RA

RADL3F Raia Drogasil S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Raia Drogasil S.A.

Preço Atual
R$ 19,32
+2.33%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 3/12 (25.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Caixa Líquido (R$ 0.00 Bi) | Lucro: R$ 1.30 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1905 (121 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 25.06x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo RADL3F (Raia Drogasil S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 19,32, acumulando uma variação de +2.33% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,23 e a máxima de R$ 27,40. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 25.06x.

Abertura
R$ 18,93
Fec. Ant: R$ 19,56
Variação Dia
Min: R$ 18,82
Max: R$ 19,62
52 Semanas
Mín: R$ 16,23
Máx: R$ 27,40
Volume
18.250
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: RADL3F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

25.06
R$ 0,77
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 32,73 Bi
R$ 32,73 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a RADL3F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 32,73 Bi

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Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022
Selic •

Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022

O terceiro trimestre terminou com uma história bem diferente daquela que o mercado parecia contar no início de julho. Entre incertezas eleitorais, dúvidas sobre o rumo das contas públicas, volatilidade do petróleo no Oriente Médio e disparada dos juros americanos, a bolsa brasileira encontrou espaço para dar a volta por cima. De julho a setembro, o Ibovespa engatou uma alta de 8,3%, carimbando o melhor terceiro trimestre do índice desde o de 2022, quando a bolsa avançou 11,6%. Essa toada positiva eliminou as perdas do trimestre anterior, de 8,2%, e consolidou um avanço de 15,6% no acumulado do ano. Mais do que a recuperação acumulada no período, o que chamou a atenção foi a concentração do movimento, já que a maior parte desse ganho veio no último mês. Com o impulso da sessão desta quarta-feira (30), o Ibovespa encerrou setembro com alta de 5%, representando boa parte de toda a valorização registrada no trimestre. O apetite por risco, porém, não seguiu uma trajetória linear no período. A bolsa chegou ao fim de julho tentando recuperar o terreno perdido e atravessou agosto sob novas dúvidas na cena local e no exterior. Foi ao longo de setembro que houve uma reação mais ampla das ações. E o divisor de águas foi o alívio nas taxas de juros futuros no Brasil. A queda dos juros mudou a dinâmica das mesas de operações e transferiu o protagonismo para as empresas mais sensíveis à taxa básica de juros, a Selic. Ações de Magazine Luiza, Vamos, Assaí, Yduqs, Azzas e C&A despontaram entre os principais destaques de valorização do mês. Das 76 ações da carteira do Ibovespa, 55 subiram em setembro. Para as empresas domésticas, o recuo das taxas futuras altera algumas premissas de preços. Isso porque juros menores reduzem o custo do financiamento e melhoram as perspectivas para o consumo e a atividade. Esse efeito apareceu com mais força em setembro em companhias que haviam sido penalizadas pelo ambiente de juros elevados. Cabe lembrar que, ao longo do terceiro trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu duas vezes, em agosto e em setembro, e cortou a Selic em 0,25 ponto em ambas as ocasiões, levando a taxa para os atuais 13,75% ao ano. A condução do ciclo de afrouxamento monetário foi respaldada por uma sequência de dados mais fracos no cenário doméstico. Indicadores de inflação abaixo do esperado, sinais de desaceleração gradual na atividade e no mercado de trabalho, abriram espaço para o BC manter o ritmo de cortes. Para a próxima reunião, marcada para novembro, o mercado vê continuidade no ciclo de cortes. O Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe, mostra que 63,5% das apostas esperam um novo corte de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 13,50% ao ano. No trecho mais curto da curva de juros, a taxa do contrato de DI com vencimento em janeiro de 2027 encerrou o dia estável em 13,55% Já o contrato para janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%; Nas pontas mais longas, o DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,79% para 13,765%, enquanto a taxa do contrato para janeiro de 2031 caiu de 13,98% para 13,945%. Essa virada puxada pelas empresas domésticas acabou colocando a bolsa brasileira em uma trajetória própria, descolada dos grandes pares globais. Enquanto o Ibovespa avançou quase dois dígitos entre julho e setembro, em Nova York o S&P 500 e o Nasdaq subiram pouco mais de 2% no mesmo período. Essa distância entre os desempenhos traz uma dimensão de como as ações locais contaram com combustível próprio. Olhando para a cena doméstica, o sócio da Boa Brasil Capital, Marcos Bassani, vê o período como uma disputa entre forças que puxaram os ativos em direções diferentes. Segundo ele, a expectativa de queda dos juros e a melhora de alguns indicadores de inflação deram sustentação à bolsa, enquanto as dúvidas fiscais e eleitorais trouxeram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, o cenário internacional acrescentou uma camada de incerteza. A disparada dos juros americanos e o vaivém do petróleo passaram a alternar momentos de tensão e alívio, levando os investidores a recalibrar rapidamente suas posições. “Foi um trimestre de bastante oscilação”, afirma Bassani. Apesar dessa volatilidade, o encerramento de setembro deixou uma percepção bem mais favorável em relação ao país do que aquela vista no início de julho. O ambiente de maior apetite por risco no período também se refletiu no comportamento do dólar, que ficou estável em setembro e subiu apenas 0,2% no saldo dos três meses. E, é claro, essa reta final do trimestre também colocou as eleições no centro das atenções. As pesquisas de intenção de voto passaram a ser incorporadas aos preços dos ativos diariamente, aumentando a sensibilidade da bolsa e das curvas de juros a cada novo levantamento divulgado. A pesquisa Datafolha da última segunda-feira (28), por exemplo, mostrou Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Com as simulações de segundo turno apontando empate técnico, 47% contra 45%, respectivamente, o mercado passou a calibrar posições de olho nos eventuais rumos da política fiscal a partir do ano que vem. Sob a ótica do mercado, uma possível vitória de Flávio Bolsonaro tende a agradar mais os investidores, que enxergam no candidato uma postura mais alinhada às pautas fiscais, com foco na disciplina das contas públicas. O projeto de Lula, por outro lado, desperta mais receio pelo histórico de maiores gastos e descontrole fiscal. Lá fora, o fechamento do trimestre contou com um empurrão importante vindo dos Estados Unidos. A inflação medida pelo PCE, o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu abaixo do esperado em agosto. O dado mais brando ajudou a afastar o receio de novas altas de juros pelo Fed e abriu espaço para um alívio global que beneficiou os mercados emergentes. A fotografia do final de setembro, contudo, não apaga os pontos de atenção que continuam no radar dos investidores. A inflação americana ainda roda acima da meta de 2% e as tensões no Oriente Médio deixam a todo tempo os preços do petróleo sujeitos a picos de volatilidade. Por aqui, o mercado entra agora na etapa mais importante do ano. Com as eleições batendo à porta, outubro chega para testar se o alívio nas taxas de juros terá fôlego para se sustentar nos próximos meses. Para Marcos Bassani, o maior risco do quarto e último trimestre está em uma possível piora nas expectativas fiscais e políticas, o que poderia voltar a pressionar o câmbio e as curvas de juros. Em contrapartida, o especialista pontua que sinais mais claros de controle das contas públicas e uma inflação comportada têm potencial para reduzir os prêmios de risco e destravar novo fôlego para as ações até o fim do ano. Ações negociadas em 30/09/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 6,91 6,73 7,17 7,46 7,46 12,52 VAMO3 VAMOS ON 4,11 4,01 4,20 4,30 4,30 7,50 YDUQ3 YDUQS PART ON 10,60 10,50 10,84 11,14 11,14 7,01 CSNA3 SID NACIONAL ON 5,52 5,45 5,70 5,82 5,77 6,85 CSAN3 COSAN ON 3,81 3,75 3,91 3,99 3,96 6,45 HAPV3 HAPVIDA ON 6,45 6,35 6,59 6,76 6,67 6,21 CEAB3 CEA MODAS ON 9,75 9,64 9,94 10,20 10,03 5,47 COGN3 COGNA ON 2,23 2,17 2,26 2,34 2,32 5,45 CMIN3 CSN MINERACAO ON 4,86 4,80 4,94 5,07 5,01 5,25 RENT3 LOCALIZA ON 39,50 38,88 40,16 40,77 40,50 5,11 SMFT3 SMART FIT ON 17,01 16,81 17,26 17,56 17,56 4,77 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,17 42,71 44,02 44,67 44,28 4,68 BBAS3 BRASIL ON 22,50 22,23 22,80 23,07 23,07 4,67 BBDC4 BRADESCO PN 18,15 17,97 18,37 18,54 18,51 4,11 ASAI3 ASSAI ON 10,60 10,53 10,80 11,00 10,93 3,70 BBDC3 BRADESCO ON 15,98 15,87 16,16 16,31 16,22 3,64 MULT3 MULTIPLAN ON 31,38 30,98 31,66 32,12 31,72 3,46 FLRY3 FLEURY ON 22,17 22,17 22,76 23,06 22,79 3,45 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 26,68 26,26 26,93 27,33 27,02 3,37 ISAE4 ISA ENERGIA PN 27,32 26,88 27,25 27,72 27,59 3,29 HYPE3 HYPERA ON 23,85 23,74 24,39 24,71 24,48 3,16 ITSA4 ITAUSA PN 14,42 14,31 14,58 14,75 14,60 3,11 TAEE11 TAESA UNIT 41,09 40,92 41,53 41,92 41,81 3,08 NATU3 NATURA ON 6,61 6,53 6,66 6,75 6,75 3,05 ENEV3 ENEVA ON 27,94 27,18 27,73 28,07 27,87 2,84 AURE3 AUREN ON 12,85 12,64 12,90 13,02 13,02 2,60 ALOS3 ALLOS ON 29,32 29,01 29,46 29,76 29,49 2,50 B3SA3 B3 ON 18,42 18,09 18,34 18,60 18,34 2,46 VIVA3 VIVARA ON 23,30 22,82 23,25 23,64 23,60 2,39 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 45,25 44,96 45,58 46,10 45,51 2,27 EQTL3 EQUATORIAL ON 40,69 40,12 40,58 41,05 40,65 2,21 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,59 11,47 11,62 11,79 11,60 2,20 RDOR3 REDE D OR ON 38,35 37,41 38,00 38,50 38,29 2,11 ENGI11 ENERGISA UNT 53,10 52,16 52,84 53,28 52,97 2,10 RAIL3 RUMO S.A. ON 16,32 16,02 16,37 16,57 16,29 2,07 BPAC11 BTGP BANCO UNT 64,00 63,23 64,10 64,64 64,10 1,99 CMIG4 CEMIG PN 11,12 11,03 11,12 11,17 11,16 1,82 MRVE3 MRV ON 5,51 5,37 5,47 5,58 5,47 1,67 CPLE3 COPEL ON 16,05 15,82 15,97 16,07 16,00 1,59 SBSP3 SABESP ON 27,80 27,21 27,48 27,80 27,43 1,37 AZZA3 AZZAS 2154 ON 17,46 16,69 17,30 18,19 17,38 1,34 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,35 17,93 18,27 18,64 18,37 1,27 POMO4 MARCOPOLO PN 4,19 4,14 4,19 4,23 4,18 1,21 GOAU4 GERDAU MET PN 11,05 10,74 10,90 11,05 10,94 1,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,77 29,16 29,47 29,80 29,46 1,10 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 39,09 38,92 39,22 39,49 39,18 1,08 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 55,61 54,62 55,20 55,75 55,35 1,00 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 16,95 16,54 16,73 17,01 16,75 0,90 USIM5 USIMINAS PNA 7,08 6,91 7,01 7,11 7,01 0,86 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,34 29,70 29,93 30,48 29,81 0,71 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,78 46,83 47,20 47,83 47,29 0,66 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,59 15,31 15,39 15,59 15,36 0,59 BEEF3 MINERVA ON 3,96 3,91 3,97 4,06 3,94 0,51 VALE3 VALE ON 70,53 69,49 70,03 70,88 69,91 0,43 GGBR4 GERDAU PN 24,77 24,04 24,31 24,77 24,27 0,29 CYRE3 CYRELA REALT ON 27,50 26,93 27,32 27,91 27,18 0,18 PETR4 PETROBRAS PN 49,80 49,12 49,48 50,03 49,12 0,04 BRAP4 BRADESPAR PN 20,50 20,21 20,33 20,56 20,23 -0,05 PETR3 PETROBRAS ON 54,80 53,87 54,38 55,28 53,87 -0,35 SUZB3 SUZANO S.A. ON 45,02 44,20 44,40 45,02 44,20 -0,38 MBRF3 MARFRIG ON 17,05 16,78 16,89 17,08 16,78 -0,42 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,28 9,77 10,03 10,38 10,11 -0,49 BRAV3 BRAVA ON 18,49 18,12 18,34 18,59 18,12 -0,60 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,55 18,08 18,19 18,55 18,11 -0,88 TIMS3 TIM ON 19,01 18,33 18,50 19,08 18,33 -1,08 CSMG3 COPASA ON 57,77 56,31 57,07 58,06 56,31 -1,09 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,35 19,86 19,95 20,35 19,88 -1,14 PRIO3 PETRORIO ON 62,52 60,90 61,69 62,79 60,90 -1,14 TEND3 TENDA ON 28,15 25,80 26,78 28,30 27,01 -1,17 WEGE3 WEG ON 50,79 49,25 49,71 51,11 49,46 -1,65 UGPA3 ULTRAPAR ON 38,89 37,60 38,09 38,89 37,65 -1,83 VBBR3 VIBRA ON 38,60 36,58 37,29 38,60 37,16 -2,11 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,70 28,69 28,90 29,79 28,75 -2,77 EMBJ3 EMBRAER ON 101,82 97,30 98,54 102,25 97,31 -3,14 CURY3 CURY S/A ON 29,14 27,55 27,97 29,38 27,74 -3,41 TOTS3 TOTVS ON 35,47 33,19 33,68 35,57 33,43 -3,49 — Foto: GettyImages

Itaú BBA aponta ações para ganhar com queda dos juros; veja as favoritas
B3 •

Itaú BBA aponta ações para ganhar com queda dos juros; veja as favoritas

Investidores ainda aguardam maior visibilidade fiscal antes de elevar de forma mais agressiva a exposição às ações cíclicas domésticas Publicidade A perspectiva de queda dos juros abre espaço para investidores aumentarem a exposição a ações mais sensíveis ao mercado brasileiro, mas a melhor estratégia não é simplesmente comprar os papéis de maior risco. Para o Itaú BBA, o momento favorece uma busca seletiva por “beta” (medida estatística que compara a volatilidade dos movimentos de preço de uma ação específica com o mercado geral), privilegiando empresas de qualidade e com alavancagem controlada. Em relatório sobre a melhor forma de adicionar beta às carteiras no Brasil, a equipe de estratégia do banco destacou XP (BDR: XPBR31), B3 (B3SA3), BTG Pactual (BPAC11), Cyrela (CYRE3), EZTec (EZTC3), Ecorodovias (ECOR3), Localiza (RENT3), Assaí (ASAI3) e RD Saúde (RADL3) entre os nomes que podem se beneficiar de um cenário mais favorável. O ponto central da análise é que são os juros reais que fazem maior diferença para esse grupo de ações: os cálculos do banco mostram correlação de -0,66 entre as variações dos juros reais e o desempenho mensal de sua cesta de ações de alto beta. Na carteira de empresas mais alavancadas, a correlação chega a -0,69, enquanto na cesta “Beta Brasil” é de -0,64. A correlação dessas estratégias com mudanças na Selic nominal, por outro lado, fica próxima de zero. Historicamente, essa sensibilidade fez diferença justamente nos períodos de queda dos juros reais. Nesses meses, a carteira High Beta do Itaú BBA apresentou retorno médio mensal de 8,4%, enquanto as cestas High Leverage e Beta Brasil avançaram, respectivamente, 6,6% e 5,7%. O Ibovespa teve retorno médio de 4,8% nesses períodos. Quando os juros reais subiram, contudo, as três estratégias também sofreram mais do que o índice. Apesar do potencial de valorização, o banco prefere uma abordagem de beta com qualidade e alavancagem controlada. A cautela está ligada à expectativa da equipe macroeconômica de desaceleração do PIB em 2027. Assim, a preferência é por companhias sensíveis aos juros, mas não excessivamente dependentes da atividade econômica, combinadas a cíclicas de qualidade, infraestrutura e commodities/exportadoras. Quais setores têm mais beta? Para tentar medir quais ações apresentam maior elasticidade a um cenário de maior apetite por risco, o Itaú BBA criou um “Beta Scorecard”. O indicador combina quatro pilares: alavancagem, valuation, beta em relação ao Ibovespa e volatilidade. Continua depois da publicidade Entre os setores, os maiores scores ficaram justamente concentrados em segmentos domésticos e sensíveis ao crédito: locação, com 93,3 pontos; educação, com 89,1; incorporadoras, com 76,3; concessões rodoviárias, com 71,6; e consumo discricionário, com 71,4. Na outra ponta aparecem telecomunicações, com apenas 7,9 pontos, e papel e celulose, com 18,8. O ranking individual reforça que as empresas com maior beta não necessariamente coincidem com as principais recomendações dos analistas. CSN (CSNA3) lidera o score consolidado, com 100 pontos, seguida por Movida (MOVI3), com 99; Ânima (ANIM3), com 98; Vamos (VAMO3), com 97; e Cosan (CSAN3), com 96. Depois aparecem Simpar (SIMH3), MRV (MRVE3), Hapvida (HAPV3), Magalu (MGLU3) e Ecorodovias (ECOR3). A diferença é importante: o score procura medir a elasticidade dos papéis a movimentos de mercado, enquanto a seleção qualitativa dos analistas incorpora também a atratividade do caso de investimento de cada empresa. Continua depois da publicidade No setor financeiro, a ordem de preferência do Itaú BBA para esse tema é XP, B3 (B3SA3) e BTG Pactual (BPAC11). A XP aparece como a principal escolha porque combina dois motores em um eventual cenário otimista: espaço para expansão de múltiplos, já que ainda negocia abaixo de sua média histórica, e possibilidade de melhora operacional com juros menores. A B3 também apresenta alta correlação com os juros, mas sua avaliação já voltou à média histórica. Ainda assim, o banco acredita que o múltiplo pode avançar em um cenário mais favorável, ao mesmo tempo em que maior apetite por renda variável pode impulsionar volumes e receitas da bolsa. Já no BTG, cuja avaliação está um desvio-padrão acima da média histórica, o potencial dependeria mais de revisões de lucros do que de expansão de múltiplos. O Bradesco (BBDC4), por sua vez, poderia funcionar como uma aposta de beta, mas o risco de crédito acrescenta uma fonte de perda potencial que não está presente nos nomes preferidos pelo banco. O Itaú BBA também evita usar as empresas de meios de pagamento como veículo para a tese, apesar da sensibilidade aos juros, devido às tendências operacionais ainda desafiadoras do segmento. Continua depois da publicidade Ecorodovias em destaque Em transportes, Ecorodovias (ECOR3) e Localiza (RENT3) estão entre as preferidas. A primeira é apontada como a forma mais alavancada de se beneficiar da queda dos juros dentro da cobertura do banco. Segundo a análise, cada redução de 100 pontos-base nos juros de longo prazo poderia representar cerca de 25% de potencial de valorização para a ação. O papel apresenta uma taxa interna de retorno real estimada em 14%. Localiza, por sua vez, negocia a cerca de 9 vezes o lucro projetado para 2027 e é vista como alternativa líquida para investidores locais e estrangeiros aumentarem o beta da carteira. O contraponto é que as tendências operacionais de curto prazo continuam desafiadoras, especialmente em relação à depreciação. Para consumo, o banco destaca Assaí (ASAI3) e RD Saúde (RADL3). No atacarejo, a tese passa pela desalavancagem e pelo crescimento dos resultados. O Itaú BBA calcula que a alavancagem do Assaí pode terminar 2026 abaixo de 2 vezes e recuar para menos de 1,7 vez em 2027. O banco projeta ainda crescimento médio anual de 28% do lucro por ação entre 2027 e 2030. Continua depois da publicidade Já a RD Saúde é classificada como uma opção para diferentes cenários: o papel negocia ao redor de 16,5 vezes o lucro de 2027, e o banco vê possibilidade de expansão para 20 a 25 vezes em um ambiente otimista, mas espera sensibilidade limitada em um cenário pessimista. Cyrela é favorita entre incorporadoras No imobiliário, a Cyrela (CYRE3) é a principal aposta de qualidade do banco entre as incorporadoras de alta renda. Negociada a aproximadamente 1 vez o valor patrimonial, a ação poderia se aproximar de 1,4 vez em um cenário positivo, contra cerca de 0,8 vez em um ambiente negativo, uma relação considerada favorável pelo banco. A EZTec (EZTC3) é descrita como a versão mais alavancada dessa mesma tese. Já os shoppings aparecem como uma alternativa diretamente ligada ao fechamento dos juros reais, com perda estimada de 10% a 15% em um cenário desfavorável e alta de 30% a 40% no cenário positivo. Em energia, o Itaú BBA considera distribuição de combustíveis e Petrobras (PETR4) mais como uma tese associada ao momentum global do que propriamente um veículo de beta doméstico. No caso da Petrobras, porém, a combinação da dinâmica internacional dos preços com desempenho operacional forte e uma perspectiva doméstica de assimetria positiva permite que o papel também funcione como uma aposta de beta. A discussão também ganhou força nas reuniões recentes do banco com investidores estrangeiros. Em um roadshow nos Estados Unidos com 28 investidores institucionais, o posicionamento em Brasil apareceu entre neutro e levemente acima da média. Embora as valuations relativas sustentem o interesse, investidores ainda aguardam maior visibilidade fiscal antes de elevar de forma mais agressiva a exposição às ações cíclicas domésticas. Nesse contexto, mercado de capitais, Localiza e Cyrela estiveram entre os principais nomes discutidos para capturar uma eventual recuperação doméstica. O que muda na estratégia A visão dos estrategistas passa por uma tentativa de encontrar papéis capazes de entregar maior valorização caso os juros reais cedam, sem ignorar riscos específicos das empresas. Entre as três carteiras quantitativas acompanhadas pelo banco, a preferência é pela Beta Brasil, por reunir maior liquidez e melhores tendências de revisão de resultados. A cesta reúne 15 companhias domésticas e financeiras de maior valor de mercado com beta superior a 1 e inclui, entre outros nomes, Itaú Unibanco (ITUB4), BTG Pactual (BPAC11), Bradesco (BBDC4), Banco do Brasil (BBAS3), B3 (B3SA3), Localiza (RENT3), Raia Drogasil (RADL3) e Cosan (CSAN3). A preferência combina as ideias de capturar o benefício da queda dos juros reais e, ao mesmo tempo, limitar a dependência de uma aceleração forte da economia. É essa combinação que leva XP, Cyrela, Ecorodovias, Localiza, Assaí e RD a ganharem destaque na seleção setorial dos analistas.

Mercado Livre vende remédio e derruba ação de farmácia na B3
B3 •

Mercado Livre vende remédio e derruba ação de farmácia na B3

O Mercado Livre começou a vender medicamentos com receita nesta sexta-feira (25), incluindo antibióticos e canetas emagrecedoras como o Ozempic, com entrega em até uma hora em São Paulo. No mesmo pregão, as ações das principais redes de farmácia caíram na B3. A Pague Menos (PGMN3) fechou o dia com queda de 8%, a R$ 3,45, depois de recuar mais de 10% durante o pregão. A RD Saúde (RADL3), dona da Droga Raia e da Drogasil, caiu 5,38%, a R$ 18,45. Já a Panvel (PNVL3) recuou 4,90%, a R$ 12,43. Nos Estados Unidos, as ações do próprio Mercado Livre também recuaram, cerca de 2,7% na Nasdaq, sinal de que o mercado financeiro também vê custo e risco na aposta. Siga o canal da TV Sim Brasil no WhatsApp e receba as principais notícias do dia, sem grupo. Como vai funcionar a venda de remédios O cliente envia a receita médica pelo aplicativo, e um farmacêutico valida o pedido antes da liberação. A farmácia própria do Mercado Livre atende, por enquanto, toda a região metropolitana de São Paulo. A partir de outubro, farmácias parceiras entram na plataforma de marketplace. A meta da empresa é chegar a 20 farmácias de redes terceiras em São Paulo até o fim do ano, todas dentro do sistema de entrega em 60 minutos. "Pessoas que entram no Meli buscam de tudo, e percebemos que havia muita busca também por remédios", disse Fernando Yunes, CEO do Mercado Livre no Brasil, ao justificar a expansão. Publicidade O ponto em aberto Para o mercado financeiro, a dúvida não é se o Mercado Livre vai vender remédios, mas o que isso faz com a margem de lucro de quem já vende . "Com Mercado Livre e Amazon ganhando espaço nesses segmentos, investidores passaram a questionar o potencial de margem das farmácias", resumiu Lucas Esteves, head de varejo do Santander Brasil, sobre a queda das ações no mesmo dia do anúncio. Siga a TV Sim Brasil no Google e ative o sininho para receber nossas notícias no Discover.

Perguntas Frequentes sobre RADL3F

Qual é a cotação de RADL3F hoje na B3?
A cotação de RADL3F hoje está em R$ 19,32. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 18,82 e máxima de R$ 19,62.
Quanto a RADL3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker RADL3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de RADL3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RADL3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RADL3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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