CE

CEED3

Energia

Companhia Estadual de Distribuicao de Energia Eletrica

CNPJ: 08467115000100

Preço Atual
R$ 7,10
-16.57%
Abertura
R$ 7,10
Fec. Ant: R$ 7,10
Variação Dia
Min: R$ 7,10
Max: R$ 7,10
52 Semanas
Mín: R$ 6,35
Máx: R$ 10,99
Volume
300
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

P/L
-0.65
P/VP
-0.11
LPA
R$ -10,87
VPA
R$ -63,17
EV/EBITDA
19.44
EV/EBIT
35.47
P/EBITDA
0.71
P/EBIT
1.29
P/Receita (PSR)
0.08
P/FCO
-0.68
P/FCL
-0.32
EV/Receita Líq.
2.06
EV/FCO
-18.61
EV/FCL
-8.64
Earning Yield
2.82%
Enterprise Value
R$ 13,28 Bi
Valor de Mercado
R$ 484,61 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
18.73
Dív. Líquida/PL
-3.00
Dívida Líquida
R$ 12,79 Bi
Liq. Corrente
1.10
PL/Ativos
-0.43
Passivos/Ativos
1.43
Liq. Seca
1.09
Liq. Imediata
0.48

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
16.84%
Margem EBITDA
10.61%
Margem EBIT
5.82%
Margem Líquida
-11.53%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
17.21%
ROIC
3.90%
ROA
-7.37%
Giro do Ativo
0.64

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
14.43%
CAGR Lucro
-56.13%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 16.84%
Margem EBITDA 10.61%
Margem Operacional 5.82%
Margem Líquida -11.53%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -713,44 Mi
FCL R$ -1.536,09 Mi
Caixa Total R$ 1,07 Bi
Caixa/Ação R$ 15,67
Receita e Dívida
Receita Total R$ 6,43 Bi
Lucro Bruto R$ 1,08 Bi
EBITDA R$ 682,80 Mi
Dívida Total R$ 12,49 Bi
Crescimento
Receita 14.43%
Lucro -56.13%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 6.237,15 Mi R$ 5.339,99 Mi R$ 4.792,84 Mi R$ 4.467,99 Mi
Lucro Bruto R$ 1.028,22 Mi R$ 1.050,27 Mi R$ 1.029,20 Mi R$ 619,80 Mi
EBITDA R$ 360,37 Mi R$ 284,66 Mi R$ 305,49 Mi R$ 254,35 Mi
Lucro Líquido R$ -704,58 Mi R$ -438,89 Mi R$ -451,56 Mi R$ -266,17 Mi

Sobre a CEED3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Market Cap
R$ 485,09 Mi
Descrição do Negócio

O ticker CEED3 está associado à antiga estrutura societária da CEEE-D, distribuidora gaúcha sucedida operacionalmente pela CEEE Equatorial após o processo de privatização e reorganização do grupo CEEE. O negócio é de concessão de distribuição de energia elétrica, com foco em operação de rede, atendimento a consumidores e execução de investimentos em confiabilidade do sistema no Rio Grande do Sul. Por se tratar de ativo originado de reorganizações societárias do setor elétrico, a leitura financeira depende de eventos corporativos, sucessões de concessão e mudanças de controle. A operação está sujeita a regulação da ANEEL e ao cumprimento de indicadores de continuidade e qualidade. As informações relevantes são acompanhadas por comunicados societários, demonstrações financeiras e documentos regulatórios das entidades sucessoras.

Dividendos

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China 15/07/2026

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Depois de o órgão regulador chinês prometer implementar uma série de reformas para impulsionar o mercado de tecnologia, o índice ChiNext, que reúne empresas de tecnologia e inovação da China, disparou. Com isso, o ETF que replica a composição do índice entregou nada mais, nada menos que 10,5% de alta só no mês de junho. Siga o Valor Investe: Segundo um levantamento feito pela Quantum, o TECX11 foi o terceiro ETF com maior valorização da bolsa brasileira no mês passado. Ele perdeu apenas para o CHIP11, que subiu 12% e acompanha empresas de semicondutores, e ficou praticamente empatado com o HTEK, de tecnologia na saúde, que subiu 10,54%, mas só tem oito cotistas. No acumulado do ano até junho, o TECX11 tinha alta de 27,26%. O fundo é gerido pela Bradesco Asset Management e replica o índice ChiNext da bolsa de Shenzhen, que é focado em empresas de tecnologia e fornecedores de ferramentas para a inteligência artificial. Só no primeiro semestre, esse índice subiu 36%. E, ao que tudo indica, ele pode continuar subindo. Isso porque a China vem preparando uma série de reformas para impulsionar ainda mais este mercado. Não à toa, o presidente da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China, Wu Qing, afirmou que apoiará empresas de inteligência artificial de grande porte e alta qualidade na abertura de capital e fortalecerá o apoio para o desenvolvimento de startups nesses mercados. Mas ainda que a tese da inteligência artificial esteja ganhando força, é preciso avaliar outros itens antes de investir no ETF. Um dos principais pontos é o número de cotistas. Se há muitos investidores no produto, significa que também existem muitas pessoas comprando e vendendo as cotas, o que pode facilitar a vida de quem investiu e depois quer vender. O contrário também é verdadeiro: quanto menos cotistas, menor é a liquidez. No caso do TECX11, o levantamento da Quantum mostrou que o fundo tinha 1,3 mil investidores em junho e patrimônio líquido de R$ 72,3 milhões. Os números colocam o TECX11 ainda longe dos ETFs mais populares da B3. Para se ter uma ideia, alguns dos fundos de índices com o maior número de cotistas da bolsa são o IVVB11, que acompanha o índice S&P 500 da bolsa americana e reúne cerca de 175 mil investidores; o HASH11, que acompanha o mercado de criptoativos e tem 127 mil cotistas e o BOVA11, que segue o Ibovespa e tem 95 mil investidores. Antes de aplicar, o investidor também precisa avaliar se aquele ETF faz sentido para o seu perfil e para a composição da sua carteira. Embora o setor de tecnologia e inteligência artificial tenha apresentado um desempenho expressivo recentemente, trata-se de um mercado que costuma ser mais volátil e que pode registrar oscilações relevantes ao longo do tempo. Além disso, por investir em empresas chinesas, o fundo também está sujeito a fatores específicos do país, como mudanças regulatórias, cenário econômico e questões geopolíticas.

Ibovespa recua à espera de decisão dos EUA sobre tarifas
B3 15/07/2026

Ibovespa recua à espera de decisão dos EUA sobre tarifas

Reuters – O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, descolado de Wall Street, com Engie Brasil Energia entre as maiores quedas após precificar oferta de ações, enquanto B3 figurou entre os destaques positivos endossada por “upgrade” do Bank of America. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,36%, a 176.010,90 pontos, marcando 176.662,60 na máxima e 175.288,17 na mínima. O volume financeiro somou R$39,85 bilhões, em pregão marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa. Em Nova York, o S&P 500 fechou em alta de 0,38%, mesmo viés registrado em praças acionárias na Europa, com novos dados de preços sob os holofotes e um início robusto da temporada de resultados do segundo trimestre nos Estados Unidos. De acordo com o sócio-fundador da Private Investimento Gustavo Silva, a bolsa brasileira teve um dia “de lado”, com investidores na expectativa da decisão dos Estados Unidos envolvendo nova tarifa comercial para produtos brasileiros. Fontes que acompanham as discussões afirmaram à Reuters que o Brasil se prepara para a imposição de uma nova tarifa de 25% pelos EUA, que pode atingir mais de 4 mil produtos brasileiros, após meses de negociações intensas, mas em grande parte infrutíferas. O país deve ser o primeiro alvo em uma nova rodada de tarifas a serem adotadas pelo governo norte-americano contra vários países, depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou a política tarifária original do presidente Donald Trump, em fevereiro deste ano “E ainda tem o lado fiscal pesando, depois que o Senado aprovou aposentadoria especial pra agente de saúde”, acrescentou Silva, referindo-se à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que estabelece aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. DESTAQUES • ENGIE BRASIL ENERGIA ON caiu 5,11%, após precificar oferta primária de 274.082.684 ações a R$30,50 por papel, desconto de quase 5,5% ante o fechamento da terça-feira, em operação que movimentou R$8,36 bilhões. Do total da oferta, R$5,74 bilhões foram subscritos pela Engie Participações, controladora da Engie Brasil Energia, por meio da integralização de uma fatia de 40% na usina hidrelétrica de Jirau. • ISA ENERGIA PN recuou 5,03%, tendo no radar pedido da transmissora de oferta primária de ações com lote inicial de 22,2 milhões de papéis preferenciais, em operação com precificação prevista para 23 de julho. O lote inicial poderá ser acrescido em até 100%. A ISA Capital do Brasil, controladora da transmissora, manifestou a intenção de subscrever e integralizar ações na oferta. • B3 ON avançou 2,35%, endossada por relatório do Bank of America elevando a recomendação da ação para compra, citando que a recente queda das ações criou um ponto de entrada atrativo, com a companhia sendo negociada com múltiplos próximos de suas mínimas históricas. Os analistas também melhoraram a previsão para o lucro em 2026 e o preço-alvo do papel de R$20 para R$22. • MRV&CO ON fechou com acréscimo de 0,62%, após assinar um memorando de entendimento com a JiveMauá Real Estate para a estruturação de operação de venda de três ativos imobiliários da companhia, com valor potencial de R$166 milhões. A transação envolve os ativos Luggo Pampulha (118 unidades), Luggo Mauá (119 unidades) e Luggo Samambaia (200 unidades). Na máxima, chegou a avançar 3,72%. • BRASKEM PNA recuou 6,15%, tendo no radar notícias envolvendo as negociações com credores. Em uma delas, a coluna Radar Econômico, da revista Veja, disse que um grupo de detentores de títulos da petroquímica apresentou uma proposta de reestruturação que prevê a diluição dos atuais acionistas da companhia. • ITAÚ UNIBANCO PN caiu 1,12%, com o sinal negativo prevalecendo entre os bancos do Ibovespa. • PETROBRAS PN cedeu 0,17% e PETROBRAS ON subiu 0,11%, em pregão de oscilação modesta dos preços do petróleo no exterior, onde o barril sob o contrato Brent encerrou o dia com elevação de 0,26%. • VALE ON subiu 0,68%, acompanhando a alta dos futuros do minério de ferro na China, onde o contrato mais negociado em Dalian fechou as negociações diurnas com elevação de 1,13%. No setor, GERDAU PN foi o destaque positivo com alta de 3,77%, com analistas do JPMorgan chamando a atenção para o momento favorável ao setor nos EUA, que poderá beneficiar a companhia. • ÂNIMA ON, que não faz parte do Ibovespa, desabou 32,75%, após a companhia divulgar na véspera acordo para a aquisição das Faculdades Metropolitanas Unidas Educacionais (FMU), instituição localizada em São Paulo que está atualmente em recuperação judicial, por R$410 milhões. Analistas do BTG Pactual avaliaram que a operação saiu a um múltiplo elevado e cortaram a recomendação dos papéis para neutra. (Por Paula Arend Laier, edição Alberto Alerigi Jr. e Igor Sodré)

Um ‘plus’ para investir: o que colocou a Cury (CURY3) entre as favoritas do BTG Pactual para buscar lucros com ESG?
B3 15/07/2026

Um ‘plus’ para investir: o que colocou a Cury (CURY3) entre as favoritas do BTG Pactual para buscar lucros com ESG?

Uma das principais construtoras da bolsa brasileira conquistou os analistas do BTG Pactual para além das perspectivas financeiras: a Cury (CURY). Se a ação já chamava a atenção dos investidores por conta do crescimento de lucros e dividendos elevados, há mais um motivo para ter o papel no radar: o potencial lucrativo ligado a princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança, no português). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O papel faz parte do levantamento feito pelo Seu Dinheiro das carteiras mensais de ESG do BTG Pactual, Itaú BBA, XP Investimentos e BB Investimentos. No mês de julho, a única alteração foi a entrada da Cury entre as indicações do BTG. Os demais portfólios não tiveram movimentação no mês de julho. Entre as ações queridinhas que dividem o pódio de mais recomendadas para buscar lucros com ESG estão a B3 (B3SA3), Itaú (ITUB4) e Localiza (RENT3). Veja as recomendações das quatro instituições financeiras: CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE XP Investimentos¹ BTG Pactual² Itaú BBA³ BB Investimentos⁴ Alupar (ALUP11) Allos (ALOS3) Engie (EGIE3) B3 (B3SA3) 🏅 B3 (B3SA3) 🏅 Axia Energia (AXIA3) CPFL (CPFE3) SLC Agrícola (SLCE3) Itaú (ITUB4) 🏅 Copel (CPLE3) Localiza (RENT3) 🏅 Motiva (MOTV3) Lojas Renner (LREN3) Equatorial (EQTL3) Banco do Brasil (BBAS3) WEG (WEGE3) Localiza (RENT3) 🏅 Itaú (ITUB4) 🏅 Rumo (RAIL3) Raia Drogasil (RADL3) Orizon (ORVR3) Localiza (RENT3) 🏅 Totvs (TOTS3) Suzano (SUZB3) Sabesp (SBSP3) Motiva (MOTV3) 3Tentos (TTEN3) Vibra Energia (VBBR3) Suzano (SUZB3) Cury (CURY3) Lojas Renner (LREN3) Taesa (TAEE11) Telefônica Brasil (VIVT3) Rede D’Or (RDOR3) B3 (B3SA3) 🏅 Sabesp (SBSP3) WEG (WEGE3) Smart Fit (SMFT3) Cosan (CSAN3) Itaú (ITUB4) 🏅 ¹Carteira publicada em 1 de julho de 2026; ²Carteira publicada em 15 de julho de 2026; ³Carteira publicada em 30 de junho de 2026; ⁴Carteira publicada em 30 de junho de 2026. A nova estrela entre as carteiras de ESG A Cury (CURY3) foi incluída na carteira do BTG para substituir a ação da Orizon (ORVR3), que havia sido recomendada no último mês. Leia Também Na visão do banco, “a Cury oferece uma combinação atrativa de crescimento dos lucros e dividendos elevados, sustentada pelo forte momento do programa Minha Casa, Minha Vida e pela excelente execução operacional apresentada pela companhia nos últimos anos”. Embora as ações tenham sofrido queda de 7% no pregão seguinte à divulgação da prévia operacional do segundo trimestre de 2026, no dia 8 de julho, os analistas do BTG enxergam uma velocidade de vendas atrativa e uma boa geração de caixa na companhia. O otimismo do banco está relacionado principalmente aos incentivos do Minha Casa, Minha Vida. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com as mudanças recentes, que elevaram o teto de renda do programa para R$ 13 mil e o preço dos imóveis para até R$ 600 mil, a Cury pode se beneficiar a partir do aumento do universo de potenciais compradores que agora se enquadram no subsídio. E para o banco, o próprio negócio da Cury também favorece a empresa do ponto de vista de ESG, mais especificamente no âmbito social da sigla. O BTG enxerga um propósito da construtora de ampliar o acesso à moradia no Brasil, o que contribui para reduzir o déficit habitacional. Outro destaque de sustentabilidade da construtora é a gestão de resíduos nos canteiros de obras, defendem os analistas. A empresa adota práticas de segregação, reaproveitamento e destinação adequada de materiais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O objetivo da companhia, segundo relatório de sustentabilidade mais recente, é atingir 100% dos canteiros com planos estruturados de resíduos. Mas para além das iniciativas de ESG, o BTG enxerga um potencial lucrativo na ação, o que também motivou a escolha do papel para entrar na carteira. O banco estima um forte crescimento dos lucros para a Cury em 2026. Para os investidores, a expectativa é de que a ação entregue um retorno de até 31%, com base no preço-alvo de R$ 44 e na cotação do último fechamento (14). Mas além do potencial de valorização, há também a perspectiva de dividendos. O banco defende que os acionistas podem receber proventos de cerca de 8% neste ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Apesar da pressão de curto prazo dos custos de construção, entendemos que a companhia continua oferecendo uma combinação atrativa de crescimento dos lucros e dividendos elevados”, destacam os analistas. Além de Cury: quais são os papéis mais recomendados? Embora a Cury seja a novidade entre os portfólios em julho, ela recebeu somente uma recomendação, a do BTG. Já os papéis com mais indicações são o Itaú (ITUB4), Localiza (RENT3) e B3 (B3SA3). Itaú (ITUB4) No caso do “bancão”, a ação ITUB4 faz parte dos portfólios do BB Investimentos, BTG e XP. Os analistas ressaltam a atenção do Itaú pela meta de se tornar neutro em carbono até 2050 e incentiva novos parceiros e fornecedores a neutralizar as emissões. Nas iniciativas sociais, destacam o relacionamento com clientes e o compromisso com a educação financeira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além dos quesitos ESG, a recomendação do BB Investimentos é baseada, segundo os analistas, “no bom momento operacional, qualidade dos ativos, eficiência elevada e previsibilidade dos resultados”. B3 (B3SA3) Já para a B3, a dona da bolsa de valores brasileira, a XP Investimentos destaca a recuperação gradual do mercado de capitais, o que impulsiona as receitas da bolsa de valores com maiores volumes de negociação. Também há a possibilidade de distribuições extraordinárias de juros sobre capital próprio (JCP). Na agenda de ESG, a corretora defende que “a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade”. Entre os destaques, a empresa aumentou a oferta de serviços ESG como o lançamento da plataforma ESG Workspace, que reúne dados e indicadores do setor, criou um hub de educação que chama a atenção no quesito social e tem maioria independente no conselho de administração. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Localiza (RENT3) A Localiza tem passado por um ano difícil na bolsa. Desde o início de 2026, o papel RENT3 acumula queda de 6,8%. Segundo o BTG, essa desvalorização é reflexo de uma queda nos preços dos veículos usados e no crédito automotivo. Ainda assim, essa correção não reflete uma piora nos fundamentos da empresa. O banco destaca um forte crescimento dos lucros na companhia, melhora dos retornos e nível de preço atrativo para as ações. Nos princípios ESG, a locadora de carros chama a atenção com uma forte governança corporativa, bom relacionamento com clientes e funcionários, além de iniciativas de sustentabilidade como lavagem de carros sem água e veículos que podem ser abastecidos com etanol, combustível menos poluente que a gasolina. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE