Q1RV34 Qorvo, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh – Cotação Hoje
Qorvo, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh
Resumo Fundamentalista de Q1RV34
O ativo Q1RV34 (Qorvo, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 299,60, acumulando uma variação de -0.66% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 199,94 e a máxima de R$ 301,60. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 25.81x.
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Casas Bahia (BHIA3) é alertada pela B3 por ações abaixo de R$ 1
Casas Bahia (BHIA3) tem até março de 2027 para sair da faixa de penny stock após alerta da B3 O Grupo Casas Bahia (BHIA3) recebeu um alerta formal da B3 por manter suas ações negociadas abaixo de R$ 1 e tem até 1º de março de 2027 para regularizar a cotação. A companhia divulgou fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicando o recebimento do aviso e informando que avalia alternativas para se enquadrar dentro do prazo. As ações da Casas Bahia estão abaixo do piso exigido pela bolsa desde 21 de julho. Na mínima, os papéis BHIA3 chegaram a terminar a sessão a R$ 0,34, no fechamento do dia 27 de agosto. A regra da B3 proíbe que ações, chamadas de penny stocks, fiquem abaixo de R$ 1 por mais de um mês, medida adotada para evitar volatilidade excessiva. Quando isso ocorre, a empresa precisa apresentar um cronograma de reenquadramento. Até o momento, a Casas Bahia não detalhou qual medida pretende adotar para elevar a cotação ao patamar exigido. Histórico das ações BHIA3 e o inplit de 2024 Esta não é a primeira vez que a varejista enfrenta o problema. Em 2024, a companhia já havia realizado um grupamento de ações, o chamado inplit, na proporção de 10 para 1. O procedimento converte uma quantidade maior de papéis em lotes menores, elevando proporcionalmente o preço unitário. A medida funcionou temporariamente, mas as ações voltaram a cair abaixo de R$ 1. O inplit é uma das alternativas que companhias costumam adotar para se reenquadrar à regra da bolsa, mas a Casas Bahia não anunciou publicamente qual caminho pretende seguir desta vez. O quadro atual é reflexo de um longo processo de deterioração dos papéis. Nos últimos 12 meses, as ações acumulam queda de cerca de 83%, tendo iniciado 2026 cotadas na casa dos R$ 3,15. A reestruturação financeira da companhia também pesa no histórico recente. Em 2023, o Grupo Casas Bahia concluiu a troca de cerca de R$ 4,1 bilhões em debêntures por novos títulos com prazo mais longo e condições renegociadas, em um processo destinado a aliviar o endividamento de curto prazo. A administração afirmou que adotará as medidas necessárias para cumprir a exigência da B3 dentro do prazo, que se encerra em 1º de março de 2027, data-limite para que as ações da Casas Bahia (BHIA3) voltem a ser negociadas acima de R$ 1.
ETFs se aproximam de 1 milhão de investidores no Brasil após salto de 39% em um ano
Ler Resumo O mercado brasileiro de ETFs está em plena expansão, aproximando-se de 1 milhão de investidores com um crescimento de 39% em 12 meses, atingindo 142 bilhões de reais em ativos. A variedade de produtos se ampliou, incluindo cripto, renda fixa e mercados internacionais. A B3 vê grande potencial de crescimento, com novos ETFs de gestão ativa à vista. Este resumo foi útil? 👍 👎 Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. O mercado brasileiro de ETFs está perto de alcançar a marca de 1 milhão de investidores. Em agosto, 929 mil pessoas investiam em fundos de índice no país, uma expansão de 39% em 12 meses, segundo dados da B3. O crescimento da base vem acompanhado do aumento do dinheiro aplicado nesses produtos. O patrimônio da indústria chegou a 142 bilhões de reais, enquanto a quantidade de ETFs locais disponíveis na bolsa avançou 55% em um ano, para 219. Os números foram apresentados por Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3, durante o ETF Day, realizado nesta quarta-feira, 16, na B3 Week 2026, em São Paulo. “Os números de crescimento são exponenciais. A indústria de ETFs no Brasil avançou bastante nos últimos anos, mas, apesar disso, ainda temos muito espaço para crescer”, afirmou Masagão. Os ETFs são fundos negociados em bolsa que permitem ao investidor comprar, por meio de uma única cota, uma carteira composta por diferentes ativos. Tradicionalmente associados a índices de ações, esses produtos passaram a abranger também renda fixa, ouro, criptoativos, mercados internacionais e estratégias temáticas. Continua após a publicidade Essa ampliação ajuda a explicar o crescimento da oferta. Além dos 219 ETFs emitidos localmente, a B3 conta atualmente com 312 BDRs de ETFs, recibos que dão acesso, no mercado brasileiro, a fundos negociados no exterior. Na prática, o investidor consegue se expor a diferentes mercados internacionais sem precisar abrir uma conta de investimentos fora do país. O primeiro ETF brasileiro começou a ser negociado em 2004, com o lançamento do PIBB11 em uma iniciativa que envolveu o BNDES. Mais de duas décadas depois, o produto deixou de se limitar aos índices tradicionais da Bolsa. Continua após a publicidade Entre as áreas que ganharam espaço estão os ativos digitais. Atualmente, a B3 reúne mais de 40 ETFs ligados a criptoativos, segundo Jackeline Melanias, coordenadora de Produtos da bolsa. A instituição também vem ampliando sua infraestrutura de derivativos voltada para esse mercado. A renda fixa é outra frente que passou a ocupar espaço maior na indústria, permitindo que investidores tenham exposição a carteiras de títulos por meio de um produto negociado da mesma maneira que uma ação. O mercado também pode ganhar uma nova categoria de produtos. Os ETFs de gestão ativa estão entre as demandas de evolução regulatória e fazem parte de um projeto normativo em análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), segundo Daniel Maeda, superintendente jurídico da B3. Continua após a publicidade Diferentemente dos ETFs tradicionais, construídos principalmente para acompanhar o desempenho de um índice ou estratégia predefinida, a gestão ativa abre espaço para decisões de alocação feitas pelo gestor dentro do próprio fundo. A B3 também busca ampliar as possibilidades de internacionalização das carteiras. Além dos BDRs de ETFs globais, a bolsa desenvolve o ETF Connect entre Brasil e China, iniciativa voltada a conectar produtos dos dois mercados. Com 929 mil investidores e uma oferta que já ultrapassa 500 produtos quando somados ETFs locais e BDRs de ETFs globais, a indústria brasileira chega aos 22 anos distante do tamanho de mercados mais maduros, mas com uma base que cresce em ritmo acelerado.
Instabilidade no STF gera incerteza e ameaça rumos da economia brasileira
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF) passou a preocupar economistas e investidores nesta semana, em Brasília. No mercado financeiro, cresce o receio de que o aumento da insegurança jurídica reduza o interesse de investidores estrangeiros e comprometa o ritmo de crescimento do país. O cenário de tensão política ocorre em um período delicado para a economia brasileira. A revisão para baixo das estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB), somada à inflação persistente, já impõe desafios ao Banco Central. A instabilidade envolvendo o STF contribui para o que economistas definem como insegurança jurídica, situação em que as regras e decisões não são percebidas como suficientemente claras ou previsíveis. Quando os investidores passam a enxergar um ambiente de maior risco, podem retirar recursos do país ou exigir retornos maiores para manter ou ampliar seus investimentos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Ministros do Supremo Tribunal Federal Esse movimento pode pressionar o dólar. Com a moeda norte-americana em alta, produtos importados e combustíveis tendem a ficar mais caros, contribuindo para o avanço da inflação. Para conter a alta dos preços, o Banco Central pode manter os juros elevados por mais tempo, o que dificulta o acesso ao crédito, incluindo empréstimos e parcelamentos, e aumenta o peso das despesas para as famílias. O mercado financeiro acompanha as expectativas econômicas por meio do relatório Focus, que reúne projeções de bancos e consultorias. Nesta semana, a estimativa de crescimento do PIB brasileiro em 2026 recuou de 1,93% para 1,89%. A mudança ocorre em meio a uma combinação de fatores. A expectativa para a inflação subiu para 4,65%, enquanto a crise institucional acrescentou uma nova variável de risco ao cenário econômico. Em um ambiente de atritos entre instituições como o Judiciário e o Legislativo, empresas podem encontrar mais dificuldades para projetar investimentos, abrir novos negócios e ampliar operações. Esse cenário pode afetar a criação de empregos e a circulação de recursos na economia brasileira. Relatórios divulgados recentemente também apontaram a redução da independência do Judiciário e episódios como o das mensagens envolvendo o ministro Alexandre de Moraes como fatores de preocupação para o ambiente de negócios. Esse contexto de tensão ocorreu paralelamente a uma saída líquida de US$ 3,9 bilhões do país apenas no mês passado. No mesmo período, investidores estrangeiros registraram o pior saldo do ano na Bolsa de Valores brasileira (B3). Quando grandes fundos internacionais identificam um cenário de instabilidade institucional, parte deles pode direcionar seus recursos para mercados avaliados como mais previsíveis, como o dos Estados Unidos. O que as entidades do setor produtivo pedem para resolver o impasse? Diversas associações, entre elas a Confederação Nacional do Comércio (CNC), além de mais de 3 mil entidades, assinaram manifestos em defesa da estabilidade das instituições. Representantes do setor empresarial sustentam que o desenvolvimento econômico e social depende de um Judiciário que aplique as leis de maneira estrita e transparente. As entidades também defendem que o plenário do STF trate o impasse com urgência e chegam a propor a criação de um código de conduta para os ministros. A intenção, segundo o setor produtivo, é recuperar a confiança nas instituições. Sem esse ambiente de previsibilidade, o chamado 'custo Brasil' tende a aumentar, elevando os gastos relacionados à produção e dificultando a expansão da atividade econômica.
Perguntas Frequentes sobre Q1RV34
Qual é a cotação de Q1RV34 hoje na B3?
Quanto a Q1RV34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de Q1RV34?
O que significa o P/L e o P/VP de Q1RV34?
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