IM

IMBB11 – Cotação FII - Classe de Investimento ETF Bradesco IMA-B - RL

FII - Classe de Investimento ETF Bradesco IMA-B - RL

Preço Atual
R$ 150,85
+0.12%

Resumo Fundamentalista de IMBB11

O ativo IMBB11 (FII - Classe de Investimento ETF Bradesco IMA-B - RL) está sendo negociado hoje a R$ 150,85, acumulando uma variação de +0.12% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 135,33 e a máxima de R$ 151,72.

Abertura
R$ 150,85
Fec. Ant: R$ 150,85
Variação Dia
Min: R$ 150,67
Max: R$ 150,85
52 Semanas
Mín: R$ 135,33
Máx: R$ 151,72
Volume
122
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a IMBB11

Market Cap
N/A

Dividendos

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

FII do Pátria aprova emissão de até R$ 1,5 bilhão para comprar novos ativos; veja condições – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

FII do Pátria aprova emissão de até R$ 1,5 bilhão para comprar novos ativos; veja condições – Money Times

(Imagem: iStock/privetik) O Pátria Logística (HGLG11) aprovou a realização de sua 12ª emissão de cotas, que poderá movimentar até R$ 1,5 bilhão –– sem considerar a taxa de distribuição. A operação será destinada a investidores profissionais e terá distribuição pública em regime de melhores esforços. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ao todo, poderão ser emitidas até 9.012.799 novas cotas, ao preço de R$ 166,43 por cota. Com a taxa de distribuição primária de R$ 0,07, o preço de subscrição será de R$ 166,50 por cota. A taxa será paga pelos investidores, enquanto o comissionamento de R$ 2,08 por cota ao coordenador líder será arcado pela gestora. Segundo o fato relevante, os recursos líquidos captados na oferta serão destinados à aquisição de ativos enquadrados na política de investimentos do HGLG11. O fundo poderá realizar a emissão mesmo sem atingir o volume máximo, desde que seja alcançado o montante mínimo de R$ 1 milhão, correspondente a 6.009 novas cotas. A data de início da oferta e o cronograma para exercício do direito de preferência ainda serão divulgados pelo fundo. Direito de preferência do HGLG11 Os atuais cotistas do HGLG11 terão direito de preferência na subscrição das novas cotas, desde que possuam cotas no terceiro dia útil contado da divulgação do anúncio de início da oferta e estejam em dia com suas obrigações perante o fundo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O fator de proporção será de 0,19764153762, o que significa que, para cada cota que o investidor possuir na data de corte, haverá direito à subscrição de aproximadamente 0,1976 nova cota, sempre respeitando o arredondamento para baixo para números inteiros. O direito poderá ser exercido uma única vez, total ou parcialmente. Não haverá investimento mínimo para o exercício do direito de preferência. Por outro lado, o direito não poderá ser negociado entre cotistas ou terceiros na B3 ou junto ao escriturador, segundo o fundo. Como funcionará a oferta A emissão será realizada em série única, com registro automático na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Não haverá lote adicional nem lote suplementar. As novas cotas poderão ser integralizadas em dinheiro ou por meio da compensação de créditos líquidos e certos detidos contra o fundo, decorrentes da aquisição de ativos pelo HGLG11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os investidores que receberem os recibos das novas cotas terão direito aos rendimentos distribuídos pelo fundo após a conversão dos recibos em cotas. Durante o período anterior à conversão, os recibos terão direito a rendimentos calculados com base no menor valor entre 77,5% da variação do CDI e o rendimento distribuído pelo fundo no respectivo mês, de forma proporcional ao período. O prazo para colocação das novas cotas será de até 180 dias contados da divulgação do anúncio de início da oferta, salvo se toda a emissão for distribuída antes desse prazo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Efeito Casas Bahia: Fundo imobiliário despenca e Allos (ALOS3) entra no radar após RJ; veja a avaliação dos analistas – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Efeito Casas Bahia: Fundo imobiliário despenca e Allos (ALOS3) entra no radar após RJ; veja a avaliação dos analistas – Money Times

(Imagem: Casas Bahia/Divulgação) O pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3) adicionou uma nova camada de preocupação para investidores do mercado imobiliário. Embora os holofotes estejam voltados para credores, fornecedores e acionistas da varejista, alguns fundos imobiliários também aparecem no radar devido à exposição à companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os casos mais emblemáticos está o HSI Logística (HSLG11). Segundo relatório recente da Empiricus Research, a Casas Bahia responde por cerca de 30,9% da receita contratada do fundo, tornando-se o principal locatário e o maior risco de crédito da carteira. Apesar de o fundo seguir com vacância física zerada, inadimplência líquida de 0% e distribuição mensal de R$ 0,75 por cota, a concentração na varejista levou a Empiricus a adotar uma postura cautelosa em relação ao ativo. “O principal ponto de atenção está na concentração de receita no Grupo Casas Bahia, responsável por aproximadamente 31% da receita do FII”, destacam os analistas Caio Araujo e João Henrique Gambier no relatório. Na avaliação da casa, o risco existe, mas não necessariamente significa uma deterioração estrutural da operação. Isso porque os imóveis ocupados pela Casas Bahia estão localizados próximos a grandes centros consumidores e inseridos em regiões com demanda logística consolidada, fator que pode facilitar uma eventual substituição da locatária ou a absorção dos espaços por novos inquilinos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A própria gestão do fundo trabalha para reduzir essa dependência. Segundo a Empiricus, novas sublocações em imóveis localizados em Contagem (MG) e São José dos Pinhais (PR) poderiam reduzir a participação da Casas Bahia na receita do fundo de cerca de 31% para próximo de 19%. Ainda assim, o cenário foi suficiente para que a casa mantivesse uma recomendação conservadora para o ativo. “Apesar de enxergarmos o fundo como descontado, a elevada exposição da receita ao Grupo Casas Bahia reduz a atratividade da tese neste momento”, afirmam os analistas. Nesta segunda-feira (17), após a notícia do pedido de RJ, o FII chegou a recuar mais de 5% no bolsa brasileira. No pregão de hoje, a queda continua e já chega a quase 10%. E os shoppings? Se nos fundos logísticos a preocupação está relacionada à dependência de receita, nos shopping centers o mercado vê um risco bem mais limitado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório divulgado após a notícia da recuperação judicial, o Citi afirmou que a exposição das empresas listadas do setor à Casas Bahia é relativamente pequena. Utilizando sua base proprietária de dados sobre locatários, o banco identificou lojas da varejista em 19 shoppings da Allos (ALOS3), tornando a companhia a mais exposta entre as administradoras cobertas pelo banco. Já Iguatemi (IGTI11) e Multiplan (MULT3) aparecem com apenas uma unidade da Casas Bahia cada, localizadas no Shopping Esplanada e no ParkJacarepaguá, respectivamente. Apesar disso, a avaliação dos analistas é que o impacto para o setor deve ser marginal. “Embora a Allos tenha uma exposição um pouco maior devido à sua ampla presença regional, vemos risco desprezível para Iguatemi e Multiplan. Portanto, a recuperação judicial da Casas Bahia deve ter apenas um impacto marginal nos níveis de ocupação e na receita de aluguel do setor”, escreveu o Citi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em nota enviada ao Money Times, a Allos afirmou que a exposição atual à varejista já é menor do que parte do mercado imagina. “A Allos esclarece que 16 lojas foram fechadas pelo Grupo Casas Bahia, mas outras 14 permanecem funcionando normalmente. Em momentos como esse, a companhia tem a oportunidade de trazer outras parcerias e novidades para os consumidores, reforçando seu compromisso em oferecer o melhor mix de lojas, serviços e entretenimento”, disse a companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

FII HSLG11 despenca 9% e aprofunda tombo após recuperação judicial da Casas Bahia
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

FII HSLG11 despenca 9% e aprofunda tombo após recuperação judicial da Casas Bahia

Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) volta a cair forte nesta terça-feira (18), ainda sob pressão das preocupações do mercado com os possíveis impactos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários expostos à varejista. Por volta das 11h30, a cota recuava 9,14%, a R$ 72,51. A queda ocorre um dia depois de o fundo já ter recuado 4,69%, encerrando a sessão de segunda-feira (17) a R$ 79,52. Em 20 de julho, a cota do fundo chegou a ser negociada a R$ 91,84, segundo dados da Status Invest. Considerando o preço de R$ 72,51 observado nesta terça, o HSLG11 acumula uma desvalorização de aproximadamente 21% desde aquele patamar — uma diferença de mais de R$ 19 por cota. A principal preocupação dos investidores está relacionada à concentração da receita do HSLG11 em contratos ligados à Casas Bahia. Dados apresentados pelo próprio fundo mostram que a companhia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto sublocações relacionadas à varejista representam outros 3,3%, levando a exposição total a aproximadamente 30,9%. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não retornou aos questionamentos sobre a situação. O espaço permanece aberto para manifestação da gestora. Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Exposição à Casas Bahia coloca HSLG11 no centro das atenções A concentração faz do HSLG11 um dos fundos logísticos mais diretamente afetados pela discussão sobre a situação financeira da Casas Bahia. O impacto, contudo, não necessariamente significa perda imediata dessa receita, já que a dinâmica depende da manutenção dos contratos, dos pagamentos dos aluguéis e da eventual capacidade de substituição dos locatários. Continua depois da publicidade Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, diz o analista. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender

Perguntas Frequentes sobre IMBB11

Qual é a cotação de IMBB11 hoje na B3?
A cotação de IMBB11 hoje está em R$ 150,85. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 150,67 e máxima de R$ 150,85.
Quanto a IMBB11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker IMBB11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de IMBB11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de IMBB11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de IMBB11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.