ENEV3F Eneva S.A. – Cotação Hoje
Eneva S.A.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de ENEV3F
O ativo ENEV3F (Eneva S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 28,86, acumulando uma variação de +3.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 15,93 e a máxima de R$ 28,86. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 57.78x.
Histórico de Cotação: ENEV3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a ENEV3F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/10/2026 - 9:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A proximidade das eleições coloca os ativos brasileiros no radar dos investidores. Contudo, um levantamento da Economatica revela que a volatilidade política não se traduz necessariamente em desempenho negativo para a Bolsa, com a maioria das eleições presidenciais recentes registrando ganhos para as ações brasileiras. O que aconteceu Ações na eleição: Estudo da Economatica mostra que em três das últimas quatro eleições, a Bolsa teve mediana positiva em outubro. Setores como transporte e logística, bens industriais e imobiliário registraram os maiores retornos médios durante o mês eleitoral. Treze ações, incluindo Simpar (SIMH3), Tegma (TGMA3) e Itaúsa (ITSA4), apresentaram desempenho positivo em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas. O levantamento, que considera empresas negociadas desde 2010, mostra ainda uma vantagem expressiva para setores mais ligados à economia doméstica. Na média das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022, transporte e logística registrou retorno mediano de 14% no mês da votação. Bens industriais veio em seguida, com 11,3%, enquanto imobiliário e construção avançou 10,9%. Na direção oposta aparece mineração e siderurgia. Foi o único dos 11 setores analisados a registrar queda em outubro nas quatro eleições consideradas, acumulando retorno médio negativo de 3,3%. O estudo mostra que, considerando as 81 ações, a mediana dos retornos ficou em 4,9% em outubro de 2010, disparou 18,3% em 2018 e alcançou 4,6% em 2022. A única exceção foi 2014, quando houve recuo de 1,6%. Setores domésticos lideram resultados A liderança de transporte, indústria e imóveis coloca entre os destaques históricos justamente segmentos mais sensíveis às perspectivas para atividade econômica e juros. Os retornos mais elevados, contudo, também vieram acompanhados de maior oscilação: bens industriais e imobiliário registraram volatilidades semanais de 2,80% e 2,63%, respectivamente. Saúde e educação foi o setor mais estável, com volatilidade de 1,74%, mas também apresentou retorno mais moderado, de 3,9%. O padrão, porém, está longe de ser uniforme entre uma eleição e outra. Em 2018, por exemplo, sete dos 11 setores subiram mais de 10% em outubro. Imobiliário e construção disparou 39,8%, transporte avançou 37,4% e bens industriais ganhou 35,5%. Já em 2014, sete setores fecharam o mês em baixa, enquanto o financeiro se destacou positivamente, com valorização de 6,7%. Em 2022, transporte voltou à liderança, avançando 12,1%, seguido por tecnologia e telecom, com ganho de 9,7%. Imobiliário e construção, que havia liderado quatro anos antes, recuou 1,9%. Ações com desempenho consistente nas urnas Quando o levantamento sai dos setores e chega às empresas, um grupo chama atenção pela consistência. Treze ações avançaram em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas pela Economatica. Nenhuma das 81 ações da amostra caiu em todas as disputas. Entre os papéis com histórico positivo estão Simpar (SIMH3), com retorno médio de 22,7%, Tegma (TGMA3), com 14,9%, e Motiva (MOTV3), com 13,3%. O grupo inclui ainda Equatorial (EQTL3), Valid (VLID3), Multiplan (MULT3), Veste (VSTE3), Itaúsa (ITSA4), Itaú Unibanco (ITUB4), Isa Energia (ISAE4), Bradesco (BBDC4), Grendene (GRND3) e Telefônica Brasil (VIVT3). A presença de bancos também se destaca: Itaúsa registrou retorno médio de 8,2% nos quatro outubros eleitorais, enquanto Itaú Unibanco teve 7,8% e Bradesco, 7,6%. Considerando os maiores retornos médios de toda a amostra, Viver aparece na liderança, com 36,5%, seguida por PDG, com 31,7%. Os números foram fortemente influenciados por 2018, quando os papéis avançaram 141% e 132%, respectivamente. Na ponta negativa, Lupatech teve retorno médio de 8% negativo, enquanto Eneva caiu, em média, 4%. Entre as ações de pior desempenho também aparecem cinco empresas de mineração e siderurgia, incluindo Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4). Bolsa: Ações estatais ampliam volatilidade em eleições Além do retorno, a Economatica analisou como a volatilidade muda durante o período eleitoral. Nesse quesito, algumas das maiores companhias com histórico de controle estatal aparecem entre as ações que mais ampliaram suas oscilações no mês das eleições. Na Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, a volatilidade de outubro ficou, em média, em 1,95 vez a registrada em setembro. Na Petrobras (PETR4), a relação foi de 1,54 vez e, no Banco do Brasil (BBAS3), de 1,52 vez. Na outra ponta, empresas de setores mais defensivos aparecem entre as mais estáveis da amostra. Isa Energia registrou volatilidade semanal média de 1,29%, seguida por Engie Brasil, com 1,46%, e M. Dias Branco, com 1,56%. Qual a expectativa para a bolsa na eleição de 2026? Os primeiros movimentos de 2026 repetem, ao menos parcialmente, alguns padrões históricos. Na semana encerrada em 27 de setembro, a mediana das ações acompanhadas pela Economatica ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto a volatilidade estava 20% abaixo da observada na mesma janela das eleições anteriores. Transporte e logística, justamente o setor de maior retorno histórico em outubro eleitoral, já aparecia na liderança, com alta mediana de 5,9%. Entre as ações, Even (EVEN3) acumulava ganho de 22,1%, Simpar avançava 9% e Americanas subia 8,9%. Do outro lado estavam Natura (NATU3), com queda de 10,3%, Braskem (BRKM5), com recuo de 8,2%, e Banco do Brasil, com baixa de 6,9%. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O estudo considera 81 ações listadas na B3 desde 2010, com presença em pregão superior a 90% e dados disponíveis ao longo de todo o período. A Economatica analisou tanto os retornos ajustados por proventos quanto a volatilidade nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022. Nos cálculos setoriais, foram utilizadas as medianas dos papéis de cada segmento. Leia mais Embaixada dos EUA suspende atendimento presencial no Brasil Bolsa reage a eleições: histórico aponta retornos positivos em outubro Decisões judiciais cancelam debate presidencial da Globo Aposta de Fortaleza acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 49 mil Para compartilhar:
Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022
O terceiro trimestre terminou com uma história bem diferente daquela que o mercado parecia contar no início de julho. Entre incertezas eleitorais, dúvidas sobre o rumo das contas públicas, volatilidade do petróleo no Oriente Médio e disparada dos juros americanos, a bolsa brasileira encontrou espaço para dar a volta por cima. De julho a setembro, o Ibovespa engatou uma alta de 8,3%, carimbando o melhor terceiro trimestre do índice desde o de 2022, quando a bolsa avançou 11,6%. Essa toada positiva eliminou as perdas do trimestre anterior, de 8,2%, e consolidou um avanço de 15,6% no acumulado do ano. Mais do que a recuperação acumulada no período, o que chamou a atenção foi a concentração do movimento, já que a maior parte desse ganho veio no último mês. Com o impulso da sessão desta quarta-feira (30), o Ibovespa encerrou setembro com alta de 5%, representando boa parte de toda a valorização registrada no trimestre. O apetite por risco, porém, não seguiu uma trajetória linear no período. A bolsa chegou ao fim de julho tentando recuperar o terreno perdido e atravessou agosto sob novas dúvidas na cena local e no exterior. Foi ao longo de setembro que houve uma reação mais ampla das ações. E o divisor de águas foi o alívio nas taxas de juros futuros no Brasil. A queda dos juros mudou a dinâmica das mesas de operações e transferiu o protagonismo para as empresas mais sensíveis à taxa básica de juros, a Selic. Ações de Magazine Luiza, Vamos, Assaí, Yduqs, Azzas e C&A despontaram entre os principais destaques de valorização do mês. Das 76 ações da carteira do Ibovespa, 55 subiram em setembro. Para as empresas domésticas, o recuo das taxas futuras altera algumas premissas de preços. Isso porque juros menores reduzem o custo do financiamento e melhoram as perspectivas para o consumo e a atividade. Esse efeito apareceu com mais força em setembro em companhias que haviam sido penalizadas pelo ambiente de juros elevados. Cabe lembrar que, ao longo do terceiro trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu duas vezes, em agosto e em setembro, e cortou a Selic em 0,25 ponto em ambas as ocasiões, levando a taxa para os atuais 13,75% ao ano. A condução do ciclo de afrouxamento monetário foi respaldada por uma sequência de dados mais fracos no cenário doméstico. Indicadores de inflação abaixo do esperado, sinais de desaceleração gradual na atividade e no mercado de trabalho, abriram espaço para o BC manter o ritmo de cortes. Para a próxima reunião, marcada para novembro, o mercado vê continuidade no ciclo de cortes. O Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe, mostra que 63,5% das apostas esperam um novo corte de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 13,50% ao ano. No trecho mais curto da curva de juros, a taxa do contrato de DI com vencimento em janeiro de 2027 encerrou o dia estável em 13,55% Já o contrato para janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%; Nas pontas mais longas, o DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,79% para 13,765%, enquanto a taxa do contrato para janeiro de 2031 caiu de 13,98% para 13,945%. Essa virada puxada pelas empresas domésticas acabou colocando a bolsa brasileira em uma trajetória própria, descolada dos grandes pares globais. Enquanto o Ibovespa avançou quase dois dígitos entre julho e setembro, em Nova York o S&P 500 e o Nasdaq subiram pouco mais de 2% no mesmo período. Essa distância entre os desempenhos traz uma dimensão de como as ações locais contaram com combustível próprio. Olhando para a cena doméstica, o sócio da Boa Brasil Capital, Marcos Bassani, vê o período como uma disputa entre forças que puxaram os ativos em direções diferentes. Segundo ele, a expectativa de queda dos juros e a melhora de alguns indicadores de inflação deram sustentação à bolsa, enquanto as dúvidas fiscais e eleitorais trouxeram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, o cenário internacional acrescentou uma camada de incerteza. A disparada dos juros americanos e o vaivém do petróleo passaram a alternar momentos de tensão e alívio, levando os investidores a recalibrar rapidamente suas posições. “Foi um trimestre de bastante oscilação”, afirma Bassani. Apesar dessa volatilidade, o encerramento de setembro deixou uma percepção bem mais favorável em relação ao país do que aquela vista no início de julho. O ambiente de maior apetite por risco no período também se refletiu no comportamento do dólar, que ficou estável em setembro e subiu apenas 0,2% no saldo dos três meses. E, é claro, essa reta final do trimestre também colocou as eleições no centro das atenções. As pesquisas de intenção de voto passaram a ser incorporadas aos preços dos ativos diariamente, aumentando a sensibilidade da bolsa e das curvas de juros a cada novo levantamento divulgado. A pesquisa Datafolha da última segunda-feira (28), por exemplo, mostrou Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Com as simulações de segundo turno apontando empate técnico, 47% contra 45%, respectivamente, o mercado passou a calibrar posições de olho nos eventuais rumos da política fiscal a partir do ano que vem. Sob a ótica do mercado, uma possível vitória de Flávio Bolsonaro tende a agradar mais os investidores, que enxergam no candidato uma postura mais alinhada às pautas fiscais, com foco na disciplina das contas públicas. O projeto de Lula, por outro lado, desperta mais receio pelo histórico de maiores gastos e descontrole fiscal. Lá fora, o fechamento do trimestre contou com um empurrão importante vindo dos Estados Unidos. A inflação medida pelo PCE, o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu abaixo do esperado em agosto. O dado mais brando ajudou a afastar o receio de novas altas de juros pelo Fed e abriu espaço para um alívio global que beneficiou os mercados emergentes. A fotografia do final de setembro, contudo, não apaga os pontos de atenção que continuam no radar dos investidores. A inflação americana ainda roda acima da meta de 2% e as tensões no Oriente Médio deixam a todo tempo os preços do petróleo sujeitos a picos de volatilidade. Por aqui, o mercado entra agora na etapa mais importante do ano. Com as eleições batendo à porta, outubro chega para testar se o alívio nas taxas de juros terá fôlego para se sustentar nos próximos meses. Para Marcos Bassani, o maior risco do quarto e último trimestre está em uma possível piora nas expectativas fiscais e políticas, o que poderia voltar a pressionar o câmbio e as curvas de juros. Em contrapartida, o especialista pontua que sinais mais claros de controle das contas públicas e uma inflação comportada têm potencial para reduzir os prêmios de risco e destravar novo fôlego para as ações até o fim do ano. Ações negociadas em 30/09/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 6,91 6,73 7,17 7,46 7,46 12,52 VAMO3 VAMOS ON 4,11 4,01 4,20 4,30 4,30 7,50 YDUQ3 YDUQS PART ON 10,60 10,50 10,84 11,14 11,14 7,01 CSNA3 SID NACIONAL ON 5,52 5,45 5,70 5,82 5,77 6,85 CSAN3 COSAN ON 3,81 3,75 3,91 3,99 3,96 6,45 HAPV3 HAPVIDA ON 6,45 6,35 6,59 6,76 6,67 6,21 CEAB3 CEA MODAS ON 9,75 9,64 9,94 10,20 10,03 5,47 COGN3 COGNA ON 2,23 2,17 2,26 2,34 2,32 5,45 CMIN3 CSN MINERACAO ON 4,86 4,80 4,94 5,07 5,01 5,25 RENT3 LOCALIZA ON 39,50 38,88 40,16 40,77 40,50 5,11 SMFT3 SMART FIT ON 17,01 16,81 17,26 17,56 17,56 4,77 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,17 42,71 44,02 44,67 44,28 4,68 BBAS3 BRASIL ON 22,50 22,23 22,80 23,07 23,07 4,67 BBDC4 BRADESCO PN 18,15 17,97 18,37 18,54 18,51 4,11 ASAI3 ASSAI ON 10,60 10,53 10,80 11,00 10,93 3,70 BBDC3 BRADESCO ON 15,98 15,87 16,16 16,31 16,22 3,64 MULT3 MULTIPLAN ON 31,38 30,98 31,66 32,12 31,72 3,46 FLRY3 FLEURY ON 22,17 22,17 22,76 23,06 22,79 3,45 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 26,68 26,26 26,93 27,33 27,02 3,37 ISAE4 ISA ENERGIA PN 27,32 26,88 27,25 27,72 27,59 3,29 HYPE3 HYPERA ON 23,85 23,74 24,39 24,71 24,48 3,16 ITSA4 ITAUSA PN 14,42 14,31 14,58 14,75 14,60 3,11 TAEE11 TAESA UNIT 41,09 40,92 41,53 41,92 41,81 3,08 NATU3 NATURA ON 6,61 6,53 6,66 6,75 6,75 3,05 ENEV3 ENEVA ON 27,94 27,18 27,73 28,07 27,87 2,84 AURE3 AUREN ON 12,85 12,64 12,90 13,02 13,02 2,60 ALOS3 ALLOS ON 29,32 29,01 29,46 29,76 29,49 2,50 B3SA3 B3 ON 18,42 18,09 18,34 18,60 18,34 2,46 VIVA3 VIVARA ON 23,30 22,82 23,25 23,64 23,60 2,39 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 45,25 44,96 45,58 46,10 45,51 2,27 EQTL3 EQUATORIAL ON 40,69 40,12 40,58 41,05 40,65 2,21 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,59 11,47 11,62 11,79 11,60 2,20 RDOR3 REDE D OR ON 38,35 37,41 38,00 38,50 38,29 2,11 ENGI11 ENERGISA UNT 53,10 52,16 52,84 53,28 52,97 2,10 RAIL3 RUMO S.A. ON 16,32 16,02 16,37 16,57 16,29 2,07 BPAC11 BTGP BANCO UNT 64,00 63,23 64,10 64,64 64,10 1,99 CMIG4 CEMIG PN 11,12 11,03 11,12 11,17 11,16 1,82 MRVE3 MRV ON 5,51 5,37 5,47 5,58 5,47 1,67 CPLE3 COPEL ON 16,05 15,82 15,97 16,07 16,00 1,59 SBSP3 SABESP ON 27,80 27,21 27,48 27,80 27,43 1,37 AZZA3 AZZAS 2154 ON 17,46 16,69 17,30 18,19 17,38 1,34 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,35 17,93 18,27 18,64 18,37 1,27 POMO4 MARCOPOLO PN 4,19 4,14 4,19 4,23 4,18 1,21 GOAU4 GERDAU MET PN 11,05 10,74 10,90 11,05 10,94 1,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,77 29,16 29,47 29,80 29,46 1,10 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 39,09 38,92 39,22 39,49 39,18 1,08 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 55,61 54,62 55,20 55,75 55,35 1,00 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 16,95 16,54 16,73 17,01 16,75 0,90 USIM5 USIMINAS PNA 7,08 6,91 7,01 7,11 7,01 0,86 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,34 29,70 29,93 30,48 29,81 0,71 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,78 46,83 47,20 47,83 47,29 0,66 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,59 15,31 15,39 15,59 15,36 0,59 BEEF3 MINERVA ON 3,96 3,91 3,97 4,06 3,94 0,51 VALE3 VALE ON 70,53 69,49 70,03 70,88 69,91 0,43 GGBR4 GERDAU PN 24,77 24,04 24,31 24,77 24,27 0,29 CYRE3 CYRELA REALT ON 27,50 26,93 27,32 27,91 27,18 0,18 PETR4 PETROBRAS PN 49,80 49,12 49,48 50,03 49,12 0,04 BRAP4 BRADESPAR PN 20,50 20,21 20,33 20,56 20,23 -0,05 PETR3 PETROBRAS ON 54,80 53,87 54,38 55,28 53,87 -0,35 SUZB3 SUZANO S.A. ON 45,02 44,20 44,40 45,02 44,20 -0,38 MBRF3 MARFRIG ON 17,05 16,78 16,89 17,08 16,78 -0,42 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,28 9,77 10,03 10,38 10,11 -0,49 BRAV3 BRAVA ON 18,49 18,12 18,34 18,59 18,12 -0,60 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,55 18,08 18,19 18,55 18,11 -0,88 TIMS3 TIM ON 19,01 18,33 18,50 19,08 18,33 -1,08 CSMG3 COPASA ON 57,77 56,31 57,07 58,06 56,31 -1,09 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,35 19,86 19,95 20,35 19,88 -1,14 PRIO3 PETRORIO ON 62,52 60,90 61,69 62,79 60,90 -1,14 TEND3 TENDA ON 28,15 25,80 26,78 28,30 27,01 -1,17 WEGE3 WEG ON 50,79 49,25 49,71 51,11 49,46 -1,65 UGPA3 ULTRAPAR ON 38,89 37,60 38,09 38,89 37,65 -1,83 VBBR3 VIBRA ON 38,60 36,58 37,29 38,60 37,16 -2,11 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,70 28,69 28,90 29,79 28,75 -2,77 EMBJ3 EMBRAER ON 101,82 97,30 98,54 102,25 97,31 -3,14 CURY3 CURY S/A ON 29,14 27,55 27,97 29,38 27,74 -3,41 TOTS3 TOTVS ON 35,47 33,19 33,68 35,57 33,43 -3,49 — Foto: GettyImages
Brasileira Eneva entra no setor petrolífero da Venezuela
Nova York A Eneva, maior operadora privada de gás natural do Brasil, entrou no setor petrolífero da Venezuela, que segue em expansão desde o início da tutela dos Estados Unidos sobre o governo chavista, iniciada em janeiro com a captura de Nicolás Maduro. A formalização das conversas que já duravam meses foi feita nesta semana e anunciada por Caracas. A empresa brasileira, que tem o BTG Pactual como acionista individual majoritário, assinou um memorando de entendimento com a americana Halliburton para identificar as áreas de desenvolvimento de projetos no setor. Os detalhes não foram divulgados, mas pessoas familiarizadas com a negociação explicam que a Eneva começa oficialmente a prospectar oportunidades no país. Executivos da empresa têm viajado com frequência a Caracas, segundo diplomatas com conhecimento no tema disseram à reportagem. Setor de óleo e gás da Venezuela tem sido flexibilizado no governo interino de Delcy Rodríguez, com abertura para empresas estrangeiras - Gaby Oraa - 13.jan.26/Reuters Com patrocínio dos EUA, o setor petroleiro do país com as maiores reservas do mundo tem vivido um novo momento. A convite do governo Trump, por exemplo, executivos da estatal PDVSA participaram neste mês da reunião de energia do G20 no Texas, algo inimaginável até pouco tempo atrás. Publicidade Talvez o principal capítulo da história até aqui tenha sido o acordo firmado entre Caracas e Washington no final de agosto. Por meio dele, os EUA adquiriram o controle majoritário de mais de 21% das reservas venezuelanas. Ao anunciar o acordo, Trump alegou que ele traria investimentos de mais de US$ 100 bilhões (cerca de R$ 500 bilhões) para o país, com reflexo na qualidade de vida da população. Mas a pouca ou nula transparência sobre o afluxo de dinheiro no setor petroleiro desde janeiro levantou desconfiança. Até aqui um dos únicos dados públicos diz respeito à produção de petróleo da Venezuela. As informações da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) revelam um crescimento ligeiro: em agosto passado, foram 1,2 bilhão de barris produzidos por dia. Para efeitos de comparação, a média do ano passado foi de 1,08 bilhão de barris por dia. Publicidade REABERTURA ATRAI CAPITAL BRASILEIRO A Eneva se torna a segunda grande empresa brasileira a aproveitar a reabertura da economia venezuelana, após a JBS. A empresa dos irmãos Batista comprou uma fatia de quase 50% da Petrororaima, que explora na região do Orinoco. Nesse sentido, também a Alvorada Heavy Industries Ltda, apoiada pela Galapagos Capital, uma empresa de investimentos fundada por um ex-sócio do BTG, ampliou sua produção em três blocos situados no Orinoco e tem negociado a aquisição de áreas adicionais. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões O interesse no setor tem naturalmente crescido. Com apoio de empresas como a própria Eneva, a Venezuela organiza a sua chamada "Semana da Energia", em fevereiro do ano que vem. O evento quer reunir governos, executivos de petroleiras nacionais e internacionais e especialistas técnicos para mostrar o país como "um parceiro energético global aberto". Mesmo entre alguns investidores, há ceticismo. Para uma ala de empresários e de consultores de risco, há dúvidas sobre a segurança jurídica desses acordos que, no mais, serão conduzidos pela mesma estrutura de governo da época de Nicolás Maduro, ainda que agora com nova roupagem, na figura de Delcy Rodríguez. A presença da tutela americana, dado que os EUA praticamente coordenam as decisões que são tomadas por Caracas, ameniza os temores, mas não os dissolve por completo, segundo fontes do setor. Publicidade Delcy Rodríguez está nesta semana em Nova York, onde participou da Assembleia-Geral da ONU e de vários encontros bilaterais às margens do evento. Esteve, em sua agenda mais notória, com o presidente Donald Trump, e disse que falaram com prioridade sobre cooperação em áreas como energia e mineração. A última vez em que um líder venezuelano havia participado da Assembleia-Geral da ONU foi em 2018, quando Maduro decidiu viajar a Nova York. Era o ápice da crise econômica no país, com níveis altos de emigração e pobreza. Ainda que a Venezuela viva uma abertura econômica acelerada, há críticas em relação à lentidão do distencionamento político. Uma missão recente missão de observadores independentes da ONU relatou que, a despeito das mudanças políticas, o aparato repressivo venezuelano segue intacto. A líder opositora María Corina Machado, no exterior, tem sido impedida de retornar ao país.
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