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Fundo imobiliário da Kinea aprova oferta de até R$ 500 milhões; IFIX acumula queda em julho – Money Times
Fundo imobiliário da Kinea aprova oferta de até R$ 500 milhões; IFIX acumula queda em julho (Imagem: Getty Images/ Canva Pro) O fundo imobiliário Kinea Securities (KNSC11) aprovou a realização da sua 6ª emissão de cotas, em uma operação que pode movimentar até R$ 500 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o documento, serão emitidos, inicialmente, 45,97 milhões de novos papéis, ao preço de R$ 8,70 cada, o que representa uma captação de até R$ 400 milhões. No entanto, caso haja demanda, a operação poderá ser ampliada em até 25%, com a emissão de mais 11,49 milhões de cotas, o que eleva o valor em mais R$ 100 milhões. Além do preço de subscrição, os investidores pagarão uma taxa de distribuição de R$ 0,25 por unidade, fazendo com que a cifra seja de R$ 8,95 por papel. A título de comparação, o KNSC11 encerrou o último pregão (24) cotado a R$ 9,10 na bolsa de valores (B3). Mais detalhes da oferta CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os atuais cotistas terão direito de preferência para participar da oferta. O fator de proporção definido é de 0,22738115576. Caso sobrem cotas após o período de preferência, os investidores que exercerem esse direito poderão participar da etapa de subscrição de sobras. A operação também permite a distribuição parcial, desde que seja captado ao menos R$ 30 milhões. Se esse valor mínimo não for alcançado, a emissão será cancelada. Segundo o fato relevante, os recursos captados serão destinados à estratégia do KNSC11, que tem seu portfólio dedicado ao investimento em ativos de natureza imobiliária, como Certificados de Recebíveis (CRI) e cotas de outros FIIs. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A oferta será destinada ao público em geral e terá a XP Investimentos como coordenadora líder. Desempenho do IFIX Ainda na indústria de fundos imobiliários, o IFIX, principal índice do setor na B3, encerrou a última sexta-feira (24) aos 3.805,03 pontos, com leve alta de 0,03%, após quatro sessões consecutivas de queda. Ainda assim, desde o início de julho, o indicador acumula desvalorização de 0,67%, enquanto, em 2026, apresenta ganho de 0,79%. Destaques do último pregão (24) O BLMG11 liderou as altas, com +3,30%. Na sequência, apareceram o DEVA11, que avançou 2,22%, e o LIFE11, com ganho de 2,08%. Ticker Variação Último (R$) BLMG11 +3,30% 31,89 DEVA11 +2,22% 18,40 LIFE11 +2,08% 7,35 VRTA11 +1,89% 73,82 XPLG11 +1,66% 91,43 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas do pregão, o GZIT11 liderou, com recuo de 3,90%. Na sequência, o BRCR11 caiu 2,63%, enquanto o RBRL11 recuou 2,05%. Ticker Variação Último (R$) GZIT11 -3,90% 41,90 BRCR11 -2,63% 39,22 RBRL11 -2,05% 71,10 ICRI11 -2,04% 92,62 VCJR11 -1,76% 70,72 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Decisão sobre juros nos EUA pauta a semana na Bolsa
Federal Reserve no centro das atenções Uma única decisão concentra as atenções dos investidores na semana corrente: a definição da taxa de juros nos Estados Unidos. O anúncio, a cargo do Federal Reserve, é tradicionalmente um dos eventos mais aguardados pelo mercado financeiro global. Apesar da expectativa, detalhes sobre o horário exato da divulgação não foram fornecidos pela fonte desta reportagem. Entre os eventos monitorados pelos agentes financeiros, destaca-se a decisão de juros nos EUA, conforme levantamento realizado. Horário da comunicação permanece incerto O comunicado do banco central americano será divulgado ao longo da semana, mas a fonte consultada não detalhou o momento preciso. A ausência de uma confirmação de horário pode gerar especulações e movimentos antecipados por parte de investidores que buscam se posicionar antes do anúncio. A indefinição quanto ao timing tende a elevar a volatilidade nas sessões que antecedem a decisão. Mecanismo de transmissão para os mercados As taxas de juros nos Estados Unidos influenciam diretamente o fluxo global de capitais. Quando o custo do dinheiro sobe na maior economia do mundo, investidores internacionais tendem a redirecionar recursos para ativos denominados em dólar, considerados mais seguros. Esse movimento pode pressionar moedas de países emergentes, como o real brasileiro, e afetar a precificação de ações na B3. Além disso, alterações nos juros americanos impactam o custo do crédito internacional. Empresas que dependem de financiamento externo podem ver suas despesas financeiras aumentarem, comprimindo margens de lucro. Por outro lado, exportadoras podem se beneficiar de um dólar mais valorizado, que torna seus produtos mais competitivos no exterior. A B3, por sua vez, pode ter seu principal índice, o Ibovespa, influenciado pela expectativa quanto ao fluxo de investimento estrangeiro. Historicamente, períodos de incerteza sobre a política monetária americana costumam trazer maior instabilidade para os pregões. Reflexos potenciais no noroeste paulista Para o empresariado de Araçatuba, Birigui, Penápolis e demais municípios da região noroeste de São Paulo, a decisão do Federal Reserve não é um evento distante. A cotação do dólar afeta diretamente a competitividade de setores-chave, como o agronegócio e a indústria calçadista. Um real mais desvalorizado favorece as exportações de carne, grãos e calçados, mas encarece insumos importados utilizados na produção local. Além do agronegócio, a indústria moveleira de Mirandópolis e os polos de confecção de Penápolis também monitoram a taxa de câmbio, uma vez que parte da produção é destinada ao mercado externo. A variação do dólar pode representar ganhos de margem ou necessidade de ajuste nos preços praticados. O comércio varejista também pode sentir os efeitos indiretos. A variação cambial influencia a confiança do consumidor e o poder de compra, especialmente em itens que dependem de componentes importados. Assim, a definição dos juros nos EUA é acompanhada de perto por entidades como a Associação Comercial e Empresarial de Araçatuba (ACIA) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Mercado opera com cautela Até que o Federal Reserve se pronuncie, a tendência é de que o mercado mantenha um viés de cautela. Investidores devem evitar posições de risco elevado, aguardando sinais mais claros sobre os próximos passos da política monetária americana. A B3, bolsa de valores brasileira, pode refletir essa prudência com oscilações contidas ou pontuais. Esta matéria foi publicada às 21h09. Perguntas Frequentes Quais eventos estão no radar do mercado para a bolsa nesta semana? O principal evento é a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. Qual banco central está envolvido na decisão de juros que pode impactar a bolsa? O Banco Central americano, também conhecido como Federal Reserve. A que horas foi publicada a matéria sobre os eventos que afetam a bolsa? A matéria foi publicada às 21h09. Fonte
Estudante de Ciências Contábeis apresenta pesquisa em um dos maiores congressos de Contabilidade da América Latina – Novo Portal Asces Unita
O estudante do 6º período do curso de Ciências Contábeis e egresso de Direito da Asces-Unita, João Antônio Bezerra, representou a instituição na 26ª Conferência Internacional de Contabilidade da USP, realizada entre os dias 22 e 24 de julho, em São Paulo. Considerado um dos mais importantes eventos da área no país e o maior de pesquisa e extensão em Contabilidade e Atuária da América Latina, o congresso reúne pesquisadores, estudantes e profissionais de diversas instituições do Brasil e do exterior. Além de promover o intercâmbio de conhecimentos, o evento é reconhecido por estimular a divulgação de pesquisas e o diálogo entre universidade, mercado e sociedade. Durante a Conferência, João apresentou a pesquisa “Relação entre Lucratividade, Liquidez e Agressividade Fiscal: Uma Análise Empírica nas Empresas de Tecnologia da Informação Listadas na B3”, desenvolvida no âmbito do Programa de Iniciação Científica (INICIA) da Asces-Unita, sob orientação do professor Célio Sá. Segundo o estudante, sua formação interdisciplinar contribuiu para o desenvolvimento do estudo, que analisou a relação entre indicadores financeiros e práticas tributárias em empresas de tecnologia da informação listadas na B3, atual bolsa de valores oficial do Brasil. Para João Antônio Bezerra, apresentar o trabalho em um evento dessa dimensão representa um passo relevante em sua trajetória. “Foi uma experiência muito importante para a minha formação acadêmica, pois permitiu aprofundar conhecimentos sobre o comportamento financeiro e tributário das empresas, além de desenvolver uma visão mais analítica sobre informações contábeis e seus reflexos na tomada de decisões”, destacou. A participação no congresso reforça o destaque da produção científica desenvolvida na Asces-Unita e evidencia o incentivo da instituição à pesquisa como ferramenta para a formação acadêmica e profissional de seus estudantes.