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C2OI34

Coinbase Global, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.04 Sh A

Preço Atual
R$ 33,63
-1.61%
Abertura
R$ 34,13
Fec. Ant: R$ 33,63
Variação Dia
Min: R$ 33,63
Max: R$ 34,60
52 Semanas
Mín: R$ 28,85
Máx: R$ 88,00
Volume
234.776
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 190,06 Bi
Valor de Mercado
R$ 190,06 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

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Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a C2OI34

Market Cap
R$ 190,06 Bi

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Milho futuro supera R$ 70 na B3 com atraso da colheita e mercado externo no radar dos investidores
B3 29/07/2026

Milho futuro supera R$ 70 na B3 com atraso da colheita e mercado externo no radar dos investidores

Publicado em: 29/07/2026 às 11:40hs Foto: CNA O mercado de milho atravessa um período de forte influência dos fatores de oferta e demanda, com os contratos futuros registrando volatilidade entre as bolsas brasileira e internacional. O atraso no avanço da colheita da segunda safra no Brasil, a expectativa de embarques elevados e as oscilações da Bolsa de Chicago (CBOT) mantêm os preços sustentados, apesar dos movimentos de correção registrados em alguns pregões. Na B3, os contratos futuros chegaram a operar acima de R$ 70 por saca, impulsionados pelo ritmo mais lento da retirada do milho safrinha do campo, pelo suporte cambial e pelo desempenho das referências externas. O contrato com vencimento em setembro de 2026 encerrou a sessão a R$ 70,29, com valorização diária de R$ 1,08. Já novembro fechou a R$ 75,36, alta de R$ 2,00, enquanto janeiro de 2027 terminou cotado a R$ 77,82, avanço de R$ 1,52. Colheita da safrinha mais lenta reduz pressão sobre preços Um dos principais fatores de sustentação do milho brasileiro é o ritmo abaixo do esperado da colheita da segunda safra. Segundo dados da Conab, os trabalhos alcançaram 58,3% da área cultivada no país, percentual inferior aos 66,1% registrados no mesmo período do ciclo anterior. No Paraná, a colheita chegou a 29% da área, favorecida pela redução das chuvas, mas ainda abaixo do ritmo histórico. Em Mato Grosso do Sul, o avanço ficou em 20%, contra 37% no mesmo momento da safra passada e média histórica de 36,4%. A menor velocidade da entrada de produto no mercado ajudou a limitar a pressão baixista sobre os preços, especialmente em regiões produtoras onde compradores seguem atentos ao avanço da oferta. Exportações brasileiras aumentam expectativa de demanda Além da questão logística e do atraso da colheita, o mercado acompanha com atenção o cenário das exportações brasileiras. A Anec projetou embarques de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas de milho em julho, volume 36% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. A perspectiva de maior participação brasileira no comércio internacional contribui para dar suporte às cotações internas, principalmente em um momento de disputa por demanda entre grandes fornecedores globais. Mercado físico apresenta baixa liquidez e preços regionais diferentes No mercado disponível, as negociações seguem mais cautelosas, com compradores e vendedores ajustando posições conforme o avanço da colheita. No Rio Grande do Sul, as referências variaram entre R$ 57,00 e R$ 65,00 por saca, com média estadual próxima de R$ 59,04. Em Santa Catarina, vendedores mantiveram ofertas próximas de R$ 60,00, enquanto compradores trabalharam com valores ao redor de R$ 55,00. No Paraná, as indicações permaneceram próximas de R$ 55,00 CIF para compradores, enquanto vendedores buscavam referências próximas de R$ 60,00. Em Mato Grosso do Sul, os preços oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 50,05 por saca, com negócios pontuais. A atuação da indústria de bioenergia ajudou a absorver parte da oferta regional e reduziu a pressão sobre os valores. Chicago acompanha cenário internacional e oscila com clima nos EUA No mercado internacional, os contratos futuros do milho na Bolsa de Chicago passaram por movimentos de alta e baixa diante das condições das lavouras norte-americanas, do comportamento do dólar e das expectativas sobre a demanda global. Após registrar perdas em um pregão anterior, o milho voltou a avançar em Chicago sustentado pela recuperação técnica do mercado, pela desvalorização do dólar frente a outras moedas e pelos sinais de demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que 63% das lavouras de milho estavam em condições boas ou excelentes até 26 de julho, abaixo dos 67% registrados na semana anterior. As áreas classificadas como regulares passaram de 24% para 25%, enquanto as lavouras consideradas ruins ou muito ruins avançaram de 9% para 12%. O cenário indica uma deterioração das condições das plantações norte-americanas, fator que trouxe suporte às cotações internacionais. Demanda americana continua dando suporte ao mercado Outro ponto positivo para os preços em Chicago foi o anúncio de novas vendas externas. Exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao USDA a venda de 197.272 toneladas de milho para destinos não revelados, com entrega prevista para a safra 2026/27. Pelas regras do órgão norte-americano, operações iguais ou superiores a 100 mil toneladas destinadas ao mesmo comprador precisam ser comunicadas oficialmente ao mercado. Os contratos de milho para setembro fecharam a sessão em Chicago a US$ 4,58 1/2 por bushel, alta de 6,75 centavos, ou 1,49%. O vencimento dezembro encerrou a US$ 4,80 1/2 por bushel, avanço de 6,50 centavos, equivalente a 1,37%. Perspectivas para o milho brasileiro O mercado de milho segue dividido entre fatores positivos e negativos. De um lado, o atraso da colheita brasileira, a expectativa de exportações fortes e a recuperação das cotações internacionais oferecem sustentação aos preços. Por outro, o avanço da oferta com a entrada da safrinha no mercado e as oscilações climáticas nos Estados Unidos continuam influenciando a formação das cotações. Para produtores e compradores, o comportamento das bolsas internacionais, o ritmo da colheita brasileira e a demanda externa devem continuar sendo os principais indicadores para definir os próximos movimentos do mercado de milho.

Prefeitura de Florianópolis lança edital para concessão do CentroSul por 35 anos
B3 29/07/2026

Prefeitura de Florianópolis lança edital para concessão do CentroSul por 35 anos

Prefeitura de Florianópolis lança edital para concessão do CentroSul por 35 anos A prefeitura de Florianópolis publicou nesta terça-feira (28) o edital de concessão do Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul), que será administrado pela iniciativa privada pelos próximos 35 anos. O processo, conduzido em parceria com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), prevê uma outorga inicial mínima de R$ 16,5 milhões e tem como objetivo modernizar a principal estrutura voltada ao turismo de eventos da Capital. A concessão contempla a gestão, operação e exploração comercial do CentroSul. Vencerá a concorrência a empresa ou consórcio que apresentar a maior proposta de outorga inicial. Além do pagamento mínimo de R$ 16,5 milhões, a futura concessionária deverá recolher uma outorga fixa anual de R$ 250 mil durante toda a vigência do contrato, valor que será corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Localizado na Avenida Governador Gustavo Richard, no Centro de Florianópolis, o complexo deverá receber investimentos privados entre o primeiro e o sexto ano da concessão. As melhorias incluem intervenções nas áreas do centro de convenções, da galeria de serviços e do estacionamento. Segundo a secretária de Licitações, Contratos e Parcerias, Katherine Schreiner, o edital foi elaborado com apoio técnico do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC) e da B3, seguindo modelos adotados em concessões públicas. A administração municipal aposta na parceria para ampliar a capacidade do CentroSul de sediar eventos de grande porte e consolidar Florianópolis como destino para congressos, feiras, convenções, exposições e encontros nacionais e internacionais. O secretário de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação, Juliano Richter Pires, destacou que uma gestão especializada e novos investimentos deverão aumentar a competitividade do espaço e fortalecer o turismo de negócios na cidade. Além de atrair visitantes com maior permanência média e gasto superior ao do turismo de lazer, o CentroSul movimenta diversos segmentos da economia local, como hotelaria, gastronomia, transporte, montagem de estandes, audiovisual, segurança, limpeza e receptivo turístico. Também é utilizado por setores como tecnologia, saúde, educação e economia criativa para a realização de eventos técnicos e científicos. De acordo com a prefeitura, a concessão pretende reduzir a sazonalidade do turismo em Florianópolis ao ampliar a programação de eventos ao longo do ano, impulsionando a geração de empregos, a arrecadação municipal e a atividade econômica. A entrega das propostas ocorrerá em 14 de setembro, na sede da B3, em São Paulo, com possibilidade de envio físico ou digital. A sessão pública de disputa de valores está marcada para 18 de setembro, também na sede da Bolsa. (Santa Catarina em Pauta, 29/07/2026) Publicado em 29 julho de 2026

CentroSul terá concessão de 35 anos e investimento de R$ 16,5 milhões
B3 29/07/2026

CentroSul terá concessão de 35 anos e investimento de R$ 16,5 milhões

Na terça-feira, 28, a Prefeitura de Florianópolis, em parceria com a Bolsa de Valores de São Paulo (B3), publicou o edital de Concessão para a exploração comercial do Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul). A empresa vencedora vai poder explorar o espaço pelos próximos 35 anos. Vai vencer quem apresentar a maior proposta de outorga inicial, cujo valor mínimo de lance foi fixado em R$ 16.500.000,00. Além desse valor, a nova concessionária deverá pagar uma outorga fixa anual de R$ 250.000,00 durante toda a vigência contratual, com reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), totalizando R$ 8.750.000,00 ao final do período, sem considerar as atualizações monetárias. O Centrosul, que fica na região central de Florianópolis, deverá receber investimentos da empresa vencedora pela gestão, operação e exploração comercial de suas áreas, do primeiro até o sexto ano de contrato, incluindo galeria de serviços e estacionamento. “Nosso objetivo é selecionar um parceiro capaz de potencializar o CentroSul e transformá-lo em uma referência nacional na realização de eventos”, afirma a Secretária de Licitações, Contratos e Parcerias, Katherine Schreiner. O EDITAL O edital completo e seus anexos estão disponíveis no site bit.ly/editalcentrosul e também, no site da B3 www.b3.com.br . As propostas poderão ser entregues de forma física, na sede da B3 em São Paulo, ou digitalmente, pela Plataforma de Leilões da B3. A entrega dos envelopes com documentos e a proposta inicial deverá ocorrer no dia 14 de setembro de 2026, das 10h às 12h, e a sessão pública de disputa de valores será realizada no dia 18 de setembro de 2026, ambos presencialmente na sede da B3, em São Paulo. A concessão busca potencializar o papel estratégico do Centrosul através de um novo investimento privado na modernização, operação e exploração comercial do complexo, ampliando sua competitividade para receber eventos de maior porte e diversificar sua programação, reduzindo a sazonalidade do turismo de lazer e promovendo um fluxo contínuo de visitantes, com benefícios econômicos permanentes para o município. EQUIPAMENTO TURÍSTICO O Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul) é considerado o principal equipamento público destinado à realização de eventos de grande porte no município. A Prefeitura de Florianópolis diz que o espaço é fundamental para a atração de congressos, feiras, convenções, exposições, eventos corporativos, culturais e institucionais. De acordo com os dados públicos, o Centrosul atrai visitantes com maior permanência média e gasto diário superior ao do turista de lazer, gerando impacto positivo em toda a cadeia produtiva do turismo. “O CentroSul é um dos principais equipamentos para o turismo de eventos em Florianópolis. Com uma gestão especializada e novos investimentos, teremos condições de ampliar a capacidade de atrair feiras, congressos e grandes encontros nacionais e internacionais”, pontua Juliano Richter Pires, Secretário de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação. Os reflexos econômicos também alcançam setores como tecnologia, inovação, saúde, educação e economia criativa, que frequentemente utilizam a estrutura para sediar encontros técnicos e científicos.