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PINE3F – Cotação Banco PINE S.A.

Banco PINE S.A.

Preço Atual
R$ 9,94
+3.01%

Resumo Fundamentalista de PINE3F

O ativo PINE3F (Banco PINE S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 9,94, acumulando uma variação de +3.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,75 e a máxima de R$ 15,80.

Abertura
R$ 9,66
Fec. Ant: R$ 9,94
Variação Dia
Min: R$ 9,60
Max: R$ 9,94
52 Semanas
Mín: R$ 5,75
Máx: R$ 15,80
Volume
371
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

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0.00%
Enterprise Value
R$ 2,55 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
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Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a PINE3F

Market Cap
R$ 2,55 Bi

Dividendos

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Trezor confirma vazamento de dados de 13 mil clientes, incluindo usuários no Brasil
Criptomoedas 14/08/2026

Trezor confirma vazamento de dados de 13 mil clientes, incluindo usuários no Brasil

A Trezor, fabricante de carteiras físicas para criptomoedas, confirmou que uma violação de segurança em sua parceira de logística ShipMonk expôs informações pessoais de mais de 13 mil clientes. O incidente inclui compradores no Brasil e envolve dados como nomes, endereços residenciais, telefones e e-mails. Inicialmente, a investigação indicava que o vazamento estaria limitado a pedidos realizados em determinados países nos últimos 90 dias. Novas informações, porém, apontam que compras mais antigas também podem ter sido afetadas. Segundo a Trezor, 11.742 clientes dos Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal tiveram nomes, endereços de e-mail, números de telefone e endereços de entrega expostos. Esse grupo realizou compras entre 10 de maio e 8 de agosto. Outros 1.947 clientes tiveram nomes, cidades onde residem e endereços de e-mail comprometidos. Parte desses pedidos pode ter sido realizada antes de 10 de maio. A Trezor afirmou que ainda está verificando essas informações e o período exato da exposição junto à ShipMonk. A ShipMonk é responsável por armazenar e enviar produtos da Trezor e, por isso, coleta as informações necessárias para processar as entregas. A parceira está sujeita à política de retenção de 90 dias da Trezor, que determina que os dados dos clientes sejam excluídos ou anonimizados dentro desse período após sua coleta para um pedido. A Trezor destacou que seus próprios sistemas e dispositivos permanecem seguros. Portanto, o incidente não significa que as carteiras de hardware ou as criptomoedas armazenadas pelos clientes tenham sido comprometidas. O principal risco imediato apontado pela empresa é o aumento de campanhas de phishing. Com informações como nome, telefone, e-mail e histórico relacionado à compra de uma carteira de criptomoedas, criminosos podem criar mensagens mais convincentes se passando pela própria Trezor, bancos ou corretoras de criptoativos. A exposição de endereços residenciais também representa um risco adicional. Proprietários de criptomoedas já foram alvo de roubos, invasões e sequestros em diferentes países, incluindo casos registrados na França e nos Estados Unidos. Uma base capaz de associar identidades e endereços físicos a compradores de hardware wallets pode, portanto, ter valor para criminosos interessados em ataques fora do ambiente digital. A empresa informou que entrou em contato diretamente com os clientes afetados e recomendou que qualquer comunicação recebida seja comparada com informações divulgadas por seus canais oficiais. Também reforçou que usuários nunca devem inserir o backup de suas carteiras em sites nem compartilhá-lo com terceiros. Segundo a Trezor, esta é a primeira vez desde sua fundação, em 2013, que uma violação expõe números de telefone e endereços de entrega de seus clientes. A companhia reconheceu a gravidade dos possíveis riscos e pediu desculpas aos afetados. Após o incidente, a fabricante também informou que está priorizando o desenvolvimento do recurso "Anonymous Delivery", projetado para permitir compras sem associar diretamente a identidade e o endereço residencial do cliente ao pedido. Nesse modelo, o comprador utilizará um apelido ou identificador no lugar do nome real e receberá o produto em um armário automatizado de entregas, em vez de sua residência. O pacote será enviado sem a marca da Trezor e com identificação genérica do remetente, enquanto a transportadora utilizará e-mail ou SMS apenas para fornecer o PIN necessário para retirar a encomenda.

Dólar avança 0,37% e encerra dia aos R$ 5,1799, maior nível desde 2 de julho
Dólar Hoje 12/08/2026

Dólar avança 0,37% e encerra dia aos R$ 5,1799, maior nível desde 2 de julho

São Paulo, 12 – Após rondar a estabilidade ao longo da tarde, o dólar ganhou força na última hora de negócios, acompanhando a valorização global da moeda norte-americana e o avanço das taxas dos Treasuries. Com máxima de R$ 5,1809 na reta final do pregão, terminou o dia em alta de 0,37%, a R$ 5,1799 – maior valor de fechamento desde 2 de julho (R$ 5,2082). Em agosto, avança 2,16%. Operadores afirmam que o dia foi de acomodação para o mercado de câmbio local, que já teria assimilado, em grande parte, o rebaixamento da recomendação do JPMorgan para o Brasil e a última safra de pesquisas eleitorais – gatilhos que levaram a uma derrocada dos ativos domésticos na terça, em especial o recuo de 2,50% do Ibovespa, em meio a relatos de saída expressiva de capital estrangeiro. As oscilações da taxa de câmbio ao longo do dia refletiram mais o vaivém do ambiente externo. O dólar até ensaiou uma queda pontual no início da sessão, após dados comportados da inflação ao consumidor nos EUA em julho reforçarem as apostas em manutenção da taxa básica de juros dos EUA em setembro. À medida que a moeda americana se fortalecia lá fora ao longo do pregão, em especial à tarde, o real perdia força. Para o diretor de Pesquisa Econômica do Banco Pine, Cristiano Oliveira, o tombo do real em agosto pode ser atribuído a uma realocação de portfólio no universo de mercados emergentes, que leva à forte saída de recursos da bolsa doméstica, e ao aumento da volatilidade com a proximidade da eleição presidencial. “Temos visto um movimento tático de curto prazo que é ruim para ativos denominados em real. Esse movimento pode ter sido ampliado pela questão eleitoral. O resultado da eleição é incerto e os candidatos líderes nas pesquisas não apresentaram propostas claras para endereçar a questão fiscal”, afirma Oliveira, ressaltando que a perspectiva de desaceleração mais forte da atividade também reduz o apelo dos ativos locais. Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY se firmou em alta à tarde e tocou os 100,000 pontos, com máxima aos 100,023 pontos. As taxas dos Treasuries passaram a subir após a divulgação de dados fiscais nos EUA, o que pesou sobre as divisas emergentes. Entre os pares do real, apenas o rand sul-africano ganhou terreno. Indicador mais aguardado da semana, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos EUA em julho e seu núcleo vieram em linha com as estimativas, reforçando a expectativa de manutenção da taxa de juros pelo Fed em setembro, que se tornou majoritária no fim da semana passada, após dados fracos do mercado de trabalho. Na visão do economista-chefe internacional do ING, James Knightley, um CPI benigno após um relatório de emprego (payroll) joga contra a ala mais conservadora do Fed, que propugna por aperto monetário neste ano. “O mercado ainda está precificando um aumento de taxa de juros neste ano, mas é mais provável que o Fed mantenha as taxas estáveis por um período prolongado, incluindo boa parte de 2027”, afirma Knightley. Para Oliveira, do Pine, mesmo com eventual alta de juros pelo Federal Reserve e novo corte da taxa Selic, o diferencial de juros interno e externo seguirá elevado, dando suporte ao real. Além disso, os termos de troca do país seguem favoráveis, o que se reflete em saldos comerciais robustos. “Não vejo uma mudança estrutural para o comportamento do real. O movimento dos últimos dias não pode ser visto como uma tendência”, afirma. Bolsa Depois de um dia de forte baixa para o mercado de ações, o Ibovespa encerrou o dia em leve queda, em um movimento de acomodação após a intensa saída de recursos estrangeiros da bolsa na véspera. No entanto, apesar da correção ter sido pequena, a queda desta quarta-feira marca o sétimo pregão seguido de perdas. Em agosto, portanto, não houve até agora um único pregão de alta para o Ibovespa, que opera no menor patamar desde 20 de janeiro. No acumulado do mês, a baixa já soma 5,90%. Segundo profissionais de mercado, a saída dos estrangeiros é relevante para explicar o mercado nas últimas semanas porque, só em agosto, até o dia 10, já foram retirados R$ 7,2 bilhões do mercado de ações listadas. “O que eu destacaria em uma leitura macro é um resgate grande de estrangeiros concentrado nos últimos dias, o fluxo de dinheiro que entrou no começo do ano ficou agora mais errático e isso explica porque a bolsa está descolando do mercado lá fora”, afirma Ricardo Modé, CIO da Etti Partners. O Ibovespa terminou o dia em queda de 0,23%, aos 167.491,07 pontos, após bater a mínima de 167.141,82 pontos (-0,44%). Para Lucas Xavier, head da mesa de renda variável e sócio da AW Capital, é natural que, depois de um movimento de forte queda, os investidores optem por evitar posicionamentos mais direcionais, como uma pequena parte aproveitando o espaço para compras, mas sem grandes exposição às ações. “Se dermos uma olhada nas estatísticas de ontem, olhando indicadores técnicos, conseguimos ver que a negociação trouxe o Ibovespa para fora do padrão de volatilidade”, diz ele. “Então, é normal ter um movimento mais moderado, para trabalhar de novo dentro da banda de desvios.” Outro tema que continua em evidência no Brasil é o cenário político, após pesquisas eleitorais recentes apontarem para uma vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL). O mercado espera uma chapa mais forte à direita por desejar um maior alinhamento a pautas de mercado, como a agenda fiscal. Segundo um gestor que pediu para não ser identificado, a temporada de balanços do segundo trimestre no Brasil também não vem ajudando a dar suporte às ações. Na avaliação do profissional, o desempenho geral “tem decepcionado” e vem levando os investidores a não permanecerem com grandes posições compradas. Taxas de juros O esboço da curva de juros brasileira visto no início da tarde, com abertura dos vértices intermediários e longos, continuou até o final do pregão e esteve relacionado ao prêmio de risco fiscal-eleitoral. As pesquisas têm mostrado uma disputa pelo Palácio do Planalto acirrada e com vantagem para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda assim, o mercado segue atribuindo chance majoritária de corte de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic em setembro, após a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de junho indicar fraqueza na atividade econômica. Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries curtos e médios seguiram em baixa após o índice de preços ao consumidor em linha com o esperado e leilão de T-notes de 10 anos com demanda sólida, mas dados de déficit orçamentário fizeram a taxa do T-bond de 30 anos virar para alta e sacramentam a avaliação de que o problema fiscal já é algo recorrente também a países desenvolvidos. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 encerrou em 13,755%, perto do ajuste de 13,761% de terça-feira. A taxa para janeiro de 2029 subiu para 14,25%, de 14,197%, e a para janeiro de 2031 avançou a 14,48%, de 14,432% do ajuste da véspera. O economista Carlos Lopes, do BV, nota que o movimento nos DIs foi pequeno em comparação a ao dia anterior, quando a percepção do investidor estrangeiro piorou com a eleição e o rebaixamento de recomendação do Brasil para neutra pelo JPMorgan. “Hoje é mais uma continuação do movimento que temos visto desde a semana passada, de trajetória de alta da ponta mais longa com prêmio de risco em que o principal fator é o problema fiscal”, avalia. Para Lopes, do BV, o principal evento do dia foi o CPI dos EUA, que avançou 0,1% em julho ante junho e subiu 3,4% em um ano, em linha com o esperado. Já a PMS no Brasil “veio mais forte do que o consenso, mas continua indicando fraqueza da atividade econômica, fator amplamente esperado pelo Banco Central”. Assim, o economista considera que não é surpresa a curva de juros precificar um corte de 19 pontos-base da Selic em setembro, o que mostra chance majoritária de uma redução de 0,25 pp. O volume de serviços prestados no Brasil ficou estável em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava queda de 0,2%. A analista Lais Costa, da Empiricus, afirma que o mercado de juros teve uma reação mais técnica nesta quarta-feira. “À medida que o pregão perde liquidez e que se digere que ainda há chance de cerca de 40% de ter alta nos Fed funds em setembro, isso pesa no diferencial de juros e para a moeda brasileira é ruim, o que acaba fazendo o mercado de juros pedir mais prêmio”, avalia. O dólar subiu 0,37% ante o real, a R$ 5,1799. Costa nota ainda que o receio fiscal começou a fazer preço nos Estados Unidos – visto no rendimento do T-bond de 30 anos em alta de 5,248% após o país tomar mais empréstimos nos 10 meses do ano fiscal de 2026 do que em todo o ano de 2025 -, de maneira similar com o que ocorre no Brasil. No vértice mais curto dos Treasuries, o estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves, avalia que a ausência de surpresa no CPI foi bem recebida, porque reduz o receio de uma leitura mais pressionada da inflação após o conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre petróleo, energia e outros preços ao longo da cadeia. Nesta quarta, o Brent para outubro fechou em leve alta de 0,08%, a US$ 88,98 por barril. Estadão Conteúdo

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Bitcoin 12/08/2026

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h29 – atualizado às 9h52 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em queda nesta quarta-feira, 12, mas reduziu as perdas. Às 9h51 caía 0,04% aos 168.250 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h51 o dólar comercial tinha queda de 0,30% cotado a R$ 5,145. Minério, petróleo, petróleo, ouro e bitcoin (9h24) Petróleo Brent: +0,35% (US$ 89,2). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +0,94% (US$ 64.387) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): +0,60% (US$ 4.469) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,07% a 705,5 iuanes (US$ 104,59). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h23 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,29%. Nasdaq futuro subia 0,70%. Notícias corporativas O conselho de administração da Taesa (TAEE4, TAEE11) aprovou na terça-feira, 11 de agosto, a distribuição de proventos no montante de R$ 206.781.450,18, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O valor do dividendo intercalar por Unit TAEE11 é R$ 0,24076375464. O valor do JCP por Unit TAEE11 é R$ 0,35947457988. O valor do dividendo por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,08025458488. O valor dos JCP por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,11982485996. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 26 de novembro de 2026, com base na posição acionária do dia 14 de agosto de 2026. A partir do dia 17 de agosto as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3. A Taesa também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido regulatório de R$ 206,8 milhões no 2T26, queda anual de 28,5%. O Ebitda regulatório do 2T26 atingiu R$ 577,2 milhões, 10,6% maior que o registrado no 2T25, e a margem Ebitda atingiu 85,0% (+1,0pp versus 2T25). Segundo a Taesa, o desempenho do Ebitda e da margem Ebitda são explicados pelas entradas em operação parciais de Tangará, Saíra (2ª fase) e Ananaí, além da entrada em operação comercial de Pitiguari e dos reforços de São Pedro, TSN e ATE III; reajuste inflacionário do ciclo RAP; e crescimento dos custos e despesas operacionais abaixo da inflação. A Receita líquida regulatória no 2T26 alcançou R$ 679,2 milhões, 9,3% maior que o registrado no 2T25, explicada, principalmente, pelo aumento da Receita de Transmissão em função das entradas em operação parciais de Tangará, Saíra (2ª fase) e Ananaí, além da entrada em operação comercial de Pitiguari e dos reforços de São Pedro, TSN e ATE III e do reajuste positivo do IGP-M e IPCA no ciclo RAP 2025-2026 para todas as concessões da companhia. Banco Pine tem lucro líquido de R$ 165,7 milhões no 2T26, alta anual de 99,6% O Banco Pine (PINE4) encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido de R$ 165,7 milhões, crescimento de 99,6% sobre o segundo trimestre de 2025 (2T25) e de 10,5% sobre o primeiro trimestre (1T26). No 2T26 o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) foi de 37,5%, alta de 8,5 p.p. em relação ao 2T25. No acumulado do primeiro semestre, o lucro somou R$ 315,6 milhões, alta de 101,7% em relação ao primeiro semestre de 2025. A carteira de crédito expandida alcançou R$ 21,8 bilhões, alta de 40% em doze meses. Segundo o banco, a alta foi devido ao crescimento do Varejo Colateralizado, que atingiu R$ 14,7 bilhões, com destaque para os segmentos da rota do yield (saldo de Consignado Privado + Cartões, medido sobre a carteira de crédito expandida e, alternativamente, sobre a carteira de Varejo) e para a estratégia de crescimento com o apoio de mercado de capitais no INSS, e ao crescimento do Atacado focado em operações estruturadas e colateralizadas, somando R$ 7,1 bilhões em junho/26. O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 190 milhões. Esse montante correspondente a R$ 0,6167878071 por ação ordinária de emissão da companhia. Terão direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 14 de agosto de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 17 de agosto, inclusive. O pagamento será realizado em uma única parcela em 8 de setembro de 2026. A Cury também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido (atribuível à Cury) de R$ 270,5 milhões, alta de 14,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda da companhia no 2T26 alcançou R$ 387 milhões, crescimento de 19,8% quando comparado ao 2T25. A Receita Líquida foi recorde e totalizou no trimestre R$ 1,69 bilhão, expansão de 25,5% em relação ao 2T25. O conselho de administração da Bemobi Mobile (BMOB3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio. O valor total da distribuição é de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,19178292 por ação, e ao valor líquido de R$ 13,2 milhões, correspondente a R$ 0,15822091 por ação. Terão direito ao recebimento acionistas da companhia no fechamento do pregão de 14 de agosto de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 17 de agosto. O pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 28 de agosto de 2026. A Bemobi também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 45,2 milhões, alta de 30,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado registrou crescimento de 33% em relação ao 2T25, para R$ 79 milhões, com expansão de 0,8 p.p. na margem para 34,9%. Organicamente, o Ebitda ajustado cresceu 24% na mesma base de comparação, com expansão de 2,7 p.p. A Receita líquida cresceu 30% na base anual para R$ 227 milhões, ou 36% excluindo efeito da variação cambial (FXN). Organicamente (excluindo Paytime), a receita líquida cresceu 15% na base anual (20% ano/ano FXN), completando dez trimestres consecutivos de crescimento anual. Vamos tem lucro de R$ 101,1 milhões no 2T26, alta anual A Vamos (VAMO3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 101,1 milhões, alta de 9% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Na base ajustada o lucro teve alta de 21,8% no ano. No 2T26 o Ebitda da companhia atingiu R$ 971,5 milhões, crescimento de 6,6% em relação ao 2T25. O Ebitda ajustado teve alta de 8,4% na mesma base de comparação. A Receita líquida da Vamos no 2T26 foi de R$ 1,56 bilhão, expansão de 10,8% no ano. Lucro da Frasle cresce no 2T26 A Frasle (FRAS3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 88 milhões, alta de 82,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). No 2T26, o Ebitda ajustado da companhia foi de R$ 282,3 milhões, crescimento de 18,4% na base anual de comparação. A margem chegou a 20,4%, alta de 2,9 pontos percentuais e a maior marca trimestral da história da Frasle. A receita líquida atingiu R$ 1,38 bilhão, leve expansão de 1,8% no ano. Cruzeiro do Sul reporta lucro de R$ 100,7 milhões no 2T26 A Cruzeiro do Sul (CSED3) teve lucro líquido no segundo trimestre de 2026 (2T26) de R$ 100,7 milhões, alta de 60,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Segundo a educacional, o resultado reflete a melhora do desempenho operacional e do resultado financeiro – ajustados pelos efeitos de reclassificação. O Ebitda ajustado do segundo trimestre totalizou R$ 233,5 milhões, crescimento de 16% na comparação com o 2T25. A Receita Líquida consolidada no segundo trimestre atingiu R$ 780,3 milhões, sendo 8,2% superior ao 2T25, impulsionada pelo avanço da Medicina e demais cursos da área da saúde no mix do segmento Presencial, somado ao maior volume de veteranos na base e pela maior representatividade do semipresencial, com cursos de maior valor agregado, no Digital. Blau Farmacêutica reportou lucro líquido de R$ 56 milhões no 2T26 A Blau Farmacêutica (BLAU3) reportou lucro líquido de R$ 56 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 12% na comparação com o mesmo período de 2025 (2T25). Já o lucro líquido recorrente somou R$ 71 milhões, alta anual de 12%. O Ebitda recorrente atingiu R$ 126 milhões, leve crescimento de 3% em relação ao 2T25. A Receita líquida da Blau somou R$ 487 milhões, expansão de 5% no ano. Vitru (VTRU3): lucro líquido ajustado por imposto caixa soma R$ 159,9 milhões no 2T26 A Vitru Educação (VTRU3) que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado por imposto caixa de R$ 159,9 milhões, crescimento de 31,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Sem ajuste, o lucro líquido foi de R$ 105,6 milhões, queda de 17% na comparação anual. O Ebitda ajustado da companhia do setor de educação foi de R$ 278 milhões no 2T26, alta de 9,3%. A receita líquida atingiu R$ 661,4 milhões, expansão de 9,1% no ano. A Direcional (DIRR3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 201,6 milhões, alta de 9,7% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). A receita líquida no 2T26 somou R$ 1,27 bilhão, expansão de 20,1% na base anual. A Direcional também anunciou nesta terça-feira, 11, que seu conselho de administração aprovou a abertura de novo programa de recompra de ações. Foi aprovada a aquisição de até 32 milhões de ações de emissão da Direcional. Atualmente, existem 327.236.076 de ações ordinárias da companhia em circulação. O prazo máximo para realização das aquisições é de 18 meses, iniciando-se em 12 de agosto. A B3 (B3SA3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido recorrente de R$ 1,376 bilhão, alta de 8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Já o lucro líquido atribuído aos acionistas da B3 foi de R$ 1,698 bilhão, alta de 28,2% no ano. O Ebitda recorrente foi de R$ 1,9 bilhão. A Receita total foi de R$ 3,1 bilhões no 2T26, crescimento de 12,2% em relação ao 2T25, refletindo os crescimentos de 8% das receitas pró-cíclicas e 17% do grupo de receitas recorrentes. Já a Receita líquida cresceu 8,8% no ano para R$ 2,76 bilhões. Em Derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 11,1 milhões de contratos, queda de 8,3% em relação ao 2T25, principalmente em função do menor volume negociado em Criptoativos, em grande parte explicada pelas alterações nas margens requeridas para negociação desses produtos, além de um ambiente de menor atividade observado nesse mercado. Em derivativos de balcão, o estoque totalizou R$ 8,9 trilhões, alta de 10,9% contra o 2T25. Em Renda Variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$ 31,3 bilhões, um crescimento de 20,1% em relação ao 2T25, com destaque para os crescimentos de 41,8% no ADTV de BDRs e de 73,6% em Fundos Listados. No segmento de Renda Fixa e Crédito, as emissões e estoque cresceram 3,3% e 16,5% em relação ao 2Т25, respectivamente, mantendo a tendência positiva observada nos últimos anos. A agência de classificação de risco S&P elevou os ratings da Mills (MILS3) por baixa alavancagem e maior exposição a contratos de longo prazo. A agência espera que a locadora brasileira de máquinas e equipamentos Mills continue apresentando baixa alavancagem nos próximos anos, impulsionado pelo forte desempenho operacional em todos os segmentos. A S&P acredita que a empresa financiará a expansão da frota principalmente através da sua sólida geração de caixa operacional. Com isso, projeta índice de dívida líquida sobre Ebitda de cerca de 1,4x em 2026 e 1,3x em 2027, versus 1,6x em 2025. Para a agência, o crescimento da Mills continuará sendo impulsionado principalmente pelos segmentos de linha amarela e empilhadeiras, através de contratos de longo prazo que conferem maior previsibilidade de fluxo de caixa. Com isso, nesta terça-feira, 11 de agosto, a S&P National Ratings elevou os ratings de crédito de emissor de longo prazo e das debêntures senior unsecured da Mills de ‘brAA-’ para ‘brAA’ na Escala Nacional Brasil. Ao mesmo tempo, reafirmou o rating de emissor de curto prazo ‘brA1+’ da companhia. A perspectiva do rating de emissor foi alterada de “positiva” para “estável”. A perspectiva “estável” reflete a expectativa da agência de que a Mills manterá a baixa alavancagem e a sólida rentabilidade, impulsionada pelo bom desempenho operacional de todos os seus segmentos, enquanto aumenta a previsibilidade de receita via contratos de longo prazo. A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou na terça-feira, 11, os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local da Axia Energia (AXIA3) para ‘BB’, de ‘BB-’. A Fitch também elevou os Ratings Nacionais de Longo Prazo da Axia Energia e da Axia Energia Nordeste (Axia Nordeste) para ‘AAA(bra)’, de ‘AA(bra)’. A perspectiva dos ratings é “estável”. Segundo a agência, as elevações refletem a melhora sustentada da estrutura de capital da Axia, apoiada por desinvestimentos de ativos e melhores perspectivas de resultados, em razão da expectativa de preços de energia favoráveis. A Fitch projeta que a alavancagem, medida por Ebitda ajustado e recursos das operações (FFO), continuará abaixo dos limites históricos de 5,0 vezes e 6,0 vezes, respectivamente, em linha com o rating. A agência afirma que o perfil de crédito da Axia se beneficia de forte liquidez e do fato de a companhia ser a maior de geração de energia do Brasil. “A empresa possui diversificada plataforma de geração, composta por ativos renováveis, e ampla rede de transmissão, que sustentam a previsibilidade do fluxo de caixa”, ressalta a Fitch em relatório. A Multiplan (MULT3) concluiu a venda de 9,33% de participação do ParkShoppingBarigüi pelo valor de R$ 250 milhões, conforme condições previstas nos documentos da operação. O valor da operação será recebido em duas parcelas, cada uma equivalente a 50% do preço. A primeira parcela será paga até o final de agosto de 2026 e a segunda parcela será paga em 11 de fevereiro de 2028. As parcelas serão corrigidas pelo IPCA desde 1º de julho de 2026 até suas respectivas datas de pagamento. Após a transação, a companhia passa a deter a participação de 84,0% do ParkShoppingBarigüi. “Essa operação está alinhada com a estratégia da Companhia de gerar valor aos seus acionistas e otimizar a alocação de capital”, afirmou a Multiplan. Agenda de provento desta quarta, 12: A WEG paga nesta quarta-feira, 12, a primeira parcela do dividendo aprovado por assembleia em dezembro de 2025. O valor é de R$ 0,41 por ação. Tem direito quem tinha ações da WEG em 19 de dezembro de 2025. Desde 22 de dezembro de 2025 as ações são negociadas ex-direito a esses dividendos. As outras duas parcelas restantes serão pagas em 11 de agosto de 2027 e 16 de agosto de 2028. O Banco ABC Brasil paga nesta quarta-feira, 12, JCP no valor de R$ 1,16 por ação. Tem direito quem tinha ações em 29 de junho de 2026. A data de corte para ter direito a segunda parcela do dividendo da Mitre, anunciado em 7 de junho, é nesta quarta-feira. A partir de quinta, 13 as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento dessa segunda parcela será em 21 de agosto no valor de R$ 0,02 por ação. Divulgam resultado do 2T26 nesta quarta, 12: Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil (BBAS3) Sabesp (SBSP3) Rede D’or (RDOR3) Suzano (SUZB3) Eneva (ENEV3) Equatorial (EQTL3) Ultrapar (UGPA3) CSN (CSNA3) CSN Mineração (CMIN3) Rumo (RAIL3) Copasa (CSMG3) SLC Agrícola (SLCE3) Hapvida (HAPV3) Cogna (COGN3) Mahle Metal Leve (LEVE3) Minerva (BEEF3) Azzas (AZZA3) Simpar (SIMH3) Log-In (LOGN3) Moura Dubeux (MDNE3) MRV (MRVE3) Track & Field (TFCO4) Desktop (DESK3) Unifique (FIQE3) Mater Dei (MATD3) Ser Educacional (SEER3) Plano & Plano (PLPL3) Kepler Weber (KEPL3) Americanas (AMER3) Melnick (MELK3) Casas Bahia (BHIA3) Positivo (POSI3) Vittia (VITT3) Allied (ALLD3) Qualicorp (QUAL3)

Perguntas Frequentes sobre PINE3F

Qual é a cotação de PINE3F hoje na B3?
A cotação de PINE3F hoje está em R$ 9,94. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 9,60 e máxima de R$ 9,94.
Quanto a PINE3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker PINE3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de PINE3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PINE3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PINE3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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