ABCB4
Serviços FinanceirosBanco ABC Brasil SA Conv Pfd
CNPJ: 28195667000106
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 8.473,67 Mi | R$ 10.120,64 Mi | R$ 5.972,04 Mi | R$ 5.082,21 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.655,44 Mi | R$ 1.586,90 Mi | R$ 1.344,05 Mi | R$ 1.532,58 Mi |
| EBITDA | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.002,00 Mi | R$ 971,27 Mi | R$ 800,85 Mi | R$ 789,72 Mi |
Sobre a ABCB4
O Banco ABC Brasil S.A. (ABCB4) é uma instituição financeira com atuação concentrada em banco de atacado, crédito corporativo, mercado de capitais, tesouraria e produtos para empresas de médio e grande porte. A operação inclui capital de giro, financiamento estruturado, garantias, serviços de câmbio e soluções de cash management, com menor exposição relativa ao varejo de massa. A companhia integra um grupo financeiro internacional e opera no Brasil com foco em rentabilidade ajustada a risco. No setor bancário brasileiro, o ABC Brasil compete principalmente no nicho corporate, onde a originação de crédito depende de relacionamento comercial, avaliação setorial e disciplina de provisões. O desempenho está ligado ao ciclo econômico, custo de captação, inadimplência e demanda por crédito empresarial. A instituição mantém atuação em operações locais e internacionais para clientes corporativos, com gestão de capital, liquidez e risco regulatório como vetores centrais do modelo de negócio.
Dividendos
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De acordo com a Bolsa do Brasil, novo indicador faz ajustes da carteira de forma gradual, ao longo de rebalanceamentos consecutivos A B3 anunciou o lançamento do Índice Small Cap Smart Rebal B3 (SCSR), que acompanha o desempenho médio das cotações das ações de empresas de menor valor de mercado listadas na bolsa paulista, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira. O novo indicador faz ajustes da carteira de forma gradual, ao longo de rebalanceamentos consecutivos, disse a B3. Ele também já nasce atrelado ao ETF XCAP11 da XP. De acordo com a B3, para entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% do valor de mercado de todas as companhias listadas no mercado à vista, além de estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de negociabilidade, ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como "penny stock", que são as ações negociadas por menos de R$1. "Criamos um índice que acompanha as small caps com menos movimentações na carteira durante os rebalanceamentos. Isso traz mais previsibilidade para gestores e investidores e pode facilitar o desenvolvimento de fundos e ETFs ligados ao indicador", disse Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3, em nota. (Por Igor SodréEdição de Alexandre Caverni)
B3 lança índice para medir desempenho de ações de menor capitalização
A B3 lançou o SCSR (Índice Small Cap Smart Rebal), que acompanha o desempenho das cotações das ações de empresas listadas de menor valor de mercado. De acordo com a Bolsa, o indicador foi criado para acompanhar esse grupo com uma metodologia que faz os ajustes da carteira de forma gradual, ao longo de rebalanceamentos. Para entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% do valor de mercado de todas as companhias listadas no mercado à vista da B3. Também é necessário estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de negociabilidade, além de ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como penny stock, ações negociadas por menos de R$ 1. O ativo é excluído se deixar de atender a tais critérios ou se entrar em situação especial de listagem, caso em que a exclusão ocorre ao final do primeiro dia de negociação nesse enquadramento.
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A B3 lançou o Índice Small Cap Smart Rebal (SCSR), que acompanha o desempenho das cotações das ações de empresas listadas de menor valor de mercado. De acordo com a Bolsa, o indicador foi criado para acompanhar esse grupo com uma metodologia que faz os ajustes da carteira de forma gradual, ao longo de rebalanceamentos. Para entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% do valor de mercado de todas as companhias listadas no mercado à vista da B3. Também é necessário estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de negociabilidade, além de ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como penny stock, ações negociadas por menos de R$ 1. O ativo é excluído se deixar de atender a tais critérios ou se entrar em situação especial de listagem, caso em que a exclusão ocorre ao final do primeiro dia de negociação nesse enquadramento. Os papéis são ponderados por ações que estão em circulação no mercado, o que, segundo a B3, ajuda a refletir melhor a liquidez disponível e a composição da carteira teórica. O Índice entra em operação com o ETF XCAP11 da XP atrelado. "Criamos um índice que acompanha as small caps com menos movimentações na carteira durante os rebalanceamentos. Isso traz mais previsibilidade para gestores e investidores e pode facilitar o desenvolvimento de fundos e ETFs ligados ao indicador", pontua o gerente de Produtos na B3, Hênio Scheidt.