FDXB34 FedEx Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipts Repr 1 Sh – Cotação Hoje
FedEx Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipts Repr 1 Sh
Resumo Fundamentalista de FDXB34
O ativo FDXB34 (FedEx Corporation Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipts Repr 1 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 1.472,25, acumulando uma variação de -2.69% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1.247,44 e a máxima de R$ 2.084,64. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.92x.
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Febre dos BDRs: mercado gira R$ 1 bilhão por dia com Tesla (TSLA34), Nvidia (NVDC34) e Amazon (AMZO34) no radar
Febre dos BDRs: mercado gira R$ 1 bilhão por dia com Tesla (TSLA34), Nvidia (NVDC34) e Amazon (AMZO34) no radar Comprar um pedacinho da Tesla sem abrir conta nos Estados Unidos, mandar dinheiro para o exterior ou preencher uma coleção de formulários deixou de ser algo reservado aos investidores mais experientes. Com um BDR, o brasileiro consegue acessar empresas estrangeiras diretamente pela B3, usando a mesma conta em que compra ações nacionais. E o produto definitivamente saiu do cantinho da bolsa. Segundo dados da B3, a negociação média de BDRs passou de cerca de R$ 124 milhões por dia, em 2020, para mais de R$ 1 bilhão no acumulado de 2026 até a publicação do levantamento. Em pouco mais de cinco anos, o volume diário aumentou mais de oito vezes. A quantidade de investidores seguiu o mesmo caminho. Em abril de 2026, 956 mil pessoas mantinham BDRs na carteira, número mais de sete vezes superior ao registrado em 2020. Mas o que exatamente esses investidores compraram? Uma ação americana? Um pedaço do dólar? Um papel brasileiro com nome estrangeiro? Calma, porque a resposta é mais simples do que a sopa de letras faz parecer. O que é BDR? Pense em um recibo com lastro no exterior BDR é a sigla para Brazilian Depositary Receipt. Em português, significa certificado brasileiro de depósito de valores mobiliários. Traduzindo: o que aparece na carteira do investidor não é diretamente a ação estrangeira, mas um certificado emitido e negociado no Brasil que representa esse ativo no exterior. Uma instituição depositária mantém os valores mobiliários que servem de lastro e emite os certificados correspondentes no mercado brasileiro. Assim, o investidor consegue ter uma posição semelhante à que teria se comprasse o ativo estrangeiro, mas faz a operação em reais pela B3. É como se a ação estivesse guardada do lado de fora, enquanto o investidor brasileiro carregasse um recibo negociável que representa aquele investimento. Um BDR também não precisa equivaler exatamente a uma ação. Existe uma relação chamada paridade, que determina quantos certificados correspondem ao ativo estrangeiro. Dependendo do programa, um BDR pode representar uma ação, uma fração dela ou um conjunto de ações. Essa divisão ajuda a reduzir o valor necessário para começar. Mesmo que uma ação custe centenas ou milhares de dólares no mercado de origem, o certificado brasileiro pode ser negociado por uma quantia bem menor. Como R$ 124 milhões viraram mais de R$ 1 bilhão? A aceleração começou principalmente em 2020, quando as regras foram flexibilizadas e os BDRs passaram a ficar mais acessíveis aos investidores de varejo. Antes disso, o produto era muito mais restrito e praticamente desconhecido fora das mesas profissionais. Com a abertura, a ampliação da oferta e o crescimento do interesse por diversificação internacional, o BDR foi deixando de ser figurante. A possibilidade de investir em empresas globais sem abrir uma conta fora do Brasil ajudou nessa expansão. A negociação, a liquidação e a custódia acontecem na infraestrutura da B3, enquanto os proventos e demais direitos são operacionalizados por uma instituição depositária local. Outro atrativo é que o investidor não precisa fazer uma remessa internacional. Por isso, a operação não está sujeita ao IOF aplicado sobre o envio de dinheiro ao exterior, segundo a B3. Isso não significa, porém, que o investimento seja isento de impostos. Eventuais ganhos e proventos podem estar sujeitos à tributação, e o investidor deve verificar as regras vigentes antes de negociar. Quais BDRs estão entre os mais negociados? Nos 12 meses encerrados em abril de 2026, a lista dos BDRs mais negociados mostrou que o interesse não ficou limitado às gigantes de tecnologia. O ranking reuniu JBS (JBSS32), Tesla (TSLA34), Nvidia (NVDC34), Inter (INBR32), Mercado Livre (MELI34), XP (XPBR31), Nubank (ROXO34), Aura Minerals (AURA33), Strategy (M2ST34) e Amazon (AMZO34). Considerando apenas abril, a Aura Minerals ocupou a primeira colocação, seguida por JBS, XP, Nubank e Tesla. Nvidia, Inter, Microsoft (MSFT34), Amazon e Mercado Livre completaram a relação divulgada pela B3. A lista ajuda a mostrar a variedade disponível. Há certificados ligados a empresas de tecnologia, bancos digitais, mineração, comércio eletrônico e até companhias com negócios conhecidos no Brasil, mas sede ou estrutura societária no exterior. O dólar entra na conta, mesmo sem aparecer na tela O investidor compra o BDR em reais, mas o câmbio não desaparece por mágica. O preço do certificado costuma ser influenciado por dois movimentos principais: a cotação do ativo no exterior e a variação da moeda estrangeira frente ao real. Imagine que uma ação suba nos Estados Unidos, mas o dólar caia bastante no mesmo período. Parte da valorização pode ser reduzida quando o resultado é convertido para reais. O contrário também pode acontecer. Se a ação ficar praticamente parada, mas o dólar subir, o BDR pode apresentar valorização no Brasil. Isso não é uma regra automática, pois preço, paridade, liquidez, oferta e demanda também interferem na negociação. Na prática, o investidor fica exposto tanto ao desempenho da empresa quanto ao câmbio. É uma característica importante para diversificar geograficamente a carteira, mas também representa uma fonte adicional de oscilação. Os dividendos pagos pela empresa estrangeira podem chegar ao detentor do BDR em reais, depois da conversão e dos eventuais descontos aplicáveis. Podem existir impostos no país de origem e tarifas cobradas pela instituição depositária. R$ 1 bilhão por dia muda alguma coisa para o investidor? Um mercado com maior volume tende a facilitar a entrada e a saída dos investidores. Quanto mais pessoas negociam um ativo, maiores são as chances de encontrar compradores e vendedores, o que pode ajudar a reduzir a distância entre os preços oferecidos. Mas o volume bilionário representa o conjunto do mercado. Isso não quer dizer que todos os BDRs tenham a mesma liquidez. Os certificados mais conhecidos podem registrar milhares de negócios, enquanto outros passam longos períodos com poucas ordens. Por isso, antes da compra, vale observar o volume negociado e a diferença entre a melhor oferta de compra e a melhor oferta de venda. Em um ativo pouco líquido, o investidor pode ter dificuldade para vender rapidamente pelo preço esperado. O crescimento também mostra que a internacionalização das carteiras está ficando mais simples. Em vez de concentrar todo o dinheiro em empresas brasileiras, o investidor consegue acessar diferentes países, setores e moedas usando a própria B3. Como investir em BDR? O caminho é parecido com o da compra de uma ação. Primeiro, é preciso ter uma conta em uma corretora ou banco de investimentos. Depois, o investidor deve verificar se o produto é compatível com seu perfil de risco. No home broker, basta pesquisar o código do BDR, escolher a quantidade e enviar a ordem. TSLA34, por exemplo, identifica o certificado da Tesla, enquanto NVDC34 representa a Nvidia e AMZO34 dá acesso à Amazon. A facilidade operacional, porém, não transforma o produto em renda fixa. O preço pode subir ou cair, e o investidor pode perder dinheiro. Além do balanço da empresa, é necessário acompanhar o setor, a economia do país de origem, o câmbio e a liquidez do certificado. O salto para mais de R$ 1 bilhão negociado diariamente mostra que investir em empresas globais pela bolsa brasileira deixou de ser uma excentricidade. Ainda assim, o BDR deve entrar na carteira pela estratégia e pela diversificação que oferece, não apenas porque a empresa representada fabrica um celular famoso, vende carros elétricos ou aparece todos os dias nas redes sociais. Antes de escolher um BDR, não basta conhecer a empresa, analisar números e acompanhar o dólar. Também é preciso entender como o próprio comportamento influencia as decisões. Pela primeira vez, a Suno liberou gratuitamente três e-books da Coleção Mentoria sobre mentalidade, fanatismo nos investimentos e a relação do investidor com o mercado. A oportunidade fica disponível por apenas 48 horas. Acesse gratuitamente.
Governo discute concessões que vencem até 2032: quais elétricas da B3 podem ganhar?
Publicidade O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu uma consulta pública para discutir o futuro de 40 concessões hidrelétricas que vencem até 2032, abrangendo 15,4 GW de capacidade instalada. A proposta, que ficará aberta para contribuições até 23 de outubro, evita indicar uma preferência entre a renovação dos contratos atuais e a realização de novos leilões, mantendo os dois caminhos em debate. Para o Itaú BBA, a indefinição é relevante porque os impactos variam significativamente entre as companhias do setor elétrico. Na avaliação dos analistas, Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3) seriam as principais beneficiadas em um cenário de relicitação dos ativos, enquanto Cemig (CMIG4), Auren (AURE3) e Engie Brasil (EGIE3) apareceriam como as mais favorecidas caso o governo decida pela renovação das concessões. A discussão ganhou força após a divulgação da Nota Técnica 39/2026, na qual o governo reforça que a renovação não constitui um direito automático dos atuais operadores. O documento apresenta diretrizes para ambos os modelos e deixa a decisão final em aberto para análise das contribuições recebidas durante a consulta pública. Independentemente do modelo escolhido, a proposta prevê o pagamento de um bônus de concessão pelos operadores e garante liberdade para comercialização da energia assegurada dos ativos. O cálculo desse bônus deverá ser feito com base no valor presente líquido incremental dos empreendimentos. Além disso, 100% dos recursos arrecadados com concessões que vencem até 2032 seriam destinados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), mecanismo utilizado para reduzir custos do setor elétrico e mitigar tarifas aos consumidores. O texto também estabelece prazo-base de 20 anos para as novas concessões e prevê que os critérios de seleção poderão considerar apenas o maior bônus ofertado ou uma combinação entre pagamento ao governo e preço da energia destinada ao mercado regulado. Em um eventual processo de relicitação, o vencedor seria definido pela maior proposta. Continua depois da publicidade Outro ponto relevante é a exigência de estudos obrigatórios de viabilidade técnica e econômica. Os concessionários terão de avaliar oportunidades de repotenciação, expansão de capacidade, modernização e substituição de equipamentos. Caso solicitado pela ANEEL, os operadores também deverão apresentar planos de investimento vinculados a esses estudos, embora o modelo de remuneração dessas iniciativas ainda não tenha sido definido. A proposta ainda contempla mecanismos para evitar concentração excessiva do mercado em caso de novos leilões. Segundo o documento, poderão ser adotados limites de aquisição de ativos com base na participação de mercado resultante das operações. O Itaú BBA observa que essa regra poderia restringir a participação da Axia em potenciais relicitações, dado seu peso relevante na geração hidrelétrica nacional. Entre as companhias listadas, as mais expostas ao tema são justamente aquelas com volumes relevantes de concessões vencendo até 2032. Segundo levantamento do banco, a Engie Brasil possui 3.750 MW nessa situação, equivalente a cerca de 30% de sua capacidade instalada, seguida pela Auren, com 2.651 MW (30%), e pela Cemig, com 1.717 MW (36%). Já Axia e Copel apresentam exposição significativamente menor. Continua depois da publicidade Para os investidores, a consulta pública marca o início de uma discussão que pode redefinir o valor econômico de parte importante do parque hidrelétrico brasileiro nos próximos anos. A decisão entre renovação ou relicitação não afeta apenas a arrecadação do governo, mas também a competitividade do setor e as perspectivas de geração de caixa de algumas das principais elétricas listadas na Bolsa.
FIIs populares caem até 47,59%: o desconto não mede oportunidade
Fundos imobiliários com mais de 30 mil cotistas acumulam perdas de até 47,59% em 2026, conforme levantamento da Economática. A lista de maiores baixas reúne nomes com bases expressivas de investidores pessoa física — TORD11, TGAR11 e HCTR11 entre eles — e, enquanto algumas quedas passam de 40%, outras superam 20% no acumulado do ano. O tamanho do recuo, isolado, informa pouco sobre o que ainda pode voltar ao bolso do cotista; o que distingue fundos vizinhos numa tela de piores desempenhos é a capacidade de transformar patrimônio em caixa. As quedas entre os fundos mais populares Fundo Cotistas Queda em 2026 VGHF11 (Valora Hedge Fund) 358,5 mil -23,43% TRXF11 (TRX Real Estate) 351,7 mil -17,72% TGAR11 (TG Ativo Real) 127,1 mil -47,03% HCTR11 (Hectare CE) 118,1 mil -29,23% DEVA11 (Devant Recebíveis Imobiliários) 71,6 mil -25,79% TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) 40,3 mil -16,93% BBIG11 (BB Premium Malls) 37,2 mil -21,82% TORD11 — -47,59% URPR11 — -43,69% MFII11 — -41,39% A tela de baixas mistura riscos que não se comparam Olivia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, aponta o ranking de piores retornos como o ponto em que a atenção do investidor costuma escapar. Convivem ali, segundo ela, fundos de desenvolvimento, estruturas multiestratégia e carteiras predominantemente de crédito, com ameaças de naturezas distintas: execução de projeto, liquidez baixa, deterioração de recebíveis, carência e inadimplência. Na avaliação dela, o desconto sobre o valor patrimonial — o P/VP, razão entre o preço da cota na B3 e o patrimônio líquido por cota — não funciona como medida de oportunidade, e sim como retrato da distância entre o que o fundo reconhece como ativo e o que o mercado aceita pagar. A pergunta decisiva é quanto desse patrimônio consegue, de fato, chegar ao caixa do cotista. Patrimônio que existe e patrimônio que vira dinheiro No TORD11, o patrimônio líquido somava cerca de R$ 212,6 milhões e o valor de mercado beirava R$ 6 milhões. A carteira reúne CRIs — certificados de recebíveis imobiliários, títulos de dívida lastreados em créditos do setor —, FIPs e participações em SPEs (sociedades criadas para cada empreendimento). A recuperação, nesse caso, passa pela realização desses ativos e por quanto dos valores escriturados no balanço se converte em dinheiro. O TGAR11 expõe um problema de prazo, não de existir ativo: o estágio das obras era de 95% de conclusão e o de vendas, 81% das unidades. O VGV (valor geral de vendas) apurado no segundo trimestre somou R$ 255 milhões, 50% acima do mesmo intervalo de 2025. O desfecho depende do ritmo de vendas, da entrega dos projetos e da transformação dos recebíveis em caixa. Crédito: carência e inadimplência no centro do problema A desvalorização do URPR11 veio junto com dividendos menores: a distribuição mensal recuou do intervalo de R$ 0,80 para R$ 0,30 por cota. O fundo ainda dispunha de cerca de R$ 110,4 milhões entre caixa e liquidez, colchão que não dispensa examinar qualidade dos créditos, garantias e prazos de recuperação. No HCTR11, a fotografia analisada mostrava só 10% da carteira de CRIs em dia; 54% estavam em carência (espera contratual antes da retomada das parcelas) e 36%, inadimplentes. A saída apontada passa por renegociação, retomada de pagamentos, execução de garantias e recuperação de principal. Revisões de caixa e dividendos sob pressão No MFII11, as estimativas de geração de caixa foram refeitas para baixo: de R$ 30,6 milhões para R$ 9,2 milhões em 2026 e de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões em 2027. A retomada depende de os projetos e participações voltarem a produzir caixa perto dos valores contabilizados. No BBIG11, pesam a dívida atrelada à compra de shoppings e o corte do rendimento, de R$ 0,07 para R$ 0,02 por cota em junho, mesmo com vacância baixa dos imóveis. A cota recua 21,82% no ano. O VGHF11, com baixa de 23,43%, sentiu a desvalorização da carteira de FIIs e de papéis indexados à inflação, além de rendimentos menores: distribuiu R$ 0,06 por cota em julho e passou a girar parte do portfólio, vendendo CRIs de IPCA e elevando a fatia em papéis de CDI. Já o TRXF11 recua 17,72% sem que, até aqui, imóveis ou rendimentos tenham se deteriorado. O fundo continua comprando e vendendo ativos, ainda que episódios recentes ligados ao grupo tenham deixado parte dos analistas mais cautelosos. O que observar a partir daqui Descontos largos sobre patrimônio costumam se fechar quando surge um gatilho concreto de caixa — venda de ativo, renegociação bem-sucedida, entrega de obra — e tendem a persistir quando o horizonte de conversão é longo ou as garantias são frágeis. Entre os fundos citados, os gatilhos são diferentes: o TORD11 depende da realização de ativos; o TGAR11, de vendas e recebíveis; o URPR11 e o HCTR11, da recuperação de crédito; o MFII11, da volta da geração de caixa; o BBIG11, do alívio da dívida; o VGHF11, do comportamento da carteira indexada. A dimensão da base de cotistas também entra na conta. VGHF11 e TRXF11, com 358,5 mil e 351,7 mil investidores, têm negociação mais fluida — o que não substitui a análise da carteira. Fundos que perderam a maior parte do valor de mercado concentram o risco na execução: quanto tempo levará e quanto efetivamente será recuperado. Carteiras de desenvolvimento, de crédito e multiestratégia respondem a estímulos diferentes, o que explica quedas tão díspares dentro do mesmo universo de fundos populares. Os próximos relatórios gerenciais, as distribuições mensais e o andamento das renegociações são os pontos que devem confirmar — ou desmentir — a hipótese de recuperação embutida em cada desconto.
Perguntas Frequentes sobre FDXB34
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