipe do parque, transportado por embarcação até o Porto Seco do Kattamaram e, na sequência, encaminhado por ambulância ao Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, onde a morte foi confirmada. A concessionária Ilha do Sol afirma que tem "compromisso histórico com a segurança, com o rigor técnico e com a sustentabilidade nas Cataratas do Iguaçu" e todas as pessoas usavam coletes salva-vidas. A empresa informou à reportagem nesta quarta que todos os sete estão bem fisicamente e que presta assistência às vítimas. "No momento, as causas do acidente serão apuradas pelos órgãos competentes, com os quais a empresa está colaborando integralmente, disponibilizando todas as informações necessárias para a investigação", disse a concessionária em nota. De acordo com o parque, o Passeio Macuco, que inclui o Macuco Safari, opera há mais de 30 anos. Ao longo do período, houve um registro anterior grave, envolvendo sete mortes, no ano de 1999. Dois barcos se chocaram em 5 de setembro daquele ano.