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TECN3F Technos S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Technos S.A.

Preço Atual
R$ 9,57
+1.16%

Resumo Fundamentalista de TECN3F

O ativo TECN3F (Technos S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 9,57, acumulando uma variação de +1.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,20 e a máxima de R$ 10,17.

Abertura
R$ 9,45
Fec. Ant: R$ 9,57
Variação Dia
Min: R$ 9,22
Max: R$ 9,62
52 Semanas
Mín: R$ 6,20
Máx: R$ 10,17
Volume
471
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 539,43 Mi
R$ 539,43 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
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Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a TECN3F

Market Cap
R$ 539,43 Mi

Dividendos

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Quer morar na Europa? Veja as 10 melhores cidades para viver em 2026, segundo pesquisa
Europa 17/08/2026

Quer morar na Europa? Veja as 10 melhores cidades para viver em 2026, segundo pesquisa

Capital britânica aparece no topo pelo quarto ano seguido; Paris e Berlim completam o pódio europeu (Divulgação/Acervo M&E) Londres, Paris e Berlim aparecem no topo do ranking que reúne as melhores cidades europeias para morar em 2026. O levantamento, elaborado pela consultoria Resonance em parceria com a Ipsos, avaliou grandes áreas metropolitanas do continente a partir de indicadores de qualidade de vida, atratividade, prosperidade, infraestrutura, mobilidade, meio ambiente e percepção dos moradores. Ao todo, foram analisadas 47 métricas distribuídas em 33 subcategorias. O estudo considera cidades e regiões metropolitanas com mais de 500 mil habitantes e combina dados objetivos com a percepção de quem vive, trabalha ou visita esses destinos. A pesquisa da Ipsos ouviu mais de 5 mil pessoas em dez países europeus, enquanto os dados de desempenho incluem fatores como transporte público, condições ambientais, clima e avaliações feitas por usuários em plataformas digitais. 1. Londres, Reino Unido Londres ocupa a primeira posição entre as melhores cidades europeias para morar em 2026. É o quarto ano consecutivo em que a capital britânica ocupa o topo da lista, segundo a metodologia usada pela Resonance. O desempenho da capital britânica está ligado principalmente à combinação entre economia, infraestrutura, turismo, cultura e capacidade de atrair pessoas e investimentos. A cidade ficou em primeiro lugar em três das 34 subcategorias analisadas, o maior número entre as cidades avaliadas. Também liderou os índices gerais de prosperidade e atratividade, além de aparecer em segundo lugar no quesito habitabilidade. O levantamento destaca ainda o peso internacional de Londres e a força de setores como turismo, hotelaria e mercado imobiliário. O Aeroporto de Heathrow também aparece como um dos elementos que reforçam a conexão da cidade com outros mercados. 2. Paris, França Capital parisiense com Torre Eiffel ao fundo (Freepik) Paris aparece na segunda colocação e se destaca especialmente pelas mudanças na mobilidade urbana e na ocupação dos espaços públicos. Um dos conceitos citados pela pesquisa é o da chamada “cidade de 15 minutos”, modelo que busca aproximar serviços, comércio, lazer e transporte da rotina dos moradores. A capital francesa também avançou na expansão de áreas para pedestres e na infraestrutura para bicicletas. No fim de 2025, Paris já tinha mais de 1.000 quilômetros de ciclovias, segundo os dados apresentados pelo estudo. O uso das bicicletas praticamente dobrou nos dois anos anteriores. Desde 2020, a cidade também incorporou 100 hectares de áreas destinadas exclusivamente a pedestres, com outra área de tamanho semelhante prevista até 2030. O Grand Paris Express é outro projeto citado no ranking. A expansão da rede de transporte deve alterar a circulação pela região metropolitana e aproximar diferentes áreas da capital. 3. Berlim, Alemanha Berlim ocupa a terceira posição entre as melhores cidades europeias para morar em 2026. A capital alemã combina forte presença cultural, turismo, empreendedorismo e projetos de transformação urbana. Um dos exemplos usados pela pesquisa é a área do antigo Aeroporto de Tegel, que está sendo transformada no Berlin TXL, projeto que prevê um dos maiores bairros construídos em madeira do mundo. A cidade também vive uma recuperação importante no turismo. Em 2024, Berlim registrou mais de 30,6 milhões de pernoites em hotéis, superando pela primeira vez os níveis registrados antes da pandemia. Foram 12,7 milhões de hóspedes naquele ano. A cultura também pesa na posição alemã. A cena techno de Berlim recebeu reconhecimento da Unesco, enquanto museus e novos espaços culturais ampliam a oferta para moradores e visitantes. 4. Roma, Itália Roma aparece na quarta posição do ranking de 2026. A capital italiana mantém entre seus principais pontos fortes a combinação de patrimônio histórico, cultura, gastronomia e oferta turística. A cidade também aparece entre os grandes centros europeus considerados relevantes não apenas pela qualidade urbana, mas pela capacidade de atrair visitantes e movimentar a economia local. 5. Barcelona, Espanha Barcelona ocupa o quinto lugar. A cidade espanhola aparece entre os destinos europeus mais fortes em atratividade, reunindo arquitetura, cultura, gastronomia, praia e vida urbana. A presença de Barcelona no grupo das cinco primeiras também reforça a força das cidades mediterrâneas no ranking elaborado pela Resonance. 6. Madri, Espanha Madri aparece na sexta colocação e é outra capital espanhola entre as dez primeiras. A cidade combina mercado de trabalho, infraestrutura, cultura e uma extensa oferta de restaurantes, museus, parques e espaços públicos. A posição também coloca a capital espanhola entre os grandes centros urbanos europeus com maior capacidade de atrair moradores, turistas e negócios. 7. Amsterdã, Países Baixos Amsterdã está entre as 10 melhores cidades da Europa para morar em 2026 (Freepik) Amsterdã ficou em sétimo lugar. A capital dos Países Baixos é reconhecida pela estrutura urbana voltada às bicicletas, pela rede de transporte e pela forte presença cultural. A cidade também se destaca pela capacidade de conectar qualidade urbana, atividade econômica e turismo em uma área metropolitana bastante integrada. 8. Viena, Áustria Viena ocupa a oitava posição. A capital austríaca aparece no ranking principalmente por sua estrutura urbana, oferta cultural e qualidade dos serviços. A cidade é conhecida pela rede de transporte público e pela presença de parques e espaços verdes, características que ajudam a explicar sua permanência entre as principais cidades europeias avaliadas pela pesquisa. 9. Praga, República Tcheca Praga ficou com a nona colocação na lista apresentada pela Forbes Brasil. A capital da República Tcheca aparece entre as cidades europeias que combinam patrimônio histórico, turismo, cultura e infraestrutura urbana. Com seu centro histórico preservado e uma rede de transporte que conecta diferentes áreas da cidade, Praga mantém forte presença entre os destinos urbanos mais procurados do continente. 10. Estocolmo, Suécia Estocolmo fecha o top 10 das melhores cidades europeias para morar em 2026. A capital sueca reúne desenvolvimento urbano, tecnologia, sustentabilidade e acesso a áreas naturais. O resultado coloca a cidade entre os principais centros do norte europeu no levantamento deste ano. Como o ranking das melhores cidades europeias foi elaborado A pesquisa da Resonance não considera apenas uma percepção subjetiva sobre quais seriam os melhores lugares para viver. O levantamento cruza dados de desempenho das cidades com opiniões coletadas pela Ipsos. São 47 métricas divididas em 33 subcategorias. Os resultados são agrupados em três grandes dimensões: habitabilidade, atratividade e prosperidade. Entre os dados analisados estão infraestrutura, transporte público, meio ambiente, clima, economia e percepção de moradores e visitantes. A metodologia também mostra por que cidades muito diferentes entre si conseguem aparecer na mesma lista. Londres, por exemplo, tem forte peso econômico e internacional. Paris ganha destaque pelas mudanças urbanas e culturais. Berlim aparece associada à transformação de antigas áreas industriais e aeroportuárias, além da força cultural e tecnológica. *Com informações de Forbes

As Melhores Cidades Europeias para Morar em 2026, Segundo Pesquisa
Europa 17/08/2026

As Melhores Cidades Europeias para Morar em 2026, Segundo Pesquisa

Se você sonha com os céus europeus, mas procura cidades atraentes para morar, um estudo recente da consultoria Resonance pode dar uma força. O levantamento classifica as cidades europeias, especificamente áreas metropolitanas com populações superiores a 500 mil habitantes (segundo o Eurostat e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A pesquisa avalia 47 métricas divididas em 33 subcategorias – todas as categorias têm o mesmo peso e são agregadas nos índices de Habitabilidade, Atratividade e Prosperidade, vistos como indicadores de uma cidade próspera e atraente tanto para moradores quanto para empresas. Além disso, em parceria com a Ipsos, o estudo coleta dados de percepção que refletem as opiniões e preferências dos residentes nos países europeus. Leia Também Quem É o Jovem Que Abandonou a Escola e Virou o Bilionário Self-made Mais Novo da Europa Esses São os Lugares Mais Bonitos da Espanha, Segundo a Forbes Preços do Diesel Ultrapassam os do Combustível de Aviação na Europa, Conforme Escassez Se Agrava Confira as Imagens do Eclipse Solar Total desta Quarta-Feira (12) Anthropic Incluirá Marca d’Água em Textos Gerados Pelo Claude Mudanças Climáticas Intensificam Ondas de Calor Global e Transformam Padrão Europeu Londres, Paris e Berlim formam o top 3 das melhores cidades europeias As três primeiras colocadas são Londres — por conta de sua “inovação implacável” –, Paris, devido à forma como o conceito da “cidade de 15 minutos” se traduziu em melhor qualidade de vida para os moradores, além do Grand Paris Express, que está redesenhando o acesso e a mobilidade urbana. Por fim, Berlim, graças à transformação do Aeroporto de Tegel no Berlin TXL, um dos maiores bairros com construção em madeira do mundo, e pelo seu foco no positivismo climático. Getty Images Uma visão quintessencial de Londres Duas dessas três principais cidades, Londres e Paris, figuraram recentemente na lista da CNTraveler das cidades mais bonitas da Europa. Londres, em particular, ficou em primeiro lugar em três das 34 subcategorias (o recorde entre todas as cidades), liderando os índices gerais de Prosperidade e Atratividade, e garantindo a segunda posição em Habitabilidade. Newsletter Forbes Money Sua cápsula diária de notícias De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. O Aeroporto de Heathrow atraiu um número recorde de visitantes dispostos a aproveitar a desvalorização da libra esterlina, com os americanos, especificamente, respondendo por 25% de todas as compras de imóveis de alto padrão em 2024, de acordo com a Beauchamp Estates, consolidando-se como o maior grupo demográfico de compradores estrangeiros. Divulgação/GETTY Visão da Torre Eiffel Paris mudou completamente nos últimos anos. “O limite de velocidade de 30 km/h em toda a cidade, que antes gerava polêmica, agora parece um caminho sem volta. No final de 2025, os parisienses já contavam com mais de 1.000 quilômetros de ciclovias, com o uso de bicicletas quase dobrando nos últimos dois anos.” Outros 100 hectares de áreas exclusivas para pedestres foram implementados desde 2020, com a mesma quantidade programada para ser entregue antes de 2030. Além disso, centros de manutenção de bicicletas serão disponibilizados em breve em todos os arrondissements (distritos) de Paris. Novas estações de metrô deixaram o aeroporto de Orly mais perto do centro da cidade do que nunca. Paris ocupa a segunda posição no Índice de Prosperidade geral. Getty Images Berlim é uma das cidades mais felizes do mundo, segundo o Happy City Index 2025 Com a cultura techno da cidade agora reconhecida pela UNESCO, Berlim está voltando com tudo aos níveis de turismo pré-pandemia – em 2024, la cidade registrou mais de 30,6 milhões de pernoites em hotéis pela primeira vez desde a crise sanitária, com esses 12,7 milhões de hóspedes gerando bilhões em gastos turísticos. Seus museus e espaços culturais também estão bombando, como o Kulturforum, o Museu do Século 20 e o High Swing – o balanço mais alto da Europa, a 120 metros de altura, localizado na cobertura do Park Inn, na Alexanderplatz. O mundo dos negócios está aquecido, impulsionado por unicórnios e startups, e o Estrel, o maior complexo de hotéis, congressos e entretenimento da Europa, junto com seu arranha-céu anexo (o primeiro de Berlim), abrirá as portas no final de 2026. Top 10 Melhores Cidades da Europa para Morar Londres Paris Berlim Roma Barcelona Madri Amsterdã Viena Praga Estocolmo *Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

Mercado de ETFs Deve Alcançar US$ 35 Trilhões até 2030; Veja Como Investir no Ativo
B3 12/08/2026

Mercado de ETFs Deve Alcançar US$ 35 Trilhões até 2030; Veja Como Investir no Ativo

Os ETFs (Fundos Negociados em Bolsa, na sigla em inglês) são uma classe de ativos que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de capitais brasileiro. Segundo a B3, a bolsa do Brasil ultrapassou a marca de 200 ETFs listados e encerrou o mês de junho com 204 fundos de índices disponíveis para negociação. O resultado mostra um semestre de expansão do mercado de ETFs na bolsa brasileira. Em seis meses, o número de produtos listados cresceu 16,6%, passando de 175 em dezembro de 2025 para 204, com a entrada de 29 novos ETFs. Na comparação com junho de 2025, quando havia 131 ETFs listados, o avanço foi de 73 produtos, ou 55,7%. A expansão do ativo também está expressa em outros números. O estoque financeiro dos ativos alcançou R$ 126 bilhões em junho, ante R$ 91 bilhões em dezembro de 2025, alta de 38,5% no semestre. Em relação a junho de 2025, o estoque avançou 96,9%, praticamente dobrando em relação aos R$ 64 bilhões registrados naquele mês. O número de investidores com posição em custódia chegou a 870 mil, crescimento de 19,5% ante os 728 mil de dezembro e de 34,9% frente aos 645 mil de junho do ano passado, de acordo com a B3. Em valores absolutos, a classe agregou 142 mil investidores no semestre e 225 mil desde junho de 2025. Leia Também Cury (CURY3) Anuncia R$ 190 Milhões em Dividendos Direcional (DIRR3) Anota Lucro de R$ 202 Milhões no 2T26 e Bate Recorde de Vendas Technos (TECN3) Cancela 730 Mil Ações em Tesouraria e Reduz Base Acionária Tenda (TEND3) Pagará Dividendos Intercalares de R$ 0,63 por Ação Reforma Tributária Muda o Planejamento dos Investimentos; Veja Como Otimizar o Impacto dos Impostos Mais de US$ 100 Milhões em Bitcoin São Roubados após Falha de Software “Ultrapassar 200 ETFs listados é um marco que traduz a ampliação e o amadurecimento da indústria. A expansão da prateleira vem acompanhada de crescimento do patrimônio, da base de investidores e da negociação”, destaca Bianca Maria, gerente de Produtos de Equities da B3. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. O head para a América Latina do J.P. Morgan Asset Management, Giuliano de Marchi, avalia que essa expansão acompanha uma mudança de comportamento já observada globalmente —a migração dos investidores de fundos tradicionais para ETFs. Segundo o especialista, esses produtos costumam ser cerca de 30% mais baratos que os fundos convencionais e têm como um dos principais atrativos a acessibilidade. No Brasil, o investidor de varejo pode adquirir cotas a partir de aproximadamente R$ 50 e ter acesso à mesma taxa de administração, de 65 pontos-base, oferecida a grandes fundos de pensão globais. A indústria mundial de ETFs, atualmente estimada em US$ 23 trilhões (R$ 118,77 trilhões), caminha para o terceiro ano consecutivo de recordes. Para de Marchi, o setor deve alcançar US$ 35 trilhões (R$180,74 trilhões) até 2030. ETFs ativos ganham espaço Para o especialista do J.P. Morgan porém, o principal fator deve vir com a regulamentação e a popularização dos ETFs ativos. Diferentemente dos ETFs passivos, que apenas replicam um índice, esses fundos contam com gestores que buscam superar o benchmark através de decisões próprias de alocação. OsETFssão conhecidos como fundos de gestão passiva, ou seja, se propõem a acompanhar determinado índice de mercado, como, por exemplo, o Ibovespa, o Nasdaq, o S&P 500. É possível também acompanhar índices de referência de commodities e, nos últimos anos, até mesmo criptomoedas. Enquanto a indústria local ainda é formada quase integralmente por estratégias passivas, que replicam índices de referência, no mercado internacional os ETFs ativos já representam 60% dos produtos disponíveis. A participação desses instrumentos nos novos aportes também avançou, já que passou de 10% do fluxo total de entrada em 2019 para em torno de 40% em 2026. Giuliano de Marchi ressalta que a tendência ganha relevância diante da baixa exposição do brasileiro a ativos no exterior em comparação com aplicadores de outros países latino-americanos. “O chileno tem 50% dos ativos fora, o mexicano tem 35% e o colombiano tem 40%. O brasileiro tem apenas 1% fora em ativos internacionais. Eu acho muito pouco. A diversificação internacional permite ao investidor brasileiro acessar oportunidades que muitas vezes não estão disponíveis no mercado local”, afirma. De acordo com a Anbima, os ETFs são recomendados para investidores arrojados Vantagens e riscos O alto volume transacionado não é sem motivo. Essa classe de ativos possui diferentes vantagens, como a diversificação e a eficiência operacional. Quando o investidor compra um ETF de bolsa, por exemplo, ele acessa uma cesta de ações que pode englobar centenas de empresas. Ou seja, é a oportunidade de colocar em sua carteira um único ativo que reflete o comportamento de um mercado, não precisando escolher a dedo os papéis para compor o portfólio. Outro fator é poder desembolsar uma quantia relativamente baixa para comprar um leque variado de ativos de uma só vez. Por exemplo, podemos ter um ETF que espelha todo o Índice Bovespa por uma cota de apenas R$ 100,00. No entanto, é bom lembrar que esses ativos não tem como objetivo superar o desempenho do próprio índice, mas sim acompanhá-lo. Como define Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da Galapagos Capital, o ETF funciona como uma “tecnologia de acesso”. “O mesmo produto, a mesma cota, o mesmo preço que o cliente de 100 reais acessa é o mesmo do cliente de 100 milhões de reais”, comenta Stein. Ele explica que o instrumento serve como uma alternativa “boa e barata” para investir naquilo que o investidor já deseja comprar. No entanto, entre os riscos, o maior perigo está na escolha inadequada do produto por falta de compreensão do seu indexador. Segundo Stein, “o grande erro que você pode fazer com o ETF é escolher o ETF errado”, uma vez que o fundo seguirá estritamente o que o índice determinar. O especialista alerta que o investidor não deve “investir num ETF sem entender exatamente o que esse índice faz”, pois o indexador é quem dita o risco real da aplicação. Investir diretamente no índice exige tempo e disposição para estudar muitos ativos e é difícil até mesmo para o investidor profissional. Por exemplo, para colocar dinheiro no CAC 40, índice de referência da bolsa francesa, você deve comprar as 40 ações mais negociadas do país. Por outro lado, a aquisição de cotas do ETF do CAC 40 é suficiente para replicar o desempenho do índice. Essa facilidade de comprar uma carteira pronta significa aceitar o desempenho geral do mercado. Para Bruno Stein, ao comprar um ETF, o investidor adquire a “média” daquela determinada tese ou mercado. A estratégia traz uma vantagem de proteção, pois “quando a gente compra a média, a gente abre mão de tentar ser o primeiro, deixando de correr o risco de ser o último”. De acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os ETFs são recomendados para investidores arrojados, dispostos a se expor ao risco. Na tributação, os ETFs de renda variável têm uma diferença importante em relação às ações. Nas operações comuns com ações, ganhos podem ser isentos de Imposto de Renda quando o total vendido no mês não ultrapassa R$ 20 mil. A regra não vale para ETFs: havendo lucro na venda de cotas, o ganho é tributado em 15%, independentemente do valor negociado. Em operações de day trade, a alíquota é de 20%. O investidor é responsável pela apuração e pelo recolhimento do imposto devido. A regra é diferente para ETFs de renda fixa, cuja tributação varia de 15% a 25%, conforme o prazo médio da carteira, com retenção do imposto na fonte. Como investir? O primeiro passo é ter conta em uma corretora de sua preferência e acesso ao ambiente de negociações da B3. Segundo especialista consultados pela Forbes é fundamental que o investidor conheça a gestora que está distribuindo o ETF e que a corretora tenha credibilidade para que os seus recursos financeiros estejam bem alocados. Antes de fazer o aporte avalie o histórico, quais são os outros produtos que eles já distribuíram, e se o mercado considera que a corretora e a gestora tem uma boa reputação.

Perguntas Frequentes sobre TECN3F

Qual é a cotação de TECN3F hoje na B3?
A cotação de TECN3F hoje está em R$ 9,57. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 9,22 e máxima de R$ 9,62.
Quanto a TECN3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker TECN3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de TECN3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TECN3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de TECN3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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