VITT3 – Cotação Vittia S.A.
Materiais BásicosVittia S.A.
CNPJ: 45365558000109
Resumo Fundamentalista de VITT3
O ativo VITT3 (Vittia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 2,92, acumulando uma variação de -4.26% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,73 e a máxima de R$ 4,83. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Fertilizantes e Defensivos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 7.27x e P/VP de 0.78x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 819,98 Mi | R$ 786,62 Mi | R$ 756,11 Mi | R$ 851,19 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 243,64 Mi | R$ 265,79 Mi | R$ 276,07 Mi | R$ 326,47 Mi |
| EBITDA | R$ 72,46 Mi | R$ 88,24 Mi | R$ 98,98 Mi | R$ 181,27 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 66,15 Mi | R$ 75,30 Mi | R$ 97,30 Mi | R$ 147,48 Mi |
Sobre a VITT3
Vittia S.A. é uma empresa brasileira atuante no segmento de alimentos e bebidas, especializada em produção e comercialização de produtos alimentícios. A companhia opera em segmentos de processamento de alimentos, produção de bebidas e comercialização de produtos alimentícios, atendendo mercados doméstico. Vittia está envolvida em atividades de produção, processamento e distribuição de produtos alimentícios de qualidade. A companhia é um player importante no segmento de alimentos e bebidas do Brasil, operando com foco em qualidade e inovação de seus produtos. Com receita anual superior a R$ 200 milhões, a Vittia é um importante fabricante de produtos alimentícios do Brasil. A empresa está comprometida com qualidade de seus produtos, inovação em processamento de alimentos e sustentabilidade ambiental.
Dividendos
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Momento B3: Allied, Copasa, Melnick, Sabesp, T4F e os principais destaques desta quinta-feira (13)
Esse é o Momento B3 do dia 13 de agosto de 2026, com tudo o que você precisa saber sobre as empresas negociadas na B3! Atualização constante durante o pregão. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥 Allied (ALLD3) A Allied reportou lucro líquido de R$ 36,6 milhões no 2T26, mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2025, com crescimento de 130,8%. A margem líquida avançou de 1,1% para 2,5%. Azzas (AZZA3) A Azzas reportou no segundo trimestre de 2026 lucro líquido de R$ 106,5 milhões, queda de 62,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Banco do Brasil (BBAS3) O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 3,3% na comparação anual e de 13,9% sobre os três primeiros meses do ano. O resultado veio acima dos R$ 3,6 bilhões projetados por analistas, segundo estimativas compiladas pela LSEG. Saiba mais… Copasa (CSMG3) A Copasa encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões, queda de 4,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado mostra uma companhia que segue avançando operacionalmente, mas enfrenta uma pressão cada vez maior das despesas financeiras e do aumento do endividamento. Saiba mais… Desktop (DESK3) A Desktop encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 29,2 milhões, queda de 17% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração no lucro, o balanço financeiro mostrou avanço operacional, com receita líquida consolidada de R$ 322 milhões e EBITDA ajustado de R$ 172,4 milhões. Saiba mais… Grupo GPS (GGPS3) O Grupo GPS reportou lucro líquido de R$ 378 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), avanço de 204% em relação aos R$ 124,5 milhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado da companhia, negociada na bolsa de valores por meio das ações Grupo GPS, foi impulsionado principalmente pela reversão de provisões relacionadas ao tema do Sistema S, que trouxe impacto positivo líquido de aproximadamente R$ 230 milhões no trimestre. Saiba mais… Grupo Multi (MLAS3) O Grupo Multi encerrou o segundo trimestre de 2026 com um salto expressivo no lucro líquido, que alcançou R$ 142,2 milhões, alta de 619,1% em relação aos R$ 19,8 milhões registrados no mesmo período de 2025. A margem líquida também avançou de 2,1% para 14,8%, reforçando a melhora da rentabilidade da companhia. Saiba mais… Kepler Weber (KPLE3) A Kepler Weber encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido de R$ 6,3 milhões, uma queda de 56,1% em relação aos R$ 14,4 milhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado trimestral da companhia veio acompanhado de retração da receita e do Ebitda, evidenciando a pressão sobre as margens no período. Saiba mais… Log-In (LOGN3) A Log-In apresentou lucro líquido de R$ 133,2 milhões no 2T26, salto de 431% frente ao lucro de R$ 25,1 milhões registrado um ano antes. O resultado foi beneficiado principalmente pelo ganho com a venda dos navios Log-In Pantanal e Log-In Resiliente. Melnick (MELK3) A Melnick encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 34,1 milhões, queda de 13,1% em relação ao 2T25. Apesar da retração do lucro nominal, a margem líquida antes da participação dos minoritários avançou para 18,6%, ante 14,8% um ano antes. Metal Leve (LEVE3) A Mahle Metal Leve divulgou nesta quarta-feira, 12, após o fechamento do mercado, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 159,5 milhões, alta de 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Moura Dubeux (MDNE3) A Moura Dubeux divulgou nesta quarta-feira, 12, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) o maior lucro líquido trimestral de sua: R$ 173,9 milhões, crescimento de 44,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). MRV&CO (MRVE3) A MRV&CO encerrou o segundo trimestre de 2026 com prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões, uma redução de 22,7% em relação à perda registrada no mesmo período de 2025. Apesar do resultado negativo, o balanço financeiro trouxe sinais de recuperação operacional, com receita líquida de R$ 2,99 bilhões, alta de 10,7% na comparação anual, e lucro líquido ajustado de R$ 73,8 milhões. Saiba mais… Rumo (RAIL3) A Rumo apresentou lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 5,8% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração anual, o resultado veio acima das expectativas do mercado, que apontavam para lucro de R$ 526,4 milhões, segundo dados compilados pela LSEG. O balanço foi divulgado na quarta-feira (12/08). Saiba mais… Sabesp (SBSP3) A Sabesp divulgou nesta quarta-feira, 12, lucro líquido ajustado de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 41,2% em relação ao mesmo período de 2025. Simpar (SIMH3) A Simpar encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido ajustado de R$ 52 milhões nas operações continuadas, revertendo o prejuízo ajustado de R$ 42 milhões registrado no mesmo período de 2025. O resultado veio acompanhado de melhora operacional e de uma redução relevante da alavancagem financeira do grupo. Saiba mais… Suzano (SUZB3) A Suzano registrou lucro líquido de R$ 1,81 bilhão no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 64% frente aos R$ 5,01 bilhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado trimestral foi pressionado principalmente pela piora do resultado financeiro, pela redução da receita líquida e pelo aumento dos custos de produção, em meio à valorização do real frente ao dólar e aos impactos das tensões geopolíticas sobre custos e logística. Saiba mais… T4F (SHOW3) A T4F registrou prejuízo líquido de R$ 14,6 milhões no segundo trimestre de 2026, piora significativa em relação ao prejuízo de R$ 0,1 milhão observado no mesmo período de 2025. Track&Field (TFCO4) A Track&Field registrou lucro líquido ajustado de R$ 44,3 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida ajustada, porém, caiu 1,1 ponto percentual, para 15,8%. Ultrapar (UGPA3) A Ultrapar Participações encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, alta de 46% na comparação anual. O resultado da companhia veio acima das expectativas dos analistas, enquanto o EBITDA ajustado recorrente avançou 2,5 vezes, para R$ 3,66 bilhões. O balanço financeiro também trouxe uma notícia relevante para quem acompanha as ações Ultrapar: a empresa aprovou R$ 1,085 bilhão em dividendos, equivalentes a R$ 1 por ação, além de um programa de recompra de até 18 milhões de ações. Saiba mais… Unifique (FIQE3) A Unifique divulgou nesta quarta-feira, 12, após o fechamento do mercado, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 45,9 milhões, leve alta de 1,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Vale (VALE3) A Vale informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) decidiu avançar com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation, ou CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará. Vittia (VITT3) A Vittia reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 17,4 milhões no 2T26, uma melhora de 17,8% em relação ao prejuízo de R$ 21,2 milhões registrado no mesmo período do ano passado. A margem líquida ajustada passou de -21,4% para-15,3%.
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h29 – atualizado às 9h52 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em queda nesta quarta-feira, 12, mas reduziu as perdas. Às 9h51 caía 0,04% aos 168.250 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h51 o dólar comercial tinha queda de 0,30% cotado a R$ 5,145. Minério, petróleo, petróleo, ouro e bitcoin (9h24) Petróleo Brent: +0,35% (US$ 89,2). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +0,94% (US$ 64.387) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): +0,60% (US$ 4.469) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,07% a 705,5 iuanes (US$ 104,59). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h23 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,29%. Nasdaq futuro subia 0,70%. Notícias corporativas O conselho de administração da Taesa (TAEE4, TAEE11) aprovou na terça-feira, 11 de agosto, a distribuição de proventos no montante de R$ 206.781.450,18, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O valor do dividendo intercalar por Unit TAEE11 é R$ 0,24076375464. O valor do JCP por Unit TAEE11 é R$ 0,35947457988. O valor do dividendo por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,08025458488. O valor dos JCP por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,11982485996. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 26 de novembro de 2026, com base na posição acionária do dia 14 de agosto de 2026. A partir do dia 17 de agosto as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3. A Taesa também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido regulatório de R$ 206,8 milhões no 2T26, queda anual de 28,5%. O Ebitda regulatório do 2T26 atingiu R$ 577,2 milhões, 10,6% maior que o registrado no 2T25, e a margem Ebitda atingiu 85,0% (+1,0pp versus 2T25). Segundo a Taesa, o desempenho do Ebitda e da margem Ebitda são explicados pelas entradas em operação parciais de Tangará, Saíra (2ª fase) e Ananaí, além da entrada em operação comercial de Pitiguari e dos reforços de São Pedro, TSN e ATE III; reajuste inflacionário do ciclo RAP; e crescimento dos custos e despesas operacionais abaixo da inflação. A Receita líquida regulatória no 2T26 alcançou R$ 679,2 milhões, 9,3% maior que o registrado no 2T25, explicada, principalmente, pelo aumento da Receita de Transmissão em função das entradas em operação parciais de Tangará, Saíra (2ª fase) e Ananaí, além da entrada em operação comercial de Pitiguari e dos reforços de São Pedro, TSN e ATE III e do reajuste positivo do IGP-M e IPCA no ciclo RAP 2025-2026 para todas as concessões da companhia. Banco Pine tem lucro líquido de R$ 165,7 milhões no 2T26, alta anual de 99,6% O Banco Pine (PINE4) encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido de R$ 165,7 milhões, crescimento de 99,6% sobre o segundo trimestre de 2025 (2T25) e de 10,5% sobre o primeiro trimestre (1T26). No 2T26 o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) foi de 37,5%, alta de 8,5 p.p. em relação ao 2T25. No acumulado do primeiro semestre, o lucro somou R$ 315,6 milhões, alta de 101,7% em relação ao primeiro semestre de 2025. A carteira de crédito expandida alcançou R$ 21,8 bilhões, alta de 40% em doze meses. Segundo o banco, a alta foi devido ao crescimento do Varejo Colateralizado, que atingiu R$ 14,7 bilhões, com destaque para os segmentos da rota do yield (saldo de Consignado Privado + Cartões, medido sobre a carteira de crédito expandida e, alternativamente, sobre a carteira de Varejo) e para a estratégia de crescimento com o apoio de mercado de capitais no INSS, e ao crescimento do Atacado focado em operações estruturadas e colateralizadas, somando R$ 7,1 bilhões em junho/26. O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 190 milhões. Esse montante correspondente a R$ 0,6167878071 por ação ordinária de emissão da companhia. Terão direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 14 de agosto de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 17 de agosto, inclusive. O pagamento será realizado em uma única parcela em 8 de setembro de 2026. A Cury também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido (atribuível à Cury) de R$ 270,5 milhões, alta de 14,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda da companhia no 2T26 alcançou R$ 387 milhões, crescimento de 19,8% quando comparado ao 2T25. A Receita Líquida foi recorde e totalizou no trimestre R$ 1,69 bilhão, expansão de 25,5% em relação ao 2T25. O conselho de administração da Bemobi Mobile (BMOB3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio. O valor total da distribuição é de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,19178292 por ação, e ao valor líquido de R$ 13,2 milhões, correspondente a R$ 0,15822091 por ação. Terão direito ao recebimento acionistas da companhia no fechamento do pregão de 14 de agosto de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 17 de agosto. O pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 28 de agosto de 2026. A Bemobi também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 45,2 milhões, alta de 30,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado registrou crescimento de 33% em relação ao 2T25, para R$ 79 milhões, com expansão de 0,8 p.p. na margem para 34,9%. Organicamente, o Ebitda ajustado cresceu 24% na mesma base de comparação, com expansão de 2,7 p.p. A Receita líquida cresceu 30% na base anual para R$ 227 milhões, ou 36% excluindo efeito da variação cambial (FXN). Organicamente (excluindo Paytime), a receita líquida cresceu 15% na base anual (20% ano/ano FXN), completando dez trimestres consecutivos de crescimento anual. Vamos tem lucro de R$ 101,1 milhões no 2T26, alta anual A Vamos (VAMO3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 101,1 milhões, alta de 9% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Na base ajustada o lucro teve alta de 21,8% no ano. No 2T26 o Ebitda da companhia atingiu R$ 971,5 milhões, crescimento de 6,6% em relação ao 2T25. O Ebitda ajustado teve alta de 8,4% na mesma base de comparação. A Receita líquida da Vamos no 2T26 foi de R$ 1,56 bilhão, expansão de 10,8% no ano. Lucro da Frasle cresce no 2T26 A Frasle (FRAS3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 88 milhões, alta de 82,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). No 2T26, o Ebitda ajustado da companhia foi de R$ 282,3 milhões, crescimento de 18,4% na base anual de comparação. A margem chegou a 20,4%, alta de 2,9 pontos percentuais e a maior marca trimestral da história da Frasle. A receita líquida atingiu R$ 1,38 bilhão, leve expansão de 1,8% no ano. Cruzeiro do Sul reporta lucro de R$ 100,7 milhões no 2T26 A Cruzeiro do Sul (CSED3) teve lucro líquido no segundo trimestre de 2026 (2T26) de R$ 100,7 milhões, alta de 60,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Segundo a educacional, o resultado reflete a melhora do desempenho operacional e do resultado financeiro – ajustados pelos efeitos de reclassificação. O Ebitda ajustado do segundo trimestre totalizou R$ 233,5 milhões, crescimento de 16% na comparação com o 2T25. A Receita Líquida consolidada no segundo trimestre atingiu R$ 780,3 milhões, sendo 8,2% superior ao 2T25, impulsionada pelo avanço da Medicina e demais cursos da área da saúde no mix do segmento Presencial, somado ao maior volume de veteranos na base e pela maior representatividade do semipresencial, com cursos de maior valor agregado, no Digital. Blau Farmacêutica reportou lucro líquido de R$ 56 milhões no 2T26 A Blau Farmacêutica (BLAU3) reportou lucro líquido de R$ 56 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 12% na comparação com o mesmo período de 2025 (2T25). Já o lucro líquido recorrente somou R$ 71 milhões, alta anual de 12%. O Ebitda recorrente atingiu R$ 126 milhões, leve crescimento de 3% em relação ao 2T25. A Receita líquida da Blau somou R$ 487 milhões, expansão de 5% no ano. Vitru (VTRU3): lucro líquido ajustado por imposto caixa soma R$ 159,9 milhões no 2T26 A Vitru Educação (VTRU3) que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado por imposto caixa de R$ 159,9 milhões, crescimento de 31,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Sem ajuste, o lucro líquido foi de R$ 105,6 milhões, queda de 17% na comparação anual. O Ebitda ajustado da companhia do setor de educação foi de R$ 278 milhões no 2T26, alta de 9,3%. A receita líquida atingiu R$ 661,4 milhões, expansão de 9,1% no ano. A Direcional (DIRR3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 201,6 milhões, alta de 9,7% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). A receita líquida no 2T26 somou R$ 1,27 bilhão, expansão de 20,1% na base anual. A Direcional também anunciou nesta terça-feira, 11, que seu conselho de administração aprovou a abertura de novo programa de recompra de ações. Foi aprovada a aquisição de até 32 milhões de ações de emissão da Direcional. Atualmente, existem 327.236.076 de ações ordinárias da companhia em circulação. O prazo máximo para realização das aquisições é de 18 meses, iniciando-se em 12 de agosto. A B3 (B3SA3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido recorrente de R$ 1,376 bilhão, alta de 8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Já o lucro líquido atribuído aos acionistas da B3 foi de R$ 1,698 bilhão, alta de 28,2% no ano. O Ebitda recorrente foi de R$ 1,9 bilhão. A Receita total foi de R$ 3,1 bilhões no 2T26, crescimento de 12,2% em relação ao 2T25, refletindo os crescimentos de 8% das receitas pró-cíclicas e 17% do grupo de receitas recorrentes. Já a Receita líquida cresceu 8,8% no ano para R$ 2,76 bilhões. Em Derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 11,1 milhões de contratos, queda de 8,3% em relação ao 2T25, principalmente em função do menor volume negociado em Criptoativos, em grande parte explicada pelas alterações nas margens requeridas para negociação desses produtos, além de um ambiente de menor atividade observado nesse mercado. Em derivativos de balcão, o estoque totalizou R$ 8,9 trilhões, alta de 10,9% contra o 2T25. Em Renda Variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$ 31,3 bilhões, um crescimento de 20,1% em relação ao 2T25, com destaque para os crescimentos de 41,8% no ADTV de BDRs e de 73,6% em Fundos Listados. No segmento de Renda Fixa e Crédito, as emissões e estoque cresceram 3,3% e 16,5% em relação ao 2Т25, respectivamente, mantendo a tendência positiva observada nos últimos anos. A agência de classificação de risco S&P elevou os ratings da Mills (MILS3) por baixa alavancagem e maior exposição a contratos de longo prazo. A agência espera que a locadora brasileira de máquinas e equipamentos Mills continue apresentando baixa alavancagem nos próximos anos, impulsionado pelo forte desempenho operacional em todos os segmentos. A S&P acredita que a empresa financiará a expansão da frota principalmente através da sua sólida geração de caixa operacional. Com isso, projeta índice de dívida líquida sobre Ebitda de cerca de 1,4x em 2026 e 1,3x em 2027, versus 1,6x em 2025. Para a agência, o crescimento da Mills continuará sendo impulsionado principalmente pelos segmentos de linha amarela e empilhadeiras, através de contratos de longo prazo que conferem maior previsibilidade de fluxo de caixa. Com isso, nesta terça-feira, 11 de agosto, a S&P National Ratings elevou os ratings de crédito de emissor de longo prazo e das debêntures senior unsecured da Mills de ‘brAA-’ para ‘brAA’ na Escala Nacional Brasil. Ao mesmo tempo, reafirmou o rating de emissor de curto prazo ‘brA1+’ da companhia. A perspectiva do rating de emissor foi alterada de “positiva” para “estável”. A perspectiva “estável” reflete a expectativa da agência de que a Mills manterá a baixa alavancagem e a sólida rentabilidade, impulsionada pelo bom desempenho operacional de todos os seus segmentos, enquanto aumenta a previsibilidade de receita via contratos de longo prazo. A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou na terça-feira, 11, os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local da Axia Energia (AXIA3) para ‘BB’, de ‘BB-’. A Fitch também elevou os Ratings Nacionais de Longo Prazo da Axia Energia e da Axia Energia Nordeste (Axia Nordeste) para ‘AAA(bra)’, de ‘AA(bra)’. A perspectiva dos ratings é “estável”. Segundo a agência, as elevações refletem a melhora sustentada da estrutura de capital da Axia, apoiada por desinvestimentos de ativos e melhores perspectivas de resultados, em razão da expectativa de preços de energia favoráveis. A Fitch projeta que a alavancagem, medida por Ebitda ajustado e recursos das operações (FFO), continuará abaixo dos limites históricos de 5,0 vezes e 6,0 vezes, respectivamente, em linha com o rating. A agência afirma que o perfil de crédito da Axia se beneficia de forte liquidez e do fato de a companhia ser a maior de geração de energia do Brasil. “A empresa possui diversificada plataforma de geração, composta por ativos renováveis, e ampla rede de transmissão, que sustentam a previsibilidade do fluxo de caixa”, ressalta a Fitch em relatório. A Multiplan (MULT3) concluiu a venda de 9,33% de participação do ParkShoppingBarigüi pelo valor de R$ 250 milhões, conforme condições previstas nos documentos da operação. O valor da operação será recebido em duas parcelas, cada uma equivalente a 50% do preço. A primeira parcela será paga até o final de agosto de 2026 e a segunda parcela será paga em 11 de fevereiro de 2028. As parcelas serão corrigidas pelo IPCA desde 1º de julho de 2026 até suas respectivas datas de pagamento. Após a transação, a companhia passa a deter a participação de 84,0% do ParkShoppingBarigüi. “Essa operação está alinhada com a estratégia da Companhia de gerar valor aos seus acionistas e otimizar a alocação de capital”, afirmou a Multiplan. Agenda de provento desta quarta, 12: A WEG paga nesta quarta-feira, 12, a primeira parcela do dividendo aprovado por assembleia em dezembro de 2025. O valor é de R$ 0,41 por ação. Tem direito quem tinha ações da WEG em 19 de dezembro de 2025. Desde 22 de dezembro de 2025 as ações são negociadas ex-direito a esses dividendos. As outras duas parcelas restantes serão pagas em 11 de agosto de 2027 e 16 de agosto de 2028. O Banco ABC Brasil paga nesta quarta-feira, 12, JCP no valor de R$ 1,16 por ação. Tem direito quem tinha ações em 29 de junho de 2026. A data de corte para ter direito a segunda parcela do dividendo da Mitre, anunciado em 7 de junho, é nesta quarta-feira. A partir de quinta, 13 as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento dessa segunda parcela será em 21 de agosto no valor de R$ 0,02 por ação. Divulgam resultado do 2T26 nesta quarta, 12: Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil (BBAS3) Sabesp (SBSP3) Rede D’or (RDOR3) Suzano (SUZB3) Eneva (ENEV3) Equatorial (EQTL3) Ultrapar (UGPA3) CSN (CSNA3) CSN Mineração (CMIN3) Rumo (RAIL3) Copasa (CSMG3) SLC Agrícola (SLCE3) Hapvida (HAPV3) Cogna (COGN3) Mahle Metal Leve (LEVE3) Minerva (BEEF3) Azzas (AZZA3) Simpar (SIMH3) Log-In (LOGN3) Moura Dubeux (MDNE3) MRV (MRVE3) Track & Field (TFCO4) Desktop (DESK3) Unifique (FIQE3) Mater Dei (MATD3) Ser Educacional (SEER3) Plano & Plano (PLPL3) Kepler Weber (KEPL3) Americanas (AMER3) Melnick (MELK3) Casas Bahia (BHIA3) Positivo (POSI3) Vittia (VITT3) Allied (ALLD3) Qualicorp (QUAL3)
Rosalía canta Elis Regina, exalta Caetano Veloso e convida Pabllo Vittar
São Paulo A espanhola Rosalía perguntou aos fãs que a viam e ouviam no Rio de Janeiro nesta terça-feira (11) se deveria preparar um álbum inspirado em ritmos como samba e bossa-nova. Sou muito fã da música brasileira, a cantora falou no palco da Farmasi Arena. "Os artistas daqui são de outro mundo", ela seguiu dizendo, em português. Rosalía iniciava o segundo e último show da etapa brasileira da turnê "Lux Tour", dedicada ao disco que ela lançou no ano passado, no qual canta em mais de dez línguas —entre elas, o português. Rosalía em momento do primeiro show da turnê 'Lux Tour', na Arena Farmasi, no Rio - Duda Nascimento/11.ago.26/Folhapress A espanhola interrompeu o começo da apresentação para exaltar seus brasileiros favoritos. Num misto de português, espanhol e "portunhol", ela disse que Elis Regina é uma das suas favoritas —e aí cantou um trecho de "Águas de Março". Depois, disse gostar também de Chico Buarque, lembrando um pedaço de "Construção", e de Tom Jobim. Dedicou uns minutos ainda a falar de Caetano Veloso, de quem viu um show no domingo (9). O brasileiro agora devolveu a visita e foi ao espetáculo de Rosalía nesta terça. Em toda apresentação da turnê, Rosalía convida artistas locais para fazer uma confissão no palco. Desta vez, a participação foi da drag queen Pabllo Vittar, que contou a história de um homem que não quis assumir um namoro com ela antes da fama, e que depois passou a dizer ter sido responsável por sua carreira. O público deu gargalhadas. Na primeira parada da turnê por aqui, a espanhola conversou com a mineira Marina Sena, que falou sobre ter dificuldade com relacionamentos abertos.
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