N1TR34 Northern Trust Corp Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh – Cotação Hoje
Northern Trust Corp Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh
Resumo Fundamentalista de N1TR34
O ativo N1TR34 (Northern Trust Corp Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 437,80, acumulando uma variação de -3.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 342,00 e a máxima de R$ 479,71. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.24x.
Histórico de Cotação: N1TR34
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Dia Internacional do Café: da história da B3 à prova de xícara, o grão faz parte do dia a dia do mercado - SBA1
São Paulo, 01 de outubro de 2026 – Quando se pensa no trabalho de uma bolsa de valores, provavelmente vêm à cabeça telas com cotações e gráficos, mas muitos não imaginam que, na B3, essa rotina também inclui analisar grãos, avaliar aromas e provar café. A relação do mercado financeiro com a bebida tem raízes na história do Brasil. As negociações da commodity começaram a ser realizadas em 1917, na antiga Bolsa de Mercadorias de São Paulo. O contrato futuro de café arábica, como conhecemos hoje, foi um dos pioneiros na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros, hoje parte da B3), lançado em 1978, e até hoje estão disponíveis para qualquer pessoa que queira investir na variação do preço do produto sem precisar ter um cafezal. Por meio desses instrumentos financeiros, o investidor negocia os contratos no ambiente da B3, que oferece produtos para os dois principais tipos de grãos produzidos no país: o Arábica, principal referência nas exportações brasileiras e também consumido no mercado local; e o Conilon, voltado predominantemente ao mercado doméstico. No acumulado do ano até agosto, os contratos futuros de café Arábica, principal produto relacionado a esse mercado, movimentaram aproximadamente R$ 21 bilhões na B3, volume equivalente a mais de 11 milhões de sacas de 60 kg. A média diária foi de cerca de R$ 130 milhões, correspondentes a mais de 66 mil sacas. No período, foram registrados mais de 62 mil negócios, com média de 376 por pregão. As pessoas físicas, categoria que inclui produtores rurais, representam cerca de 26% do volume negociado. Porém, mais do que produtos financeiros, os contratos futuros de café significam proteção para o negócio de milhares de produtores. “O café faz parte da história da B3 e continua presente no nosso dia a dia com produtos que muita gente desconhece, mas que conectam o mercado financeiro à realidade do campo, proporcionando estabilidade financeira e planejamento de longo prazo para o agronegócio, um dos principais pilares da economia brasileira”, destaca Felipe Gonçalves, superintendente de Produtos de Juros, Moedas e Commodities da B3. Estabilidade financeira para a cadeia do café O agronegócio é uma atividade cheia de imprevistos. Uma geada inesperada ou uma seca prolongada podem comprometer toda a produção e afetar os preços do café. Para proteger o preço, o produtor rural pode utilizar os contratos futuros negociados na B3 como uma ferramenta de proteção. Meses antes da colheita, ele pode "travar" o preço de venda de sua safra por meio desses instrumentos financeiros. Assim, se o preço do café cair no mercado, ele não perde dinheiro, pois já garantiu um valor que cobre seus custos e assegura seu lucro. Essa operação, chamada no jargão do mercado financeiro de hedge, traz estabilidade e previsibilidade para o campo. Essa conexão entre a indústria do café e a B3 não se limita à negociação financeira dos produtos. Os contratos de café negociados na B3 permitem a entrega ou recebimento físicos da mercadoria. Isso significa que, caso deseje, um produtor pode, de fato, usar a estrutura da bolsa para vender suas sacas de café, que serão entregues em armazéns credenciados e de alta segurança. Da mesma forma, uma indústria de torrefação pode comprar os contratos para receber o café físico. É a conexão direta entre o campo, a indústria e o mercado financeiro. Provado e aprovado pela B3 Para que o café seja negociado na bolsa, ele precisa seguir um padrão de qualidade indiscutível. E quem garante isso é a própria B3! A bolsa possui uma área técnica que funciona como um verdadeiro laboratório, onde amostras do café destinado à entrega física são rigorosamente avaliadas. Seguindo a Classificação Oficial Brasileira (COB), do Ministério da Agricultura, os especialistas analisam tudo: o tipo do grão, defeitos, tamanho, cor, umidade e, claro, o sabor. Na prova de xícara, profissionais identificam as características e classificam os grãos de acordo com critérios técnicos. Esse trabalho dá uma referência comum a quem compra e a quem vende. Como os contratos têm características padronizadas, é necessário verificar se a mercadoria apresentada para entrega corresponde ao que foi negociado. O café também precisa estar depositado em armazéns cadastrados pela B3, conectando a negociação financeira à estrutura de armazenamento do produto. Informações: B3
TBIL39: renda fixa americana e proteção em dólar · Inter Invest
Quer investir em títulos do Tesouro dos Estados Unidos sem precisar abrir conta no exterior ou enviar dinheiro para fora do Brasil? O TBIL39 permite ter exposição aos títulos públicos americanos de curtíssimo prazo diretamente pelaB3 e ainda acrescentar a variação do dólar à carteira. Quando pensamos em investimentos internacionais, é comum lembrarmos primeiro de ações de grandes empresas americanas, como Apple, Microsoft ou Nvidia, ou de índices como o S&P 500 e Nasdaq. Mas também é possível utilizar o mercado internacional para investir em renda fixa, inclusive em títulos emitidos pelo governo dos Estados Unidos. É justamente essa a proposta do TBIL39, BDR do Global X 1-3 Month T-Bill ETF (CLIP), fundo negociado nos Estados Unidos e administrado pela Global X. O ETF investe principalmente em títulos de curtíssimo prazo do Tesouro americano, conhecidos como Treasury Bills ou simplesmente T-Bills, com vencimentos entre um e três meses. Na prática, o investidor brasileiro consegue acessar uma carteira de títulos públicos americanos por meio de um único ativo, negociado em reais e diretamente pela Bolsa brasileira. Quem é a Global X? A Global X é uma gestora de investimentos fundada em 2008, nos Estados Unidos, e reconhecida principalmente por sua atuação no mercado de ETFs. A empresa ganhou espaço ao oferecer fundos que vão desde estratégias tradicionais até temas específicos e tendências de longo prazo, como tecnologia, inteligência artificial, infraestrutura, commodities e diferentes segmentos de renda fixa. Desde 2018, a Global X faz parte do grupo sul-coreano Mirae Asset, um dos grandes grupos globais de gestão de investimentos, o que ampliou ainda mais sua presença internacional. Atualmente, seus ETFs são utilizados por investidores de diversos países como uma forma simples de acessar diferentes mercados, classes de ativos e estratégias, e é justamente a Global X a responsável pelo CLIP, ETF americano que serve de lastro para o TBIL39 negociado na B3. O que são os Treasury Bills americanos? Os Treasuries são títulos emitidos pelo governo dos Estados Unidos para financiar suas atividades, funcionando de maneira semelhante aos títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional brasileiro. Dentro desse mercado existem títulos com diferentes características e vencimentos. Os T-Bills representam a parcela mais curta dessa curva. São títulos com vencimentos reduzidos e que, por isso, apresentam uma sensibilidade muito menor às oscilações das taxas de juros quando comparados aos títulos americanos de longo prazo. O ETF que serve de lastro ao TBIL39, o CLIP, acompanha o Solactive 1-3 month US T-Bill Index, índice formado por títulos do Tesouro americano denominados em dólar e com vencimentos entre um e três meses. Essa característica faz com que o comportamento do investimento seja bastante diferente de um ETF de ações. O objetivo aqui não é buscar grandes valorizações das cotas, mas capturar principalmente os juros oferecidos pelos títulos públicos americanos de curtíssimo prazo. Como funciona o TBIL39? Existe uma diferença importante: apesar de aparecer na plataforma de investimentos junto aos demais ativos negociados em Bolsa, o TBIL39 não é um ETF brasileiro. Ele é um BDR de ETF, ou seja, um certificado negociado no Brasil que possui como lastro cotas de um ETF negociado no exterior. O ativo que está por trás dele é o Global X 1-3 Month T-Bill ETF (CLIP), listado na NYSE Arca, nos Estados Unidos. Dessa forma, ao comprar TBIL39, o investidor passa a ter exposição indireta ao CLIP e, consequentemente, aos títulos do Tesouro americano presentes em sua carteira. Isso traz uma grande facilidade: toda a negociação acontece pela B3 e em reais. Não é necessário abrir uma conta em uma corretora americana, realizar remessas internacionais ou comprar dólares diretamente para ter essa exposição. Por que investir em títulos tão curtos? Títulos de renda fixa também oscilam de preço. Quanto maior o prazo até o vencimento, normalmente maior será a sensibilidade do título às mudanças nas taxas de juros. É por isso que títulos americanos de 10, 20 ou 30 anos podem apresentar oscilações importantes mesmo sendo emitidos pelo governo dos Estados Unidos. Quando os juros sobem, esses títulos podem sofrer quedas relevantes; quando os juros recuam, podem apresentar valorização. O TBIL39 possui uma dinâmica diferente. Como sua carteira é formada por títulos que vencem em apenas um a três meses, o impacto das mudanças nas taxas de juros sobre os preços tende a ser muito menor. À medida que os títulos vencem, o ETF substitui esses papéis por novos T-Bills. Dessa maneira, a carteira vai se adaptando rapidamente às taxas praticadas naquele momento no mercado americano. Quanto o investimento está rendendo? Como os títulos da carteira possuem vencimentos muito curtos, sua rentabilidade acompanha de perto o nível dos juros de curto prazo nos Estados Unidos. Em setembro de 2026, o Federal Reserve mantinha a taxa básica americana na faixa de 3,75% a 4,00% ao ano. No final daquele mês, o CLIP apresentava 30-Day SEC Yield de aproximadamente 3,63% ao ano, indicador utilizado no mercado americano para estimar o rendimento corrente de fundos de renda fixa. Outro número ajuda a entender o baixo risco de juros dessa estratégia: a duration modificada da carteira estava próxima de apenas 0,05 ano. Isso significa que alterações nas taxas de juros tendem a produzir movimentos muito pequenos no preço dos títulos da carteira. O fundo também possui uma taxa bastante reduzida. A taxa de administração do CLIP é de 0,07% ao ano, uma característica importante principalmente em estratégias de renda fixa, nas quais custos elevados poderiam consumir uma parcela relevante da rentabilidade. O TBIL39 paga rendimentos? O CLIP possui distribuição mensal de rendimentos nos Estados Unidos. Como o TBIL39 é um BDR desse ETF, os proventos correspondentes podem chegar ao investidor brasileiro por meio da estrutura do programa de BDR, já considerados eventuais impostos e custos aplicáveis. Esse é um ponto que também diferencia o investimento de alguns ETFs brasileiros que simplesmente reinvestem os rendimentos dentro do próprio fundo. É importante lembrar, porém, que a tributação de rendimentos recebidos por meio de BDRs segue regras próprias e pode envolver retenção de impostos no exterior. Por isso, o investidor deve observar as regras tributárias vigentes e as informações fornecidas pela instituição financeira. Mas o TBIL39 também acompanha o dólar? Sim, e esse talvez seja um dos pontos mais importantes para o investidor brasileiro entender. Apesar de o TBIL39 ser comprado e vendido em reais, os ativos que estão por trás dele são negociados em dólares. Portanto, sua rentabilidade para o investidor brasileiro depende de dois componentes: o rendimento dos títulos públicos americanos e a variação do dólar em relação ao real. Imagine, por exemplo, que os títulos americanos entreguem retorno positivo durante determinado período e, ao mesmo tempo, o dólar se valorize frente ao real. Nesse cenário, os dois movimentos podem contribuir positivamente para o desempenho do TBIL39. Por outro lado, se o real se valorizar significativamente frente ao dólar, a queda da moeda americana pode reduzir ou até superar o rendimento recebido dos títulos. Portanto, não devemos olhar para o TBIL39 simplesmente como um investimento que está pagando determinada taxa de juros em reais. Na prática, podemos pensar nele como uma combinação de renda fixa americana de curtíssimo prazo + exposição ao dólar. TBIL39 pode funcionar como uma reserva em dólar? Essa é uma das aplicações mais interessantes do produto dentro de uma carteira diversificada. Imagine um investidor que queira manter parte do patrimônio dolarizada, mas não necessariamente queira assumir o risco das ações americanas. Comprar um ETF do S&P 500, por exemplo, traz exposição ao dólar, mas também às oscilações das empresas que compõem o índice. O TBIL39 permite separar essas duas decisões. O investidor pode buscar exposição à moeda americana por meio de uma carteira formada por títulos públicos de curtíssimo prazo, reduzindo bastante o risco relacionado à Bolsa americana. Por isso, ele pode ocupar uma parcela mais defensiva da exposição internacional de uma carteira. Ainda assim, não deve ser confundido com uma reserva de emergência tradicional em reais, já que sua cotação pode oscilar principalmente em função do câmbio e também existe risco de liquidez na negociação do BDR. Quais são os principais riscos do TBIL39? Apesar de investir em títulos públicos americanos de curtíssimo prazo, o TBIL39 não é um investimento sem risco. Para o investidor brasileiro, provavelmente o risco mais perceptível será o cambial. Se o dólar cair frente ao real, a cotação do BDR pode recuar mesmo que os títulos presentes na carteira estejam entregando rendimento positivo em dólares. Também existe o risco de mercado, já que o TBIL39 é negociado em Bolsa e sua cotação pode apresentar pequenas diferenças em relação ao valor de seus ativos de referência. Outro ponto importante é a liquidez: como o volume negociado no Brasil ainda é relativamente pequeno quando comparado aos ativos mais populares da B3, é importante observar o spread entre as ofertas de compra e venda antes de realizar uma operação. Para quem o TBIL39 pode fazer sentido? O TBIL39 pode ser interessante principalmente para quem deseja começar a diversificar parte do patrimônio internacionalmente, ter exposição ao dólar ou manter uma parcela mais conservadora dos investimentos internacionais. Também pode funcionar como complemento para quem já possui ações ou ETFs americanos. Em vez de manter toda a exposição internacional em renda variável, o investidor pode combinar ativos de crescimento com uma parcela de títulos públicos americanos de curtíssimo prazo. Outro uso possível está na diversificação geográfica da renda fixa. O investidor brasileiro normalmente concentra essa parte da carteira em títulos públicos, CDBs, LCIs, LCAs e outros produtos locais. O TBIL39 permite adicionar uma fonte de rendimento ligada aos juros dos Estados Unidos e ao dólar. Como investir no TBIL39 pelo Inter? O investimento pode ser realizado diretamente pelo Super App do Inter. Basta acessar a área de Investimentos, pesquisar pelo código TBIL39, escolher a quantidade desejada e enviar a ordem de compra. Como o ativo é negociado na B3, a operação ocorre em reais, da mesma maneira que na compra de uma ação, ETF ou outro BDR. Antes de investir, entretanto, vale observar como o produto se encaixa no restante da carteira. O TBIL39 não precisa substituir a renda fixa brasileira. Ele pode funcionar justamente como um complemento, adicionando uma combinação que muitos investidores ainda possuem pouco no patrimônio: renda fixa americana + dólar. Para quem busca diversificação internacional sem necessariamente assumir a volatilidade das ações americanas, conhecer os títulos públicos dos Estados Unidos pode ser um bom próximo passo. E o TBIL39 tornou esse acesso muito mais simples para o investidor brasileiro.
O ‘alternativo’ e o ‘feito em casa’: confira os melhores investimentos em setembro e no trimestre
O investimento alternativo por excelência — embora cada vez mais adotado pelo mercado tradicional — e os ativos “feitos em casa” dominaram o ranking de rentabilidade em setembro. O Bitcoin avançou 7,48%, em reais, e ficou novamente com a liderança, enquanto a bolsa brasileira tomou praticamente todo o restante das primeiras posições, com cinco índices de ações subindo mais de 5% no mês. E a fotografia dos últimos três meses reforça a história. O Bitcoin acumulou valorização de 37,58% no terceiro trimestre, muito à frente dos demais investimentos acompanhados pelo levantamento do Valor Data. Entre as ações brasileiras, o IBrX 50 ganhou 8,84%, o Ibovespa avançou 8,32% -- melhor terceiro trimestre desde 2022 -- e o MSCI Brasil (referência das ações brasileiras no mercado internacional) subiu 7,08% entre julho e setembro. Para o Bitcoin, foi uma recuperação expressiva depois de um primeiro semestre bastante difícil. A principal representante do mercado de criptoativos avançou apenas 1,96% em julho, disparou 25,54% em agosto e acrescentou outros 7,48% em setembro. Mesmo depois da arrancada, porém, ainda acumula queda de 10,14% em reais em 2026. No mercado internacional, a cripto registrou alta de 43%, no terceiro trimestre. O movimento foi sustentado principalmente pela retomada da demanda pela criptomoeda, inclusive entre investidores institucionais. Os ETFs de Bitcoin negociados nos Estados Unidos voltaram a registrar entradas expressivas de recursos em setembro, apesar de oscilações ao longo do mês. Dados disponíveis até a reta final do período mostravam uma sequência de ingressos nos fundos. Bolsa brasileira toma conta do restante do ranking Se o Bitcoin ficou isolado na liderança, logo abaixo dele o ranking de setembro praticamente ganhou sotaque brasileiro. O ISE, índice de sustentabilidade da B3, avançou 6,11% e ficou em segundo lugar. Depois aparecem o ICON, do setor de consumo, com 5,59%; o índice Small Cap, com 5,23%; o IBrX 50, com 5,05%; e o próprio Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, com 5,03%. A concentração ajuda a mostrar a força da recuperação das ações brasileiras no fim do terceiro trimestre. Das 76 ações que compõem o Ibovespa, 55 subiram em setembro, e o índice teve no último mês boa parte dos 8,32% que acumulou entre julho e setembro. O principal combustível veio dos juros. Ao longo do trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu taxa básica de juros (a Selic) em 0,25 ponto percentual em agosto e novamente em setembro, levando a taxa para 13,75% ao ano. Dados mais fracos de inflação, atividade e mercado de trabalho aumentaram a percepção de que há espaço para a continuidade do ciclo de cortes. A queda dos juros futuros beneficiou especialmente empresas mais dependentes da economia doméstica. Juros menores reduzem o custo de financiamento das companhias e das famílias e podem melhorar as perspectivas para consumo e atividade, justamente o grupo de ações que havia sofrido mais com a manutenção da Selic em níveis elevados. O desempenho do principal índice da B3 foi suficiente para apagar a queda de 8,2% registrada no segundo trimestre e levou a valorização no ano para 15,65%. Assim, setembro encerrou o trimestre com dois vencedores de naturezas bastante diferentes: de um lado, o Bitcoin, que protagonizou uma recuperação de quase 38% em três meses; do outro, a bolsa brasileira, que avançou em bloco e ocupou praticamente todo o pelotão imediatamente atrás da criptomoeda no último mês. O ‘alternativo’ e o ‘feito em casa’: confira os melhores investimentos em setembro e no trimestre — Foto: Getty Images
Perguntas Frequentes sobre N1TR34
Qual é a cotação de N1TR34 hoje na B3?
Quanto a N1TR34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de N1TR34?
O que significa o P/L e o P/VP de N1TR34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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