MYPK3 Iochpe Maxion S.A. – Cotação Hoje
Iochpe Maxion S.A.
CNPJ: 61156113000175
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 5 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de MYPK3
O ativo MYPK3 (Iochpe Maxion S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 9,39, acumulando uma variação de +2.51% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,59 e a máxima de R$ 11,30. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Automóveis e Motocicletas. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 15.38x e P/VP de 0.34x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.27%.
Histórico de Cotação: MYPK3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 15.366,54 Mi | R$ 15.331,81 Mi | R$ 14.955,22 Mi | R$ 16.947,87 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.850,77 Mi | R$ 1.821,43 Mi | R$ 1.508,24 Mi | R$ 1.808,64 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 941,91 Mi | R$ 1.021,04 Mi | R$ 782,58 Mi | R$ 1.245,68 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 217,13 Mi | R$ 380,08 Mi | R$ 105,89 Mi | R$ 404,17 Mi |
Sobre a MYPK3
Iochpe-Maxion S.A. é uma empresa brasileira especializada na fabricação de componentes e sistemas para a indústria automotiva. A companhia atua no segmento de autopeças, oferecendo soluções de engenharia e manufatura para veículos comerciais e de passeio. Iochpe-Maxion opera com foco em inovação tecnológica, qualidade e eficiência operacional, atendendo montadoras de veículos nacionais e internacionais. A empresa está posicionada como um player importante na cadeia de suprimentos automotiva brasileira e global.
Outras Ações do Setor de Consumo Cíclico
Ver Todos os AtivosNotícias relacionadas
Faça chuva ou faça sol nas urnas: JP Morgan seleciona ações que podem ganhar com o melhor ou o pior resultado eleitoral
A eleição presidencial ainda está em aberto, mas o JP Morgan já separou suas apostas na bolsa para os diferentes caminhos que o Brasil pode seguir depois das urnas. Em relatório divulgado na terça-feira (29), o banco apresentou três carteiras de ações: uma para um cenário otimista, outra para um cenário pessimista e uma terceira para qualquer desfecho eleitoral. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A divisão tem como principal referência o rumo da política fiscal e seus efeitos sobre os juros e a confiança dos investidores. No cenário favorável, reformas fiscais abririam espaço para a queda das taxas de longo prazo. No negativo, a ausência de reformas manteria os juros elevados e a confiança mais baixa. O relatório não associa essas carteiras a candidatos específicos. De incorporadoras a fabricantes de aeronaves, a lógica é identificar quais companhias podem se beneficiar de cada ambiente — e quais têm motores de crescimento menos dependentes do resultado da disputa. As ações para o cenário otimista segundo o JP Morgan Se uma mudança na política fiscal provocar uma queda dos juros de longo prazo, o banco vê espaço para uma valorização das ações de shoppings. Iguatemi (IGTI11), Multiplan (MULT3) e Allos (ALOS3), nessa ordem, são as preferidas do banco. Segundo os analistas, essas empresas negociam a múltiplos descontados, apesar de apresentarem portfólios resilientes, crescimento das vendas e dos aluguéis em lojas estabelecidas e taxas de ocupação entre 96% e 97%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as incorporadoras, Cyrela (CYRE3) e Eztec (EZTC3) aparecem como as principais beneficiárias de uma melhora da confiança. Juros futuros e custo de capital menores facilitam a compra de imóveis e sustentam a demanda de média e alta renda. Leia Também O banco também aponta os empreendimentos corporativos como possíveis catalisadores de curto prazo: na Cyrela, a potencial venda do Pininfarina, já locado ao Nubank; na Eztec, a locação integral do Esther Towers ao Itaú (ITUB4). A MRV (MRVE3) completa as apostas do segmento. Sua alavancagem elevada, com dívida líquida superior a 110% do patrimônio líquido, aumenta o potencial de benefício com juros menores. O banco acredita que a companhia pode superar o desempenho do setor nesse cenário, embora ainda fique atrás das duas primeiras construtoras citadas no cenário. Já em autopeças, as escolhas são Randoncorp (RAPT4) e Frasle Mobility (FRAS3), pela exposição ao mercado doméstico e aos veículos pesados. RAPT4 também se beneficiaria de um alívio nas despesas financeiras: sua dívida líquida equivale a 3,2 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para a Frasle Mobility, o relatório cita ainda um possível aumento do otimismo em relação a uma operação de fusão ou aquisição. O JP Morgan recentemente rebaixou a ação para venda. As ações para caso 'dê ruim' após as eleições Se o país seguir sem reforma fiscal, com juros elevados e menor confiança dos investidores, o banco muda suas preferências dentro do setor imobiliário. Tenda (TEND3), Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3), nessa ordem, são as escolhas entre as incorporadoras. A avaliação é que o segmento de baixa renda continua favorecido pelo suporte do Minha Casa, Minha Vida. Possíveis melhorias no programa, como juros menores e tetos mais altos para os preços dos imóveis, também podem beneficiar essas empresas. No setor de autopeças, Tupy (TUPY3) e Iochpe-Maxion (MYPK3) se destacam pela exposição aos mercados externos. Essa característica reduz a dependência do crescimento brasileiro e permite que as companhias se beneficiem de uma desvalorização do real. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Marcopolo (POMO4) e Mahle Metal Leve (LEVE3) também entram na carteira pessimista, mas por outro motivo: os dividendos. Apesar da exposição ao mercado doméstico, o banco destaca dividend yields de 11% e 10%, respectivamente. Faça chuva ou faça sol, estas são as ações para qualquer cenário Para atravessar diferentes desfechos eleitorais, as escolhas do banco norte-americano são Embraer (EMBJ3) e WEG (WEGE3). A exposição internacional é o ponto em comum, mas a tese também se apoia nas perspectivas de expansão dos negócios. No caso da Embraer, o banco espera um impacto pequeno das eleições, já que a operação é quase inteiramente dolarizada e tem exposição limitada a clientes brasileiros. A fabricante conta ainda com uma carteira de pedidos recorde de US$ 34,5 bilhões, além de crescimento de receitas e margens. Para a WEG, os destaques são a expansão da produção das fábricas de transformadores — com expectativa de US$ 1,7 bilhão em receitas adicionais até 2028 — e a adoção de sistemas de armazenamento de energia em baterias no Brasil. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na avaliação dos analistas, essas frentes devem sustentar um crescimento de dois dígitos nas receitas nos próximos dois anos e apoiar as margens. A ressalva é o câmbio: uma valorização significativa do real pode levar a ação da WEG a apresentar desempenho inferior ao mercado, embora o banco considere esse cenário pouco provável. As urnas não eliminam os riscos para 2027 Mesmo com as carteiras desenhadas, os analistas ressaltam que as perspectivas para 2027 permanecem incertas, independentemente do vencedor. O relatório aponta riscos de inflação, juros reais elevados, preocupações com o déficit fiscal após os aumentos de gastos aprovados nas últimas semanas, desaceleração do crescimento e deterioração do ciclo de crédito. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Eleição: 3 cestas de ações para diferentes resultados nas urnas, segundo Bradesco BBI
Banco monta cestas ligadas ao atual governo e ao desafiante e seleciona ações resilientes a qualquer resultado; cenário mais otimista prevê alta de 76% para o MSCI Brazil Publicidade A poucos dias do primeiro turno das eleições, o Bradesco BBI montou três cestas de ações para ajudar investidores a navegar diferentes resultados nas urnas. De um lado estão papéis que historicamente se beneficiaram da melhora das chances de reeleição do atual governo. De outro, aqueles que reagiram positivamente ao fortalecimento do desafiante. Para quem não deseja olhar para um resultado específico, há ainda uma terceira carteira, de ações consideradas mais resilientes à volatilidade eleitoral. O exercício foi elaborado pelos estrategistas Pedro Grimaldi e Ben Laidler, que analisaram mais de 220 ações do Ibovespa e índices de small caps, além de empresas relacionadas ao Brasil negociadas nos Estados Unidos e de companhias mexicanas e chilenas. O objetivo foi identificar como ações e setores reagiram às mudanças nas expectativas para a eleição. Mas o banco vai além de tentar escolher os vencedores de cada resultado eleitoral. O Bradesco BBI permanece overweight (exposição acima da média, equivalente à compra) em Brasil e mantém o país como sua principal preferência na América Latina, diante do valuation baixo e de uma relação entre potencial de alta e baixa que considera bastante assimétrica. Cenário 1 – manutenção do atual governo A primeira carteira, batizada de”Incumbent”, reúne 15 ações relacionadas ao Brasil que apresentaram desempenho superior ao mercado quando aumentaram as chances eleitorais do atual governo e ficaram para trás quando essas probabilidades diminuíram. A cesta é formada por Andina, CPFL Energia (CPFE3), Copasa (CSMG3), Caixa Seguridade (CXSE3), Equatorial (EQTL3), Hidrovias do Brasil (HBSA3), Iguatemi (IGTI11), Itaú Unibanco (ITUB4), Mercado Livre (BDR: MELI34), Multiplan (MULT3), Iochpe-Maxion (MYPK3), Porto Seguro (PSSA3), Taesa (TAEE11), Tenda (TEND3) e Vivara (VIVA3). O destaque é a concentração em seguradoras, utilities, shopping centers e incorporadoras de baixa renda, além de exportadoras e empresas negociadas no exterior com exposição relevante ao Brasil. Continua depois da publicidade Entre as seguradoras aparecem Caixa Seguridade e Porto Seguro, embora o BBI tenha uma visão fundamentalista neutra para o segmento diante dos valuations considerados justos. Já entre as utilities, o estudo cita nomes como Copasa, CPFL e Taesa, enquanto Multiplan e Iguatemi representam o setor de shopping centers. A Tenda aparece como representante das incorporadoras de baixa renda. O banco destaca que o backlog funciona como um importante colchão para os resultados da companhia. Cenário 2 – Petrobras, BB, B3 e XP aparecem na cesta do desafiante A composição muda significativamente quando o Bradesco BBI olha para as ações que apresentaram melhor desempenho nos períodos em que cresceram as chances do candidato desafiante. Continua depois da publicidade A cesta”Challenger” é formada por União Pet, ou PetzCobasi (AUAU3), B3 (B3SA3), Banco do Brasil (BBAS3), Bemobi (BMOB3), Frasle Mobility (FRAS3), Grupo Mateus (GMAT3), Hypera (HYPE3), Intelbras (INTB3), MRV (MRVE3), Petrobras (PETR3; PETR4), Panvel (PNVL3), RD Saúde (RADL3), Vamos (VAMO3), Vitru e XP (BDR: XPBR31). Quatro grupos ganham destaque nessa carteira: empresas ligadas ao mercado de capitais, estatais, papéis sensíveis aos juros e small caps. No mercado de capitais, aparecem XP e B3, com o mercado de capitais sendo segmento preferido do analista financeiro do banco Marcelo Mizrahi. Continua depois da publicidade Entre as estatais estão Banco do Brasil e Petrobras. O banco ressalta que o mercado brasileiro possui peso maior de empresas influenciadas pelo Estado em seus índices do que qualquer outro grande mercado acionário global. A Petrobras também aparece bem posicionada na matriz eleitoral de petróleo e gás do BBI. MRV e Vamos são exemplos de papéis sensíveis aos juros. O cenário econômico utilizado pelo banco prevê que a Selic cairá dos atuais 13,75% para 11% ao final de 2027, o que ajuda a explicar a sensibilidade desses papéis a cenários percebidos como mais favoráveis pelo mercado. Small caps têm “dupla alavancagem” As small caps recebem atenção especial na cesta ligada ao “desafiante”. O Bradesco BBI chama essa exposição de”dupla alavancagem”. O primeiro fator é o desconto de valuation das empresas menores em relação às grandes companhias, próximo de níveis recordes. O segundo é a possibilidade de interrupção das saídas de recursos dos fundos de ações locais, tradicionalmente compradores relevantes desses papéis. Continua depois da publicidade O relatório cita União Pet, Grupo Mateus e Vitru entre os exemplos de small caps que aparecem com destaque nessa seleção. Apesar da divisão entre as cestas, o banco chama atenção para um ponto importante: houve pouca diferença de desempenho entre as duas carteiras no último ano. O estudo, portanto, funciona como uma maneira de mapear sensibilidades observadas nas cotações, e não como uma previsão automática de como cada papel necessariamente se comportará depois das urnas. Cenário 3 – quais ações comprar independentemente da eleição? Para investidores que preferem não olhar especificamente para um resultado eleitoral, o banco atualizou sua carteira “All-Weather”, ou resiliente. Ela reúne Ambev (ABEV3), B3 (B3SA3), BTG Pactual (BPAC11), Cyrela (CYRE3), Embraer (EMBJ3), Itaú (ITUB4), Mercado Livre, Nu (ROXO34), RD Saúde (RADL3), Localiza (RENT3), Sabesp (SBSP3), TIM (TIMS3), Totvs (TOTS3), Vivo (VIVT3) e WEG (WEGE3). Para selecionar esses papéis, os estrategistas adotaram três pilares: qualidade, capacidade de crescimento composto e margem de segurança. No primeiro grupo, o BBI busca empresas com rentabilidade elevada e estável e vantagens competitivas amplas, citando Vivo, WEG e TIM. Entre os chamados compounders, capazes de combinar crescimento e reinvestimentos com retorno elevado sobre o capital, aparecem RD Saúde, Embraer e Sabesp. Já o Nu é citado como exemplo de ação com margem de segurança, medida pelo potencial de valorização até o valor intrínseco estimado. WEG lidera ranking de ações resilientes Dentro dessa estratégia, a WEG aparece com a maior pontuação total do BBI, 79 pontos em 100, seguida por RD Saúde, com 77, e Vivo e Totvs, ambas com 78 pontos na tabela do banco. O levantamento também inclui Nu, TIM, Embraer, Sabesp, Itaú, Ambev, B3, Mercado Livre, Cyrela, BTG Pactual e Localiza entre as ações mais bem classificadas pelos três critérios utilizados. Cenários para Bolsa vão de queda de 44% a alta de 76% Apesar da proximidade das eleições, o Bradesco BBI continua otimista com o mercado brasileiro. O ponto que chama mais atenção é a assimetria entre os cenários extremos projetados pelo banco para o MSCI Brazil. No cenário mais otimista, com reformas, o banco calcula potencial de valorização de 76%. A projeção considera uma forte reprecificação do mercado, com o múltiplo preço/lucro convergindo para cerca de 11 vezes, próximo da média histórica de longo prazo, acompanhada de redução próxima a 3 pontos percentuais nos juros reais das NTN-Bs. No extremo oposto, um cenário sem reformas produziria potencial de queda de 44%. Nessa hipótese, o real voltaria a enfraquecer para níveis observados durante o episódio de preocupação com “dominância fiscal” no quarto trimestre de 2025. Leia mais: Lula versus Flávio Bolsonaro: quais ações devem ganhar em cada cenário das eleições? Entre esses extremos, o estudo apresenta outros cenários: queda de 17% sob determinadas premissas para investidores locais, alta de 31% considerando o custo de capital dos estrangeiros e valorização de 25% em um cenário de consolidação fiscal. O resultado é uma relação de aproximadamente dois para um entre o potencial de valorização do melhor cenário e a perda no pior caso, uma das principais razões pelas quais o BBI mantém exposição acima da média ao Brasil. Câmbio concentra perdas, juros podem comandar ganhos A análise também mostra que diferentes ativos seriam responsáveis pelos movimentos nos extremos. No pior cenário, é o real que absorve a maior parte das perdas, o que, segundo os estrategistas, ajuda a explicar a procura dos investidores por ações que funcionem como proteção cambial. O banco observa que a moeda respondeu por metade dos retornos de longo prazo da Bolsa brasileira quando medidos em moeda forte. Nos cenários favoráveis, por outro lado, a redução dos juros reais das NTN-Bs é o principal vetor da valorização. Daí o interesse por ações de longa duração, entre elas empresas de utilities e concessões rodoviárias. Por que o BBI ainda prefere Brasil? Outros elementos sustentando a recomendação positiva, aponta o BBI. O MSCI Brazil negocia a 8,7 vezes o lucro, colocando o Brasil entre os mercados de menor múltiplo globalmente, segundo o banco. Ao mesmo tempo, o sentimento permanece deprimido, com R$ 5 bilhões em saídas líquidas de investidores institucionais no mês considerado pelo relatório. A curva de juros também é um elemento-chave. Enquanto ela não precifica cortes da Selic no período de um ano analisado pelo relatório, o Bradesco trabalha com redução de 1,75 ponto percentual. Assim, mesmo diante da volatilidade esperada para as eleições, o banco mantém uma estratégia ofensiva em formato de “barbell”, concentrada em companhias ligadas ao mercado de capitais, estatais e ações sensíveis aos juros. A história das cinco eleições anteriores reforça a necessidade de cautela com movimentos de curto prazo. Segundo os estrategistas, eleições brasileiras são normalmente acompanhadas por forte volatilidade das pesquisas e das ações, reações expressivas depois do primeiro turno e exageros de preço no segundo turno antes de uma posterior reversão à média.
JP Morgan pisa no freio e rebaixa Frasle (FRAS3) para venda. Analistas preferem outras 3 ações que podem saltar até 69%
Os juros altos continuam fazendo novas vítimas na bolsa brasileira. Dessa vez, o cenário econômico mais desafiador levou o JP Morgan a revisar as expectativas para as empresas do setor de autopeças e passou a faca em uma ação: a Frasle (FRAS3), rebaixada para venda. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Porém, mesmo com uma visão cautelosa sobre o setor e a expectativa de que companhias com exposição ao mercado doméstico vão continuar sendo impactadas, o JP Morgan enxerga uma luz para algumas empresas de autopeças. Para os analistas, companhias expostas a mercados internacionais, especialmente aos Estados Unidos, estão se beneficiando da recuperação do mercado de caminhões americano. Nesse cenário, a equipe de análise tem recomendação de compra para três ações do setor — e definiu quais são as duas favoritas. Por que o JP Morgan cortou a nota da Frasle O JP Morgan tem três principais motivos para desistir dos papéis da companhia de lonas e pastilhas de freio, principalmente de olho no cenário difícil para fabricantes de caminhões e ônibus. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O primeiro tem a ver com a capacidade de a ação trazer retornos aos acionistas. Segundo a equipe de análise, o papel FRAS3 tem potencial de alta considerado “modesto” em comparação com as ações de outros players. Leia Também Até dezembro de 2027, o JP Morgan acredita que o ativo alcance o patamar de R$ 28. O espaço para alta nesse caso é de 19%, enquanto outra ação do setor que possui recomendação de compra pelos analistas pode entregar uma alta de até 69% no mesmo período (veja a seguir quais são os papéis recomendados pelo banco no setor). O segundo fator que fez os analistas rebaixarem a indicação é a fraqueza de curto prazo nos resultados devido ao cenário macro desafiador no Brasil. “Estamos reduzindo nossas estimativas de lucro por ação para 2027 e 2028 em 9% e 3%, respectivamente, devido às menores expectativas de receita com diminuição nas estimativas de 5% em ambos os anos, bem como margens mais fracas”, afirmaram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, o banco enxerga potencial limitado para surpresas positivas em fusões e aquisições, dada a alavancagem da controladora Randoncorp (RAPT4). Quem é a empresa Frasle Criada em 1954, em Caxias do Sul (RS), como Indústria Francisco Stedile & Cia., a Frasle Mobility tem atuação global para uma área um tanto específica: ela fabrica componentes para sistemas de freio. É líder na América Latina nesse setor e uma das maiores do mundo. Atende fabricantes de carros, caminhões, ônibus, motos, trens, metrôs e até aeronaves com pastilhas, lonas, sapatas de freio e outros componentes. A fabricante é fornecedora oficial das pastilhas de freios dos carros da Stock Car, por exemplo, em conjunto com sua subsidiária Fremax. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com valor de mercado de aproximadamente R$ 6,3 bilhões, tem fábricas no Brasil, Estados Unidos, Índia e China, centros de distribuição na Argentina, Colômbia e Europa, e operações comerciais nos EUA, Chile, Alemanha e México. Sua atuação internacional começou com em 1969, com a primeira exportação ao Paraguai. Na década de 1990, implementou operações nos EUA e na Argentina. Ao final da década, tornou-se uma empresa do grupo Randon, hoje Randoncorp. No mês passado, a ação da Frasle passou a ser mais comentada entre investidores. O motivo foi que a DRAMD Participações e Administração, holding controladora da Randoncorp e que centraliza a gestão da fortuna da família Randon, fez uma oferta para trocar os papéis RAPT3 em circulação por ações FRAS3. As três recomendações no setor Enquanto rebaixou as ações da Frasle para venda, o JP Morgan reforçou a compra de três papéis: Marcopolo (POMO4), Tupy (TUPY3) e Iochpe-Maxion (MYPK3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre elas, porém, duas se destacam como as favoritas da equipe de análise. A primeira é a Tupy (TUPY3). O banco vê potencial de valorização de 38% para as ações até dezembro de 2027 – com base no preço-alvo de R$ 23 e o fechamento de quinta-feira (24) – e destaca os avanços recentes de governança, além da melhora gradual do mercado de caminhões na América do Norte. Outro ponto importante é a exposição ao exterior. Cerca de 60% da receita da companhia vem de mercados internacionais, o que pode ajudar os resultados em um cenário de real mais fraco. A segunda favorita é a Iochpe-Maxion (MYPK3). Para o banco, a fabricante de rodas e componentes estruturais reúne uma combinação atrativa de recuperação operacional e forte presença global. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A companhia gera aproximadamente dois terços de sua receita fora do Brasil e deve ser uma das beneficiadas pela retomada do ciclo de veículos pesados na América do Norte. O preço-alvo estimado é de R$ 13 por ação, potencial de alta de cerca de 40%. Já para quem busca a maior valorização potencial do setor, a aposta é a Marcopolo (POMO4). Embora não esteja entre as duas preferidas, a fabricante de ônibus possui o maior upside da cobertura do JP Morgan, de 69%, com preço-alvo de R$ 7 para o fim de 2027. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre MYPK3
Qual é a cotação de MYPK3 hoje na B3?
Quanto a MYPK3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MYPK3?
O que significa o P/L e o P/VP de MYPK3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.