AL

ALZR11

Fundos Imobiliários

Alianza Trust Renda Imobiliaria Fundo Investimento Imobiliario Investor

CNPJ: 28737771000185

Preço Atual
R$ 9,82
-1.80%
Abertura
R$ 9,94
Fec. Ant: R$ 9,92
Variação Dia
Min: R$ 9,82
Max: R$ 9,98
52 Semanas
Mín: R$ 9,82
Máx: R$ 10,85
Volume
471.695
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
9.00%
P/VP
0.95
VPA
R$ 10,55
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a ALZR11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O ALIANZA TRUST FII RL (ALZR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 25/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 24/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 25/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 25/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0851
Pagamento: 23/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 23/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 25/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 24/10/2025
RENDIMENTO R$ 0,0835
Pagamento: 25/09/2025
RENDIMENTO R$ 0,0825
Pagamento: 25/08/2025

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FIIs ganham 38 mil investidores e base de cotistas supera 3,2 milhões
B3 20/06/2026

FIIs ganham 38 mil investidores e base de cotistas supera 3,2 milhões

FIIs ganham 38 mil investidores e base de cotistas supera 3,2 milhões Os fundos imobiliários (FIIs) seguem ampliando a base de investidores no Brasil. Em maio, houve entrada líquida de aproximadamente 38 mil novos cotistas, elevando o total para 3,209 milhões — o maior patamar já registrado pela indústria, de acordo com a B3. O avanço ocorre mesmo com taxas de juros elevadas e maior concorrência da renda fixa. A trajetória de crescimento reflete a busca por renda recorrente, diversificação patrimonial e exposição ao mercado imobiliário sem a necessidade de adquirir imóveis diretamente. Esse movimento mantém os FIIs como alternativa relevante para quem pretende acessar o setor por meio do mercado de capitais. Fundos imobiliários ampliam base de investidores A marca histórica de 3,209 milhões foi alcançada após abril terminar com cerca de 3,171 milhões de investidores. Em um mês, a base de cotistas avançou aproximadamente 1,2%, segundo a B3. O resultado reforça o interesse contínuo pelo segmento, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador. O crescimento consistente dos FIIs nos últimos anos indica consolidação do produto entre investidores de diferentes perfis. A expansão da indústria acompanha o desenvolvimento de veículos com estratégias mais diversas e maior oferta no mercado. Negociação de fundos imobiliários avança em maio No mercado secundário, a movimentação também foi relevante em maio. O volume financeiro negociado alcançou cerca de R$ 10,5 bilhões no período, enquanto o volume médio diário ficou próximo de R$ 527 milhões, de acordo com a B3. Esses números apontam para liquidez significativa no segmento. A dinâmica favorece investidores que buscam comprar ou vender cotas com facilidade. O desempenho ocorre em um contexto em que diversos fundos imobiliários estão sendo negociados abaixo dos valores patrimoniais, fator que tem atraído participantes atentos a preços e ao comportamento do mercado. Pessoa física lidera os fundos imobiliários Os investidores individuais seguem como o principal público dos FIIs no país. Dados da B3 indicam que as pessoas físicas concentram a maior parte da base de cotistas e respondem por parcela relevante do patrimônio investido e das negociações do segmento. Aplicações acessíveis e a distribuição periódica de rendimentos contribuíram para a popularização dos FIIs. Com isso, um número crescente de investidores tem incorporado o produto para objetivos como geração de renda passiva e diversificação de portfólio. A ampliação do acesso à educação financeira e a maior disseminação de informações sobre o mercado de capitais, fenômeno observado especialmente desde a pandemia, também impulsionaram a entrada de novos participantes no segmento. O que sustenta o crescimento dos fundos imobiliários Os FIIs seguem como porta de entrada para diferentes nichos do mercado imobiliário, como galpões logísticos, lajes corporativas, shopping centers, hospitais e agências bancárias, além de títulos atrelados ao setor. Essa variedade permite exposição segmentada sem a aquisição direta de imóveis. Outro fator relevante é a diversidade de estratégias. O mercado reúne fundos voltados para renda imobiliária, desenvolvimento de projetos, recebíveis imobiliários e carteiras híbridas, o que amplia o leque de perfis contemplados dentro da indústria. Com mais de 3,2 milhões de investidores, os FIIs reforçam a posição entre os principais segmentos da renda variável brasileira. A evolução em maio mostra que, mesmo diante de desafios econômicos, os fundos imobiliários seguem ganhando espaço nas carteiras e ampliando sua relevância no mercado de capitais.

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B3 19/06/2026

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IFIX fecha sexta-feira estável aos 3.800 pontos, mas acumula queda na semana O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX), principal termômetro dos FIIs na B3, encerrou a sexta-feira (19) aos 3.800,08 pontos, praticamente estável, com leve alta de 0,01% sobre o fechamento anterior. Na comparação com a sexta-feira anterior (12), quando marcou 3.814,03 pontos, o índice acumulou recuo de 13,95 pontos, equivalente a uma queda de aproximadamente 0,37% na semana. Ao longo do pregão, o indicador oscilou em faixa estreita: a mínima foi de 3.798,57 pontos e a máxima atingiu 3.807,49 pontos. Apesar de ter operado em níveis mais altos durante a sessão, terminou o dia próximo da estabilidade. No horizonte de 52 semanas, o IFIX segue acima da mínima de 3.402,09 pontos registrada no período e abaixo da máxima de 3.944,38 pontos. IFIX fecha estável no dia O desempenho diário refletiu um mercado de FIIs sem grandes direções na B3. Mesmo com a oscilação intradiária entre 3.798,57 e 3.807,49 pontos, o fechamento em 3.800,08 pontos manteve o índice praticamente inalterado. Na semana, o recuo de 0,37% consolidou a perda frente aos 3.814,03 pontos vistos na sexta-feira (12). O movimento não alterou a fotografia de médio prazo: o patamar atual permanece distante tanto da mínima de 3.402,09 pontos quanto da máxima de 3.944,38 pontos observadas nas últimas 52 semanas. Altas e baixas do pregão Entre os destaques positivos, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) registrou a maior valorização do dia, alta de 5,79%, encerrando cotado a R$ 25,15. Na sequência, o ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) avançou 2,82% e fechou a R$ 4,76. Do lado negativo, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária FII Recebíveis) recuou 2,71%, encerrando a sessão a R$ 5,39. Já o XPLG11 (XP Log) caiu 2,68% e terminou o pregão negociado a R$ 91,70. FIIs mais negociados no dia Entre os fundos com maior giro financeiro, o CPTS11 (Capitania Securities II) terminou cotado a R$ 7,30, em alta de 0,14%, movimentando R$ 1,97 milhão. O GGRC11 (GGR Covepi Renda) fechou a R$ 9,85, queda de 1,01%, com volume de R$ 1,92 milhão. O MXRF11 (Maxi Renda) avançou 0,62% e encerrou a R$ 9,75, com R$ 1,6 milhão em negócios. O GARE11 (Guardian Logística) subiu 0,12% para R$ 8,15, somando R$ 1,07 milhão em volume. Por fim, o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) fechou a R$ 19,35, queda de 0,97%, com volume de R$ 773,13 mil em negócios.

Selic alta, aluguel em alta: o paradoxo do mercado de apartamentos para alugar em São Paulo em 2026
Selic 19/06/2026

Selic alta, aluguel em alta: o paradoxo do mercado de apartamentos para alugar em São Paulo em 2026

O manual da teoria econômica é relativamente claro: juros altos encarecem o crédito, reduzem a capacidade de compra, desaquecem o mercado imobiliário e aliviam a pressão sobre os preços de locação. Em São Paulo, o manual não está sendo seguido. Com a Selic em 14,75% ao ano, o mercado de apartamentos para alugar na capital paulista registrou alta de 9,48% em 2025 segundo o Índice FipeZAP, mais que o dobro do IPCA no mesmo período, e entrou em 2026 com os preços continuando a subir acima da inflação oficial. O paradoxo tem explicação, e ela passa por fatores estruturais que nenhuma política monetária consegue resolver no curto prazo. Os números que desafiam a teoria O Índice FipeZAP de fevereiro de 2026 registrou alta de 0,94% nos preços de locação residencial no Brasil, aceleração em relação ao mês anterior, quando o avanço foi de 0,65%. Em janeiro, o índice já superava tanto o IPCA, que ficou em 0,33%, quanto o IGP-M, com variação de 0,41%. O aluguel residencial subiu acima da inflação pelo terceiro ano consecutivo no país, e São Paulo, com 9,48% de alta acumulada em 2025, ficou entre as capitais com maior pressão de preços, atrás apenas do Rio de Janeiro, que registrou 12,11% no mesmo período. A taxa de vacância em São Paulo está em torno de 6%, valor que fica consistentemente abaixo da média histórica de 8% a 10% do mercado paulistano. Uma vacância baixa significa que a oferta de imóveis disponíveis para locação não acompanha a demanda, o que retira do locatário o poder de barganha e sustenta os preços independentemente do custo do dinheiro no mercado financeiro. O rental yield, indicador que mede a rentabilidade do aluguel sobre o valor total do ativo, ficou em 0,52% ao mês em dezembro de 2025, equivalente a 6,28% ao ano na capital paulista. O número é inferior à Selic, o que teoricamente tornaria a renda com aluguel menos atrativa do que a renda fixa para o investidor. Na prática, porém, a combinação de valorização do imóvel, proteção patrimonial e demanda estruturalmente reprimida mantém o apartamento para alugar em São Paulo como ativo competitivo mesmo nesse cenário de juros elevados. Espaço Publicitário Por que a demanda não cede A chave para entender o paradoxo está em uma característica que economistas chamam de inelasticidade da demanda. Moradia não é um bem que se dispensa quando fica caro. O paulistano que precisa morar perto do trabalho, do metrô ou da escola dos filhos não tem a opção de simplesmente sair do mercado de locação porque o aluguel subiu. Ele negocia, comprime o espaço, divide moradia ou se desloca para bairros mais distantes, mas permanece no mercado. Esse comportamento sustenta a demanda por apartamentos para alugar em São Paulo de forma praticamente independente do ciclo de juros. O que a Selic alta faz, nesse contexto, é deslocar o problema de um mercado para outro: ao encarecer o crédito imobiliário, impede que potenciais compradores saiam do aluguel para a casa própria, mantendo esses consumidores no mercado de locação por mais tempo e aumentando a pressão sobre uma oferta que já era insuficiente. O crescimento populacional da capital reforça essa dinâmica. São Paulo concentra os maiores polos de emprego formal do país, recebe migrantes internos e internacionais de forma contínua e tem uma dinâmica urbana que exige proximidade geográfica ao trabalho de uma forma que cidades menores não impõem. O resultado é uma demanda por moradia que cresce independentemente do ciclo econômico de curto prazo. O mercado que se reinventa sob pressão A pressão dos juros alterou o comportamento dos agentes, mas não freou o mercado. No segmento de lançamentos, incorporadoras passaram a desenvolver produtos pensados desde a concepção para o aluguel, o chamado modelo multifamily, em que todas as unidades pertencem a um único proprietário e são destinadas à locação com gestão profissional. O conceito, consolidado nos Estados Unidos e Europa, ganhou tração em São Paulo nos últimos dois anos e começa a mudar a composição da oferta de apartamentos para alugar na cidade. No segmento de bairros, a valorização segue padrão heterogêneo. Imóveis localizados a até 500 metros de uma estação de metrô custam em média entre 18% e 25% mais do que imóveis equivalentes a 1 quilômetro de distância. Os Jardins seguem como o bairro mais caro para locação, com preço médio de R$ 82,2 por metro quadrado. Bela Vista e Perdizes registraram alta de 8,5% nos últimos doze meses e figuram entre os bairros com maior valorização recente. Barra Funda e Vila Andrade lideram o crescimento em verticalização, com novos empreendimentos que adicionam unidades ao mercado mas ainda não são suficientes para aliviar a pressão sobre os preços. O investidor entre dois mundos O paradoxo do mercado de locação paulistano coloca o investidor em uma posição incomum. Com a Selic a 14,75%, a renda fixa entrega retorno nominal elevado com liquidez e baixíssimo risco. O apartamento para alugar em São Paulo oferece rental yield inferior à taxa básica, mas entrega valorização patrimonial, proteção contra inflação de longo prazo e um ativo real em um mercado com demanda estruturalmente reprimida. A equação não tem resposta universal. Depende do horizonte de investimento, da capacidade de gestão do imóvel, da localização escolhida e da expectativa sobre o ciclo de juros. O que os dados de 2025 e início de 2026 mostram é que, mesmo em um ambiente adverso para o crédito, o mercado de locação em São Paulo continuou entregando valorização real. Para o investidor com visão de médio e longo prazo, esse histórico de resiliência é o argumento mais robusto que o mercado imobiliário paulistano tem a oferecer. O paradoxo que não é paradoxo Visto de perto, o comportamento do mercado de apartamentos para alugar em São Paulo em 2026 é menos paradoxal do que parece. A Selic alta pressiona o crédito e afasta compradores do mercado de aquisição, o que aumenta a base de locatários. A demanda inelástica por moradia sustenta os preços independentemente do ciclo monetário. A oferta cresce em ritmo inferior ao da demanda por restrições estruturais de terreno e custo de construção. E o crescimento populacional da maior metrópole da América Latina não para enquanto o banco central calibra a taxa de juros. O aluguel sobe porque São Paulo continua crescendo e o estoque de imóveis disponíveis não acompanha esse crescimento. A Selic, nesse contexto, é mais combustível do que freio: ao impedir a migração de locatários para proprietários, mantém a pressão sobre um mercado que já tinha razões estruturais suficientes para seguir aquecido. Por Lucas Alberti, especial