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QBTC11 QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior – Cotação Hoje

📊 ETF

QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior

Preço Atual
R$ 26,47
-0.34%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo QBTC11 (QR CME CF Bitcoin Reference Rate Fundo de Indice Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 26,47, acumulando uma variação de -0.34% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 18,28 e a máxima de R$ 40,48. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark CME CF Bitcoin Reference Rate, inserido na classe de Criptoativos (Bitcoin) sob gestão de QR Asset com taxa de administração de 0,75% a.a..

Abertura
R$ 27,05
Fec. Ant: R$ 26,45
Variação Dia
Min: R$ 26,19
Max: R$ 27,30
52 Semanas
Mín: R$ 18,28
Máx: R$ 40,48
Volume
81.443
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: QBTC11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do ETF (Fundo de Índice)

Índice Benchmark
CME CF Bitcoin Reference Rate
Classe de Ativo
Criptoativos (Bitcoin)
Gestora / Administradora
QR Asset
Taxa de Administração
0,75% a.a.
País / Mercado
🌐 Global
Valor de Mercado / PL
-
Liquidez / Volume Diário
81.443
52 Semanas (Mín / Máx)
R$ 18,28 - R$ 40,48

Sobre a QBTC11

Índice Benchmark
CME CF Bitcoin Reference Rate
Classe de Ativo
Criptoativos (Bitcoin)
Gestora / Administradora
QR Asset
Taxa de Administração
0,75% a.a.
Market Cap
N/A

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encontrado

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Bitcoin supera US$ 86 mil antes do payroll dos EUA e rompe resistência mesmo com dólar forte

Bitcoin rompeu os US$ 86 mil antes do relatório de emprego dos EUA, ignorando a pressão do dólar forte e dos juros elevados. Entenda o que está por trás. O Bitcoin ultrapassou brevemente os US$ 86.885 na manhã desta sexta-feira, recuando em seguida para a faixa dos US$ 86 mil. O movimento chama atenção não pelo número em si, mas pelo contexto em que acontece: juros dos títulos do Tesouro americano em patamares que não se viam há décadas, dólar no nível mais alto em 18 meses e uma crise fiscal europeia se aprofundando. A alta de cerca de 1,5% no dia e de 3% acumulados no mês ocorre às vésperas da divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos, o payroll. O mercado espera a criação de 90 mil vagas em setembro, uma desaceleração significativa em relação às 162 mil de agosto. A taxa de desemprego deve permanecer em 4,1%. O dado importa porque pode reconfigurar as apostas sobre a política monetária do Federal Reserve e, por consequência, o apetite global por ativos de risco. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados Por que o Bitcoin subiu mesmo com o cenário adverso Durante toda a semana, o Bitcoin ficou preso numa faixa entre US$ 82 mil e US$ 85 mil. O motivo era claro: o yield dos títulos de 10 anos do Tesouro americano atingiu 5,34%, o maior nível em múltiplas décadas. Yields mais altos significam custo de capital mais caro, o que historicamente pressiona ativos sem geração de caixa como as criptomoedas. Ao mesmo tempo, o índice DXY, que mede o dólar contra uma cesta de moedas relevantes, ultrapassou brevemente a marca de 102, o patamar mais elevado desde o início de 2024. Um dólar mais forte costuma drenar liquidez de ativos de risco. Ainda assim, o Bitcoin rompeu a resistência e avançou. Isso sugere que há demanda estrutural sustentando o preço. 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Bitcoin testa o piso da faixa de consolidação enquanto o rendimento do Treasury de 10 anos atinge máxima desde 2007. Entenda o que está por trás da pressão. O Bitcoin recuou pouco menos de 1% nas primeiras horas da manhã de terça-feira na Ásia, negociando logo acima dos US$ 83.100. O movimento leva a principal criptomoeda ao piso da faixa de consolidação formada na semana passada, um nível técnico que costuma definir se o mercado encontra demanda suficiente para se sustentar ou se busca patamares mais baixos. O pano de fundo é menos sobre cripto e mais sobre a dinâmica de juros nos Estados Unidos. O rendimento do Treasury de 10 anos avançou um ponto-base para 5,25% na sessão asiática, depois de atingir durante o pregão americano o maior nível desde 2007. Para quem investe em ativos que não pagam renda fixa, como o Bitcoin, esse número é um concorrente direto: quanto mais o governo americano remunera quem compra sua dívida, menos atraente fica carregar um ativo volátil e sem cupom. Por que os Treasuries pressionam o Bitcoin A relação entre juros longos e ativos de risco não é nova, mas ganha contornos mais agudos quando os rendimentos atingem patamares que não se viam em quase duas décadas. Com o Treasury de 10 anos acima de 5%, o custo de oportunidade de manter Bitcoin no portfólio sobe de forma considerável. Fundos institucionais, que nos últimos anos ajudaram a inflar o mercado cripto, passam a realocar capital para renda fixa soberana com retorno real positivo. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados Essa pressão é amplificada pelo comportamento do petróleo. O Brent subiu mais de 1%, para perto de US$ 107 o barril, registrando o segundo ganho consecutivo após esfriarem as expectativas de um avanço diplomático com o Irã. Petróleo mais caro alimenta a inflação, e inflação persistente empurra as apostas de que o Federal Reserve pode voltar a subir juros. É uma cadeia que termina com mais pressão vendedora sobre o Bitcoin. O índice MSCI All Country World caiu para o menor nível desde 18 de setembro, e os futuros do Nasdaq 100 recuaram 0,3% após uma liquidação liderada por tecnologia em Wall Street. Cripto, nesse contexto, não opera no vácuo. Como discutimos em nossa cobertura sobre o mercado de criptomoedas, a correlação entre ativos digitais e o apetite a risco global se tornou um fator estrutural que investidores não podem ignorar. O que dizem os dados de sentimento do mercado cripto Um dos indicadores mais acompanhados de sentimento cripto marcou 74 de 100 na segunda-feira, ficando a poucos pontos da zona de “ganância extrema”. A leitura é curiosa quando contrastada com o medo que domina o mercado acionário há 20 dias consecutivos. 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Para quem acompanha se Bitcoin vale a pena como investimento, o nível atual é mais um teste de convicção do que um ponto de entrada ou saída óbvio. Altcoins: ZEC lidera perdas enquanto GRT e IMX sobem Entre as principais altcoins, Zcash (ZEC) registrou a queda mais acentuada, perdendo 12% e sendo negociada perto de US$ 1.380. Solana (SOL) e Hyperliquid (HYPE) caíram entre 3% e 4%. Dogecoin (DOGE) recuou 3%, BNB cedeu 2% e XRP perdeu quase 2%. Ether e TRX ficaram praticamente estáveis. Na ponta oposta, tokens de menor capitalização tiveram desempenho misto. GRT, token do The Graph, saltou 18%, enquanto IMX, da Immutable, avançou quase 10%. Por outro lado, UNI e BCH recuaram cerca de 10% cada, e DASH perdeu 7%. O valor total do mercado cripto estava perto de US$ 2,86 trilhões. Esse comportamento fragmentado é típico de momentos em que o Bitcoin consolida: o capital rotaciona entre altcoins de forma errática, sem uma tese direcional clara. 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Seria o tipo de gatilho capaz de gerar o “novo impulso de alta” que analistas consideram possível. Para o investidor de cripto, o recado é claro: o destino de curto prazo do Bitcoin não será decidido no blockchain, mas nas planilhas do Bureau of Economic Analysis. A interdependência entre cripto e macroeconomia nunca foi tão evidente. Quem opera Bitcoin sem acompanhar o calendário de dados americanos está navegando sem bússola.

Banco Central amplia rastreabilidade de criptomoedas e exige comunicação ao Coaf para carteiras autocustodiadas
Altcoins •

Banco Central amplia rastreabilidade de criptomoedas e exige comunicação ao Coaf para carteiras autocustodiadas

Novas resoluções do BC obrigam comunicação ao Coaf em transferências acima de US$ 10 mil para carteiras próprias e ampliam exigências de custódia para exchanges. Banco Central aperta cerco sobre cripto: o que muda para quem usa carteira própria O Banco Central deu mais um passo concreto para fechar o cerco regulatório sobre o mercado de criptomoedas no Brasil. Duas novas resoluções publicadas em setembro de 2026 ampliam a supervisão sobre movimentações envolvendo carteiras autocustodiadas e reorganizam as exigências de transparência para empresas que custodiam ativos digitais de terceiros. As Resoluções BCB nº 588 e nº 589 atuam em frentes diferentes, mas convergem para o mesmo objetivo: dar ao regulador uma visão mais granular de como os ativos virtuais circulam, onde estão guardados e quem são as contrapartes envolvidas. Para o investidor que usa carteira própria, a mudança é relevante. Para as exchanges, é estrutural. Transferências acima de US$ 10 mil agora geram comunicação automática ao Coaf A Resolução nº 588 estabelece que qualquer transferência de ativos virtuais para ou de carteiras autocustodiadas em valor igual ou superior a US$ 10 mil deve ser comunicada ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O ponto central é que essa comunicação não depende de análise de suspeição. É uma obrigação objetiva: atingiu o limite, a instituição reporta. Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados A regra vale nos dois sentidos. Se um investidor envia o equivalente a US$ 15 mil de uma exchange para sua carteira pessoal, a operação precisa ser reportada. O mesmo acontece quando a exchange recebe ativos desse valor provenientes de uma carteira autocustodiada. Isso não significa que a autocustódia foi proibida ou restringida. O investidor continua podendo manter seus ativos em carteiras próprias. O que muda é o nível de visibilidade regulatória sobre essas movimentações, como explicou Thiago do Amaral Santos, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em meios de pagamento e ativos virtuais. Operações abaixo de US$ 10 mil continuam sujeitas apenas aos controles gerais de prevenção à lavagem de dinheiro. A norma não prevê expressamente a agregação diária ou mensal de transferências para atingir o limite. Porém, operações fracionadas ou atípicas permanecem no radar e podem resultar em comunicação por suspeição, o que na prática desencoraja estratégias de “structuring” para driblar o limite. Custódia, prova de reservas e staking: exigências agora valem para mais instituições A Resolução nº 589 atua em outra dimensão. Ela reorganiza e amplia o regime de informações que as empresas precisam reportar ao Banco Central sobre custódia de ativos virtuais, posições de clientes, provas de reservas e ativos destinados a staking. A principal novidade não é a criação dessas obrigações, que já existiam. O que muda é o alcance. Antes, as exigências estavam concentradas nas Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) abrangidas pelo período transitório. Agora, o regime passa a incluir também outras instituições autorizadas pelo Banco Central que atuem com ativos virtuais, como bancos e instituições de pagamento. Na prática, uma instituição financeira tradicional que ofereça serviços de compra e venda de criptomoedas passa a ter as mesmas obrigações de reporte que uma exchange nativa do mercado cripto. A supervisão exige uma visão consolidada: quais ativos estão sob custódia, quais posições correspondem a cada cliente, quais valores estão em staking e como essas informações se conectam com a contabilidade da empresa. Esse ponto é especialmente relevante para instituições que utilizam custodiantes ou subcustodiantes no exterior, já que os ativos mantidos fora do Brasil também precisam ser reportados. Para quem acompanha a evolução regulatória do setor cripto, a tendência é clara: o BC quer eliminar zonas cinzentas na cadeia de custódia. Exchanges sem autorização terão 30 dias para encerrar operações Outro ponto crítico da Resolução nº 589 é o tratamento das SPSAVs que não apresentarem pedido de autorização dentro do prazo regulatório. Essas empresas não poderão continuar operando indefinidamente. Terão 30 dias após o término do prazo para encerrar a prestação de serviços de ativos virtuais. O encerramento não é trivial. As empresas precisam organizar a saída de forma ordenada, garantindo a liquidação das operações em aberto e a devolução ou transferência dos recursos e ativos virtuais dos clientes. Para instituições autorizadas pelo BC, a restrição a operações com prestadores não autorizados passa a considerar o marco de 6 de novembro de 2026. Esse cronograma cria um efeito cascata. Bancos e instituições de pagamento que mantêm relacionamento com exchanges também precisam monitorar o processo e respeitar os limites regulatórios para manutenção dessas parcerias. A mensagem do regulador é direta: quem não se adequar, sai do mercado. E quem mantiver relações com quem não se adequou pode ter problemas. O que isso significa para o investidor de cripto no Brasil Analisadas em conjunto, as duas resoluções reforçam três dimensões da supervisão: a movimentação dos ativos, sua custódia e o enquadramento das contrapartes. É um arcabouço que se aproxima cada vez mais do que já existe para o mercado financeiro tradicional. Para o investidor pessoa física, o impacto mais imediato é a maior rastreabilidade das operações com carteiras autocustodiadas. Quem movimenta valores relevantes precisa ter consciência de que essas transferências agora integram o fluxo de informações destinado ao Coaf, como já detalhamos em nossa análise sobre declaração de criptomoedas no imposto de renda. Para as empresas do setor, o recado é de profissionalização acelerada. A exigência de provas de reservas verificáveis e reportes detalhados de custódia eleva a barra operacional. Exchanges menores que não conseguirem estruturar processos de compliance compatíveis com as novas regras tendem a ser absorvidas ou simplesmente desaparecer do mercado. O Brasil segue uma tendência global. A União Europeia implementou o MiCA com exigências semelhantes de rastreabilidade. Os Estados Unidos, apesar de uma abordagem mais fragmentada, também avançaram em regras de reporte para movimentações com carteiras autocustodiadas. Como abordamos ao analisar o panorama da regulação cripto no país, o BC tem sinalizado de forma consistente que quer um mercado regulado, transparente e integrado ao sistema financeiro. A autocustódia não morreu. Mas movimentar valores expressivos entre exchanges e carteiras próprias agora tem um custo regulatório claro: a visibilidade.

Perguntas Frequentes sobre QBTC11

Qual é a cotação de QBTC11 hoje na B3?
A cotação de QBTC11 hoje está em R$ 26,47. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 26,19 e máxima de R$ 27,30.
Quanto a QBTC11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker QBTC11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de QBTC11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de QBTC11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de QBTC11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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