RN

RNEW3 Renova Energia S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia

Renova Energia S.A.

CNPJ: 08534605000174

Preço Atual
R$ 0,81
+1.25%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 3/12 (25.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: -8.46% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +48.84%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.17x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Energia

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L negativo ou nulo (-1.38x)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 4.63x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 59.12x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo RNEW3 (Renova Energia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 0,81, acumulando uma variação de +1.25% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,72 e a máxima de R$ 1,35. A companhia está inserida no setor de Energia, atuando no segmento de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -1.38x e P/VP de 0.17x.

Abertura
R$ 0,81
Fec. Ant: R$ 0,81
Variação Dia
Min: R$ 0,79
Max: R$ 0,81
52 Semanas
Mín: R$ 0,72
Máx: R$ 1,35
Volume
10.400
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: RNEW3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

-1.38
0.17
R$ -0,39
R$ 4,61
59.12
13.96
P/Receita (PSR)
0.39
P/FCO
1.40
P/FCL
6.96
EV/Receita Líq.
1.64
EV/FCO
5.91
EV/FCL
29.48
Earning Yield
1.69%
Enterprise Value
R$ 856,11 Mi
R$ 202,08 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.63
Dív. Líquida/PL
0.57
Dívida Líquida
R$ 654,03 Mi
Liq. Corrente
0.82
PL/Ativos
0.38
Passivos/Ativos
0.61
Liq. Seca
0.82
Liq. Imediata
0.25

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
2.77%

Indicadores de Rentabilidade

-12.55%
0.77%
-4.76%
Giro do Ativo
0.17

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
48.84%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 0.05%
Margem EBITDA 27.05%
Margem Operacional 2.77%
Margem Líquida -27.65%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 144,78 Mi
FCL R$ 29,04 Mi
Caixa Total R$ 83,41 Mi
Caixa/Ação R$ 0,33
Receita e Dívida
Receita Total R$ 522,27 Mi
Lucro Bruto R$ 0,26 Mi
EBITDA R$ 141,28 Mi
Dívida Total R$ 1,59 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 32.34%
Lucro (YoY) -13.92%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 514,96 Mi R$ 259,23 Mi R$ 227,84 Mi R$ 206,40 Mi
Lucro Bruto R$ -24,32 Mi R$ -30,88 Mi R$ 173,45 Mi R$ 58,48 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ -2,15 Mi R$ 16,82 Mi R$ 200,31 Mi R$ 1.002,51 Mi
Lucro Líquido R$ -162,23 Mi R$ -117,07 Mi R$ -9,24 Mi R$ 777,12 Mi

Sobre a RNEW3

Setor
Energia
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Funcionários
1.500
Market Cap
R$ 297,87 Mi
Descrição do Negócio

Renova Energia S.A. é uma empresa brasileira especializada em geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, incluindo energia hidrelétrica e eólica. A companhia opera usinas de geração de energia em diferentes regiões do Brasil, fornecendo energia para o mercado brasileiro. Renova Energia investe em projetos de energia renovável, contribuindo para a transição energética e sustentabilidade do setor elétrico. A empresa atua como geradora de energia, participando de leilões de energia e contratos de fornecimento de longo prazo.

Notícias relacionadas

Os planos de 6 candidatos à Presidência para IA, data centers e soberania digital
Olhar Digital •

Os planos de 6 candidatos à Presidência para IA, data centers e soberania digital

O Olhar Digital mergulhou em planos de governo para checar o que seis candidatos à presidência propõem em temas caros para a tecnologia Tecnologia aparece como um pilar estratégico na corrida presidencial de 2026. O Olhar Digital analisou planos de governo de seis candidatos: Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Continua após a publicidade A reportagem mergulhou nos documentos – todos disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – para checar o que os candidatos propõem em três temas: inteligência artificial (IA), data centers e soberania digital. A apuração também considerou dois mapeamentos – um feito por um centro de pesquisas e outro feito por uma consultoria. O ‘Brasil digital’ que seis candidatos à presidência da República propõem criar Existe um “núcleo comum” no qual propostas de candidatos distantes no espectro político se encontram. As convergências retratam o Estado “arrumando a própria casa”. E usando tecnologia para melhorar seus serviços. As divergências, por sua vez, aparecem quando os textos exploram regras de mercado, direitos digitais e atuação das empresas privadas. Confira abaixo os destaques sobre os planos de governo dos candidatos, organizados por tema: Inteligência artificial (IA) Os planos de governo analisados consideram a IA uma ferramenta decisiva para aumentar produtividade, modernizar serviços públicos e melhorar a saúde e a segurança do país. Ou seja: os candidatos concordam sobre a importância do tema. Mas discordam sobre como o Estado deve agir e regular a IA. Data centers Atração de data centers no Brasil aparece como consenso em planos de governo analisados – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT Entre os planos de governo analisados, atração e expansão de data centers aparecem como consenso. Os seis candidatos consideram que o Brasil tem uma enorme vantagem em comparação a outros países. Isso porque o país tem energia limpa, renovável e abundante – ideal para alimentar esses galpões de supercomputadores. Todos querem trazer esse dinheiro para o Brasil. Mas divergem sobre as regras para esses investimentos. Uns exigem contrapartidas ecológicas e sociais. Outros preferem cortar impostos e burocracia para atrair empresas o mais rápido possível. Soberania digital Os planos de governo analisados abordam a soberania digital a partir de duas visões políticas. Uma delas é a soberania por meio da capacidade estatal e da regulação. Aqui, prioriza-se a criação de infraestruturas públicas soberanas (supercomputadores estatais, por exemplo), o controle nacional sobre dados e a imposição de regras e salvaguardas para empresas de tecnologia. A outra é a soberania via mercado e atração de capitais. Nesta visão, entende-se autonomia do país como a capacidade de se tornar produtor e polo atrativo para investimentos privados vindos de fora. Isso por meio de eliminação de amarras burocráticas. E aproveitando a energia limpa e os minerais estratégicos presentes no Brasil para desenvolver o setor. Continua após a publicidade Quer entender no detalhe as propostas de cada candidato? Acesse esta reportagem exclusiva para assinantes do Clube Olhar Digital, que destrincha os planos de governo nos temas citados.

Eleições 2026: o que os candidatos propõem para clima e energia
Olhar Digital •

Eleições 2026: o que os candidatos propõem para clima e energia

O Olhar Digital examinou os planos de governo de seis candidatos à Presidência para entender suas propostas sobre clima e energia A transição energética consiste em mudar a forma como o mundo produz e consome energia. Durante mais de um século, a humanidade dependeu fortemente da queima de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural, para movimentar indústrias, veículos e gerar eletricidade. No entanto, substituir gradualmente essas fontes poluidoras por opções limpas e renováveis – como a energia solar, eólica, biomassa e o hidrogênio verde – tornou-se uma urgência global. Continua após a publicidade O Brasil ocupa uma posição estratégica nesse cenário, pois já possui uma das matrizes elétricas mais limpas do planeta e tem um enorme potencial natural para liderar a produção global de energias do futuro. Ainda na agenda ambiental, as mudanças climáticas impõem desafios práticos à infraestrutura e à economia do país. O aumento da temperatura média da Terra, causado pelo acúmulo de gases do efeito estufa na atmosfera, manifesta-se em eventos extremos cada vez mais frequentes, como secas históricas, ondas de calor severas e enchentes devastadoras em centros urbanos e áreas rurais. Os candidatos à Presidência apresentam diferentes propostas para o setor energético e o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas no Brasil – Crédito: Imagem gerada por IA A forma de responder a esses impactos, no entanto, varia entre os presidenciáveis. Os planos de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dividem-se entre abordagens focadas em metas de neutralidade de carbono, mecanismos de mercado e regulação, ou medidas de Defesa Civil e segurança para o agronegócio e os centros urbanos. Os caminhos que os postulantes ao Planalto pretendem seguir nessas áreas são decisivos não apenas para a preservação ambiental, mas também para o futuro da economia, a segurança energética e a qualidade de vida dos brasileiros. Quer entender em detalhes as propostas de cada candidato? Acesse esta reportagem exclusiva para assinantes do Clube Olhar Digital, que destrincha os planos de governo nos temas citados.

Investimento climático dobra na América Latina, mas fósseis recebem mais que energia limpa
UOL - Notícias •

Investimento climático dobra na América Latina, mas fósseis recebem mais que energia limpa

São Paulo O investimento climático na América Latina e no Caribe duplicou de 2020 a 2024, com um salto de US$ 54 bilhões (R$ 281 bilhões) para US$ 108 bilhões (R$ 563 bilhões). Apesar disso, a verba direcionada a combustíveis fósseis na região supera o dobro do valor aplicado em fontes de energia limpa. Os dados são da organização Climate Policy Initiative (CPI, na sigla em inglês), que analisou pela primeira vez o financiamento para ações climáticas no continente, em relatório publicado na última semana. A entidade calcula que projetos de energia renovável na região receberam US$ 43 bilhões (R$ 224 bilhões) em 2024. Por outro lado, o setor de petróleo, carvão e gás natural atraiu US$ 95 bilhões (R$ 495 bilhões) no mesmo ano, segundo a Agência Internacional de Energia. Publicidade "É necessário mobilizar novos recursos para a transição climática, mas também redirecionar o financiamento que não está alinhado a ela", afirma Sean Stout, analista sênior da CPI. Plataforma de petróleo no porto de Veracruz, no México - Yahir Ceballos - 24.ago.24/Reuters Para a organização, a continuidade dos investimentos em fósseis ameaça os avanços no combate ao aquecimento global. A queima de petróleo, gás e carvão é a principal causa da mudança climática em todo o planeta. Publicidade "Vamos conviver com algum nível de extração de combustíveis fósseis nos próximos anos. A questão central é o que fazer com as receitas vindas dessa atividade e como usá-las para fortalecer a resiliência", diz María Sierra, gerente de inovação financeira da CPI para a América Latina. Felipe Martinelli, líder de transição energética na Arcadis, empresa não envolvida no relatório, afirma que será preciso investir em sistemas de transmissão e armazenamento de energia para estimular as fontes renováveis. "Não esperamos que os investimentos climáticos substituam os financiamentos a combustíveis fósseis de um momento para o outro. A transição acontece de forma gradual, mas ainda temos um desafio grande para converter o capital disponível em projetos viáveis", diz. A expansão do financiamento climático no Brasil puxa os números da América Latina e do Caribe. O país registra aumento de 162,5% nos recursos de 2020 a 2024, principalmente por conta de painéis solares e agricultura sustentável, enquanto a verba aplicada nas demais nações cresceu em 50% no período. O Brasil concentrou 58% dos investimentos na região em 2024, com US$ 63 bilhões (R$ 328 bilhões). Publicidade Os outros países sul-americanos mobilizaram US$ 25 bilhões (R$ 130 bilhões) naquele ano, ao passo que o México atraiu US$ 8 bilhões (R$ 41 bilhões). Nações caribenhas movimentaram US$ 5 bilhões (R$ 26 bilhões), e a América Central, US$ 7 bilhões (R$ 36 bilhões). O Brasil também lidera quando se analisa o tamanho da população. O investimento climático médio por brasileiro em 2024 foi de US$ 297 (R$ 1.550), quase o dobro dos US$ 164 (R$ 856) por habitante na média de todos os países analisados. "Faz sentido ao considerar as políticas e o mercado brasileiro, mas a proporção é muito surpreendente", diz Guillermo Martinez, analista sênior da CPI. A tendência é de desaceleração dos investimentos verdes na região, uma vez que os US$ 108 bilhões de 2024 ficaram abaixo dos US$ 110 bilhões (R$ 574 bilhões) registrados em 2023. A CPI calcula que o financiamento climático precisará crescer ao menos cinco vezes até 2030 para a América Latina e o Caribe cumprirem as metas de emissões de carbono. O montante anual mínimo necessário é de US$ 467 bilhões (R$ 2,4 trilhões), segundo a organização. Publicidade A entidade lista recomendações para preencher essa lacuna, como fortalecer os sistemas financeiros, atrair mais capital privado e alinhar as finanças públicas às metas de carbono. Projetos de mitigação, que reduzem as emissões de gases do efeito estufa, receberam US$ 85 bilhões (R$ 443 bilhões) na região em 2024, 78,7% do total. Metade dos recursos foi para sistemas de energia, enquanto o setor de florestas e agricultura recebeu 29%. O investimento em adaptação, área voltada a preparar as cidades para enfrentar os eventos climáticos extremos, é de apenas US$ 13 bilhões (R$ 67 bilhões), ou 12%. Iniciativas que envolvem tanto mitigação como adaptação somaram US$ 10 bilhões (R$ 52 bilhões), cerca de 9%. No Brasil, 9% dos recursos vão para a adaptação —o menor percentual de financiamento para a área em toda a região. No Caribe e na América Central, o investimento em adaptação alcança 16% e 21%, respectivamente. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Metade do financiamento climático em 2024 veio de cofres públicos, com US$ 54,8 bilhões (R$ 286 bilhões). A outra metade teve origem em aportes privados, que somaram US$ 53,4 bilhões (R$ 278 bilhões). Publicidade O quadro não é uniforme entre os países. Enquanto 66% dos recursos no Brasil são privados, o financiamento público predomina no restante da América do Sul, com 62% do total. Nas nações caribenhas, 75% da verba é pública, e o percentual alcança 77% na América Central. O relatório afirma que a distribuição do capital é compatível com mercados menores e riscos mais elevados, que reduzem a atração de investimentos privados. A análise também detalha se o investimento tem origem no próprio país ou em outras nações. Aportes internacionais prevalecem no Caribe, onde 58% do financiamento vêm do exterior. No Brasil e no México, os recursos domésticos respondem por 89% e 64% do total, respectivamente. "Onde os mercados locais são mais maduros, predomina o capital nacional; onde os mercados são menores e/ou os riscos percebidos são maiores, o financiamento internacional tem maior destaque", diz a CPI. Com exceção do Brasil e do México, a América Latina e o Caribe ainda dependem de financiamento público internacional. Em 2024, os recursos vindos de países de fora da região somaram US$ 25,6 bilhões (R$ 132,4 bilhões), o equivalente a 23% de todo o investimento climático local naquele ano. Publicidade Os empréstimos são a principal forma de financiamento público internacional e podem se tornar armadilhas para nações endividadas e incapazes de quitá-los no futuro. Além disso, guerras e trocas de governos afetam o fluxo de capital estrangeiro. De 2023 a 2024, o financiamento público internacional ao continente caiu 3%, e os pesquisadores dizem que há chance de uma nova queda em 2025. "Em meio à mudança nas prioridades dos doadores, à redução da assistência oficial ao desenvolvimento e ao aumento do endividamento dos países da América Latina e do Caribe, a região precisa ampliar sua base de recursos", afirma o relatório.

Perguntas Frequentes sobre RNEW3

Qual é a cotação de RNEW3 hoje na B3?
A cotação de RNEW3 hoje está em R$ 0,81. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 0,79 e máxima de R$ 0,81.
Quanto a RNEW3 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker RNEW3. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de RNEW3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RNEW3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RNEW3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.