BRBI11
Serviços FinanceirosBRBI BR Partners S.A. Units Cons of 1 Sh and 2 Pfd Shs
CNPJ: 10739356000103
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 319,80 Mi | R$ 364,82 Mi | R$ 246,66 Mi | R$ 251,05 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 319,80 Mi | R$ 364,82 Mi | R$ 246,66 Mi | R$ 251,05 Mi |
| EBITDA | R$ 21,07 Mi | R$ 23,03 Mi | R$ 11,08 Mi | R$ 69,76 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 175,07 Mi | R$ 193,67 Mi | R$ 155,08 Mi | R$ 147,10 Mi |
Sobre a BRBI11
A BR Advisory Partners Participações S.A., conhecida comercialmente como BR Partners, atua em serviços financeiros de alto valor agregado com foco em banco de investimento, assessoria financeira e mercado de capitais. A plataforma cobre operações de fusões e aquisições, estruturação de dívida, ofertas de ações e consultoria para empresas, famílias empresárias e investidores institucionais. No mercado brasileiro, a companhia se posiciona no segmento de advisory e investment banking independente, competindo com bancos de atacado e boutiques especializadas em transações corporativas. A geração de receita depende do volume de operações fechadas, atividade de mercado de capitais e ambiente de crédito. Na B3, o ativo BRBI11 representa units da companhia, cuja performance acompanha o ciclo de transações corporativas no país.
Dividendos
Notícias relacionadas
Juros altos nos EUA preocupam investidores e pressionam mercados
Os juros dos títulos públicos dos Estados Unidos atingiram níveis elevados para os padrões da maior economia do mundo e reacenderam alertas no mercado financeiro global. As taxas dos Treasuries de 30 anos chegaram ao patamar de 5%, enquanto os papéis de 10 anos bateram 4,6%, maiores patamares em 19 anos. O movimento se dá em meio à inflação persistente, preocupações fiscais e incertezas geopolíticas, além de provocar impactos nas bolsas de valores e em outros ativos. Segundo Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, o avanço dos juros americanos pressiona praticamente todos os mercados globais, pois os Treasuries são considerados referência para precificação de ativos ao redor do mundo. “O juro é a mãe da bolsa e de todos os investimentos. Quando os juros sobem, vemos o bitcoin performando mal, a bolsa e outros ativos também”, explica Marilia. O mercado não para e o dinheiro não espera. Assine a newsletter do Resenha do Dinheiro e fique por dentro de tudo que importa para o seu bolso. Basta clicar aqui. A inflação americana segue como um dos principais fatores por trás da manutenção das taxas elevadas, avalia Thiago Godoy, educador financeiro. “O cenário pressiona os mercados, apesar de a economia e o mercado de trabalho continuarem resilientes. Ainda assim, a inflação segue preocupando”, observa Godoy. Outro fator acompanhado de perto pelo mercado é o comportamento do petróleo. Nesta última quarta-feira (17), um acordo de paz assinado por Irã e Estados Unidos provocou forte queda na commodity, que voltou a ser negociada abaixo dos US$ 77. Segundo Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, o petróleo dificilmente retornará aos níveis registrados antes do conflito. “Os analistas acreditam que o petróleo não voltará aos níveis anteriores à guerra. Esse é o grande ponto para acompanhar nos próximos meses, porque isso está diretamente relacionado à inflação global e americana”, afirma Pascowitch. Diante desse cenário, os especialistas apontam que investidores passaram a buscar estratégias para aproveitar tanto a alta quanto uma eventual queda dos juros americanos. Uma das alternativas é investir diretamente em Treasuries por meio de ETFs. “O investidor consegue investir em Treasuries e ganhar com fechamento de curva. Quando as taxas caem, os prefixados têm ganhos com a marcação a mercado”, aconselha a apresentadora. Ao mesmo tempo, Godoy destaca que os juros elevados nos EUA acabam reduzindo o fluxo de capital para países emergentes, já que investidores globais tendem a priorizar ativos americanos diante da maior rentabilidade oferecida pelos títulos do governo norte-americano. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Valor de mercado de empresas listadas na B3 cai R$ 731 bilhões e zera ganhos do ano
Recuperação inicial do mercado acionário não se sustentou e valor de empresas volta ao patamar de 2025, aponta levantamento da Elos Ayta Valor de mercado de empresas listadas na B3 cai R$ 731 bilhões e zera ganhos do ano As empresas listadas na B3 praticamente zeraram os ganhos de 2026. Desde o pico registrado em fevereiro, as companhias negociadas na bolsa brasileira perderam R$ 731 bilhões em valor de mercado, devolvendo quase integralmente o que foi acumulado nos primeiros meses após a bolsa registrar uma forte alta. Um levantamento da Elos Ayta, que analisou 302 empresas com informações disponíveis, apontou que a capitalização de mercado consolidada atingiu R$ 4,717 trilhões em 18 de junho deste ano. Esse valor é quase o mesmo dos R$ 4,709 trilhões registrados no encerramento de 2025. Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, o cenário era bastante otimista. Impulsionadas pela recuperação do mercado acionário, as empresas da amostra adicionaram R$ 739 bilhões em valor, elevando a capitalização consolidada ao recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. A partir desse ponto, no entanto, o movimento se inverteu. Nos meses seguintes, a bolsa passou por um processo contínuo de ajuste, que resultou em quatro meses seguidos de redução do valor de mercado agregado das companhias. Essa queda refletiu o receio fiscal e a perda de fluxo estrangeiro, eliminando toda a valorização do primeiro bimestre no segundo trimestre. Os dados da pesquisa ilustram uma dinâmica de "ida e volta" do mercado acionário brasileiro em 2026. Após alcançar o maior nível da série histórica em fevereiro, a capitalização das empresas voltou ao patamar de encerramento do ano passado, mostrando que o otimismo inicial perdeu força nos meses subsequentes. Efeito da Bradesco Saúde A análise da Elos Ayta também identificou uma distorção causada por um evento societário específico envolvendo a Bradesco Saúde (SAUD3). A empresa teve uma forte expansão do valor de mercado devido à incorporação de sua operação pela controladora, o que elevou temporariamente sua capitalização. Para eliminar esse efeito extraordinário, a Elos Ayta fez um cálculo adicional sem considerar a Bradesco Saúde. Nesse cenário, com 301 companhias, o valor de mercado consolidado caiu de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 para R$ 4,679 trilhões em 18 de junho. O resultado indica que, sem o impacto pontual da reorganização societária da Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro não apenas devolveu os ganhos acumulados no início de 2026, como também apresentou uma capitalização inferior à registrada no encerramento de 2025, em um cenário de redução da previsão de crescimento da economia. Segundo a Elos Ayta, esses dados reforçam a perda de fôlego da recuperação observada no primeiro bimestre. Em termos agregados, o mercado brasileiro encerrou o período em 18 de junho praticamente no mesmo nível de valor de mercado do fim de 2025, evidenciando que a valorização inicial não se sustentou ao longo do segundo trimestre.
Valor de mercado da B3 perde R$ 731 bilhões e volta ao nível de 2025
Valor de mercado da B3 perde R$ 731 bilhões e volta ao nível de 2025 A bolsa brasileira apagou praticamente toda a valorização de 2026. Entenda por que o valor de mercado da B3 voltou ao nível de 2025. A recuperação da bolsa brasileira em 2026 praticamente desapareceu. Depois de atingir um recorde histórico em fevereiro, o valor de mercado da B3 encolheu R$ 731 bilhões, devolvendo quase toda a valorização acumulada no início do ano e retornando ao mesmo patamar observado no fim de 2025. Levantamento da Elos Ayta mostra que a capitalização consolidada de 302 empresas listadas alcançou R$ 4,717 trilhões em 18 de junho, praticamente o mesmo nível dos R$ 4,709 trilhões registrados no encerramento do ano passado. O movimento evidencia uma mudança importante no humor dos investidores. Em apenas quatro meses, a bolsa eliminou quase integralmente os ganhos obtidos durante a forte recuperação que marcou o primeiro bimestre de 2026. Mais do que uma oscilação estatística, a reversão mostra que o mercado brasileiro ainda enfrenta dificuldades para sustentar ciclos prolongados de valorização, mesmo após momentos de forte otimismo. Valor de mercado da B3 revela recuperação que perdeu força após recordes Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, as empresas da amostra adicionaram R$ 739 bilhões em valor de mercado, elevando a capitalização consolidada para R$ 5,447 trilhões, o maior nível da série analisada. O avanço ocorreu em meio à melhora do sentimento dos investidores e à recuperação do mercado acionário brasileiro. O período foi marcado por maior apetite por risco e valorização relevante das ações negociadas na bolsa. A partir de fevereiro, contudo, o cenário mudou. A realização de lucros após as máximas do mercado, combinada com uma postura mais cautelosa dos investidores, interrompeu a trajetória de valorização. O resultado foi uma sequência de quatro meses consecutivos de queda, que eliminou praticamente toda a expansão registrada no início do ano. A principal consequência é que o mercado retornou ao mesmo ponto de partida. Os investidores voltaram a atribuir às empresas brasileiras um valor semelhante ao observado no encerramento de 2025. Capitalização das empresas da B3 expõe contraste entre euforia e realidade O comportamento da bolsa em 2026 mostra uma dinâmica de ida e volta que chama atenção pela velocidade. O mercado criou quase R$ 740 bilhões em valor durante o primeiro bimestre. Poucos meses depois, praticamente o mesmo montante desapareceu. Esse movimento ajuda a explicar por que a recuperação observada no começo do ano não conseguiu estabelecer um novo patamar sustentável para as companhias listadas. A trajetória também revela uma diferença importante entre momentos de euforia e a consolidação efetiva de valor. Enquanto a valorização inicial refletiu expectativas mais otimistas, os meses seguintes mostraram que parte desse entusiasmo não encontrou sustentação suficiente. O resultado é uma bolsa que encerra o semestre praticamente no mesmo nível em que começou, apesar de ter alcançado recordes históricos poucos meses antes. Efeito da Bradesco Saúde mostra cenário ainda mais fraco para a bolsa A Elos Ayta identificou uma distorção relevante provocada por uma reorganização societária envolvendo a Bradesco Saúde (SAUD3). A incorporação da operação pela controladora elevou temporariamente a capitalização da companhia e influenciou o resultado consolidado da amostra. Quando esse efeito extraordinário é retirado do cálculo, o quadro fica ainda mais negativo. Nesse cenário, considerando 301 empresas, a capitalização caiu de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 para R$ 4,679 trilhões em junho de 2026. Ou seja, sem a influência do evento societário, o mercado brasileiro não apenas devolveu toda a valorização acumulada no início do ano. Mas, passou a valer menos do que valia no encerramento de 2025. O dado reforça a principal conclusão do levantamento: a recuperação da bolsa perdeu sustentação ao longo do segundo trimestre e terminou sem produzir ganho líquido relevante para o conjunto das empresas listadas. Mais do que a perda de R$ 731 bilhões, o que chama atenção é a incapacidade de transformar a forte alta do primeiro bimestre em uma tendência duradoura. O comportamento do valor de mercado da B3 mostra que o otimismo inicial não resistiu aos meses seguintes, devolvendo o mercado praticamente à estaca zero em 2026.