AM

AMER3

Consumo Cíclico

Americanas SA

CNPJ: 00776574000156

Preço Atual
R$ 4,65
+0.22%
Abertura
R$ 4,66
Fec. Ant: R$ 4,73
Variação Dia
Min: R$ 4,63
Max: R$ 4,75
52 Semanas
Mín: R$ 3,37
Máx: R$ 8,82
Volume
726.100
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

P/L
-1.93
P/VP
0.05
LPA
R$ -0,52
VPA
R$ 22,12
EV/EBITDA
3.14
EV/EBIT
8.84
P/EBITDA
0.17
P/EBIT
0.49
P/Receita (PSR)
0.02
P/FCO
0.43
P/FCL
-0.40
EV/Receita Líq.
0.30
EV/FCO
7.88
EV/FCL
-7.21
Earning Yield
11.32%
Enterprise Value
R$ 3,64 Bi
Valor de Mercado
R$ 200,25 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
2.96
Dív. Líquida/PL
0.72
Dívida Líquida
R$ 3,44 Bi
Liq. Corrente
1.56
PL/Ativos
0.29
Passivos/Ativos
0.71
Liq. Seca
1.02
Liq. Imediata
0.12

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
26.50%
Margem EBITDA
9.41%
Margem EBIT
3.34%
Margem Líquida
-0.84%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
-2.35%
ROIC
4.71%
ROA
-0.64%
Giro do Ativo
0.76

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-9.76%
CAGR Lucro
-101.42%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 26.50%
Margem EBITDA 9.41%
Margem Operacional 3.34%
Margem Líquida -0.84%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 462,00 Mi
FCL R$ -505,00 Mi
Caixa Total R$ 550,00 Mi
Caixa/Ação R$ 2,75
Receita e Dívida
Receita Total R$ 12,34 Bi
Lucro Bruto R$ 3,27 Bi
EBITDA R$ 1,16 Bi
Dívida Total R$ 6,76 Bi
Crescimento
Receita -9.76%
Lucro -101.42%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 12.305,00 Mi R$ 14.349,00 Mi R$ 14.942,00 Mi R$ 25.808,91 Mi
Lucro Bruto R$ 3.324,00 Mi R$ 4.627,00 Mi R$ 4.356,00 Mi R$ 5.023,69 Mi
EBITDA R$ 331,00 Mi R$ 650,00 Mi R$ -4.178,00 Mi R$ -7.810,33 Mi
Lucro Líquido R$ -271,00 Mi R$ 8.281,00 Mi R$ -2.272,00 Mi R$ -12.911,54 Mi

Sobre a AMER3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Produtos Diversos
Funcionários
44.481
Market Cap
R$ 929,14 Mi
Descrição do Negócio

A Americanas S.A. (AMER3) é uma varejista brasileira com operação multicanal em lojas físicas, comércio eletrônico e serviços digitais associados ao ecossistema de consumo. A companhia atua na venda de produtos de diversas categorias, com capilaridade logística e presença em centros urbanos de diferentes portes. O modelo combina receita de varejo, marketplace, serviços financeiros e soluções digitais para recorrência de compra e integração de canais. Desde 2023, a empresa atravessa um processo de recuperação judicial após a divulgação de inconsistências contábeis relevantes, com impactos sobre estrutura de capital, relacionamento com credores e dinâmica operacional. O foco de gestão passou a incluir geração de caixa, renegociação de passivos e simplificação de portfólio, preservando operação comercial e base de clientes. No ambiente competitivo, a Americanas disputa mercado com varejistas físicos, plataformas digitais e players especializados, em um setor de margens comprimidas e alta intensidade promocional.

Dividendos

JCP R$ 0,6210
Pagamento: 09/03/2022
JCP R$ 0,2149
Pagamento: 28/02/2021
JCP R$ 0,0147
Pagamento: 12/04/2020
JCP R$ 0,1680
Pagamento: 02/02/2020
JCP R$ 0,0751
Pagamento: 21/04/2019
JCP R$ 0,0752
Pagamento: 03/01/2018
JCP R$ 0,0245
Pagamento: 03/01/2017
JCP R$ 0,0213
Pagamento: 16/04/2017
JCP R$ 0,0390
Pagamento: 04/07/2016
DIVIDENDO R$ 0,0183
Pagamento: 27/03/2016

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Sob pane na B3, Ibovespa engata em julho maior alta em 5 meses

Se julho precisava de uma última dose de adrenalina para se despedir, a própria B3 fez questão de dar o tom nesta sexta-feira (31). Um problema técnico manteve as portas da bolsa fechadas até 12h30. Mas assim que as engrenagens voltaram a girar, o Ibovespa recuperou o tempo perdido e garantiu um fechamento no azul. Encerrados os negócios, o índice cravou alta de 0,5%, aos 177.999 pontos, ampliando os ganhos na semana para 2,3%. O movimento coroou julho com um avanço acumulado de 3,5%, o maior ganho mensal desde fevereiro, quando havia subido 4,09%. Com o atraso de mais de duas horas na abertura, contudo, o pregão encurtado cobrou seu preço na liquidez: o volume financeiro do Ibovespa somou R$ 13,6 bilhões, abaixo da média diária do mês, de R$ 14,7 bilhões. A fotografia bonita do encerramento de julho, porém, esconde um mês cheio de solavancos. Para se ter ideia dessa guinada, mais de dois terços de toda a alta do período foram pavimentados apenas nesta última semana. Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, lembra que junho já havia deixado o mercado global em alerta com as tensões no Estreito de Ormuz, a disparada do petróleo e o retorno do risco geopolítico. E julho começou herdando essa ressaca, com o barril de Brent flertando com os maiores patamares desde março e encerrando o mês em alta de 20%. “O risco de uma escalada entre os Estados Unidos e o Irã voltou a preocupar os mercados e isso afetou toda a precificação das curvas de juros americanas e, consequentemente, a curva brasileira também", explica o economista. Conforme os dias avançavam, no entanto, o cenário doméstico passou a dar as cartas, e apresentou um jogo bem mais favorável para virar a partida. Nas contas do Itaú BBA, a combinação de uma atividade perdendo fôlego na margem com uma inflação mais comportada, marcada pelo IPCA-15 abaixo das estimativas, bastou para abrir a tão aguardada janela de alívio. No curtíssimo prazo, esse conjunto de dados locais deu ao mercado o respiro que precisava. "Tivemos dados melhores da economia brasileira, tanto de atividade quanto de inflação, que vieram benignos em junho e julho. Isso gerou um qualitativo positivo e aumentou as apostas de corte de juros na próxima reunião do Copom", destaca Sung, sintetizando o otimismo que sustentou os ativos locais. Essa foi a deixa para que o fluxo estrangeiro retornasse para a bolsa brasileira. Embalado por preços ainda atrativos e pela perspectiva de que o ciclo monetário local possa caminhar em ritmo próprio, o gringo voltou às compras, com saldo positivo acima de R$ 3 bilhões em julho. Lá fora, a maré continuou agitada. O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) movimentou o tabuleiro global ao entregar uma decisão marcada por um racha interno. Três diretores votaram a favor de uma alta de 0,25 ponto percentual nos juros, expondo a divisão sobre os rumos da economia americana em meio a pressões inflacionárias persistentes. Para completar o quadro de incertezas nos Estados Unidos, as dúvidas sobre o controle da inflação sob a liderança de Kevin Warsh ganharam força, com o próprio presidente do Fed admitindo publicamente que a autoridade monetária não tem "uma varinha mágica". A consequência desse ambiente nebuloso caiu direto sobre os juros globais. Os rendimentos dos títulos americanos (Treasuries) dispararam, com o papel de 30 anos alcançando o maior nível desde 2007, negociado ao redor de 5,26%. Já a referência de 10 anos superou os 4,7%, o patamar mais elevado desde janeiro de 2025. Somada às tensões geopolíticas entre EUA e Irã, essa escalada dos juros longos americanos impôs um freio ao apetite por risco global, trazendo volatilidade também para as curvas de juros locais. Esse mês de altos e baixos, contudo, terminou em tom de calmaria no último pregão. Afetada pelo atraso de mais de três horas na B3, a sessão de juros futuros desta sexta rodou sob baixa liquidez e movimento contido, sem forças para refletir a intensidade das oscilações nas semanas anteriores. A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuou de 13,82% no ajuste anterior para 13,81% no fim da sessão. Os prêmios nos contratos de curto prazo estão mais ligados às expectativas para a taxa Selic; No miolo da curva, o DI para janeiro de 2029 subiu de 14,125% para 14,13% no encerramento dos negócios; Já o contrato de DI para janeiro de 2031 recuou de 14,41% para 14,39%. Vencimentos mais longos refletem uma maior preocupação com as incertezas fiscais e com o ambiente macro externo. No câmbio, o enredo seguiu uma dinâmica parecida: ajuste tímido no dia, mas saldo favorável para o real no acumulado de julho. Ainda que o cenário internacional siga exigindo cautela, o ambiente recente abriu uma janela de alívio para moedas emergentes. O tom mais suave do Fed, somado a intervenções na Ásia, acabou dando um sopro de fôlego aos ativos da América Latina. Nesta sexta-feira, o dólar à vista fechou em leve alta de 0,2%, cotado a R$ 5,0696. Em julho, a moeda americana amargou uma queda de 1,8%, impulsionada pelo alívio no risco global e pelo suporte do repique nos preços do petróleo. No ano, cai 7,6% frente ao real. Ações negociadas em 31/07/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % SANB11 SANTANDER BR UNIT 28,75 28,40 28,63 28,75 28,62 13,35 AZZA3 AZZAS 2154 ON 15,89 15,89 16,28 16,49 16,42 3,53 HAPV3 HAPVIDA ON 11,10 10,93 11,23 11,34 11,28 2,45 CSAN3 COSAN ON 3,96 3,90 4,04 4,11 4,07 2,01 BEEF3 MINERVA ON 3,59 3,59 3,64 3,68 3,66 1,95 PRIO3 PETRORIO ON 59,96 59,82 60,77 61,08 60,85 1,48 SUZB3 SUZANO S.A. ON 42,74 42,73 43,19 43,40 43,32 1,38 PETR4 PETROBRAS PN 43,00 42,86 43,37 43,55 43,42 1,35 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,53 18,18 18,43 18,67 18,48 1,26 BRAP4 BRADESPAR PN 21,74 21,65 21,92 22,09 22,00 1,24 VBBR3 VIBRA ON 36,00 35,40 35,91 36,08 36,05 1,18 RECV3 PETRORECSA ON 10,60 10,58 10,68 10,95 10,67 1,14 RAIL3 RUMO S.A. ON 14,35 14,13 14,41 14,54 14,44 1,12 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,15 18,01 18,20 18,45 18,25 1,11 ASAI3 ASSAI ON 8,51 8,34 8,45 8,51 8,50 1,07 CSMG3 COPASA ON 64,13 63,48 64,25 64,87 64,17 1,06 SBSP3 SABESP ON 27,68 27,53 27,69 27,83 27,70 1,06 PETR3 PETROBRAS ON 48,96 48,56 49,08 49,43 49,04 1,01 FLRY3 FLEURY ON 17,03 16,97 17,09 17,26 17,14 1,00 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 40,86 40,79 41,26 41,55 41,26 0,98 CMIG4 CEMIG PN 11,30 11,25 11,32 11,36 11,34 0,98 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,36 13,31 13,43 13,54 13,38 0,90 EMBJ3 EMBRAER ON 86,51 86,01 86,79 87,46 86,89 0,87 WEGE3 WEG ON 47,00 46,91 47,33 47,77 47,20 0,81 BBAS3 BRASIL ON 21,25 21,06 21,22 21,36 21,35 0,76 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,00 19,93 20,25 20,45 20,25 0,70 BRKM5 BRASKEM PNA 5,86 5,79 5,92 5,98 5,97 0,67 TIMS3 TIM ON 19,56 19,23 19,38 19,68 19,43 0,67 B3SA3 B3 ON 15,90 15,52 15,75 15,90 15,73 0,64 PSSA3 PORTO SEGURO ON 54,64 53,70 54,88 55,29 54,70 0,64 RDOR3 REDE D OR ON 35,10 34,28 34,56 35,10 34,64 0,64 ENEV3 ENEVA ON 26,54 25,97 26,29 26,54 26,31 0,61 NATU3 NATURA ON 8,41 8,37 8,43 8,50 8,38 0,60 LREN3 LOJAS RENNER ON 13,70 13,44 13,58 13,70 13,60 0,59 ISAE4 ISA ENERGIA PN 26,87 26,66 26,87 27,02 26,89 0,49 ENGI11 ENERGISA UNT 50,49 49,63 49,92 50,56 49,81 0,40 UGPA3 ULTRAPAR ON 33,06 32,75 32,95 33,17 33,05 0,39 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,25 42,89 42,99 43,30 42,89 0,35 BPAC11 BTGP BANCO UNT 56,86 56,57 56,88 57,12 56,80 0,32 VALE3 VALE ON 75,70 75,24 76,31 76,93 76,28 0,25 BBDC4 BRADESCO PN 18,51 18,43 18,54 18,72 18,43 0,22 MRVE3 MRV ON 4,75 4,70 4,79 4,89 4,74 0,21 MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 4,95 4,88 5,02 5,11 5,03 0,20 ABEV3 AMBEV S/A ON 16,10 15,85 15,99 16,10 15,99 0,19 ITSA4 ITAUSA PN 13,90 13,80 13,85 13,93 13,82 0,14 CEAB3 CEA MODAS ON 9,48 9,42 9,47 9,61 9,44 0,11 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 46,56 45,90 46,19 46,64 46,14 0,11 VIVA3 VIVARA ON 22,30 21,95 22,18 22,30 22,18 0,09 BBDC3 BRADESCO ON 16,20 15,93 16,00 16,24 15,99 0,00 EQTL3 EQUATORIAL ON 39,14 38,48 38,67 39,36 38,66 0,00 GGBR4 GERDAU PN 25,00 24,98 25,13 25,33 24,98 0,00 VIVT3 TELEF BRASIL ON 33,08 32,63 32,87 33,26 32,63 0,00 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,64 5,62 5,71 5,81 5,71 -0,17 TOTS3 TOTVS ON 31,25 30,77 31,08 31,49 31,06 -0,22 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 53,64 52,82 53,18 53,65 52,82 -0,25 MULT3 MULTIPLAN ON 28,95 27,88 28,10 29,12 28,13 -0,35 GOAU4 GERDAU MET PN 10,90 10,88 10,96 11,03 10,92 -0,36 CPLE3 COPEL ON 14,97 14,78 14,86 14,97 14,83 -0,40 ALOS3 ALLOS ON 27,50 26,97 27,12 27,50 27,09 -0,48 TAEE11 TAESA UNIT 39,70 39,63 39,80 40,15 39,66 -0,53 POMO4 MARCOPOLO PN 5,38 5,27 5,34 5,38 5,31 -0,56 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 30,10 29,78 29,88 30,19 29,80 -0,63 CYRE3 CYRELA REALT ON 21,80 21,37 21,48 21,81 21,37 -0,74 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 15,13 14,53 14,70 15,13 14,76 -0,87 DIRR3 DIRECIONAL ON 11,50 11,30 11,38 11,58 11,35 -0,96 YDUQ3 YDUQS PART ON 8,38 8,24 8,30 8,52 8,26 -0,96 CURY3 CURY S/A ON 30,56 30,00 30,18 30,99 30,09 -1,02 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 25,39 24,83 24,93 25,39 24,83 -1,12 COGN3 COGNA ON 2,33 2,28 2,31 2,35 2,28 -1,30 SMFT3 SMART FIT ON 20,20 19,50 19,70 20,20 19,70 -1,30 RENT3 LOCALIZA ON 39,00 37,60 37,78 39,00 37,61 -1,62 HYPE3 HYPERA ON 21,82 21,22 21,35 22,20 21,27 -1,76 AURE3 AUREN ON 11,20 10,91 11,00 11,28 10,98 -1,96 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,92 4,75 4,84 4,92 4,84 -2,22 MBRF3 MARFRIG ON 17,95 17,34 17,53 18,01 17,54 -2,34 VAMO3 VAMOS ON 3,44 3,33 3,36 3,45 3,34 -2,34 USIM5 USIMINAS PNA 7,54 7,29 7,40 7,65 7,36 -2,52 BRAV3 BRAVA ON 20,43 19,73 20,07 20,48 19,80 -2,89 — Foto: Getty Images