HYPE3F Hypera S.A. – Cotação Hoje
Hypera S.A.
Resumo Fundamentalista de HYPE3F
O ativo HYPE3F (Hypera S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 20,56, acumulando uma variação de -2.88% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,90 e a máxima de R$ 27,51.
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10 gadgets inteligentes para melhorar seu acampamento
O acampamento é um momento de se aproximar da natureza e relaxar, obtendo benefícios para a saúde física e mental. Geralmente, as atividades ao ar livre envolvem deixar o celular de lado para aproveitar melhor a ocasião, mas a tecnologia também pode ser uma grande aliada para o descanso. Barraca, colchão inflável, saco de dormir, lanterna, caixa térmica, churrasqueira portátil, kit de primeiros socorros e sacos de lixo são alguns dos itens básicos para quem vai acampar. E essa lista pode ser ampliada com gadgets inteligentes que não comprometem a vivência rústica desejada. smart_display Nossos vídeos em destaque A tecnologia pode melhorar a experiência no acampamento Baseado em técnicas simples de sobrevivência, o camping tem velas e fogueira como iluminação, alimentos não perecíveis para melhor conservação e filtros portáteis para obter água potável. Já a orientação acontece com mapas impressos, bússola, marcos naturais e a observação das estrelas. Sem sinal de internet, a comunicação fica restrita às pessoas no local, excluindo contatos externos até o retorno. Quanto à segurança, é essencial conferir as previsões climáticas antes da viagem, avisar familiares sobre o roteiro e manter animais e outro perigos distantes. Mas com a introdução de equipamentos tecnológicos para acampar à lista, essa experiência se torna ainda mais confortável, prática e segura, sem pesar demais na mochila ou no bolso, oferecendo momentos de muita diversão. Os gadgets inteligentes podem tornar as férias no camping ainda mais agradáveis e confortáveis. (Imagem: tolstnev/Getty Images) 10 gadgets inteligentes para melhorar seu acampamento Em busca de equipamentos para usar em sua próxima viagem em meio à natureza? O TecMundo lista agora 10 gadgets inteligentes para camping. 1. Estação de energia portátil Por mais que a proposta de acampar esteja relacionada ao “detox digital”, você provavelmente vai precisar usar o celular em algum momento. E para que a bateria esteja sempre carregada, vale apostar em um gerador de energia portátil específico para a ocasião. Com portas USB-A e USB-C, o equipamento permite recarregar o smartphone muitas vezes e é útil, também, no fornecimento de energia para câmeras, drones, tablets e até pequenos eletrodomésticos. Dependendo da capacidade, a energia pode durar vários dias. Leia Mais O que é um AI PC? Entenda como a IA mudou os notebooks 2. Power bank solar Se a estação de energia for grande e pesada demais para a sua aventura longe da cidade, o power bank com painéis solares surge como substituto ideal. Compacto e acessível, o dispositivo é carregado durante o dia, se transformando em uma fonte alternativa para celulares, relógios inteligentes, smartbands e outros itens. É importante ressaltar que o power bank solar apresenta capacidade menor que a estação de energia portátil. Por isso, pode não ser uma boa opção para viagens longas e/ou que envolvam muitos acessórios com bateria recarregável. O power bank solar fornece energia para celulares e outros dispositivos no camping. (Imagem: Ildar Abulkhanov/Getty Images) 3. Lanterna LED Que tal trocar as velas e a clássica lamparina por lanternas com luzes de LED para iluminar o interior da barraca e a área próxima? Além de reduzir os riscos de incêndio, o equipamento não libera fumaça, gases tóxicos, fuligem ou odores de querosene e parafina. Outra vantagem é o funcionamento sob chuva e ventos fortes, situações em que o fogo se apaga facilmente. Alguns modelos podem atuar como luminárias e permitem controlar o brilho e a intensidade da luz pelo celular, via Bluetooth. Leia Mais Anthropic explica como funcionará marca d'água nos textos do Claude 4. GPS portátil Outro acessório indispensável para campistas, o GPS portátil combina com caminhadas e trilhas em locais remotos, ajudando a registrar rotas exatas para não se perder. Captando sinal direto dos satélites, ele não depende da rede de celular para funcionar. Geralmente, o aparelho oferece boa autonomia de bateria, alguns com a possibilidade de usar pilhas, facilitando a substituição, e traz resistência à água e quedas, adaptando-se às condições das áreas de camping. 5. Smartwatch com GPS Entre os acessórios inteligentes para aventuras ao ar livre, o smartwatch é mais uma sugestão interessante. Trata-se de um dispositivo que reúne recursos fundamentais para acampar, como GPS, bússola, altímetro, informações do clima e monitoramento da saúde, dependendo do modelo e fabricante. Algumas versões incluem funções avançadas como detecção de queda com envio de alerta para contatos e serviços de emergência, e o SOS via satélite. Essa última é útil para áreas sem cobertura de celular, garantindo a comunicação caso o usuário se perca. Leia Mais O que considerar antes de comprar uma geladeira nova? 7 tecnologias que realmente fazem diferença 6. Geladeira portátil inteligente Buscando uma substituta tecnológica para a caixa térmica? O refrigerador inteligente é uma opção, principalmente para quem vai passar dias longe da cidade e precisa manter alimentos e bebidas na temperatura adequada. O acessório deve estar associado a uma estação de energia portátil para funcionar melhor. Mas também há as geladeiras portáteis inteligentes com painéis solares que dispensam geradores e power banks, possibilitando direcionar os carregadores para outros itens. Alguns dispositivos reforçam a segurança do acampamento. (Imagem: PuiStocker65/Getty Images) 7. Câmera de segurança sem fio A lista de gadgets inteligentes para acampar inclui, ainda, a câmera externa sem fio para reforçar a segurança na área da barraca. De fácil instalação, alguns modelos têm visão noturna para monitoramento à noite e na madrugada, áudio bidirecional e sirene que ajuda a afastar visitas indesejadas. Para maior praticidade, prefira uma versão com bateria recarregável ou painel solar integrado e conexão 4G, evitando a dependência de tomadas e redes Wi-Fi que são difíceis de encontrar em locais isolados. Detecção de movimento e resistência à água são outras características desejáveis. 8. Garrafa de água inteligente A qualidade da água pode ser uma incógnita no camping e consumi-la sem a limpeza adequada aumenta os riscos de doenças. Para evitar isso, aposte em uma garrafa purificadora de água, capaz de eliminar bactérias, vírus, substâncias químicas, microplásticos e outras impurezas, bem como odores e sabores desagradáveis. Esse acessório geralmente traz filtros avançados e luz UV-C na tampa ou área interna para a limpeza do líquido e tem carregamento via USB. A garrafa também traz a função térmica, mantendo a água fria por horas, e reduz o uso de copos plásticos, contribuindo para a sustentabilidade. 9. Aquecedor de mão recarregável Para acampar em dias muito frios, especialmente durante o outono e o inverno, quando as luvas convencionais não são suficientes, o aquecedor de mão elétrico é a solução. O acessório gera altas temperaturas em segundos e mantém assim por horas, oferecendo conforto. Determinados modelos têm autonomia de mais de 15 horas, resistência contra água e poeira e até funcionam como power bank, além de aquecerem outras partes do corpo. Quando a bateria estiver acabando, basta conectar o aquecedor de mão à estação portátil ou outra fonte de energia. Leia Mais HyperOS 4 chega com visual estilo iOS; veja celulares compatíveis 10. Antena de internet via satélite Chegamos ao fim da lista de melhores gadgets para acampamento com uma sugestão para quem não quer ou não pode ficar sem acesso à web. O serviço de internet via satélite funciona em locais onde não há cobertura da rede móvel nem Wi-Fi disponível. A conectividade garante contato com a família, acesso a alertas de mudanças repentinas do clima e a serviços de emergência, proporcionando, ainda, a reprodução online de diferentes conteúdos. No entanto, cabe lembrar que a antena precisa de área aberta para receber o sinal, o equipamento consome energia e é necessário assinar um plano para viagens. Gostou do conteúdo? Continue no TecMundo e aprenda a usar o Google Maps sem internet no celular, app de grande utilidade para campistas. Aproveite ainda e inscreva-se nos nossos canais de ofertas no WhatsApp, Telegram e Instagram para receber as melhores promoções e cupons de desconto.
Bolsa chega à décima queda sob o peso da eleição e da fuga de estrangeiros
A décima queda veio sem o alarde dos dias anteriores, mas confirmou que o ambiente na bolsa brasileira continua inspirando cautela. É verdade que uma atividade econômica mais fraca pode abrir espaço para novos cortes na taxa Selic, como parte do mercado vem apostando. Por outro lado, as expectativas de inflação seguem acima da meta, o petróleo voltou a rondar os US$ 90 e as incertezas políticas e fiscais continuam pesando sobre os ativos locais. O resultado? Um mercado preso em um cabo de guerra. O Ibovespa cedeu mais 0,09% nesta segunda-feira (17), encerrando aos 166.784 pontos, ampliando as perdas de agosto para 6,30%. O IBC-Br, considerado a prévia do PIB, recuou 0,64% em junho, puxado pela retração da indústria e dos serviços. O retrato é de uma economia que perdeu velocidade depois de um começo de ano mais aquecido - e essa perda de ritmo faz toda a diferença para o Banco Central. Afinal, se a atividade desacelera porque os juros altos finalmente começam a frear a demanda, abre-se brecha para novos cortes na Selic. Contudo, se essa desaceleração vier acompanhada de inflação persistente e expectativas desancoradas, a história muda. É justamente esses sinais trocados que o mercado tenta calibrar agora. “O IBC-Br mostra uma economia perdendo força, mas não necessariamente cria espaço imediato para uma política monetária mais expansionista”, afirma Fabio Louzada, planejador financeiro e fundador da B7 Business School. Durante evento nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou luz sobre o outro lado da equação ao lembrar que o Brasil segue em situação de pleno emprego, com a demanda crescendo mais rápido do que a oferta. A fala ajuda a entender por que um dado fraco de atividade não dá ao BC, automaticamente, o passaporte para acelerar os cortes na Selic. O grande dilema é que a atividade perdeu fôlego, mas a inflação esperada não acompanhou o movimento. O Boletim Focus divulgado hoje voltou a mostrar uma piora nas projeções do IPCA para os próximos anos, mantendo as expectativas bem acima da meta de 3%. Mas, apesar dessa pressão no horizonte, os juros futuros finalmente deram uma trégua hoje, após cinco sessões seguidas de forte alta em meio às incertezas eleitorais e à fuga do capital externo. O movimento foi lido no mercado como uma correção técnica necessária, impulsionada pelo recuo do dólar e pelo IBC-Br mais fraco do que o esperado. O alívio, contudo, não teve fôlego para devolver todo o prêmio acumulado na semana passada. A queda das taxas locais encontrou um freio no exterior. O avanço do petróleo Brent acima de US$ 90 reacendeu os temores inflacionários e fez os rendimentos dos títulos americanos (as Treasuries) dispararem. A taxa da T-bond de 30 anos ultrapassou a marca de 5,31%, atingindo seu maior nível desde 2007 e pesando sobre as curvas globais. Por aqui, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 recuou para 13,77% (ante 13,775% no ajuste anterior), enquanto o DI de janeiro de 2028 cedeu de 14,035% para 14,00%; Já nos vértices mais longos, o DI de janeiro de 2029 caiu de 14,39% para 14,35%, e o de 2031 oscilou de 14,655% para 14,62%. Mesmo com o leve recuo pontual no pregão de hoje, Louzada afirma que a percepção de risco doméstico continua a exigir cautela. “A curva de juros reage principalmente à expectativa de inflação, à política fiscal, à atuação futura do Banco Central e ao prêmio de risco do país", explica. "Quando o mercado entende que a inflação pode permanecer resistente ou que o fiscal pode pressionar os preços e o câmbio, os investidores passam a exigir juros maiores nos vencimentos futuros”, completa. Esse ambiente de taxas ainda elevadas, e sem espaço para um alívio mais intenso no curto prazo, continua ditando a dinâmica dos ativos de risco e cobrando seu preço na economia real. As ações da Casas Bahia chegaram a despencar mais de 30% após a companhia registrar prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre e protocolar pedido de recuperação judicial. A empresa declarou dívida de R$ 17,3 bilhões e patrimônio líquido negativo, além de anunciar medidas severas como fechamento de lojas e redução do quadro de funcionários. “Quando os juros longos sobem, o investidor passa a ter uma alternativa de renda fixa com retorno elevado e menor risco. Isso aumenta o custo de oportunidade de permanecer em ações", afirma Louzada. "E, para as próprias empresas, juros mais altos significam maior custo de capital, menor valor presente dos lucros futuros e, em muitos casos, menor capacidade de investimento”. O varejo é particularmente sensível à Selic porque juros altos encarecem o financiamento ao consumidor, reduzem a demanda e aumentam o custo da dívida corporativa. Esse ambiente acabou gerando um efeito de contágio e redistribuição nas prateleiras da B3. A crise na Casas Bahia contaminou a percepção de risco sobre todo o setor, pressionando papéis como C&A (-2%) e Lojas Renner (-1,7%). Na direção oposta, as ações do Magazine Luiza (+8,2%) operaram em disparada, amparadas pela aposta do mercado de que a concorrente consiga absorver a fatia de clientes deixada pela rival. Das 78 ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, 35 caíram e 39 subiram. As ações da Petrobras (PETR3) avançaram 1,3%, impulsionadas tanto pela alta do petróleo quanto pela notícia de investimentos na exploração de novas áreas de produção. A commodity mais cara, contudo, é uma faca de dois gumes: ajuda no resultado da estatal, mas renova o fantasma da inflação de combustíveis. “O conflito no Oriente Médio segue sendo um pilar relevante das incertezas, mantendo o Brent elevado, pressionando o mandato dos bancos centrais e contendo altas mais fortes dos ativos em meio ao ambiente de aversão ao risco”, analisa Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. O giro financeiro do Ibovespa somou R$ 18,2 bilhões hoje, abaixo da média de agosto, de R$ 19,9 bilhões, e ligeiramente inferior à média dos últimos 12 meses, de R$ 18,7 bilhões. No câmbio, o movimento foi um pouco mais favorável. E parte desse alívio veio de fora. Dados mais fracos de atividade nos Estados Unidos reduziram as apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em setembro. “Uma perspectiva de juros americanos menos restritivos ajuda a reduzir a pressão sobre o dólar globalmente”, afirma Louzada. Por aqui, o Banco Central também voltou a atuar no mercado de câmbio, com leilões de venda de dólares com compromisso de recompra. Foi uma ajuda adicional para o real recuperar algum terreno depois da pressão da semana passada. Mas o movimento ainda parece mais uma acomodação do que uma mudança de rota, segundo Jaqueline Neo, especialista em câmbio e crédito da be.smart. “Ainda é cedo para interpretar isso como mudança de tendência. O câmbio tem incorporado um prêmio de risco maior e deve continuar apresentando volatilidade”, afirma. Depois de superar R$ 5,21 na semana passada, o dólar comercial recuou 0,36% nesta segunda-feira, para R$ 5,2006. Ações negociadas em 17/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 3,91 3,90 4,16 4,25 4,23 8,18 BEEF3 MINERVA ON 3,20 3,15 3,28 3,43 3,39 5,94 BRKM5 BRASKEM PNA 4,93 4,76 5,01 5,31 5,20 5,48 PRIO3 PETRORIO ON 58,71 58,71 60,85 61,91 61,58 5,03 UGPA3 ULTRAPAR ON 32,25 32,09 33,71 34,10 33,82 4,80 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,29 5,70 5,87 5,78 4,33 CURY3 CURY S/A ON 31,04 30,94 31,85 32,45 32,32 3,81 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,37 13,33 13,64 13,78 13,74 2,84 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,45 10,35 10,63 10,72 10,68 2,20 MRVE3 MRV ON 4,74 4,69 4,82 4,90 4,86 2,10 RECV3 PETRORECSA ON 10,51 10,42 10,61 10,79 10,73 2,09 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,55 46,98 47,55 48,00 47,52 2,02 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,47 4,38 4,50 4,57 4,57 1,78 BRAV3 BRAVA ON 18,38 18,33 18,52 18,70 18,65 1,47 EMBJ3 EMBRAER ON 98,68 98,49 99,91 100,51 100,44 1,43 PETR3 PETROBRAS ON 47,13 46,55 47,28 47,59 47,46 1,35 TOTS3 TOTVS ON 30,07 30,03 30,44 30,73 30,57 1,23 WEGE3 WEG ON 47,50 47,49 47,97 48,40 47,99 1,03 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,00 36,75 37,16 37,30 37,30 0,95 COGN3 COGNA ON 2,10 2,10 2,15 2,20 2,13 0,95 PETR4 PETROBRAS PN 42,35 41,72 42,43 42,76 42,47 0,90 CPLE3 COPEL ON 13,69 13,60 13,76 13,80 13,79 0,73 GOAU4 GERDAU MET PN 10,96 10,92 11,05 11,11 11,07 0,73 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,80 49,63 50,29 50,79 50,18 0,70 AZZA3 AZZAS 2154 ON 14,89 14,61 14,91 15,20 14,97 0,67 CYRE3 CYRELA REALT ON 21,30 21,30 21,53 21,77 21,47 0,66 USIM5 USIMINAS PNA 6,34 6,25 6,36 6,41 6,36 0,63 GGBR4 GERDAU PN 24,59 24,48 24,76 24,87 24,78 0,53 AURE3 AUREN ON 10,01 9,99 10,06 10,20 10,10 0,50 ASAI3 ASSAI ON 8,10 8,00 8,11 8,21 8,14 0,49 ENEV3 ENEVA ON 24,38 24,20 24,53 24,87 24,53 0,33 SMFT3 SMART FIT ON 17,15 16,88 17,16 17,37 17,16 0,23 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,49 25,43 25,59 25,78 25,60 0,20 TIMS3 TIM ON 18,13 17,94 18,14 18,31 18,15 0,17 VALE3 VALE ON 71,20 70,69 71,41 71,80 71,41 0,15 VBBR3 VIBRA ON 33,42 33,30 33,80 34,28 33,65 0,15 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 17,93 17,80 17,92 18,03 17,93 0,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 28,03 27,70 28,00 28,16 28,05 0,07 SBSP3 SABESP ON 23,80 23,66 23,86 24,27 23,80 0,04 MULT3 MULTIPLAN ON 26,61 26,54 26,72 26,88 26,73 0,00 VIVT3 TELEF BRASIL ON 29,64 29,55 29,76 30,01 29,74 0,00 VAMO3 VAMOS ON 2,80 2,78 2,82 2,85 2,80 0,00 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,25 7,25 7,46 7,69 7,32 0,00 CMIG4 CEMIG PN 10,25 10,01 10,14 10,27 10,21 -0,20 RENT3 LOCALIZA ON 33,22 33,22 33,50 34,00 33,43 -0,24 POMO4 MARCOPOLO PN 4,12 4,05 4,10 4,17 4,10 -0,24 ENGI11 ENERGISA UNT 43,61 43,12 43,73 44,25 43,69 -0,25 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,68 13,52 13,65 13,78 13,63 -0,29 BRAP4 BRADESPAR PN 20,17 20,06 20,23 20,32 20,19 -0,35 NATU3 NATURA ON 7,65 7,50 7,59 7,68 7,66 -0,39 TAEE11 TAESA UNIT 37,51 37,13 37,34 38,18 37,25 -0,41 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 13,74 13,70 13,77 13,91 13,74 -0,43 FLRY3 FLEURY ON 18,15 18,00 18,17 18,28 18,14 -0,49 ABEV3 AMBEV S/A ON 14,74 14,59 14,66 14,88 14,67 -0,54 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 41,20 40,76 40,99 41,53 40,99 -0,73 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,50 17,25 17,38 17,54 17,40 -0,85 VIVA3 VIVARA ON 20,86 20,57 20,71 21,15 20,69 -0,86 ALOS3 ALLOS ON 25,70 25,44 25,53 25,84 25,44 -0,97 ITSA4 ITAUSA PN 12,49 12,28 12,36 12,51 12,36 -1,04 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,90 29,55 29,77 30,16 29,60 -1,10 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,62 23,38 23,51 23,73 23,42 -1,31 RADL3 RAIA DROGASIL ON 17,44 17,27 17,40 17,69 17,27 -1,48 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 38,92 38,17 38,41 38,98 38,38 -1,59 MBRF3 MARFRIG ON 16,51 15,23 15,79 16,66 16,10 -1,59 BBDC3 BRADESCO ON 14,49 14,25 14,32 14,53 14,27 -1,65 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,16 11,01 11,11 11,26 11,02 -1,69 RDOR3 REDE D OR ON 33,38 32,79 33,22 33,87 33,09 -1,69 B3SA3 B3 ON 14,60 14,41 14,54 14,94 14,41 -1,77 CSMG3 COPASA ON 55,62 54,32 54,83 56,67 54,78 -1,85 EQTL3 EQUATORIAL ON 34,76 34,10 34,36 35,03 34,23 -1,92 BBDC4 BRADESCO PN 16,49 16,18 16,28 16,54 16,22 -1,93 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,88 49,90 50,29 51,43 50,00 -1,96 CEAB3 CEA MODAS ON 7,97 7,81 7,89 8,08 7,84 -2,00 HAPV3 HAPVIDA ON 6,70 6,56 6,72 7,09 6,58 -2,23 BBAS3 BRASIL ON 18,40 17,95 18,14 18,48 17,95 -2,34 HYPE3 HYPERA ON 21,42 20,98 21,21 21,70 20,98 -2,46 CSAN3 COSAN ON 3,39 3,12 3,22 3,41 3,22 -2,72 SUZB3 SUZANO S.A. ON 41,99 40,45 41,09 42,14 40,58 -3,45 — Foto: Getty Images
Magazine Luiza (MGLU3) salta 8% e lidera ganhos do Ibovespa; veja as maiores altas e quedas do dia
Seu navegador não suporta esse video. Expectativa de ajuste fiscal e temporada de balanços entram no radar, enquanto cenário externo segue como fonte de volatilidade, afirma Dalton Gardiman O Ibovespa fechou esta segunda-feira (17) em queda de 0,09% aos 166.783,57 pontos, na décima sessão consecutiva de perdas. Entre as ações do índice, o grande destaque foi o Magazine Luiza (MGLU3), que saltou 8,18%, com a possibilidade de capturar ganho de mercado diante da situação financeira da Casas Bahia (BHIA3). Na outra ponta, a Suzano (SUZB3) despencou 3,45%, liderando as perdas do índice. Fora do Ibovespa, a sessão foi marcada pelo pedido de recuperação judicial da Casas Bahia. Como parte da nova etapa de reestruturação, o grupo informou ainda que está demitindo cerca de 3 mil funcionários e fechando quase 300 lojas em agosto. Reagindo às notícias, as ações BHIA3 tombaram 33,33% nesta segunda-feira. continua após a publicidade “O início da semana manteve praticamente intacta a dinâmica recente dos ativos brasileiros, com a Bolsa fragilizada pela saída do estrangeiro e pelo risco doméstico, juros longos pressionados e dólar encontrando alívio principalmente pela fraqueza da moeda americana no exterior”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil. Entre os dados do dia, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) recuou 0,64% em junho em relação a maio, na série com ajuste sazonal, queda maior do que a mediana do Projeções Broadcast, que era de baixa de 0,5%. As estimativas do mercado iam de retração de 1,2% a alta de 0,4%. “No front doméstico, o IBC-Br de junho decepcionou, veio abaixo do esperado e confirmou um ritmo mais fraco da atividade, o que ajudou a segurar a moeda americana por aqui”, afirma Vitor Kayo, economista sênior na Nomad. Ainda na agenda doméstica, o mercado repercutiu o Boletim Focus, que manteve a mediana do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 em 5,02%, depois de seis semanas de queda. A estimativa está 0,52 ponto porcentual acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 4,50%. Há um mês, era de 5,15%. A mediana para a Selic no fim de 2026, por sua vez, seguiu em 13,75%. “O quadro mantém o mercado cauteloso em relação à velocidade de flexibilização monetária, principalmente diante da deterioração dos prêmios de risco domésticos”, afirma Praça. continua após a publicidade Para Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital, o movimento de alta do Magalu pode ser explicado por uma correção de preços. Só em agosto, os ativos da varejista tombam 17,30%. Desde que divulgou o seu resultado do segundo trimestre, a empresa enfrentou uma sequência de sessões negativas, passando de uma cotação de R$ 4,57 em 6 de agosto para R$ 3,91 em 14 de agosto, recuo de 14,44%. “É natural que se tenha um certo respiro neste momento após muitos dias de queda”, afirma. Segundo ele, não é possível garantir que o movimento esteja relacionado à Casas Bahia ou com investidores passando de uma varejista para a outra. “O volume de negociação do Magazine Luiza foi similar ao dos outros dias, não houve uma grande alteração que indique uma possível migração”, afirma. O dólar hoje fechou em queda de 0,36% cotado a R$ 5,2012. Em Nova York, os índices acionários também tiveram uma performance negativa: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq registraram perdas de 0,52%, 0,51% e 0,32%, respectivamente. continua após a publicidade Maiores baixas do Ibovespa hoje Deslize para ver o conteúdo Ação Código Variação Preço Magazine Luiza MGLU3 8,18% R$ 4,23 Minerva BEEF3 5,94% R$ 3,39 Braskem BRKM5 5,48% R$ 5,20 Maiores altas do Ibovespa hoje continua após a publicidade Deslize para ver o conteúdo Ação Código Variação Preço Suzano SUZB3 -3,45% R$ 40,58 Cosan CSAN3 -2,72% R$ 3,22 Hypera HYPE3 -2,46% R$ 20,98 O Ibovespa é o principal índice da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Foto: Daniel Teixeira/Estadão
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