LFTS11 – Cotação Investo Teva Tesouro Selic ETF
Investo Teva Tesouro Selic ETF
Resumo Fundamentalista de LFTS11
O ativo LFTS11 (Investo Teva Tesouro Selic ETF) está sendo negociado hoje a R$ 158,36, acumulando uma variação de +0.04% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 138,24 e a máxima de R$ 158,56.
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CDIB11: conheça o ETF que busca acompanhar o CDI com eficiência tributária · Inter Invest
Quando pensamos em investimentos conservadores, é comum que venham à mente opções como Tesouro Selic, CDBs de liquidez diária e fundos DI. Todos eles têm um objetivo semelhante: oferecer segurança e acompanhar de perto a taxa básica de juros da economia. Nos últimos anos, porém, uma nova alternativa começou a ganhar espaço entre os investidores: os ETFs de renda fixa. Assim como já acontece há bastante tempo com os ETFs de ações, agora também é possível investir em uma cesta de títulos públicos por meio de um único ativo negociado na bolsa. Um dos produtos que seguem essa proposta é o CDIB11, um ETF criado para oferecer uma rentabilidade próxima ao CDI, combinando simplicidade, liquidez e uma estrutura tributária bastante eficiente. O que é um ETF de renda fixa? Antes de falar especificamente do CDIB11, vale entender o que é um ETF. ETF é a sigla para Exchange Traded Fund, ou fundo de índice. Na prática, trata-se de um fundo de investimento cujas cotas são negociadas na bolsa de valores, da mesma forma que uma ação. Em vez de comprar diversos ativos individualmente, o investidor adquire uma única cota que representa uma carteira inteira de investimentos. Enquanto muitos ETFs acompanham índices de ações, como o Ibovespa ou o S&P 500, existem também ETFs de renda fixa, compostos por títulos públicos ou privados. É justamente nessa categoria que se enquadra o CDIB11. Como funciona o CDIB11? O CDIB11 acompanha o índice TEVA ITBR Selic IPCA Target 800, cuja carteira é formada majoritariamente por títulos do Tesouro Selic. Mais de 90% do patrimônio costuma permanecer aplicado em LFTs (Tesouro Selic), buscando oferecer uma rentabilidade muito próxima ao CDI, com baixa volatilidade e reduzido risco de crédito, já que todos os ativos são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional. Mas existe um detalhe importante, o fundo não investe exclusivamente em Tesouro Selic. Uma pequena parcela da carteira é direcionada para títulos Tesouro IPCA+ de longo prazo. Essa estratégia não tem como objetivo aumentar o risco da carteira, mas sim permitir que o ETF atenda às regras necessárias para usufruir de uma tributação mais eficiente. Por que existe Tesouro IPCA+ dentro do fundo? Para que o CDIB11 possa ser tributado com alíquota única de 15% de Imposto de Renda sobre o ganho de capital, é necessário que a carteira possua um prazo médio mais elevado. É justamente por isso que uma pequena parte dos recursos é investida em títulos públicos indexados à inflação com vencimentos longos, enquanto a maior parte permanece aplicada em Tesouro Selic. Na prática, o investidor continua exposto predominantemente aos juros pós-fixados, mas ganha uma estrutura tributária mais eficiente. Qual é seu diferencial? A tributação é provavelmente o maior diferencial do CDIB11. Em aplicações tradicionais de renda fixa, como CDBs e Tesouro Direto, o Imposto de Renda segue uma tabela regressiva, que começa em 22,5% e só chega a 15% para aplicações superiores a dois anos. Já o CDIB11 possui alíquota única de 15% sobre o ganho de capital, independentemente do prazo de permanência. Além disso, o ETF não está sujeito ao IOF nem ao mecanismo de come-cotas, presente na maioria dos fundos tradicionais de renda fixa. Existem riscos? Apesar de ser um investimento bastante conservador, o CDIB11 não é exatamente igual ao Tesouro Selic. Como existe uma pequena parcela investida em Tesouro IPCA+ de longo prazo, o preço da cota pode oscilar um pouco mais em momentos de forte alta dos juros reais. Essas oscilações costumam ser limitadas, justamente porque essa parcela representa uma fatia reduzida da carteira. Ainda assim, é importante que o investidor saiba que o ETF pode apresentar pequenas variações diárias, algo natural para produtos negociados em bolsa. Além disso, como qualquer fundo de investimento, o CDIB11 não conta com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O CDIB11 serve para reserva de emergência? O CDIB11 pode ser utilizado como parte da parcela conservadora da carteira e até mesmo para recursos que precisam acompanhar o CDI. Por outro lado, é importante lembrar que ele é negociado na bolsa. Embora a negociação aconteça durante o pregão, a liquidação financeira ocorre em D+1. Por isso, investidores que precisam de acesso imediato ao dinheiro podem preferir manter uma parte da reserva de emergência em produtos com liquidez instantânea. Já para recursos que não precisam ser utilizados no mesmo dia, o CDIB11 pode ser uma alternativa interessante. Vale a pena investir? O CDIB11 surge como mais uma opção para quem busca acompanhar o CDI utilizando uma estrutura moderna de ETF, com baixo custo, simplicidade operacional e tributação eficiente. Seu principal diferencial está justamente na combinação entre uma carteira formada majoritariamente por Tesouro Selic e uma estrutura tributária que permite alíquota de 15% de Imposto de Renda, sem IOF e sem come-cotas. Como qualquer investimento, a decisão deve levar em consideração os objetivos, o prazo e o perfil de cada investidor. Mas conhecer produtos como o CDIB11 amplia o leque de alternativas disponíveis e permite construir uma carteira cada vez mais alinhada às necessidades de longo prazo. Também pode ser utilizado como garantia na B3. Outro diferencial pouco conhecido do CDIB11 é que suas cotas podem ser aceitas como ativo de garantia em operações realizadas na B3, conforme as regras e critérios vigentes da bolsa. Na prática, isso significa que investidores mais sofisticados podem manter recursos aplicados em um ativo que busca acompanhar o CDI e, ao mesmo tempo, utilizar essas cotas como garantia em determinadas estratégias, como operações com derivativos, venda de opções, contratos futuros e outras modalidades que exigem depósito de margem. Essa característica permite aumentar a eficiência na alocação do patrimônio, evitando que parte dos recursos fique parada exclusivamente para atender exigências de garantia. Assim, além de servir como alternativa para a parcela conservadora da carteira, o CDIB11 também pode desempenhar um papel estratégico para investidores mais arrojados que utilizam instrumentos da bolsa de forma recorrente.
Renda extra, aposentadoria e mais: 13 ETFs para começar a investir
Seleção da XP agrupa fundos listados na B3 em sete objetivos diferentes, em um cenário de juros longos elevados nos Estados Unidos e rotação de capital para mercados menos expostos à inteligência artificial Publicidade Montar uma reserva de emergência, proteger o poder de compra da inflação ou receber dividendos com alguma regularidade são objetivos distintos, e cada um pede um ativo diferente. Para quem tem perfil mais iniciante e quer resolver isso sem escolher papel por papel, diversos ETFs negociados na B3 dão conta desses e de outros quatro objetivos, com aporte único e a mesma praticidade de comprar uma ação, além de isenção de come-cotas e IOF, e com imposto de renda retido na fonte, o que dispensa o recolhimento por DARF. Os estrategistas Rachel de Sá, Mayara Rodrigues, Raphael Figueredo e Maria Irene Jordão, do time de Reserch da XP, fizeram uma seleção por finalidade, dentro de sete temas que a casa considera comuns a diferentes perfis e horizontes de investimento. Os ativos podem ser alocados individualmente ou em conjunto, mas não formam uma carteira recomendada, e a indicação de cada ETF se restringe ao objetivo em que ele aparece. A lista chega em um momento em que a XP vê dois vetores dominando o cenário global: a persistência de juros elevados e a volatilidade em torno da temática de inteligência artificial (IA). No último mês, os ativos mais expostos à IA sofreram correções agudas, o que abriu espaço para uma discussão sobre rotação de capital em direção a mercados que ficaram para trás. Leia também: Sangria vai longe? Bolsa brasileira é emergente com maior peso em fundos globais Reserva de emergência Para a parcela mais defensiva do patrimônio, a XP indica NLFA11, que acompanha o ILFA, índice de letras financeiras da Anbima que reflete uma carteira de emissões seniores, e LTBX11, que combina Letras Financeiras do Tesouro e NTN-Bs e tem como referência o índice Teva ITBR Target 760. Na seleção tática do mesmo relatório, a casa detalha o raciocínio por trás do NLFA11, apontado como opção de baixa volatilidade, eficiência tributária e baixo risco de crédito, por se tratar de emissões bancárias seniores. Em um ambiente de expectativas de inflação mais pressionadas e revisão para cima da Selic terminal, os pós-fixados ganham relevância porque acompanham a elevação dos juros sem exposição relevante à marcação a mercado. Proteção contra inflação Já na proteção contra inflação aparecem três nomes. O IB5M11 investe em títulos públicos atrelados ao IPCA com vencimentos acima de cinco anos, replicando o IMA-B 5+. O BDAP11 acompanha os juros reais no Brasil por meio de contratos atrelados ao IPCA, com referência no DAP5 da B3. E o XB3511 segue títulos públicos indexados à inflação com vencimento em 2035, pelo Idex NTN-B 35. Sobre o XB3511, a XP destaca a duration (prazo médio) de sete anos alinhada à estratégia de priorização de títulos de inflação, com ganho tanto pelo carrego, se o papel for mantido até o vencimento, quanto por eventual fechamento da curva de juros reais antes disso. Leia também: “Juros vão cair”: gigantes estrangeiros rejeitam pessimismo com Brasil Continua depois da publicidade Renda recorrente e dividendos O bloco de renda recorrente reúne três fundos com abordagens distintas. O NDIV11 acompanha o Ibov Smart Dividendos e reúne empresas brasileiras com histórico consistente de pagamento de proventos. O DIVD11 tem como referência o IDIV, índice da B3 que seleciona as companhias que mais distribuem dividendos. O terceiro nome amplia o escopo para fora do país. O SPYI11 acompanha o desempenho do S&P 500 com foco em gerar renda extra por meio de uma estratégia com opções, tendo como referência o índice NEOSSPYI. Longo prazo, aposentadoria e próxima geração Três objetivos do relatório tratam de horizontes mais longos, com soluções diferentes para cada um. Continua depois da publicidade Em estratégias de longo prazo, a XP aponta o GOAT11, que combina juros reais brasileiros e grandes empresas americanas e tem como referência uma composição de 80% do IMA-B e 20% do S&P 500. Para aposentadoria, a indicação é o XB4511, que investe em Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045 e reinveste os pagamentos automaticamente, seguindo o Idex NTN-B 45. O objetivo mais alongado da lista é o que a casa chama de próxima geração, com o XB6011, que acompanha títulos públicos indexados à inflação de vencimento longo pelo Idex NTN-B 60. Leia também: EUA pagam a taxa mais alta em 25 anos por título de longo prazo; o que significa? Continua depois da publicidade Ouro para reduzir correlação O último bloco trata da diversificação em si, com dois ETFs de ouro que se diferenciam pela exposição cambial. O GOLD11 segue o preço do metal em dólar, replicando o LBMA Gold Price, enquanto o GOLX11 oferece a mesma exposição com proteção cambial, pelo IFGOLD Index. Na seleção tática, a XP afirma manter recomendação estrutural para alocação em ouro apesar da queda recente dos preços, reforçando o papel do metal como proteção contra inflação no longo prazo e como ativo de refúgio em momentos de risco geopolítico elevado. A presença do ouro em carteiras diversificadas também contribui para reduzir a correlação entre classes de ativos e, com isso, o risco total do portfólio. Tabela: Veja 13 ETFs para investir de acordo diferentes objetivos
Perguntas Frequentes sobre LFTS11
Qual é a cotação de LFTS11 hoje na B3?
Quanto a LFTS11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LFTS11?
O que significa o P/L e o P/VP de LFTS11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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