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PTBL3 – Cotação PBG S.A.Registered Shs

Construção e Imobiliário

PBG S.A.Registered Shs

CNPJ: 83475913000191

Preço Atual
R$ 1,41
-0.70%

Resumo Fundamentalista de PTBL3

O ativo PTBL3 (PBG S.A.Registered Shs) está sendo negociado hoje a R$ 1,41, acumulando uma variação de -0.70% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1,40 e a máxima de R$ 4,40. A companhia está inserida no setor de Construção e Imobiliário, atuando no segmento de Produtos para Construção. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -0.63x e P/VP de -1.93x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 1,42
Fec. Ant: R$ 1,41
Variação Dia
Min: R$ 1,40
Max: R$ 1,45
52 Semanas
Mín: R$ 1,40
Máx: R$ 4,40
Volume
128.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

-0.63
-1.93
R$ -2,26
R$ -0,74
12.08
P/Receita (PSR)
0.08
P/FCO
-5.88
P/FCL
-16.30
EV/Receita Líq.
0.59
EV/FCO
-44.46
EV/FCL
-123.22
Earning Yield
8.28%
Enterprise Value
R$ 1,51 Bi
R$ 200,20 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.88
Dív. Líquida/PL
49.54
Dívida Líquida
R$ 1,31 Bi
Liq. Corrente
0.83
PL/Ativos
0.01
Passivos/Ativos
0.99
Liq. Seca
0.42
Liq. Imediata
0.12

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
4.86%

Indicadores de Rentabilidade

306.58%
8.34%
-9.11%
Giro do Ativo
0.74

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
0.16%
CAGR Lucro
-117.26%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 35.00%
Margem EBITDA 13.13%
Margem Operacional 4.86%
Margem Líquida -12.37%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -34,03 Mi
FCL R$ -12,28 Mi
Caixa Total R$ 162,70 Mi
Caixa/Ação R$ 1,15
Receita e Dívida
Receita Total R$ 2,58 Bi
Lucro Bruto R$ 901,55 Mi
EBITDA R$ 338,11 Mi
Dívida Total R$ 2,53 Bi
Crescimento
Receita 0.16%
Lucro -117.26%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 2.606,15 Mi R$ 2.407,81 Mi R$ 2.190,83 Mi R$ 2.196,68 Mi
Lucro Bruto R$ 931,86 Mi R$ 865,37 Mi R$ 855,42 Mi R$ 945,61 Mi
EBITDA R$ 114,52 Mi R$ 130,05 Mi R$ 135,62 Mi R$ 314,25 Mi
Lucro Líquido R$ -291,72 Mi R$ -102,02 Mi R$ -35,10 Mi R$ 153,10 Mi

Sobre a PTBL3

Setor
Construção e Imobiliário
Indústria
Produtos para Construção
Funcionários
2.500
Market Cap
R$ 190,91 Mi
Descrição do Negócio

Portobello S.A. é uma empresa brasileira especializada na fabricação e comercialização de revestimentos cerâmicos, pisos e azulejos para construção. A companhia produz uma ampla variedade de produtos cerâmicos para uso residencial, comercial e industrial, oferecendo soluções em design, qualidade e durabilidade. Portobello opera com tecnologia moderna de produção, investindo em inovação de produtos e processos sustentáveis. A empresa atua em múltiplos canais de distribuição, fornecendo seus produtos para construtoras, varejistas e consumidores finais em todo o Brasil.

Dividendos

JCP R$ 0,0796
Pagamento: 07/07/2023
DIVIDENDO R$ 0,1305
Pagamento: 07/07/2023
DIVIDENDO R$ 0,1620
Pagamento: 01/09/2022
JCP R$ 0,1461
Pagamento: 01/09/2022
DIVIDENDO R$ 0,0247
Pagamento: 05/04/2022
DIVIDENDO R$ 0,5736
Pagamento: 30/11/2021
DIVIDENDO R$ 0,1298
Pagamento: 15/09/2021
DIVIDENDO R$ 0,1804
Pagamento: 13/05/2021
JCP R$ 0,1325
Pagamento: 13/05/2021
DIVIDENDO R$ 0,1118
Pagamento: 09/02/2021

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Bitcoin futuro: +1,06% (US$ 63.607) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): +0,16% (US$ 4.445) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,70% a 706,5 iuanes (US$ 104,77). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h20 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,23% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,11%. Nasdaq futuro subia 0,44%. Notícias corporativas Grupo Casas Bahia (BHIA3) entra com pedido de recuperação judicial O Grupo Casas Bahia (BHIA3) anunciou na noite de domingo, 16, que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar dívidas, enquanto a companhia mantém suas operações em funcionamento. “O pedido de recuperação judicial foi ajuizado em um contexto de deterioração das condições econômicofinanceiras enfrentadas pela Companhia, a qual foi impactada, dentre outros fatores, pelo ambiente macroeconômico desafiador, marcado por patamares elevados de taxas de juros, restrição de crédito, aumento do custo financeiro e pressão sobre o consumo e o capital de giro aliados à não concretização de alternativas de liquidez que vinham sendo estruturadas pela companhia”, afirmou a varejista. Também fazem parte do pedido de recuperação judicial as seguintes empresas: ASAP Log – Logística e Soluções Ltda.; ASAP Log Ltda.; CNT Soluções em Negócios Digitais e Logística Ltda.; Cntlog Express Logística e Transporte Ltda.; Globex Administração e Serviços Ltda.; Cnova Comércio Eletrônico S.A.; Integra Soluções para Varejo Digital Ltda.; Casas Bahia Tecnologia Ltda.; e Indústria de Móveis Bartira Ltda. A Casas Bahia registrou um prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). no No mesmo trimestre de 2025 (2T25), o prejuízo foi de R$ 555 milhões. A varejista destacou que o resultado foi impactado em R$ 9,1 bilhões por eventos não recorrentes como baixa de ativos, gastos com reestruturação, contratos não performados e IR diferido. Em termos ajustados, o prejuízo somou R$ 978 milhões, 76% maior que o apontado um ano antes. O Ebitda ajustado caiu 9,4%, para R$ 518 milhões. A receita líquida teve leve alta 1,6%, para R$ 6,97 bilhões. No release de resultados, divulgado na madrugada deste domingo, 16, a companhia afirmou que, diante de um ambiente macroeconômico e de crédito mais desafiador, avançou para a “Fase 2 do Plano de Transformação”, redimensionando sua operação. A Casas Bahia anunciou o fechamento de lojas com pouca geração de caixa. Foram fechadas 298 lojas. O Portobello Grupo – PBG (PTBL3) divulgou nesta segunda-feira, 17, que concluiu em 14 de agosto, a assinatura de um contrato para vender a unidade Pointer ao Grupo Almeida. A operação abrange a totalidade dos ativos operacionais, bem como a marca e demais ativos intangíveis vinculados. A transação, submetida à análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 3 de julho de 2026, obteve aprovação em 10 de agosto de 2026. “Esse movimento está alinhado ao foco estratégico da companhia nos pilares de varejo integrado e expansão internacional. O valor da transação, somado à liberação do capital de giro alocado na unidade, contribuirá diretamente para a execução de uma das duas prioridades estratégicas da companhia para 2026: a otimização de sua estrutura de capital”, afirmou a Portobello em um fato relevante. O processo de transição está previsto para o início de setembro, momento em que a gestão das operações da Pointer será transferida para a Cerâmica Almeida. O conselho de administração da Vibra Energia (VBBR3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 499,4 milhões, correspondendo a R$ 0,41736421842 por ação. O valor por ação é estimado e poderá ser modificado em razão da eventual negociação de ações de emissão da companhia em tesouraria. Terão direito acionistas da companhia assim registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 21 de setembro de 2026, considerando os negócios realizados em tal data. A partir de 22 de setembro as ações da Vibra passarão a ser negociadas ex-direito aos JCP. O pagamento será em 16 de novembro de 2027. A Vibra Energia também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 2,35 bilhões, alta de 705% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). No conceito ajustado, o lucro foi de R$ 2,29 bilhões de lucro, alta anual de 365%. No 2T26 o Ebitda ajustado somou R$ 4,49 bilhões, crescimento de 206% na base anual de comparação. A receita líquida da Vibra atingiu R$ 57,4 bilhões, expansão de 26% no ano. O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 350 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 288,75 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,09035843849. Para ter direito tem de ter ações da companhia ao final do dia 26 de agosto de 2026 (data de corte). Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia. A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou nesta sexta-feira, 14, após o fechamento do mercado, que identificou a presença de hidrocarbonetos em poço exploratório em perfuração no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá, na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na margem equatorial brasileira. O poço Morpho (1- BRSA-1405-APS) está localizado a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros. O intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos e indicativos em rocha. “As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas”, destacou a petroleira. A companhia também ressaltou que a atuação no bloco FZA-M-59 está alinhada à sua estratégia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração em áreas de fronteira, visando ao atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética justa. A Petrobras é a operadora do bloco FZA-M-59 e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão. A Petrobras também informou que recebeu as seguintes parcelas do programa de subvenção econômica da gasolina e do GLP: – R$ 426,4 milhões, correspondente à comercialização de gasolina, entre 1º e 15 de junho; – R$ 52,8 milhões, correspondente à comercialização de gasolina, entre 25 e 31 de maio; – R$13,6 milhões, correspondente à importação de GLP entre 16 e 31 de maio; – R$ 43,9 milhões, correspondente à importação de GLP entre 1º e 30 de abril. O total acumulado recebido pela Petrobras até o momento soma cerca de R$ 6,9 bilhões. A Boa Safra (SOJA3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26), lucro líquido de 2,67 milhões. Dessa forma, a companhia reverteu o prejuízo de R$ 2,74 milhões do segundo trimestre do ano passado, em base comparável. Segundo a Boa Safra, o resultado reflete a forte recuperação operacional, com lucro bruto de R$ 70 milhões e Ebit de R$ 40 milhões, parcialmente compensada pelo maior custo financeiro do período, associado ao reconhecimento pleno dos encargos do CRA. No 2T26 o Ebitda ajustado somou R$ 27,6 milhões, crescimento de 504% na base anual de comparação. No 2T26, a Receita Operacional Líquida totalizou R$ 125 milhões, avanço de 23% em relação aos R$ 101 milhões registrados no 2T25, crescimento superior ao da Receita Bruta, refletindo a menor incidência de devoluções e descontos sobre vendas no período. A dívida líquida consolidada encerrou o 2T26 em R$ 620 milhões, redução de 23% ante os R$ 800 milhões do 2T25 na mesma base de comparação. O movimento reflete a geração operacional de caixa do semestre e o reforço das aplicações financeiras, que mais que compensaram o endividamento bruto maior e mais longo resultante das emissões de CRA. A Jalles Machado (JALL3), uma das maiores exportadoras mundiais de açúcar orgânico e uma das maiores produtoras de açúcar e etanol da região Centro – Oeste, divulgou na noite de sexta-feira, 14, seus resultados referentes ao primeiro trimestre da safra 2026/27 (1T27). A companhia teve prejuízo líquido de R$ 74,1 milhões no 1T27. Um ano antes (1T26) o prejuízo foi de R$ 14 milhões. Já o prejuízo caixa no 1T27 totalizou R$ 24,2 milhões, representando uma melhora de 39,3% em relação ao prejuízo caixa de R$ 39,9 milhões registrado no 1T26. Partindo O Ebitda ajustado totalizou R$ 157,2 milhões no 1T27, redução de 41,7% em relação aos R$ 269,6 milhões registrados no 1T26. Segundo a companhia, o desempenho reflete principalmente a menor receita líquida do período, impactada pela redução dos volumes comercializados e pelo menor patamar de preços de açúcar e etanol, parcialmente compensada pela melhora observada nos custos operacionais. Já considerando os efeitos dos contratos de hedge, o Ebitda ajustado alcançou R$ 269,4 milhões, leve queda de 2,8%. A receita líquida da companhia recuou 32,6%, para R$ 340,4 milhões. O conselho de administração da Cosan (CSAN3) aprovou medidas de simplificação de sua estrutura, incluindo a deslistagem do ADS (American Depositary Shares), reestruturação societária envolvendo o Grupo Radar e mudanças na diretoria. As informações foram divulgadas na sexta-feira, 14, após o fechamento do mercado. Rafael Bergman, atual diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cosan, e a vice-presidente jurídica, Maria Rita de Carvalho Drummond, renunciaram aos seus cargos. O cargo de diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cosan será ocupado por José Cezário Menezes de Barros Sobrinho, executivo que já ocupou essa mesma posição na Rumo (RAIL3), investida da Cosan. A área jurídica passará a reportar para o novo vice-presidente financeiro. As respectivas mudanças se tornarão efetivas a partir de 1º de setembro 2026. A Cosan também anunciou a deslistagem voluntária de seus American Depositary Shares (ADSs), representadas por ADRs, que correspondem a 4 ações ordinárias da companhia, da NYSE (Bolsa de Valores de Nova York), onde são negociadas sob o código “CSAN”. Após conclusão da deslistagem, de acordo com o rito regulatório necessário, será pedido o cancelamento do registro perante a SEC (Securities and Exchange Commission). A Cosan explicou que a deslistagem não afeta imediatamente seu registro perante a SEC, o que seguirá um cronograma a ser oportunamente divulgado, que incluirá informações sobre o tratamento a ser conferido ao programa e as alternativas disponíveis aos detentores de ADSs. Também na sexta-feira a Cosan informou que convocou uma assembleia geral extraordinária para deliberar sobre ajustes no estatuto social e uma reestruturação societária no Grupo Radar. A operação prevê a cisão total da Radar II Propriedades Agrícolas, seguida da incorporação de seu patrimônio pela Cosan e pela Mansilla Participações, suas duas acionistas. A Radar II possui patrimônio líquido avaliado em aproximadamente R$ 2,57 bilhões. Como a Cosan e a Mansilla detêm, respectivamente, cerca de 50% da Radar II, cada uma ficará com uma parcela próxima de R$ 1,29 bilhão do patrimônio da companhia. A operação não prevê aumento de capital da Cosan. “A Cisão Radar II tem por propósito otimizar e simplificar a estrutura organizacional do grupo econômico a que pertencem as sociedades envolvidas, visando uma estrutura mais orientada para o negócio e mais eficiente do ponto de vista organizacional e de gestão empresarial, mediante a eliminação de veículo societário intermediário, promovendo a redução dos custos envolvidos na gestão dos negócios e permitindo que a Companhia e a Mansilla passem a participar diretamente do capital social das investidas da Radar II”. A Cosan também informou na sexta-feira que passou a divulgar uma projeção para a cobertura de juros do serviço da dívida. A companhia estima que o indicador deverá convergir para uma faixa entre 0,8 vez e 1,2 vez até o fim de 2026. A Cosan divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) prejuízo líquido atribuível aos acionistas controladores de R$ 320 milhões, queda de 66% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando reportou prejuízo de R$ 946 milhões. Segundo a Cosan, esse resultado reflete o impacto pontual negativo de R$ 233 milhões, referente ao impairment do ativo disponível para venda (TUP Porto São Luís), compensado pelo não reconhecimento contábil do resultado da Raízen. Desconsiderando o efeito pontual desse ajuste de valor justo, o prejuízo teria sido de R$ 167 milhões. Além disso, o resultado do 2T26 foi beneficiado pelo resultado financeiro favorável, decorrente da redução dos juros da dívida líquida, e pela otimização das despesas gerais e administrativas, com redução de R$ 36 milhões versus 2T25. A dívida líquida expandida do 2T26 totalizou R$ 9,2 bilhões, uma redução de 20% em relação ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). “Essa diminuição decorre do ingresso dos recursos do IPO da Compass, concluído no trimestre, que possibilitou a liquidação antecipada das debêntures e notas comerciais”, explicou a Cosan. Em relação ao 2T25, a dívida líquida expandida apresentou redução de 47%, impulsionada pelas iniciativas de gestão do endividamento e pelos recursos oriundos da capitalização e desinvestimentos concluídos ao longo dos últimos doze meses. Estudo de ações da Bolsa Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Cxse3, Bbas3, Itub4, Itsa4, Embj3, Ugpa3, Vbbr3, Flry3 e de Wege3. Acesse o vídeo aqui. Companhias que pagam provento ou têm ‘data com’ nesta semana: Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Segunda, 17 A Caixa Seguridade paga nesta segunda-feira, 17, os dividendos intercalares anunciados em 7 de maio. O valor é de R$ 1,050 bilhão. O valor por ação é de R$ 0,35. Os dividendos serão pagos com base na posição acionária de 3 de agosto de 2026, sendo as ações negociadas ex-dividendos desde 4 de agosto de 2026. A Copasa paga nesta segunda-feira, 17, juros sobre o capital anunciados em 18 de junho. O valor soma R$ 142,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,37. Será deduzido o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme legislação em vigor. A data de corte foi em 23.06.2026. A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da PetroReconcavo anunciado em 6 de agosto, é nesta segunda-feira, 17. A partir de terça-feira, 18, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento no valor de R$ 0,34 por ação será realizado aos acionistas no dia 27 de agosto de 2026.

Perguntas Frequentes sobre PTBL3

Qual é a cotação de PTBL3 hoje na B3?
A cotação de PTBL3 hoje está em R$ 1,41. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 1,40 e máxima de R$ 1,45.
Quanto a PTBL3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de PTBL3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PTBL3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PTBL3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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