KLBN3 Klabin SA – Cotação Hoje
Klabin SA
CNPJ: 89637490000145
Resumo Fundamentalista de KLBN3
O ativo KLBN3 (Klabin SA) está sendo negociado hoje a R$ 3,56, acumulando uma variação de +1.14% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,23 e a máxima de R$ 4,24. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Papel e Celulose. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 40.99x e P/VP de 2.32x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 20.697,51 Mi | R$ 19.645,26 Mi | R$ 18.023,75 Mi | R$ 20.032,70 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 7.324,91 Mi | R$ 7.371,52 Mi | R$ 6.849,45 Mi | R$ 9.514,85 Mi |
| EBITDA | R$ 4.480,35 Mi | R$ 4.497,44 Mi | R$ 4.249,21 Mi | R$ 6.690,59 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.678,21 Mi | R$ 2.046,94 Mi | R$ 2.847,39 Mi | R$ 4.688,90 Mi |
Sobre a KLBN3
A Klabin S.A. é uma companhia integrada de base florestal, com atuação em celulose, papéis para embalagem, papelão ondulado e sacos industriais. A empresa opera florestas plantadas e ativos industriais que abastecem cadeias de alimentos, bebidas, bens de consumo, e-commerce e indústria. O portfólio inclui kraftliner, cartões para embalagens, papéis especiais e celulose de fibra curta, longa e fluff pulp, com vendas para mercado doméstico e exportação. A operação é verticalizada, combinando manejo florestal, produção industrial e logística de distribuição. A companhia possui plantas industriais no Brasil e presença comercial internacional, com geração de receita atrelada a volumes, preços de celulose e papéis e taxa de câmbio. No segmento brasileiro, a Klabin é uma das principais empresas de papel e embalagem, com escala relevante em florestas certificadas e projetos de expansão de capacidade.
Dividendos
Outras Ações do Setor de Materiais Básicos
Ver Todos os AtivosNotícias relacionadas
Bolsa chega à décima queda sob o peso da eleição e da fuga de estrangeiros
A décima queda veio sem o alarde dos dias anteriores, mas confirmou que o ambiente na bolsa brasileira continua inspirando cautela. É verdade que uma atividade econômica mais fraca pode abrir espaço para novos cortes na taxa Selic, como parte do mercado vem apostando. Por outro lado, as expectativas de inflação seguem acima da meta, o petróleo voltou a rondar os US$ 90 e as incertezas políticas e fiscais continuam pesando sobre os ativos locais. O resultado? Um mercado preso em um cabo de guerra. O Ibovespa cedeu mais 0,09% nesta segunda-feira (17), encerrando aos 166.784 pontos, ampliando as perdas de agosto para 6,30%. O IBC-Br, considerado a prévia do PIB, recuou 0,64% em junho, puxado pela retração da indústria e dos serviços. O retrato é de uma economia que perdeu velocidade depois de um começo de ano mais aquecido - e essa perda de ritmo faz toda a diferença para o Banco Central. Afinal, se a atividade desacelera porque os juros altos finalmente começam a frear a demanda, abre-se brecha para novos cortes na Selic. Contudo, se essa desaceleração vier acompanhada de inflação persistente e expectativas desancoradas, a história muda. É justamente esses sinais trocados que o mercado tenta calibrar agora. “O IBC-Br mostra uma economia perdendo força, mas não necessariamente cria espaço imediato para uma política monetária mais expansionista”, afirma Fabio Louzada, planejador financeiro e fundador da B7 Business School. Durante evento nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou luz sobre o outro lado da equação ao lembrar que o Brasil segue em situação de pleno emprego, com a demanda crescendo mais rápido do que a oferta. A fala ajuda a entender por que um dado fraco de atividade não dá ao BC, automaticamente, o passaporte para acelerar os cortes na Selic. O grande dilema é que a atividade perdeu fôlego, mas a inflação esperada não acompanhou o movimento. O Boletim Focus divulgado hoje voltou a mostrar uma piora nas projeções do IPCA para os próximos anos, mantendo as expectativas bem acima da meta de 3%. Mas, apesar dessa pressão no horizonte, os juros futuros finalmente deram uma trégua hoje, após cinco sessões seguidas de forte alta em meio às incertezas eleitorais e à fuga do capital externo. O movimento foi lido no mercado como uma correção técnica necessária, impulsionada pelo recuo do dólar e pelo IBC-Br mais fraco do que o esperado. O alívio, contudo, não teve fôlego para devolver todo o prêmio acumulado na semana passada. A queda das taxas locais encontrou um freio no exterior. O avanço do petróleo Brent acima de US$ 90 reacendeu os temores inflacionários e fez os rendimentos dos títulos americanos (as Treasuries) dispararem. A taxa da T-bond de 30 anos ultrapassou a marca de 5,31%, atingindo seu maior nível desde 2007 e pesando sobre as curvas globais. Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuou para 13,77% (ante 13,775% no ajuste anterior), enquanto o DI de janeiro de 2028 cedeu de 14,035% para 14,00%; Já nos vértices mais longos, o DI de janeiro de 2029 caiu de 14,39% para 14,35%, e o de 2031 oscilou de 14,655% para 14,62%. Mesmo com o leve recuo pontual no pregão de hoje, Louzada afirma que a percepção de risco doméstico continua a exigir cautela. “A curva de juros reage principalmente à expectativa de inflação, à política fiscal, à atuação futura do Banco Central e ao prêmio de risco do país", explica. "Quando o mercado entende que a inflação pode permanecer resistente ou que o fiscal pode pressionar os preços e o câmbio, os investidores passam a exigir juros maiores nos vencimentos futuros”, completa. Esse ambiente de taxas ainda elevadas, e sem espaço para um alívio mais intenso no curto prazo, continua ditando a dinâmica dos ativos de risco e cobrando seu preço na economia real. As ações da Casas Bahia chegaram a despencar mais de 30% após a companhia registrar prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre e protocolar pedido de recuperação judicial. A empresa declarou dívida de R$ 17,3 bilhões e patrimônio líquido negativo, além de anunciar medidas severas como fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários. “Quando os juros longos sobem, o investidor passa a ter uma alternativa de renda fixa com retorno elevado e menor risco. Isso aumenta o custo de oportunidade de permanecer em ações", afirma Louzada. "E, para as próprias empresas, juros mais altos significam maior custo de capital, menor valor presente dos lucros futuros e, em muitos casos, menor capacidade de investimento”. O varejo é particularmente sensível à Selic porque juros altos encarecem o financiamento ao consumidor, reduzem a demanda e aumentam o custo da dívida corporativa. Esse ambiente acabou gerando um efeito de contágio e redistribuição nas prateleiras da B3. A crise na Casas Bahia contaminou a percepção de risco sobre todo o setor, pressionando papéis como C&A (-2%) e Lojas Renner (-1,7%). Na direção oposta, as ações do Magazine Luiza (+8,2%) operaram em disparada, amparadas pela aposta do mercado de que a concorrente consiga absorver a fatia de clientes deixada pela rival. Das 78 ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, 35 caíram e 39 subiram. As ações da Petrobras (PETR3) avançaram 1,3%, impulsionadas tanto pela alta do petróleo quanto pela notícia de investimentos na exploração de novas áreas de produção. A commodity mais cara, contudo, é uma faca de dois gumes: ajuda no resultado da estatal, mas renova o fantasma da inflação de combustíveis. “O conflito no Oriente Médio segue sendo um pilar relevante das incertezas, mantendo o Brent elevado, pressionando o mandato dos bancos centrais e contendo altas mais fortes dos ativos em meio ao ambiente de aversão ao risco”, analisa Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. O giro financeiro do Ibovespa somou R$ 18,2 bilhões hoje, abaixo da média de agosto, de R$ 19,9 bilhões, e ligeiramente inferior à média dos últimos 12 meses, de R$ 18,7 bilhões. No câmbio, o movimento foi um pouco mais favorável. E parte desse alívio veio de fora. Dados mais fracos de atividade nos Estados Unidos reduziram as apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em setembro. “Uma perspectiva de juros americanos menos restritivos ajuda a reduzir a pressão sobre o dólar globalmente”, afirma Louzada. Por aqui, o Banco Central também voltou a atuar no mercado de câmbio, com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra. Foi uma ajuda adicional para o real recuperar algum terreno depois da pressão da semana passada. Mas o movimento ainda parece mais uma acomodação do que uma mudança de rota, segundo Jaqueline Neo, especialista em câmbio e crédito da be.smart. “Ainda é cedo para interpretar isso como mudança de tendência. O câmbio tem incorporado um prêmio de risco maior e deve continuar apresentando volatilidade”, afirma. Depois de superar R$ 5,21 na semana passada, o dólar comercial recuou 0,36% nesta segunda-feira, para R$ 5,2006. Ações negociadas em 17/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 3,91 3,90 4,16 4,25 4,23 8,18 BEEF3 MINERVA ON 3,20 3,15 3,28 3,43 3,39 5,94 BRKM5 BRASKEM PNA 4,93 4,76 5,01 5,31 5,20 5,48 PRIO3 PETRORIO ON 58,71 58,71 60,85 61,91 61,58 5,03 UGPA3 ULTRAPAR ON 32,25 32,09 33,71 34,10 33,82 4,80 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,29 5,70 5,87 5,78 4,33 CURY3 CURY S/A ON 31,04 30,94 31,85 32,45 32,32 3,81 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,37 13,33 13,64 13,78 13,74 2,84 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,45 10,35 10,63 10,72 10,68 2,20 MRVE3 MRV ON 4,74 4,69 4,82 4,90 4,86 2,10 RECV3 PETRORECSA ON 10,51 10,42 10,61 10,79 10,73 2,09 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,55 46,98 47,55 48,00 47,52 2,02 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,47 4,38 4,50 4,57 4,57 1,78 BRAV3 BRAVA ON 18,38 18,33 18,52 18,70 18,65 1,47 EMBJ3 EMBRAER ON 98,68 98,49 99,91 100,51 100,44 1,43 PETR3 PETROBRAS ON 47,13 46,55 47,28 47,59 47,46 1,35 TOTS3 TOTVS ON 30,07 30,03 30,44 30,73 30,57 1,23 WEGE3 WEG ON 47,50 47,49 47,97 48,40 47,99 1,03 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,00 36,75 37,16 37,30 37,30 0,95 COGN3 COGNA ON 2,10 2,10 2,15 2,20 2,13 0,95 PETR4 PETROBRAS PN 42,35 41,72 42,43 42,76 42,47 0,90 CPLE3 COPEL ON 13,69 13,60 13,76 13,80 13,79 0,73 GOAU4 GERDAU MET PN 10,96 10,92 11,05 11,11 11,07 0,73 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,80 49,63 50,29 50,79 50,18 0,70 AZZA3 AZZAS 2154 ON 14,89 14,61 14,91 15,20 14,97 0,67 CYRE3 CYRELA REALT ON 21,30 21,30 21,53 21,77 21,47 0,66 USIM5 USIMINAS PNA 6,34 6,25 6,36 6,41 6,36 0,63 GGBR4 GERDAU PN 24,59 24,48 24,76 24,87 24,78 0,53 AURE3 AUREN ON 10,01 9,99 10,06 10,20 10,10 0,50 ASAI3 ASSAI ON 8,10 8,00 8,11 8,21 8,14 0,49 ENEV3 ENEVA ON 24,38 24,20 24,53 24,87 24,53 0,33 SMFT3 SMART FIT ON 17,15 16,88 17,16 17,37 17,16 0,23 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,49 25,43 25,59 25,78 25,60 0,20 TIMS3 TIM ON 18,13 17,94 18,14 18,31 18,15 0,17 VALE3 VALE ON 71,20 70,69 71,41 71,80 71,41 0,15 VBBR3 VIBRA ON 33,42 33,30 33,80 34,28 33,65 0,15 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 17,93 17,80 17,92 18,03 17,93 0,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 28,03 27,70 28,00 28,16 28,05 0,07 SBSP3 SABESP ON 23,80 23,66 23,86 24,27 23,80 0,04 MULT3 MULTIPLAN ON 26,61 26,54 26,72 26,88 26,73 0,00 VIVT3 TELEF BRASIL ON 29,64 29,55 29,76 30,01 29,74 0,00 VAMO3 VAMOS ON 2,80 2,78 2,82 2,85 2,80 0,00 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,25 7,25 7,46 7,69 7,32 0,00 CMIG4 CEMIG PN 10,25 10,01 10,14 10,27 10,21 -0,20 RENT3 LOCALIZA ON 33,22 33,22 33,50 34,00 33,43 -0,24 POMO4 MARCOPOLO PN 4,12 4,05 4,10 4,17 4,10 -0,24 ENGI11 ENERGISA UNT 43,61 43,12 43,73 44,25 43,69 -0,25 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,68 13,52 13,65 13,78 13,63 -0,29 BRAP4 BRADESPAR PN 20,17 20,06 20,23 20,32 20,19 -0,35 NATU3 NATURA ON 7,65 7,50 7,59 7,68 7,66 -0,39 TAEE11 TAESA UNIT 37,51 37,13 37,34 38,18 37,25 -0,41 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 13,74 13,70 13,77 13,91 13,74 -0,43 FLRY3 FLEURY ON 18,15 18,00 18,17 18,28 18,14 -0,49 ABEV3 AMBEV S/A ON 14,74 14,59 14,66 14,88 14,67 -0,54 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 41,20 40,76 40,99 41,53 40,99 -0,73 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,50 17,25 17,38 17,54 17,40 -0,85 VIVA3 VIVARA ON 20,86 20,57 20,71 21,15 20,69 -0,86 ALOS3 ALLOS ON 25,70 25,44 25,53 25,84 25,44 -0,97 ITSA4 ITAUSA PN 12,49 12,28 12,36 12,51 12,36 -1,04 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,90 29,55 29,77 30,16 29,60 -1,10 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,62 23,38 23,51 23,73 23,42 -1,31 RADL3 RAIA DROGASIL ON 17,44 17,27 17,40 17,69 17,27 -1,48 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 38,92 38,17 38,41 38,98 38,38 -1,59 MBRF3 MARFRIG ON 16,51 15,23 15,79 16,66 16,10 -1,59 BBDC3 BRADESCO ON 14,49 14,25 14,32 14,53 14,27 -1,65 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,16 11,01 11,11 11,26 11,02 -1,69 RDOR3 REDE D OR ON 33,38 32,79 33,22 33,87 33,09 -1,69 B3SA3 B3 ON 14,60 14,41 14,54 14,94 14,41 -1,77 CSMG3 COPASA ON 55,62 54,32 54,83 56,67 54,78 -1,85 EQTL3 EQUATORIAL ON 34,76 34,10 34,36 35,03 34,23 -1,92 BBDC4 BRADESCO PN 16,49 16,18 16,28 16,54 16,22 -1,93 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,88 49,90 50,29 51,43 50,00 -1,96 CEAB3 CEA MODAS ON 7,97 7,81 7,89 8,08 7,84 -2,00 HAPV3 HAPVIDA ON 6,70 6,56 6,72 7,09 6,58 -2,23 BBAS3 BRASIL ON 18,40 17,95 18,14 18,48 17,95 -2,34 HYPE3 HYPERA ON 21,42 20,98 21,21 21,70 20,98 -2,46 CSAN3 COSAN ON 3,39 3,12 3,22 3,41 3,22 -2,72 SUZB3 SUZANO S.A. ON 41,99 40,45 41,09 42,14 40,58 -3,45 — Foto: Getty Images
A fragilidade de uma bolsa sem suportes e a busca por abrigo no dólar
Se o dia após a tempestade costuma ser de calmaria, na bolsa brasileira ele trouxe apenas o eco do tombo da véspera. Após atingir o menor nível desde janeiro e refém da perda de suportes, o Ibovespa ficou sem fôlego para ensaiar uma recuperação nesta quarta-feira (12). O índice ampliou a sequência de perdas com um recuo discreto de 0,2%, aos 167.491 pontos, aumentando o prejuízo acumulado em agosto para 5,9%. Ao perder de uma só vez as barreiras dos 172.200 e dos 168.100 pontos na última sessão, o Ibovespa rompeu dois suportes importantes, segundo análise técnica do Itaú BBA. O estrago levou embora o piso dos 168 mil pontos, atirou o índice no menor nível desde janeiro e carimbou uma clara tendência de baixa. O giro financeiro do dia somou R$ 24,2 bilhões, superando a média diária do mês, de R$ 19,5 bilhões, e a média em 12 meses, de R$ 18,6 bilhões. O tombo recente ganha contornos ainda mais amargos quando comparado com o cenário externo. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho veio dentro do previsto, aliviando os rendimentos dos títulos americanos (Treasuries) e abrindo espaço para uma sessão positiva em Nova York. O detalhe é que o otimismo de Wall Street não foi generalizado - foi movido pelo apetite por ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial. Enquanto o dinheiro corre para inflar as teses do futuro, a bolsa brasileira segue acorrentada aos pilares da "velha economia", estruturada sob o peso de commodities e bancos, mas desprovida de ativos focados em inovação. Sem empresas de tech em sua carteira teórica para capturar essa liquidez internacional, exceção amarga feita à Totvs, que hoje caiu 2,8% após frustrar com seu balanço, o índice nacional acabou ficando para trás. Os poucos focos de luz na bolsa não tiveram força para mudar a apatia geral. Entre os papéis que ostentaram algum ganho, a Embraer avançou 4% embalada pela carteira recorde de pedidos do segundo trimestre, enquanto a Vale subiu 0,7%, atuando como um frágil amortecedor para o índice. Do outro lado, a construtora Direcional liderou as baixas da sessão com um tombo de 4,7% após balanço considerado fraco pelo J.P. Morgan, acompanhada pelo recuo de 1,5% das ações do Itaú. Das 78 ações que compõem a carteira do Ibovespa, 49 caíram. O dólar viveu uma sessão de montanha-russa, ensaiando uma queda até os R$ 5,13 logo após os dados do CPI americano, antes de dar uma guinada e firmar alta perto das máximas. A trégua provocada pela inflação comportada nos EUA durou pouco porque o viés de proteção falou mais alto no cenário doméstico. À medida que o calendário avança em direção às eleições, os estrangeiros e os fundos locais voltam a reforçar o apetite comprador no mercado de derivativos na B3. Segundo fonte ouvida pelo Valor, os gringos já acumulam uma posição líquida comprada de expressivos US$ 63 bilhões contra o real. O apetite comprador hoje voltou a se impor ao longo da tarde, alimentado pelos ruídos das pesquisas eleitorais e pela insatisfação do mercado com a trajetória das contas públicas. Em um dia de trégua na força do dólar lá fora, o real ficou isolado, incapaz de acompanhar o alívio das moedas pares. Com isso, a moeda americana encerrou a sessão em alta de 0,36%, a R$ 5,1793, estendendo os ganhos semanais para 1,88% e os do mês para 2,16%. A curva de juros futuros seguiu o mesmo roteiro de aversão ao risco, devolvendo a queda vista na abertura para fechar com viés de alta. O alívio vindo dos títulos americanos (Treasuries) após a inflação de julho não resistiu à cautela dos investidores com o cenário político local, que segue drenando a liquidez dos ativos domésticos. Com o prêmio de risco eleitoral, a taxa do contrato DI para janeiro de 2028 subiu para 13,935% (ante 13,915% do ajuste anterior). Os contratos de prazos mais curtos respondem às apostas para a taxa Selic; Já o DI para janeiro de 2031 saltou para 14,48% (de 14,43% no ajuste anterior). É nessa ponta longa que o mercado reage aos ruídos políticos e às dúvidas sobre a trajetória fiscal. Apesar do estresse na curva, as apostas para o ciclo de cortes da Selic seguem firmes no curto prazo. No mercado de opções do Copom, a probabilidade atribuída a um corte de 0,25 ponto na reunião subiu para 75%, levando a taxa Selic a 13,75%. Ações negociadas em 12/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % EMBJ3 EMBRAER ON 93,14 92,17 95,22 96,76 96,18 4,00 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,50 5,67 5,79 5,79 3,95 GGBR4 GERDAU PN 24,21 24,18 24,62 24,94 24,88 2,98 GOAU4 GERDAU MET PN 10,67 10,64 10,80 11,07 10,98 2,81 SUZB3 SUZANO S.A. ON 40,40 40,35 41,20 41,50 41,45 2,65 MBRF3 MARFRIG ON 16,24 16,17 16,62 16,86 16,58 2,60 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,61 23,55 23,99 24,18 24,18 2,46 RECV3 PETRORECSA ON 10,47 10,23 10,51 10,64 10,62 2,12 HYPE3 HYPERA ON 21,33 21,11 21,44 21,72 21,57 1,94 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,95 49,30 49,83 50,35 50,03 1,21 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,32 4,26 4,35 4,41 4,32 0,93 CSMG3 COPASA ON 58,00 57,31 58,36 59,00 58,43 0,92 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,26 37,18 37,48 37,59 37,56 0,81 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,47 25,22 25,56 25,65 25,56 0,75 VALE3 VALE ON 73,11 72,66 73,13 73,54 73,18 0,74 ALOS3 ALLOS ON 26,11 25,77 26,16 26,34 26,22 0,65 BEEF3 MINERVA ON 3,28 3,25 3,31 3,34 3,29 0,61 WEGE3 WEG ON 47,36 47,36 47,65 48,08 47,64 0,59 SBSP3 SABESP ON 26,01 25,78 26,10 26,39 26,12 0,50 MULT3 MULTIPLAN ON 27,23 26,76 27,23 27,43 27,26 0,48 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,57 17,48 17,64 17,74 17,62 0,40 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,64 29,35 29,62 29,87 29,62 0,34 BRAV3 BRAVA ON 18,64 18,49 18,77 19,04 18,70 0,27 BRAP4 BRADESPAR PN 21,05 21,01 21,12 21,26 21,10 0,24 VIVA3 VIVARA ON 20,91 20,74 21,02 21,19 20,94 0,24 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 18,38 18,33 18,40 18,61 18,48 0,16 TIMS3 TIM ON 18,68 18,54 18,75 18,87 18,75 0,11 COGN3 COGNA ON 2,04 1,99 2,04 2,08 2,03 0,00 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,02 12,92 13,05 13,29 12,96 0,00 FLRY3 FLEURY ON 18,12 17,88 18,19 18,33 18,25 -0,05 BBDC3 BRADESCO ON 14,85 14,66 14,74 14,86 14,70 -0,14 CYRE3 CYRELA REALT ON 20,58 20,07 20,59 20,84 20,50 -0,19 PRIO3 PETRORIO ON 59,19 58,74 59,22 59,81 59,14 -0,19 BBDC4 BRADESCO PN 16,88 16,67 16,81 16,90 16,74 -0,30 B3SA3 B3 ON 14,47 14,11 14,23 14,47 14,24 -0,35 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 14,03 13,84 14,00 14,15 13,98 -0,36 PETR3 PETROBRAS ON 46,32 45,90 46,26 46,78 46,32 -0,45 MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 4,29 4,20 4,26 4,32 4,24 -0,47 NATU3 NATURA ON 8,24 8,11 8,18 8,32 8,16 -0,49 PETR4 PETROBRAS PN 41,50 41,15 41,59 41,97 41,45 -0,50 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,33 13,20 13,30 13,42 13,23 -0,53 VBBR3 VIBRA ON 33,30 32,73 33,15 33,58 33,04 -0,57 CMIG4 CEMIG PN 10,48 10,28 10,37 10,49 10,33 -0,67 POMO4 MARCOPOLO PN 4,35 4,23 4,29 4,36 4,29 -0,69 PSSA3 PORTO SEGURO ON 48,38 47,92 48,27 48,82 48,05 -0,70 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,14 29,70 29,97 30,34 29,93 -0,70 VAMO3 VAMOS ON 2,86 2,68 2,77 2,86 2,78 -0,71 EQTL3 EQUATORIAL ON 35,97 35,25 35,45 35,97 35,50 -0,87 ASAI3 ASSAI ON 8,12 7,95 8,03 8,20 8,00 -0,99 CPLE3 COPEL ON 14,00 13,73 13,80 14,00 13,80 -1,00 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,38 49,37 49,92 50,44 49,60 -1,06 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,56 7,34 7,48 7,59 7,44 -1,06 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,00 14,81 14,89 15,07 14,85 -1,07 USIM5 USIMINAS PNA 6,65 6,52 6,59 6,72 6,54 -1,21 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 43,85 43,03 43,28 43,87 43,11 -1,24 ITSA4 ITAUSA PN 12,75 12,42 12,48 12,76 12,45 -1,43 ENGI11 ENERGISA UNT 45,16 44,27 44,58 45,32 44,49 -1,44 BBAS3 BRASIL ON 19,39 19,00 19,24 19,44 19,00 -1,45 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 39,21 38,39 38,63 39,34 38,43 -1,46 AURE3 AUREN ON 10,59 10,22 10,36 10,61 10,38 -1,52 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,30 17,74 17,97 18,40 18,00 -1,53 TAEE11 TAESA UNIT 38,34 37,28 38,00 38,55 37,70 -1,57 UGPA3 ULTRAPAR ON 31,03 30,27 30,59 31,10 30,49 -1,61 SMFT3 SMART FIT ON 17,55 17,17 17,37 17,67 17,25 -1,65 RENT3 LOCALIZA ON 34,87 34,10 34,51 34,96 34,10 -1,76 ENEV3 ENEVA ON 24,54 23,99 24,18 24,64 24,11 -1,79 MRVE3 MRV ON 4,30 4,20 4,26 4,35 4,20 -1,87 CURY3 CURY S/A ON 31,18 30,16 31,02 31,89 30,87 -2,00 RDOR3 REDE D OR ON 33,29 32,27 32,49 33,33 32,49 -2,05 CSAN3 COSAN ON 3,30 3,18 3,24 3,33 3,21 -2,13 HAPV3 HAPVIDA ON 9,80 9,48 9,62 9,86 9,58 -2,15 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,11 28,41 28,60 29,15 28,43 -2,27 LREN3 LOJAS RENNER ON 12,10 11,68 11,86 12,17 11,74 -2,41 AZZA3 AZZAS 2154 ON 16,34 15,67 15,93 16,42 15,88 -2,70 CEAB3 CEA MODAS ON 8,70 8,36 8,47 8,71 8,38 -3,34 TOTS3 TOTVS ON 30,56 29,31 29,86 30,84 29,32 -4,15 DIRR3 DIRECIONAL ON 11,03 10,18 10,51 11,07 10,49 -4,72 BRKM5 BRASKEM PNA 5,66 5,20 5,42 5,79 5,20 -7,80 — Foto: Getty Images
Perguntas Frequentes sobre KLBN3
Qual é a cotação de KLBN3 hoje na B3?
Quanto a KLBN3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KLBN3?
O que significa o P/L e o P/VP de KLBN3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.