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LREN3F Lojas Renner S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Lojas Renner S.A.

Preço Atual
R$ 10,72
-3.42%

Resumo Fundamentalista de LREN3F

O ativo LREN3F (Lojas Renner S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 10,72, acumulando uma variação de -3.42% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 10,70 e a máxima de R$ 17,53.

Abertura
R$ 11,02
Fec. Ant: R$ 10,72
Variação Dia
Min: R$ 10,70
Max: R$ 11,09
52 Semanas
Mín: R$ 10,70
Máx: R$ 17,53
Volume
23.470
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 11,06 Bi
R$ 11,06 Bi

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Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

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Indicadores de Rentabilidade

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Sobre a LREN3F

Market Cap
R$ 11,06 Bi

Dividendos

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K-beauty ganha espaço no Brasil com destaque entre influenciadoras e foco na saúde da pele
UOL - Notícias 18/08/2026

K-beauty ganha espaço no Brasil com destaque entre influenciadoras e foco na saúde da pele

Seul (Coreia do Sul) Vídeos de influenciadoras falando sobre k-beauty inundaram as redes sociais e itens como shot de retinal e tônico redutor de poros entraram no bê-a-bá do skincare das brasileiras. Esse interesse crescente pela indústria de beleza da Coreia do Sul acompanha a popularização da cultura coreana, mas é impulsionada também pela chegada de marcas do gênero ao Brasil. As exportações de cosméticos sul-coreanos para o Brasil bateram recorde de US$ 54 milhões (cerca de R$ 282 milhões) no ano passado, segundo o Ministério da Segurança de Alimentos e Medicamentos da Coreia do Sul. Em 2024, o valor foi de US$ 31,5 milhões (R$ 164 milhões). O aumento reflete o crescimento global, que também chegou ao maior patamar, de US$ 11,4 bilhões (R$ 59,5 bilhões), em 2025 —ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez e ficando atrás apenas da França na lista de maiores mercados de beleza do mundo. No ano anterior, o número foi de US$ 10,2 bilhões (R$ 53 bilhões). Prateleira com produtos de k-beauty na perfumaria Soneda, em São Paulo - Divulgação "Isso reflete não apenas o aumento do reconhecimento das marcas coreanas, mas também uma mudança no comportamento do consumidor brasileiro, cada vez mais aberto à inovação, tecnologia e rotinas de skincare mais sofisticadas", avalia Seunghyung Lee, representante-chefe da Korea International Trade Association (Kita). A instituição escolheu São Paulo para abrir o primeiro escritório na América Latina, em novembro passado. O elemento central do k-beauty é a saúde da pele, explica Go Si-hwan, pesquisadora especializada no tema. A ideia é fazer um cuidado de longo prazo para prevenir sinais de envelhecimento e problemas dermatológicos. Isso é conquistado com uma rotina de skincare de diversas etapas, da limpeza à proteção solar. A maquiagem, então, entra não para esconder defeitos, mas para complementar a estética o mais natural possível. O segmento também é conhecido por popularizar o ideal "glass skin" (pele de vidro), brilhante e mega-hidratado. A febre dos k-dramas e do k-pop e o preço mais acessível dos produtos são os principais fatores para a popularização do k-beauty, avalia Si-hwan. Conteúdos de celebridades coreanas compartilhando suas rotinas de skincare são muito comuns e ajudam a expandir a influência. Para além dos fãs da k-cultura, os cosméticos ganharam impulso com o público ocidental quando foram vistos usados por famosas como Hailey Bieber, Kylie Jenner, Selena Gomez e Dua Lipa. A qualidade, a capacidade de inovação e a agilidade em se adaptar às tendências ajudam essa indústria a se destacar, afirma o representante do Kita. Muitas das formulações usam insumos naturais e são centradas em determinados ingredientes, como centella asiática ou PDRN, completa a especialista. Por último, as empresas investem em marketing digital e nas redes sociais, que ajudam a viralizar itens. Para Jimmy Lee, diretor da KS Cosméticos, revendedora especializada que surgiu na pandemia, as redes sociais e os k-dramas —que fazem sucesso sobretudo com o público mais velho— são os responsáveis pelo boom do k-beauty aqui. O que bomba no TikTok e no Instagram dita o que é mais vendido no site, cujas clientes têm idade a partir de 35 anos. No Brasil, o k-beauty está até ditando padrão, com marcas nacionais correndo para tentar acompanhar tendências de lá. A Quem Disse, Berenice recém-lançou um batom e blush de estilo cremoso popularizado pela coreana Fwee, e a Ricca criou um disco redutor de poros facial, semelhante ao da Medicube. Mari Maria, uma das principais empreendedoras do setor, anunciou uma linha desenvolvida com tecnologia e ingredientes coreanos. Pesquisa do Serasa com o instituto Opinion Box mostra que 45% dos entrevistados têm interesse em skincare e beleza coreanos, e 30% afirmaram ter comprado algum produto do segmento nos últimos 12 meses. Ao todo, 1.453 pessoas responderam de forma voluntária um questionário online disponibilizado com o Centro Cultural Coreano no Brasil em julho deste ano. Hoje, itens de k-beauty podem ser encontrados em redes de perfumarias e farmácias, como a Raia Conceito, que tem um espaço só para o segmento na loja do Itaim Bibi, bairro na zona oeste de São Paulo, na Sephora e em lojas de departamento como Renner, expandindo o acesso a um público mais amplo. Até recentemente, porém, era raro encontrá-los no país. Entre os principais entraves estão impostos de importação altos, tributação e demora para aprovação na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), afirma o diretor da KS. Além disso, há a distância geográfica, que encarece e alonga processos logísticos. Essa soma é refletida no preço final ao consumidor, completa Lee. A entrada no mercado brasileiro era vista como um desafio para as empresas devido às questões burocráticas e regulatórias, diz o representante da Kita. "Antes, o Brasil era visto como um mercado geograficamente distante e com altas barreiras. O país é reconhecido como um mercado complexo, onde os processos não acontecem de forma rápida ou imediata." O cenário, no entanto, tem mudado e companhias veem o país como destino estratégico. Segundo a Euromonitor Internacional, a América Latina desponta como a próxima fronteira do k-beauty. Na região, o maior consumidor é o Brasil —que é também o terceiro maior consumidor do setor de beleza e cuidados pessoais do mundo, conforme dados de 2025 da empresa de pesquisa de mercado. Essa mudança é fruto de uma série de acordos de aproximação econômica e comercial entre o Brasil e a Coreia do Sul. O presidente Lee Jae-myung veio ao país em julho com o objetivo de ampliar a cooperação em diversos setores, incluindo o de cosméticos. Na agenda oficial estava um evento aberto ao público, o "K-beauty Glow Week", do qual 90 empresas quiseram participar, afirma a Kita. Também foram realizadas iniciativas para ampliar a presença das pequenas e médias empresas do setor no mercado nacional, sobretudo no comércio eletrônico. Em 2025, a disponibilidade de marcas sul-coreanas no ecommerce brasileiro cresceu 159%, segundo a Euromonitor Internacional. Durante visita ao país asiático em fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um memorando para aproximar a Anvisa e o órgão regulador sul-coreano para simplificar certificações e reduzir etapas burocráticas na entrada de produtos. Cosméticos importados precisam seguir as regras da Anvisa para serem regularizados no país. Eles passam por um processo que envolve análise técnica da composição, testes de segurança e avaliação dos ingredientes para garantir que não haja nada prejudicial à saúde. Rafaela Kamachi, diretora de marketing da Soneda, vê com os acordos "uma onda de marcas novas chegando e até mesmo um crescimento no mix de produtos de marcas já presentes no Brasil". Mas mesmo com a facilitação nas importações, "ainda é um processo moroso por se tratar de transporte na maioria marítimo". A perfumaria foi uma das pioneiras a vender itens de k-beauty em lojas físicas, em 2018. Com o interesse crescendo, a rede aumentou o portfólio em 2023, segmentando os produtos asiáticos num espaço próprio. Comparado com 2025, Kamaguchi observa um crescimento de 1100% nas vendas. Para ela, além da viralização de alguns produtos, o boca a boca faz com que a procura cresça. Esse movimento mostra como o k-beauty tem deixado de ser uma tendência asiática de nicho para virar um mercado que compete de forma direta com as marcas europeias e americanas tradicionais —e o comprova como o novo soft power da Coreia do Sul. Por outro lado, surgiu um mercado de falsificação, observa Lee, da KS. Produtos falsos são vendidos em plataformas online como Shopee e são trazidos de outros países, sem registro na Anvisa ou garantia de serem originais. A jornalista viajou a convite do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo da Coreia do Sul

Bolsa chega à décima queda sob o peso da eleição e da fuga de estrangeiros
Selic 18/08/2026

Bolsa chega à décima queda sob o peso da eleição e da fuga de estrangeiros

A décima queda veio sem o alarde dos dias anteriores, mas confirmou que o ambiente na bolsa brasileira continua inspirando cautela. É verdade que uma atividade econômica mais fraca pode abrir espaço para novos cortes na taxa Selic, como parte do mercado vem apostando. Por outro lado, as expectativas de inflação seguem acima da meta, o petróleo voltou a rondar os US$ 90 e as incertezas políticas e fiscais continuam pesando sobre os ativos locais. O resultado? Um mercado preso em um cabo de guerra. O Ibovespa cedeu mais 0,09% nesta segunda-feira (17), encerrando aos 166.784 pontos, ampliando as perdas de agosto para 6,30%. O IBC-Br, considerado a prévia do PIB, recuou 0,64% em junho, puxado pela retração da indústria e dos serviços. O retrato é de uma economia que perdeu velocidade depois de um começo de ano mais aquecido - e essa perda de ritmo faz toda a diferença para o Banco Central. Afinal, se a atividade desacelera porque os juros altos finalmente começam a frear a demanda, abre-se brecha para novos cortes na Selic. Contudo, se essa desaceleração vier acompanhada de inflação persistente e expectativas desancoradas, a história muda. É justamente esses sinais trocados que o mercado tenta calibrar agora. “O IBC-Br mostra uma economia perdendo força, mas não necessariamente cria espaço imediato para uma política monetária mais expansionista”, afirma Fabio Louzada, planejador financeiro e fundador da B7 Business School. Durante evento nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou luz sobre o outro lado da equação ao lembrar que o Brasil segue em situação de pleno emprego, com a demanda crescendo mais rápido do que a oferta. A fala ajuda a entender por que um dado fraco de atividade não dá ao BC, automaticamente, o passaporte para acelerar os cortes na Selic. O grande dilema é que a atividade perdeu fôlego, mas a inflação esperada não acompanhou o movimento. O Boletim Focus divulgado hoje voltou a mostrar uma piora nas projeções do IPCA para os próximos anos, mantendo as expectativas bem acima da meta de 3%. Mas, apesar dessa pressão no horizonte, os juros futuros finalmente deram uma trégua hoje, após cinco sessões seguidas de forte alta em meio às incertezas eleitorais e à fuga do capital externo. O movimento foi lido no mercado como uma correção técnica necessária, impulsionada pelo recuo do dólar e pelo IBC-Br mais fraco do que o esperado. O alívio, contudo, não teve fôlego para devolver todo o prêmio acumulado na semana passada. A queda das taxas locais encontrou um freio no exterior. O avanço do petróleo Brent acima de US$ 90 reacendeu os temores inflacionários e fez os rendimentos dos títulos americanos (as Treasuries) dispararem. A taxa da T-bond de 30 anos ultrapassou a marca de 5,31%, atingindo seu maior nível desde 2007 e pesando sobre as curvas globais. Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuou para 13,77% (ante 13,775% no ajuste anterior), enquanto o DI de janeiro de 2028 cedeu de 14,035% para 14,00%; Já nos vértices mais longos, o DI de janeiro de 2029 caiu de 14,39% para 14,35%, e o de 2031 oscilou de 14,655% para 14,62%. Mesmo com o leve recuo pontual no pregão de hoje, Louzada afirma que a percepção de risco doméstico continua a exigir cautela. “A curva de juros reage principalmente à expectativa de inflação, à política fiscal, à atuação futura do Banco Central e ao prêmio de risco do país", explica. "Quando o mercado entende que a inflação pode permanecer resistente ou que o fiscal pode pressionar os preços e o câmbio, os investidores passam a exigir juros maiores nos vencimentos futuros”, completa. Esse ambiente de taxas ainda elevadas, e sem espaço para um alívio mais intenso no curto prazo, continua ditando a dinâmica dos ativos de risco e cobrando seu preço na economia real. As ações da Casas Bahia chegaram a despencar mais de 30% após a companhia registrar prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre e protocolar pedido de recuperação judicial. A empresa declarou dívida de R$ 17,3 bilhões e patrimônio líquido negativo, além de anunciar medidas severas como fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários. “Quando os juros longos sobem, o investidor passa a ter uma alternativa de renda fixa com retorno elevado e menor risco. Isso aumenta o custo de oportunidade de permanecer em ações", afirma Louzada. "E, para as próprias empresas, juros mais altos significam maior custo de capital, menor valor presente dos lucros futuros e, em muitos casos, menor capacidade de investimento”. O varejo é particularmente sensível à Selic porque juros altos encarecem o financiamento ao consumidor, reduzem a demanda e aumentam o custo da dívida corporativa. Esse ambiente acabou gerando um efeito de contágio e redistribuição nas prateleiras da B3. A crise na Casas Bahia contaminou a percepção de risco sobre todo o setor, pressionando papéis como C&A (-2%) e Lojas Renner (-1,7%). Na direção oposta, as ações do Magazine Luiza (+8,2%) operaram em disparada, amparadas pela aposta do mercado de que a concorrente consiga absorver a fatia de clientes deixada pela rival. Das 78 ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, 35 caíram e 39 subiram. As ações da Petrobras (PETR3) avançaram 1,3%, impulsionadas tanto pela alta do petróleo quanto pela notícia de investimentos na exploração de novas áreas de produção. A commodity mais cara, contudo, é uma faca de dois gumes: ajuda no resultado da estatal, mas renova o fantasma da inflação de combustíveis. “O conflito no Oriente Médio segue sendo um pilar relevante das incertezas, mantendo o Brent elevado, pressionando o mandato dos bancos centrais e contendo altas mais fortes dos ativos em meio ao ambiente de aversão ao risco”, analisa Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. O giro financeiro do Ibovespa somou R$ 18,2 bilhões hoje, abaixo da média de agosto, de R$ 19,9 bilhões, e ligeiramente inferior à média dos últimos 12 meses, de R$ 18,7 bilhões. No câmbio, o movimento foi um pouco mais favorável. E parte desse alívio veio de fora. Dados mais fracos de atividade nos Estados Unidos reduziram as apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em setembro. “Uma perspectiva de juros americanos menos restritivos ajuda a reduzir a pressão sobre o dólar globalmente”, afirma Louzada. Por aqui, o Banco Central também voltou a atuar no mercado de câmbio, com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra. Foi uma ajuda adicional para o real recuperar algum terreno depois da pressão da semana passada. Mas o movimento ainda parece mais uma acomodação do que uma mudança de rota, segundo Jaqueline Neo, especialista em câmbio e crédito da be.smart. “Ainda é cedo para interpretar isso como mudança de tendência. O câmbio tem incorporado um prêmio de risco maior e deve continuar apresentando volatilidade”, afirma. Depois de superar R$ 5,21 na semana passada, o dólar comercial recuou 0,36% nesta segunda-feira, para R$ 5,2006. Ações negociadas em 17/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 3,91 3,90 4,16 4,25 4,23 8,18 BEEF3 MINERVA ON 3,20 3,15 3,28 3,43 3,39 5,94 BRKM5 BRASKEM PNA 4,93 4,76 5,01 5,31 5,20 5,48 PRIO3 PETRORIO ON 58,71 58,71 60,85 61,91 61,58 5,03 UGPA3 ULTRAPAR ON 32,25 32,09 33,71 34,10 33,82 4,80 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,29 5,70 5,87 5,78 4,33 CURY3 CURY S/A ON 31,04 30,94 31,85 32,45 32,32 3,81 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,37 13,33 13,64 13,78 13,74 2,84 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,45 10,35 10,63 10,72 10,68 2,20 MRVE3 MRV ON 4,74 4,69 4,82 4,90 4,86 2,10 RECV3 PETRORECSA ON 10,51 10,42 10,61 10,79 10,73 2,09 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,55 46,98 47,55 48,00 47,52 2,02 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,47 4,38 4,50 4,57 4,57 1,78 BRAV3 BRAVA ON 18,38 18,33 18,52 18,70 18,65 1,47 EMBJ3 EMBRAER ON 98,68 98,49 99,91 100,51 100,44 1,43 PETR3 PETROBRAS ON 47,13 46,55 47,28 47,59 47,46 1,35 TOTS3 TOTVS ON 30,07 30,03 30,44 30,73 30,57 1,23 WEGE3 WEG ON 47,50 47,49 47,97 48,40 47,99 1,03 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,00 36,75 37,16 37,30 37,30 0,95 COGN3 COGNA ON 2,10 2,10 2,15 2,20 2,13 0,95 PETR4 PETROBRAS PN 42,35 41,72 42,43 42,76 42,47 0,90 CPLE3 COPEL ON 13,69 13,60 13,76 13,80 13,79 0,73 GOAU4 GERDAU MET PN 10,96 10,92 11,05 11,11 11,07 0,73 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,80 49,63 50,29 50,79 50,18 0,70 AZZA3 AZZAS 2154 ON 14,89 14,61 14,91 15,20 14,97 0,67 CYRE3 CYRELA REALT ON 21,30 21,30 21,53 21,77 21,47 0,66 USIM5 USIMINAS PNA 6,34 6,25 6,36 6,41 6,36 0,63 GGBR4 GERDAU PN 24,59 24,48 24,76 24,87 24,78 0,53 AURE3 AUREN ON 10,01 9,99 10,06 10,20 10,10 0,50 ASAI3 ASSAI ON 8,10 8,00 8,11 8,21 8,14 0,49 ENEV3 ENEVA ON 24,38 24,20 24,53 24,87 24,53 0,33 SMFT3 SMART FIT ON 17,15 16,88 17,16 17,37 17,16 0,23 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,49 25,43 25,59 25,78 25,60 0,20 TIMS3 TIM ON 18,13 17,94 18,14 18,31 18,15 0,17 VALE3 VALE ON 71,20 70,69 71,41 71,80 71,41 0,15 VBBR3 VIBRA ON 33,42 33,30 33,80 34,28 33,65 0,15 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 17,93 17,80 17,92 18,03 17,93 0,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 28,03 27,70 28,00 28,16 28,05 0,07 SBSP3 SABESP ON 23,80 23,66 23,86 24,27 23,80 0,04 MULT3 MULTIPLAN ON 26,61 26,54 26,72 26,88 26,73 0,00 VIVT3 TELEF BRASIL ON 29,64 29,55 29,76 30,01 29,74 0,00 VAMO3 VAMOS ON 2,80 2,78 2,82 2,85 2,80 0,00 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,25 7,25 7,46 7,69 7,32 0,00 CMIG4 CEMIG PN 10,25 10,01 10,14 10,27 10,21 -0,20 RENT3 LOCALIZA ON 33,22 33,22 33,50 34,00 33,43 -0,24 POMO4 MARCOPOLO PN 4,12 4,05 4,10 4,17 4,10 -0,24 ENGI11 ENERGISA UNT 43,61 43,12 43,73 44,25 43,69 -0,25 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,68 13,52 13,65 13,78 13,63 -0,29 BRAP4 BRADESPAR PN 20,17 20,06 20,23 20,32 20,19 -0,35 NATU3 NATURA ON 7,65 7,50 7,59 7,68 7,66 -0,39 TAEE11 TAESA UNIT 37,51 37,13 37,34 38,18 37,25 -0,41 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 13,74 13,70 13,77 13,91 13,74 -0,43 FLRY3 FLEURY ON 18,15 18,00 18,17 18,28 18,14 -0,49 ABEV3 AMBEV S/A ON 14,74 14,59 14,66 14,88 14,67 -0,54 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 41,20 40,76 40,99 41,53 40,99 -0,73 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,50 17,25 17,38 17,54 17,40 -0,85 VIVA3 VIVARA ON 20,86 20,57 20,71 21,15 20,69 -0,86 ALOS3 ALLOS ON 25,70 25,44 25,53 25,84 25,44 -0,97 ITSA4 ITAUSA PN 12,49 12,28 12,36 12,51 12,36 -1,04 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,90 29,55 29,77 30,16 29,60 -1,10 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,62 23,38 23,51 23,73 23,42 -1,31 RADL3 RAIA DROGASIL ON 17,44 17,27 17,40 17,69 17,27 -1,48 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 38,92 38,17 38,41 38,98 38,38 -1,59 MBRF3 MARFRIG ON 16,51 15,23 15,79 16,66 16,10 -1,59 BBDC3 BRADESCO ON 14,49 14,25 14,32 14,53 14,27 -1,65 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,16 11,01 11,11 11,26 11,02 -1,69 RDOR3 REDE D OR ON 33,38 32,79 33,22 33,87 33,09 -1,69 B3SA3 B3 ON 14,60 14,41 14,54 14,94 14,41 -1,77 CSMG3 COPASA ON 55,62 54,32 54,83 56,67 54,78 -1,85 EQTL3 EQUATORIAL ON 34,76 34,10 34,36 35,03 34,23 -1,92 BBDC4 BRADESCO PN 16,49 16,18 16,28 16,54 16,22 -1,93 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,88 49,90 50,29 51,43 50,00 -1,96 CEAB3 CEA MODAS ON 7,97 7,81 7,89 8,08 7,84 -2,00 HAPV3 HAPVIDA ON 6,70 6,56 6,72 7,09 6,58 -2,23 BBAS3 BRASIL ON 18,40 17,95 18,14 18,48 17,95 -2,34 HYPE3 HYPERA ON 21,42 20,98 21,21 21,70 20,98 -2,46 CSAN3 COSAN ON 3,39 3,12 3,22 3,41 3,22 -2,72 SUZB3 SUZANO S.A. ON 41,99 40,45 41,09 42,14 40,58 -3,45 — Foto: Getty Images

Ações da Casas Bahia desabam até 36% após pedido de recuperação judicial
UOL - Notícias 17/08/2026

Ações da Casas Bahia desabam até 36% após pedido de recuperação judicial

São Paulo As ações da Casas Bahia recuam 24% por volta das 13h20 desta segunda-feira (17) na Bolsa, em reação ao pedido de recuperação judicial apresentado pela companhia na noite de domingo (16). Na mínima do pregão, os papéis da varejista chegaram a cair 36%, a R$ 0,42. A queda é a maior entre as ações do Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, que recua 0,10%, aos 166.760 pontos. Outras ações do setor não recuam na mesma intensidade, com Lojas Renner e C&A caindo entre 0,27% e 1,13% e Magalu avançando 5%. O movimento difere do observado após a divulgação dos resultados do segundo trimestre do Magazine Luiza, quando as ações do setor recuaram em bloco após a companhia registrar prejuízo no período. Clientes em megaloja da Casas Bahia durante preparativos para a Black Friday de 2025 - Felipe Iruatã - 27.nov.25/Folhapress Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital, não vê o pedido de recuperação judicial como um risco de contaminação para as demais empresas do varejo. "O caso é bastante específico e reflete uma combinação de elevado endividamento, estrutura de capital pressionada e dificuldades financeiras que a companhia já vinha enfrentando", afirma. Para Pletes, pode haver preocupação de investidores com empresas de varejo que apresentam características semelhantes, principalmente aquelas com maior alavancagem, geração de caixa mais fraca ou dependência de crédito. Lucas Sigu, sócio-fundador da Ciano Investimentos, também vê um cenário complicado para o investidor. "A tendência é [a ação] cair até que tudo se estabilize, e esse processo deve demorar até que se tenha clareza da recuperação." Marco Saravalle, estrategista-chefe da Krivo Capital, afirma que o processo de recuperação da Casas Bahia não começou agora. "É sempre importante entender que não só Casas Bahia, mas o setor inteiro, sofreu. Cresceu muito ali na pandemia, e essas companhias se alavancaram também. Mas a gente tinha uma outra realidade: outro patamar de juros, outro ritmo de crescimento, outro nível de concorrência." Para Saravalle, a saída para a companhia passa pela redução de seu tamanho e pela renegociação com credores. "A grande, infelizmente, saída dessas companhias é reduzir o tamanho. Reduzir a operação, mas, lógico, também reduz o nível de receita potencial. E agora sentar junto com credores para fazer as renegociações." Ele também vê a possibilidade de conversão de parte das dívidas em participação acionária. "Vislumbro no futuro breve uma operação bem menor e parte desses credores, não a totalidade, mas pelo menos uma parte grande, tornando-se acionista." Para a XP, a companhia teve um segundo trimestre desafiador e avançou em seu plano de reestruturação em um cenário macroeconômico mais deteriorado. "Vemos o risco de execução [do plano] aumentando em duas frentes: os fornecedores podem restringir ainda mais as condições diante das notícias sobre a reorganização, pressionando a disponibilidade antes do 4T [quarto trimestre], enquanto os sindicatos estariam preparando uma ação coletiva", afirma a instituição em nota assinada por Danniela Eiger, Pedro Caravina e Laryssa Sumer. A instituição colocou a ação da companhia em revisão até ter maior visibilidade sobre os resultados e as alternativas para a estrutura de capital. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Justiça de São Paulo no fim da noite deste domingo (16) e declarou dívidas de R$ 17,3 bilhões. O pedido engloba dez empresas da holding, entre elas as donas das marcas Casas Bahia e Ponto Frio, o ecommerce Extra.com e a fabricante de móveis Bartira, além de subsidiárias de logística e tecnologia. O grupo também informou no pedido a demissão de cerca de 3.000 funcionários, de um total de mais de 30 mil colaboradores, e o fechamento de quase 300 lojas. O prejuízo levou o patrimônio líquido da Casas Bahia a R$ 8,1 bilhões negativos, insuficiente para cobrir dívidas mesmo com a venda de ativos. A recuperação judicial cita dependência de capital de giro, juros e inflação, inadimplência crescente e concorrência digital. No domingo (16), a rede havia anunciado prejuízo de R$ 10,1 bilhões no trimestre, ante perda de R$ 555 milhões em igual período do ano passado. Com o resultado, a Casas Bahia acumulou oito trimestres consecutivos de perdas. Para Júlio Moretti, CEO da Neot, companhia de tecnologia especializada em gestão de processos de insolvência e recuperação judicial, o prejuízo da Casas Bahia é resultado principalmente de baixas contábeis. "Créditos tributários, contratos que deixaram de ter o desempenho que se projetava e o encerramento de pontos de venda. São perdas oriundas do reconhecimento de que não haverá lucro no curto prazo, o que limita bastante a recuperação de tributos", afirma. Moretti também destaca as demissões anunciadas pela empresa. "A companhia fechou [lojas] e desligou funcionários. Isso cria passivo trabalhista, de aluguel e de fornecedor que nenhum acordo com bancos e debenturistas cobre. A recuperação judicial é o único instrumento que suspende tudo de uma vez", afirma.

Perguntas Frequentes sobre LREN3F

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A cotação de LREN3F hoje está em R$ 10,72. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 10,70 e máxima de R$ 11,09.
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O que significa o P/L e o P/VP de LREN3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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