HY

HYPE3F Hypera S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Hypera S.A.

Preço Atual
R$ 24,61
-0.36%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 2 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 2/12 (16.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Caixa Líquido (R$ 0.00 Bi) | Lucro: R$ 1.87 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 9.28x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo HYPE3F (Hypera S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 24,61, acumulando uma variação de -0.36% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,90 e a máxima de R$ 27,51. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 9.28x.

Abertura
R$ 24,59
Fec. Ant: R$ 24,61
Variação Dia
Min: R$ 24,42
Max: R$ 24,83
52 Semanas
Mín: R$ 19,90
Máx: R$ 27,51
Volume
2.833
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: HYPE3F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

9.28
R$ 2,65
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 17,33 Bi
R$ 17,33 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a HYPE3F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 17,33 Bi

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Xiaomi Watch S5 é um smartwatch perfeito, menos em ser “smart”
Canaltech •

Xiaomi Watch S5 é um smartwatch perfeito, menos em ser “smart”

O Xiaomi Watch S5 é um smartwatch que aposta exatamente no que o usuário precisa: boa construção, tela AMOLED brilhante, monitoramento de saúde competente, GPS confiável e uma bateria que pode passar uma semana longe da tomada. Continua após a publicidade O problema aparece quando a expectativa é ter no pulso um “mini celular”, com aplicativos, respostas a mensagens e recursos inteligentes tão completos quanto os de um Apple Watch ou Galaxy Watch. O Watch S5 prioriza autonomia, esportes e acabamento em vez de transformar o relógio em uma extensão completa do smartphone – e isso tem suas vantagens e desvantagens. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade Prós e contras Prós Contras Excelente autonomia Ecossistema de aplicativos limitado Construção em aço inoxidável Não permite responder mensagens Tela AMOLED de 2.500 nits Sem ECG, pressão arterial ou temperatura Mais de 150 modos esportivos Recursos de treinamento menos avançados GPS de dupla frequência Mapas offline básicos Monitoramento de saúde abrangente Carregador proprietário com USB-A Funciona com Android e iPhone Chamadas via Bluetooth Notas do Xiaomi Watch S5 Categoria Nota Design 9/10 Tela 9/10 Bateria 10/10 Recursos inteligentes 6,5/10 Software 7/10 Para quem é o Xiaomi Watch S5? O Watch S5 é indicado para quem quer um smartwatch completo nas funções básicas, mas não faz questão de instalar aplicativos ou interagir constantemente com mensagens. Ele atende muito bem ao perfil que quer acompanhar exercícios, sono, frequência cardíaca e atividades diárias sem precisar carregar o relógio todas as noites. Essa proposta também funciona para quem alterna entre trabalho, academia e atividades ao ar livre. Por outro lado, quem procura um smartwatch que substitua parcialmente o celular deve buscar outras opções. Samsung, Apple e plataformas baseadas em Wear OS oferecem ecossistemas de aplicativos e interações mais amplos. O S5 perde espaço para Galaxy Watch e Garmin quando o usuário depende de aplicativos ou métricas esportivas mais avançadas. Continua após a publicidade Quanto vale a pena pagar? O Watch S5 faz sentido principalmente quando encontrado na faixa de preço dos concorrentes intermediários. No site oficial da Xiaomi, o modelo se encontra por a partir de R$ 2.599, valor alto demais para o que oferece. O maior argumento do relógio não está em uma função exclusiva, mas no conjunto. Por um preço relativamente baixo, ele pode entregar acabamento metálico, AMOLED de alta luminosidade, GPS de dupla frequência, mais de 150 modalidades esportivas e uma autonomia muito superior à de muitos concorrentes com Wear OS. Contudo, no valor atual ele se encontra na mesma faixa da primeira geração do Galaxy Watch Ultra, um modelo premium que entrega muito mais. Sendo assim, o Watch S5 só passa a fazer sentido por no máximo R$ 1.600. Continua após a publicidade O Xiaomi Watch S5 é bom? Sim. Ele é especialmente bom como relógio esportivo e de acompanhamento de saúde com funções inteligentes básicas. A experiência combina hardware premium e software mais simples. Essa combinação explica por que ele acerta tanto em bateria e acabamento, mas peca no ecossistema de aplicativos. Continua após a publicidade É justamente essa diferença que define o S5: ele é muito mais interessante quando usado como relógio comum que também é inteligente do que como um smartwatch completo para qualquer ocasião. A bateria do Xiaomi Watch S5 dura quantos dias? Algo entre 10 e 15 dias é uma expectativa realista, enquanto os 21 dias anunciados pela marca dependem de condições mais econômicas. Em um teste de oito dias, ele ficou com 16% de bateria restante, mesmo usando monitoramento do sono e GPS ocasionalmente. A partir dessa estimativa, seria possível usá-lo por 10 e 14 dias tranquilamente. Continua após a publicidade O ponto mais importante não é chegar exatamente aos 21 dias: o Watch S5 consegue permanecer muitos dias longe do carregador, algo que muda completamente a experiência de usar um smartwatch. 1 / 12 Xiaomi Watch S5 Ivo Meneghel Jr/ Canaltech Qual é a capacidade da bateria do Xiaomi Watch S5? São 815 mAh. É uma capacidade bastante elevada para um smartwatch desse tipo e ajuda a explicar a autonomia acima da média. Continua após a publicidade A Xiaomi utiliza uma bateria com eletrodo negativo de silício-carbono, com um chip Bluetooth BES2800BP como parte da estratégia de eficiência do dispositivo. Na prática, a grande bateria permite manter recursos como monitoramento de sono, frequência cardíaca e atividades esportivas funcionando por vários dias sem transformar o carregador em um acessório obrigatório da rotina. O Xiaomi Watch S5 tem tela boa? Sim, a tela é um dos pontos fortes do relógio. O painel AMOLED de 1,48 polegada possui resolução de 480 x 480 pixels, densidade de 323 ppi e brilho máximo anunciado de 2.500 nits. Continua após a publicidade Isso faz diferença principalmente ao ar livre. Embaixo do sol forte, os 2.500 nits foram suficientes para consultar métricas sem dificuldade. A coroa giratória também ajuda na operação, principalmente durante exercícios ou quando os dedos estão molhados. Porém, há uma ressalva: a luminosidade mínima é relativamente alta, algo que pode incomodar usuários sensíveis a cintilação em determinadas condições. O Xiaomi Watch S5 é resistente à água? Sim, ele possui resistência de 5 ATM. Isso permite utilizá-lo em atividades aquáticas compatíveis com essa classificação, incluindo natação. Continua após a publicidade Isso não significa que 5 ATM torna o relógio apropriado para qualquer situação envolvendo água. Ele não é indicado para mergulhar em grandes profundidades, por exemplo. A resistência permite apenas que ele possa ser molhado sem danificar. O Watch S5 é bonito? Sim, mas seu design é mais elegante do que marcante. O relógio tem caixa redonda de 46 mm em aço inoxidável, pesa cerca de 46 gramas sem a pulseira e possui 10,99 mm de espessura. O conjunto passa uma sensação premium sem ser excessivamente pesado. O design é conservador, com aro de carbono forjado e aparência geral bastante tradicional. Contudo, ele também é versátil, funcionando tanto com roupas formais quanto durante atividades esportivas. Continua após a publicidade Essa combinação talvez seja um dos melhores atributos do relógio: ele não parece excessivamente esportivo para o escritório nem excessivamente sofisticado para a academia. O Xiaomi Watch S5 monitora saúde? Sim, ele oferece um conjunto bem amplo de recursos de saúde. O relógio monitora frequência cardíaca, saturação de oxigênio no sangue (SpO₂), estresse, sono e variabilidade da frequência cardíaca (HRV). Também acompanha atividades e oferece métricas relacionadas ao treinamento. Por outro lado, o S5 não possui ECG, medição de pressão arterial ou temperatura corporal. Isso coloca o modelo em uma posição diferente de smartwatches mais voltados à saúde avançada. Ele cobre muito bem o acompanhamento cotidiano, mas não tenta substituir equipamentos especializados. O Watch S5 é bom para exercícios? Sim, especialmente para quem pratica atividades de forma recreativa ou intermediária. São mais de 150 modos esportivos, incluindo corrida, ciclismo e natação. Dependendo da modalidade, o relógio oferece dados como carga de treinamento, tempo de recuperação e VO₂ máximo. Corredores também têm acesso a métricas como cadência, tempo de contato com o solo e proporção vertical. Esses dados são úteis para quem quer melhorar a técnica, mas a Xiaomi não oferece a mesma profundidade de análise e orientação encontrada em um Garmin ou Coros. Portanto, o Watch S5 atende muito bem ao usuário que quer acompanhar sua evolução, mas não necessariamente ao atleta que depende de planos estruturados e análises extremamente detalhadas. O GPS do Xiaomi Watch S5 é preciso? Sim, o GPS de dupla frequência é um dos pontos fortes do relógio. Isso o torna especialmente útil para corridas de rua em condições relativamente favoráveis, sem grandes obstáculos urbanos ou florestas densas. O relógio suporta GPS, Galileo, GLONASS, BeiDou e QZSS, permitindo registrar exercícios ao ar livre sem depender do smartphone. É um bom acessório para quem quer conferir rotas diretamente do pulso. O Xiaomi Watch S5 tem mapas? Sim, mas a navegação é relativamente básica. O relógio oferece mapas offline e navegação diretamente no dispositivo, recurso muito útil para situações diversas. Para usuários comuns, isso pode ser suficiente para acompanhar uma rota. Para atletas que precisam de navegação detalhada em trilhas, existem limitações como ausência de informações mais completas sobre trilhas e pontos de interesse. O Xiaomi Watch S5 funciona com iPhone? Sim, o relógio pode ser usado com iPhone por meio do aplicativo Mi Fitness. Isso é importante porque amplia bastante o público do relógio, pois o usuário não precisa necessariamente estar dentro do ecossistema Xiaomi para aproveitar suas funções principais. Entretanto, a experiência não é equivalente à de um Apple Watch com iPhone. As limitações do próprio HyperOS continuam existindo independente do smartphone utilizado. O Xiaomi Watch S5 permite atender chamadas? Sim, desde que esteja conectado ao smartphone por Bluetooth. O relógio possui microfone e alto-falante integrados, permitindo atender ou rejeitar chamadas diretamente pelo pulso. A qualidade é adequada para conversas curtas, embora seja necessário manter o relógio relativamente próximo à boca. É uma função prática, mas não transforma o S5 em um dispositivo independente para comunicação. O Xiaomi Watch S5 permite responder mensagens? Não, e essa é uma das principais limitações do relógio. O usuário consegue visualizar notificações e ler mensagens, mas não pode respondê-las pelo próprio relógio. Esse é justamente o tipo de recurso que separa o Watch S5 de um smartwatch mais completo. Se a prioridade for responder WhatsApp, Telegram ou outras mensagens sem pegar o celular, modelos com Wear OS ou watchOS são alternativas mais adequadas. O Xiaomi Watch S5 instala aplicativos? Não, e essa é a maior limitação do modelo. Isso reduz bastante a capacidade de expansão do relógio e explica o título da avaliação: bateria excelente, mas o dispositivo não é tão “smart” quanto concorrentes com ecossistemas completos. O HyperOS oferece muitas funções, mas ainda possui um ecossistema de aplicativos menos maduro que o Wear OS. Isso não significa que o software seja ruim, apenas que a Xiaomi fez uma escolha de produto: menos aplicativos e interação em troca de maior autonomia. O HyperOS do Watch S5 é bom? É funcional e fluido, mas ainda não tem a maturidade dos principais sistemas de smartwatch. A interface é bem organizada e responsiva, embora menos consistente em alguns aspectos do que plataformas mais elaboradas. Em suma, o HyperOS funciona bem, mas parece utilitário perto de Wear OS, watchOS e HarmonyOS. Além disso, existem algumas limitações de tradução e problemas na busca dentro do aplicativo. Portanto, o software não estraga a experiência, mas é claramente o departamento em que a Xiaomi ainda precisa evoluir para transformar o Watch S5 em um smartwatch realmente completo. O Xiaomi Watch S5 vale a pena? Sim, principalmente para quem prioriza bateria, construção e acompanhamento esportivo. O relógio consegue reunir uma tela AMOLED de 2.500 nits, caixa de aço inoxidável, 5 ATM, GPS de dupla frequência, mais de 150 modalidades esportivas e uma bateria que fica entre 10 e 15 dias com uso relativamente completo. O que ele não entrega é uma experiência de smartwatch tão ampla quanto a de modelos baseados em Wear OS ou watchOS. Não há aplicativos de terceiros, respostas a mensagens ou métricas esportivas tão profundas quanto as encontradas em relógios especializados. Isso torna o Watch S5 bastante fácil de definir: ele é um excelente relógio esportivo com recursos inteligentes, mas não necessariamente o mais completo. Quem deveria comprar o Xiaomi Watch S5? O Watch S5 faz mais sentido para quem: Quer uma bateria que dure muitos dias ; Pratica corrida, ciclismo, academia ou outros esportes; Quer GPS de dupla frequência; Acompanha sono, frequência cardíaca e SpO₂; Prefere uma construção metálica com aparência premium; Quer usar o relógio com Android ou iPhone; Não depende de aplicativos de terceiros; Não precisa responder mensagens pelo pulso. Quem deveria procurar outra opção? Quem procura um ecossistema de aplicativos robusto, respostas a mensagens, recursos inteligentes mais avançados ou análises esportivas profissionais pode encontrar limitações importantes. O Galaxy Watch, Apple Watch e Garmin são alternativas melhores para usuários que dependem de aplicativos ou métricas de treinamento mais avançadas. Qual é o maior diferencial do Xiaomi Watch S5? A autonomia, é ela que muda a experiência de usar o relógio. Um smartwatch que precisa ser colocado no carregador a cada dois ou três dias exige planejamento constante. O Watch S5, por outro lado, pode passar até 15 dias em condições reais de uso, dependendo das configurações e da intensidade dos exercícios. Isso permite usar o monitoramento de sono continuamente, registrar treinos e acompanhar a saúde sem interromper a rotina para carregar o dispositivo. O Xiaomi Watch S5 não tenta vencer Apple, Samsung ou Garmin em todas as categorias, sua estratégia é mais simples: entregar o essencial muito bem, acrescentar uma bateria enorme e, quem sabe no futuro, cobrar menos por isso. Se você quer um relógio bonito, resistente, com boa tela, GPS competente, muitos recursos esportivos e autonomia de sobra, o Watch S5 é uma proposta muito forte. Se o que você realmente quer é um smartwatch completo, as limitações do HyperOS aparecem rapidamente.

Mercado de canetas emagrecedoras mira aumento no faturamento com profusão de genéricos
UOL - Notícias •

Mercado de canetas emagrecedoras mira aumento no faturamento com profusão de genéricos

São Paulo O mercado das chamadas canetas emagrecedoras está em profusão. Desde que a patente da semaglutida caiu no país, em março de 2026, diversos laboratórios correram para lançar suas próprias versões sintéticas do princípio ativo. Pelo menos 16 produtos similares e genéricos de semaglutida foram registrados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) este ano. A primeira a registrar sua versão nacional do produto foi a EMS, que lançou a Ozivy nas farmácias em junho. A Hypera Pharma chegou ao mercado recentemente com a Semavy, sob a marca Mantecorp, que pode adicionar R$ 359 milhões em receita líquida para a empresa em seu primeiro ano completo de vendas (ou 4% da estimativa de receita total da Hypera para 2027), segundo relatório do Itaú BBA. A Eurofarma usou a mesma molécula do Wegovy para lançar a Poviztra, enquanto uma molécula similar à do Ozempic foi usada para desenvolver um produto chamado Extensior. Publicidade Com preços estimados entre 30% e 50% menores que os produtos originais, os genéricos devem elevar o potencial de faturamento desse mercado no Brasil. Estima-se que nos oito primeiros meses deste ano, o mercado brasileiro de GLP-1 movimentou cerca de R$ 10,1 bilhões, segundo o relatório. Hoje, o Mounjaro, produto protegido por patente até 2036, representa cerca de 65% da receita desse segmento. Canetas emagrecedoras em teste realizado na Unicamp, em Campinas - Rubens Cavallari - 1º.jun.26/Folhapress Sergio Mena Barreto, presidente da Abrafarma, entidade que representa os interesses das drogarias no país, vê com bons olhos a chegada de novos produtos para o tratamento de diabetes e obesidade. Publicidade "Há uma parcela da população que vai se beneficiar desses novos produtos, já que hoje não conseguem comprá-los pelo preço proibitivo para parte das famílias", diz ele. "Toda medida que possa facilitar a vida do cliente é bem-vinda." O governo vê na queda da patente um potencial para levar as canetas emagrecedoras à base de semaglutida para o SUS (Sistema Único de Saúde). Há duas semanas, o presidente Lula (PT) disse, sem detalhar um cronograma, que os medicamentos injetáveis para obesidade devem ser disponibilizados de forma gratuita pelo sistema de saúde. O anúncio ocorreu em um evento durante visita ao complexo industrial da Eurofarma, em Montes Claros (MG). A Ozivy, semaglutida da EMS, chega ao mercado com preço a partir de R$ 452, podendo chegar a algo entre R$ 287 e R$ 300 mensais em pacotes de compra de 90 dias. A Mantecorp, por sua vez, pode ser encontrada nas farmácias a R$ 333. Os valores são consideravelmente inferiores aos praticados pelas canetas importadas, como Ozempic e Wegovy (cerca de R$ 999 cada) e Mounjaro, que varia de R$ 1.422 a R$ 3.499. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões "Estamos vivendo um momento de maior conscientização sobre a obesidade como doença crônica. Cerca de 25% da população brasileira vive com obesidade e mais de 60% está acima do peso. Ao firmar uma parceria com a Novo Nordisk em 2025, reforçamos o compromisso de ampliar o acesso à semaglutida biológica original", diz Andréa Frazão, diretora de prescrição médica da Eurofarma. Publicidade Com a queda do preço para o consumidor, a tendência é que o mercado de canetas emagrecedoras piratas diminua. O mercado paralelo é sustentado por contrabando de medicamentos irregulares do Paraguai e laboratórios clandestinos em "fundos de quintal" pelo país. Com esse potencial, outra disputa ganhou os holofotes. A EMS, maior farmacêutica do país, tenta elevar em 108% a alíquota de importação das canetas que chegam prontas do exterior. Um pedido feito pela empresa à Camex (Câmara de Comércio Exterior), em setembro, pede que o imposto de importação suba de 7,2% para 15%. No mercado, há um receio de que esse aumento de imposto, se adotado, atinja parte dos concorrentes que fornecem as canetas da mesma substância, como a Novo Nordisk, dona do Ozempic e Wegovy, além da Hypera, Sandoz e Eurofarma. O Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) disse à Folha que apoia "a ampliação da produção nacional de medicamentos", mas que "o caminho para fortalecer a indústria local é reduzir o custo de produzir no Brasil, e não aumentar o custo de quem importa", diz a entidade. "A concorrência em igualdade de condições, inclusive tributárias, é saudável para o mercado e, sobretudo, para o paciente. Por isso, se for chamado pela Camex para se manifestar, o Sindusfarma será contrário à elevação do imposto de importação sobre o produto acabado", afirma o presidente da entidade, Nelson Mussolini. Publicidade O presidente da Interfarma, Renato Porto, diz que um regime diferenciado poderia reduzir o potencial do mercado. "As diferenciações podem, na nossa avaliação, em vez de ajudar, dificultar que tenhamos um mercado saudável", afirma. "É importante que a gente faça com que o medicamento tenha o menor preço e que tenha as menores alíquotas, para que esses produtos, de fato, consigam ter o menor preço possível no país, seja para quem produz, para quem importa e para o consumidor." Leia mais EMS pede imposto 108% mais alto para canetas emagrecedoras concorrentes que vêm do exterior Um representante de uma empresa que possivelmente será atingida pelo aumento da tributação afirmou à reportagem que o aumento do custo de produção poderá fortalecer o mercado pirata do produto. O Grupo FarmaBrasil, por sua vez, disse que defende a "preservação do equilíbrio". "Para que isso funcione, precisamos de segurança jurídica e previsibilidade. As empresas precisam saber qual é o prazo de proteção para tomar as decisões de investimento, tanto em inovação quanto na produção de medicamentos que entrarão no mercado depois da expiração da patente", afirma Reginaldo Arcuri, presidente do grupo. De acordo com dados levantados pela Abifina (Associação Brasileira da Indústria de Química Fina), cerca de 1.500 patentes de princípios ativos e processos industriais vinculados a aproximadamente mil medicamentos vão expirar nos próximos anos. Juntos, os medicamentos que perderão a exclusividade representam um mercado potencial total estimado em dezenas de bilhões de reais.

EMS pede imposto 108% mais alto para canetas emagrecedoras concorrentes que vêm do exterior
UOL - Notícias •

EMS pede imposto 108% mais alto para canetas emagrecedoras concorrentes que vêm do exterior

Brasília Maior farmacêutica do Brasil, a EMS tenta elevar em 108% a alíquota de importação de canetas emagrecedoras que chegam prontas do exterior. A empresa pediu, em setembro, para a Camex (Câmara de Comércio Exterior) subir de 7,2% para 15% o imposto cobrado sobre os chamados agonistas de GLP-1. O movimento se dá após a EMS lançar uma linha própria de medicamentos contendo semaglutida e pode atingir parte dos concorrentes que fornecem canetas da mesma substância, como a Novo Nordisk, dona do Ozempic e Wegovy, além da Hypera, Sandoz e Eurofarma. Sede da farmacêutica EMS, em Hortolândia, no interior de São Paulo. - Divulgação EMS A EMS argumenta que existem assimetrias entre o imposto cobrado na importação do produto acabado e o cobrado para componentes do remédio —como o corpo da caneta, tampa e fenol—, que vão de 12% a 18%. Publicidade Ainda diz que a entrada de medicamentos indianos, com "preços significativamente inferiores", pode pressionar empresas que investiram para produzir no Brasil. A própria farmacêutica hoje se beneficia de imposto zero para importação da caneta injetora e outros dispositivos, concedido em março pelo governo federal e válido por um ano. Naquela ocasião, a empresa se preparava para lançar as primeiras canetas de semaglutida e afirmou que os componentes eram importantes para a "futura fabricação". Publicidade Agora, a EMS apresentou dois pedidos à Camex para aumentar a cobrança sobre a caneta importada. Um temporário, de 24 meses, que pode ser decidido pelo governo do Brasil, e outro permanente, que depende também da aprovação dos demais países do Mercosul. A empresa mira canetas de semaglutida, como Wegovy, e também de liraglutida, que é a base da geração anterior de emagrecedores como o Saxenda. Os pleitos não atingem o Mounjaro (tirzepatida), que tem patente até 2036 e é produzido no Brasil apenas pela Eli Lilly. CRÍTICAS Concorrentes da EMS, além do sindicato que representa o setor, criticaram o plano da farmacêutica. "O caminho para fortalecer a indústria local é reduzir o custo de produzir no Brasil, e não aumentar o custo de quem importa. A concorrência em igualdade de condições, inclusive tributárias, é saudável para o mercado e, sobretudo, para o paciente", diz Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma. A EMS ainda anexou aos pedidos planilhas mostrando que vendeu R$ 61,3 milhões em 2025 em canetas, além de R$ 425,1 milhões em 2026, quando lançou o medicamento mais moderno, contendo semaglutida. Publicidade A empresa disse à Folha que não tem o objetivo de restringir a concorrência ou beneficiar uma empresa específica, mas "estabelecer condições que reconheçam os investimentos realizados por companhias que desenvolvem tecnologia e mantêm produção no Brasil". C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões Ainda afirma que investiu mais de R$ 1 bilhão para ampliar a capacidade produtiva e tecnológica instalada no país, o que inclui o desenvolvimento e fabricação das canetas. A farmacêutica diz que políticas para diferenciar a fabricação local da importação do produto acabado estimulam investimentos e reduzem a dependência externa. Nos pedidos feitos à Camex, a EMS argumenta que a mudança não deve encarecer os produtos de concorrentes, já que eles têm preço máximo definido pelo governo. As canetas, porém, costumam ser vendidas nas farmácias por valores abaixo deste teto. AS CANETAS BRASILEIRAS Os medicamentos imitam a ação do GLP-1, hormônio produzido naturalmente pelo corpo humano, e atuam no controle dos níveis de glicose no sangue e nos mecanismos de saciedade. São indicados para tratamento de diabetes e obesidade. A EMS é uma das empresas nacionais neste mercado, pois tem uma fábrica própria de peptídeos sintéticos, tecnologia usada na produção das canetas, em Hortolândia (SP). As primeiras canetas da empresa, porém, ainda são montadas no país com medicamento e outros componentes trazidos do exterior. O plano é utilizar o insumo feito no interior de São Paulo no futuro. Publicidade A farmacêutica nacional também foi a primeira a colocar no mercado uma caneta com semaglutida para concorrer com os produtos da Novo Nordisk, que antes detinha a patente da substância. O Ozivy —nome que junta as marcas dos rivais Ozempic e Wegovy— foi registrado pela Anvisa em maio apenas para o controle da diabetes, mas tem sido vendido fora da bula (off-label) e passou a disputar o mercado de produtos para obesidade. Veja lista de canetas emagrecedoras de semaglutida aprovadas pela Anvisa desde maio: Aprovações se deram após queda da patente do Ozempic, da Novo Nordisk Ozivy EMS Semavy Cosmed Owozy Ávita Care Zempneo Brainfarma Seemasun Sun Farmacêutica Orsema Ranbaxy Semaglutida genérica EMS Semaclique Germed Semaglutida genérica Germed Yluméc EMS Além do medicamento da EMS, a Anvisa registrou mais nove em 2026 com a mesma substância. O resto do mercado é composto basicamente por canetas que chegam prontas ao Brasil —ou seja, são alvo do pedido feito pela empresa à Camex. As novas drogas intensificaram a disputa no mercado e fizeram os preços cair. Empresas também montaram parcerias: a Eurofarma vende o Poviztra, da Novo Nordisk, enquanto a Hypera traz a caneta feita na Índia pela Sun Pharma. A Novo Nordisk afirma, em nota, que realiza "investimentos relevantes de longo prazo no país", que incluem a expansão da fábrica de Montes Claros (MG), e que acredita que medidas que afetem o ambiente concorrencial e a dinâmica do setor "devem ser avaliadas de forma ampla, considerando seus potenciais impactos sobre investimentos, competitividade, abastecimento e acesso dos pacientes". Publicidade A empresa dinamarquesa diz que não comenta sobre pedidos apresentados por outras empresas e que não avaliou o impacto da proposta da EMS sobre seus negócios. Já a Sandoz, que tem parcerias com a Biolab para distribuir a caneta Owozy, afirma que as medidas tarifárias aplicáveis a medicamentos acabados "devem ser avaliadas a partir de critérios técnicos, transparentes e não discriminatórios". Diz ainda que devem considerar possíveis efeitos sobre a concorrência e o acesso aos medicamentos. A Biolab também é contra o pedido. "A empresa entende que as farmacêuticas brasileiras entraram no segmento de GLP-1 com a regulamentação conhecida e não concorda em mudança posterior das regras."

Perguntas Frequentes sobre HYPE3F

Qual é a cotação de HYPE3F hoje na B3?
A cotação de HYPE3F hoje está em R$ 24,61. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 24,42 e máxima de R$ 24,83.
Quanto a HYPE3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker HYPE3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de HYPE3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HYPE3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HYPE3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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