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ENEV3F – Cotação Eneva S.A.

Eneva S.A.

Preço Atual
R$ 24,44
-0.65%

Resumo Fundamentalista de ENEV3F

O ativo ENEV3F (Eneva S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 24,44, acumulando uma variação de -0.65% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 13,50 e a máxima de R$ 28,01.

Abertura
R$ 24,63
Fec. Ant: R$ 24,44
Variação Dia
Min: R$ 24,37
Max: R$ 24,71
52 Semanas
Mín: R$ 13,50
Máx: R$ 28,01
Volume
2.675
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Nem um presidenciável tem bitcoin declarado para Eleições 2026, mas um candidato a vice-presidente tem 99% de seu patrimônio na moeda digital
Bitcoin 18/08/2026

Nem um presidenciável tem bitcoin declarado para Eleições 2026, mas um candidato a vice-presidente tem 99% de seu patrimônio na moeda digital

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a divulgar os bens dos candidatos a presidente e vice-presidente para as eleições de 2026 e um dado chama atenção: só um candidato tem bitcoin como patrimônio. O candidato a vice-presidente pelo PRTB, Leonardo Avalanche, tem mais de 99% do seu patrimônio na moeda digital declarado. Para mostrar o resumo dos bens dos candidatos nas eleições, com ajuda da inteligência artificial (ver política editorial), o portal Livecoins apurou quais candidatos tinham o maior patrimônio, em qual concentração, e quais deles tinham bitcoin. Ou seja, a lista a seguir não tem viés político e nem de influenciar opiniões, sendo ordenada pela chapa de maior patrimônio para a menor. PRTB/PRTB: Pablo Marçal tem R$ 7,4 bilhões e Leonardo Avalanche outros R$ 495,2 milhões Pablo Marçal concentra a maior fortuna das eleições, com um patrimônio superior a R$ 7,4 bilhões estruturado de forma ultraconservadora.A esmagadora maioria desse montante está alocada em aplicações de renda fixa, com destaque para CDBs e RDBs no Banco Itaú (R$ 6,79 bilhões), além de um terreno urbano em Santana de Parnaíba (SP) avaliado em R$ 490 milhões e participações em diversas holdings (como Aviation Participações e Marçal Holding). Por outro lado, o vice Leonardo Avalanche apresenta um perfil focado no ecossistema cripto: dos seus R$ 495 milhões declarados, impressionantes R$ 491 milhões (mais de 99,1%) estão investidos diretamente em Bitcoin (BTC). A fatia remanescente de sua carteira se divide entre obras de arte (R$ 2,2 milhões), joias (R$ 1,2 milhão) e 100% das cotas societárias do Avalanche Bank Ltda. Avante/Avante: Augusto Cury tem R$ 242,2 milhões e Julio Delgado outros R$ 3,5 milhões O escritor e médico Augusto Cury possui um patrimônio diversificado, liderado por um empréstimo mútuo de R$ 121,1 milhões concedido à sua própria empresa (Filadélfia Nature) e fatias em negócios como a Fictor Invest (R$ 31,5 milhões). Sua carteira de investimentos inclui ainda R$ 25,8 milhões em BDRs, R$ 7 milhões em ações do Bradesco, além de uma extensa lista de fazendas, prédios comerciais e terrenos. Seu vice, Julio Delgado, concentra 100% dos seus R$ 3,5 milhões em bens físicos e imobiliários em Minas Gerais. A declaração do ex-deputado é composta inteiramente por um imóvel histórico em Ouro Preto (R$ 1,5 milhão), um apartamento em Belo Horizonte (R$ 1,5 milhão), metade de um imóvel em Juiz de Fora (R$ 400 mil) e um veículo automotor para uso pessoal avaliado em R$ 120 mil. NOVO/NOVO: Romeu Zema tem R$ 178,7 milhões e Eduardo Girão outros R$ 34,1 milhões Romeu Zema estrutura sua fortuna por meio de veículos corporativos, sendo seu principal bem uma participação de R$ 94,4 milhões na holding da família. O ex-governador de Minas Gerais também declara R$ 56,2 milhões aplicados em fundos multimercado, quase R$ 17 milhões em quotas de uma instituição financeira e cotas no setor de seguros. O vice Eduardo Girão detém um portfólio altamente internacionalizado, onde depósitos e ações no exterior somam mais de R$ 10 milhões (incluindo US$ 1,8 milhão em uma conta americana). No Brasil, o senador distribui seu capital pulverizado em contratos de mútuo (empréstimos a terceiros) que ultrapassam R$ 5,8 milhões, reserva R$ 4,1 milhões em renda fixa bancária, possui R$ 4,2 milhões em cotas empresariais, além de múltiplos apartamentos comerciais e residenciais no Ceará. PSD/PSD: Ronaldo Caiado tem R$ 52,5 milhões e Gilberto Kassab outros R$ 20,9 milhões Ronaldo Caiado tem as bases de sua prestação de contas fincadas no agronegócio: do seu total, R$ 36,2 milhões estão imobilizados em imóveis e fazendas rurais e R$ 10,4 milhões constam como semoventes (estimativa do rebanho bovino). O ex-governador do Estado de Goiás também reserva R$ 4,2 milhões em liquidez para títulos financeiros isentos de tributação. Na posição de vice, Gilberto Kassab é o completo oposto rural, apostando firmemente na estrutura societária paulista. Dos seus quase R$ 21 milhões, R$ 19,8 milhões (cerca de 94%) representam a posse de quotas de capital em empresas limitadas nacionais privadas, acompanhados por um apartamento com garagens na cidade de São Paulo (R$ 743 mil) e saldo em cadernetas de poupança (R$ 422 mil). Democrata/Democrata: Wilson Grassi tem R$ 50 milhões e Suêd Haidar outras R$ 460 mil Wilson Grassi declarou seus R$ 50 milhões ao TSE em um único bloco, classificado de forma genérica como “Outros Bens e Direitos”. Segundo o texto da Receita inserido na declaração, esse montante consolida direitos sobre diversos imóveis financiados junto a instituições financeiras, em conjunto com participações no capital social de um rol de sociedades empresariais. Já a vice Suêd Haidar possui exatos R$ 460 mil concentrados na capital fluminense, sendo 65% desse valor justificado por uma casa no bairro da Pavuna, no Rio de Janeiro (R$ 300 mil). Sua lista se encerra com uma reserva física na forma de joias (R$ 100 mil) e um veículo Etios 2018 (R$ 60 mil). PL/PL: Flávio Bolsonaro tem R$ 8,1 milhões e Alfredo Gaspar outros R$ 564 mil Flávio Bolsonaro concentra mais de 75% da sua declaração eleitoral no mercado imobiliário do Distrito Federal, listando a posse de uma casa no Lago Sul cotada em R$ 6,22 milhões. O montante restante assegura sua liquidez bancária, destacando-se um fundo de investimentos em cotas multimercado (R$ 1,09 milhão), R$ 670 mil em contas e poupanças, um carro e R$ 10 mil relativos à sua sociedade individual de advocacia. O vice Alfredo Gaspar, no entanto, compõe seus bens a partir da imobilização de veículos e dos direitos de espólio (herança) em Alagoas, que lhe garantem frações de apartamentos e cotas societárias de um posto de combustível. Cerca de 85% de seu patrimônio pessoal disponível está alocado em dois carros seminovos — um Jeep Compass 2024 (R$ 158 mil) e um VW Passat (R$ 120 mil) — e numa casa em Marechal Deodoro (R$ 95 mil). PT/PSB: Lula tem R$ 4,7 milhões e Geraldo Alckmin outros R$ 3,2 milhões Luiz Inácio Lula da Silva destina os seus recursos financeiros principalmente para a previdência complementar, somando R$ 3,3 milhões em dois planos VGBL sob a gestão da Brasilprev e do Bradesco. Bens atrelados ao mercado imobiliário em São Bernardo do Campo (apartamento, obra, terrenos e sítio) alcançam cerca de R$ 739 mil, seguidos por fundos conservadores, fundos imobiliários, direitos a receber da Bancoop e a totalidade das cotas de sua empresa de palestras. Geraldo Alckmin acompanha a tônica conservadora da chapa e foca seus bens no sistema financeiro, alocando R$ 1 milhão também em previdência VGBL e R$ 1,4 milhão distribuídos em aplicações de renda fixa (CDBs e LCAs). Ele diversifica seu portfólio no mercado de crédito corporativo ao emprestar capital para infraestrutura (debêntures de empresas como Eneva, Raízen e CTEEP), mantendo fisicamente apenas um apartamento em São Paulo, e terras em Pindamonhangaba. DC/DC: Clariana Barao tem R$ 1,8 milhão e Fabiana Torquato outras R$ 2,2 milhões Clariana Barao divide seu patrimônio integralmente entre o setor habitacional e o consumo automotivo. O destaque vai para ativos residenciais de grande porte: uma casa em condomínio de R$ 979,5 mil e um apartamento de R$ 261,7 mil, aliados a parcelas de imóveis financiados pela Caixa e Bradesco. Nas ruas, o único bem móvel atrelado ao seu nome é uma SUV Land Rover Discovery Sport (R$ 376 mil). A vice Fabiana Torquato apresenta o mesmo padrão imobiliário, mas com o capital investido inteiramente na região Centro-Oeste do país. Mais de 95% do seu montante divide-se entre um sítio no município de Alexânia, em Goiás (R$ 1,25 milhão) e um apartamento no Plano Piloto (R$ 874 mil), restando apenas uma picape Fiat Toro (R$ 84 mil) e uma motocicleta para compor o total. Missão/Missão: Renan Santos tem R$ 795 mil e Coronel Medina outros R$ 1,5 milhão Renan Santos entregou ao TSE uma listagem restrita aos ganhos e bens formados pelo seu trabalho direto, não apresentando nenhum imóvel ou veículo físico. O patrimônio baseia-se em “créditos e poupança vinculados” (R$ 300 mil), capital inerente ao exercício de sua atividade autônoma (R$ 275 mil) e participação no quadro de sociedades privadas (R$ 219,7 mil). O Coronel Medina, em caminho oposto, amarra 77% da sua riqueza no mercado imobiliário da Região Sul do Brasil, sustentando-se financeiramente na posse de um prédio residencial (R$ 750 mil) e de um terreno edificado com duas casas (R$ 480 mil). O militar destaca-se sobretudo por R$ 222 mil acumulados em numismática e objetos de coleção militar, como uma medalha de ouro maciço e uma espada policial da década de 80. PCB/PCB: Edmilson Costa tem R$ 454 mil e Cleusa Santos outros R$ 1,7 milhão Edmilson Costa formalizou uma prestação singela perante o tribunal, lastreada na propriedade de metade de um apartamento avaliado em R$ 350 mil, que corresponde a 77% de suas posses. O economista divide pouco mais de R$ 100 mil entre o seguro de previdência VGBL e uma caderneta de poupança tradicional. Já a vice Cleusa Santos exibe na sua prestação de contas o triplo dos recursos de Edmilson, graças à forte consolidação em “tijolo” no eixo Rio-São Paulo. São impressionantes R$ 1,5 milhão atrelados a apartamentos nas cidades de Santos, Ribeirão Preto e no Rio de Janeiro. Sua retaguarda financeira fica por conta de um montante rendendo passivamente em títulos privados de CDB (R$ 252 mil). PSTU/PSTU: Hertz Dias não tem bens a declarar e Vanessa Portugal tem R$ 280 mil O candidato a presidente Hertz Dias declarou oficialmente ao TSE que não detém qualquer tipo de ativo ou valor imobilizado sob o seu registro fiscal. Vanessa Portugal detém uma reserva financeira de R$ 280 mil voltada integralmente à terra em Minas Gerais. Todo o patrimônio de sua prestação de contas reside no município de Boa Esperança, distribuindo-se por uma moradia urbana (R$ 200 mil) e pela fração de um terço de propriedade equivalente a 26 hectares em área rural. PCO/PCO: Rui Costa Pimenta não possui bens e Antônio Carlos tem R$ 110 mil Rui Costa Pimenta é mais um presidenciável do espectro ideológico que acabou não submetendo nenhum registro patrimonial ou conta bancária em seu nome no sistema DivulgaCand. Antônio Carlos, concorrendo ao posto de vice, aponta em seu registro no tribunal apenas o básico para a habitação e a sua condução no dia a dia. Seu saldo limite totaliza R$ 110 mil, espelhado unicamente por um veículo Chevrolet Onix e a detenção de 50% dos direitos de um pequeno imóvel residencial na cidade em que atua. UP/UP: Samara tem R$ 33 mil e Raquel Bricio não possui bens a declarar Samara figura como a presidenciável dona do menor volume patrimonial (dentre os que possuem algo registrado), sem qualquer tipo de fundo de investimento ou ativo de renda. A declaração contempla apenas um automóvel modelo Uno Vivace 2016 estipulado em R$ 29 mil e modestos R$ 4 mil alocados em caderneta de poupança. Sua vice-presidente, Raquel Bricio, fecha a leitura financeira preenchendo a documentação exigida pela corte eleitoral atestando a completa inexistência de propriedades registradas em seu CPF para as disputas de 2026.

Ibovespa fecha sessão em leve baixa, mas perde 3,23% na semana com forte saída de estrangeiros
B3 14/08/2026

Ibovespa fecha sessão em leve baixa, mas perde 3,23% na semana com forte saída de estrangeiros

Depois de ceder mais de 1,3% no pior momento do dia, o Ibovespa devolveu boa parte das perdas perto do fechamento, diante da recuperação de blue chips, especialmente papéis de bancos. Após variar entre os 164.835 pontos e os 167.009 pontos, o Ibovespa registrou baixa de 0,10%, fechando aos 166.934 pontos, na nona sessão consecutiva de queda do índice. Na semana, o índice perdeu 3,23%. A debandada de recursos estrangeiros da bolsa tem pressionado a principal referência acionária local. Veja mais Segundo profissionais, a recuperação do índice ao longo da tarde ocorreu em linha com a melhora generalizada do mercado local, em meio à redução da pressão vendedora sobre alguns nomes específicos na segunda metade do pregão. "À medida que esse fluxo vendedor sobre algumas ações perdeu força, houve uma corrida para recompor posições justamente nos papéis mais pressionados, gerando um movimento de recuperação que acabou trazendo algum alívio para o mercado como um todo", observa um operador de um grande banco. Entre as blue chips, as PN da Petrobras subiram 0,45%, ao mesmo tempo em que bancos encerraram majoritariamente no campo positivo, com destaque para as PN do Itaú, que avançaram 1,80%. A exceção ficou para as PN do Bradesco, que recuaram 0,72%, assim como as ON do banco, que tiveram baixa de 0,55%. O dia também foi negativo para as ON da Vale, que perderam 0,83%. A recuperação de alguns papéis na sessão de hoje ocorreu na contramão do movimento registrado ao longo da semana, quando algumas ações de instituições financeiras, como Banco do Brasil, acumularam perdas de 8,37%. A semana também foi negativa para o Ibovespa, que perdeu 3,23%. A debandada de capital de alocadores de fora pressionou o índice. Fontes ouvidas pelo Valor, sob condição de anonimato, afirmaram que parte da pressão vendedora de investidores estrangeiros na bolsa local foi encabeçada pela GQG Partners, gestora global com forte atuação em mercados emergentes, que começou a reduzir, de forma relevante, a posição em Brasil desde o fim de julho, intensificando o movimento nesta semana. Segundo as fontes, Axia Energia, Equatorial e CPFL Energia estiveram entre as ações mais afetadas pela redução de posições. No fim de junho, o Brasil representava 20,56% da carteira do fundo, enquanto as ações da Petrobras respondiam por 7,86% do portfólio e as da Axia Energia, por 2,46%, segundo carta da gestora. De acordo com os profissionais, a gestora teria zerado a posição detida em Copel e vendido próximo de metade da alocação que possui em Eneva. Entre os fatores apontados por gestores para explicar a saída de recursos estão as incertezas com as eleições, diante da alta probabilidade de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e um movimento de rebalanceamento de portfólios. O volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 22,4 bilhões e de R$ 30,1 bilhões na B3. Em Wall Street, o dia também foi negativo: Nasdaq perdeu 0,28%; o S&P 500 cedeu 0,17%; e o Dow Jones recuou 0,20%.

A fragilidade de uma bolsa sem suportes e a busca por abrigo no dólar
Dólar Hoje 13/08/2026

A fragilidade de uma bolsa sem suportes e a busca por abrigo no dólar

Se o dia após a tempestade costuma ser de calmaria, na bolsa brasileira ele trouxe apenas o eco do tombo da véspera. Após atingir o menor nível desde janeiro e refém da perda de suportes, o Ibovespa ficou sem fôlego para ensaiar uma recuperação nesta quarta-feira (12). O índice ampliou a sequência de perdas com um recuo discreto de 0,2%, aos 167.491 pontos, aumentando o prejuízo acumulado em agosto para 5,9%. Ao perder de uma só vez as barreiras dos 172.200 e dos 168.100 pontos na última sessão, o Ibovespa rompeu dois suportes importantes, segundo análise técnica do Itaú BBA. O estrago levou embora o piso dos 168 mil pontos, atirou o índice no menor nível desde janeiro e carimbou uma clara tendência de baixa. O giro financeiro do dia somou R$ 24,2 bilhões, superando a média diária do mês, de R$ 19,5 bilhões, e a média em 12 meses, de R$ 18,6 bilhões. O tombo recente ganha contornos ainda mais amargos quando comparado com o cenário externo. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho veio dentro do previsto, aliviando os rendimentos dos títulos americanos (Treasuries) e abrindo espaço para uma sessão positiva em Nova York. O detalhe é que o otimismo de Wall Street não foi generalizado - foi movido pelo apetite por ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial. Enquanto o dinheiro corre para inflar as teses do futuro, a bolsa brasileira segue acorrentada aos pilares da "velha economia", estruturada sob o peso de commodities e bancos, mas desprovida de ativos focados em inovação. Sem empresas de tech em sua carteira teórica para capturar essa liquidez internacional, exceção amarga feita à Totvs, que hoje caiu 2,8% após frustrar com seu balanço, o índice nacional acabou ficando para trás. Os poucos focos de luz na bolsa não tiveram força para mudar a apatia geral. Entre os papéis que ostentaram algum ganho, a Embraer avançou 4% embalada pela carteira recorde de pedidos do segundo trimestre, enquanto a Vale subiu 0,7%, atuando como um frágil amortecedor para o índice. Do outro lado, a construtora Direcional liderou as baixas da sessão com um tombo de 4,7% após balanço considerado fraco pelo J.P. Morgan, acompanhada pelo recuo de 1,5% das ações do Itaú. Das 78 ações que compõem a carteira do Ibovespa, 49 caíram. O dólar viveu uma sessão de montanha-russa, ensaiando uma queda até os R$ 5,13 logo após os dados do CPI americano, antes de dar uma guinada e firmar alta perto das máximas. A trégua provocada pela inflação comportada nos EUA durou pouco porque o viés de proteção falou mais alto no cenário doméstico. À medida que o calendário avança em direção às eleições, os estrangeiros e os fundos locais voltam a reforçar o apetite comprador no mercado de derivativos na B3. Segundo fonte ouvida pelo Valor, os gringos já acumulam uma posição líquida comprada de expressivos US$ 63 bilhões contra o real. O apetite comprador hoje voltou a se impor ao longo da tarde, alimentado pelos ruídos das pesquisas eleitorais e pela insatisfação do mercado com a trajetória das contas públicas. Em um dia de trégua na força do dólar lá fora, o real ficou isolado, incapaz de acompanhar o alívio das moedas pares. Com isso, a moeda americana encerrou a sessão em alta de 0,36%, a R$ 5,1793, estendendo os ganhos semanais para 1,88% e os do mês para 2,16%. A curva de juros futuros seguiu o mesmo roteiro de aversão ao risco, devolvendo a queda vista na abertura para fechar com viés de alta. O alívio vindo dos títulos americanos (Treasuries) após a inflação de julho não resistiu à cautela dos investidores com o cenário político local, que segue drenando a liquidez dos ativos domésticos. Com o prêmio de risco eleitoral, a taxa do contrato DI para janeiro de 2028 subiu para 13,935% (ante 13,915% do ajuste anterior). Os contratos de prazos mais curtos respondem às apostas para a taxa Selic; Já o DI para janeiro de 2031 saltou para 14,48% (de 14,43% no ajuste anterior). É nessa ponta longa que o mercado reage aos ruídos políticos e às dúvidas sobre a trajetória fiscal. Apesar do estresse na curva, as apostas para o ciclo de cortes da Selic seguem firmes no curto prazo. No mercado de opções do Copom, a probabilidade atribuída a um corte de 0,25 ponto na reunião subiu para 75%, levando a taxa Selic a 13,75%. Ações negociadas em 12/08/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % EMBJ3 EMBRAER ON 93,14 92,17 95,22 96,76 96,18 4,00 CMIN3 CSN MINERACAO ON 5,56 5,50 5,67 5,79 5,79 3,95 GGBR4 GERDAU PN 24,21 24,18 24,62 24,94 24,88 2,98 GOAU4 GERDAU MET PN 10,67 10,64 10,80 11,07 10,98 2,81 SUZB3 SUZANO S.A. ON 40,40 40,35 41,20 41,50 41,45 2,65 MBRF3 MARFRIG ON 16,24 16,17 16,62 16,86 16,58 2,60 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 23,61 23,55 23,99 24,18 24,18 2,46 RECV3 PETRORECSA ON 10,47 10,23 10,51 10,64 10,62 2,12 HYPE3 HYPERA ON 21,33 21,11 21,44 21,72 21,57 1,94 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 49,95 49,30 49,83 50,35 50,03 1,21 CSNA3 SID NACIONAL ON 4,32 4,26 4,35 4,41 4,32 0,93 CSMG3 COPASA ON 58,00 57,31 58,36 59,00 58,43 0,92 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 37,26 37,18 37,48 37,59 37,56 0,81 ISAE4 ISA ENERGIA PN 25,47 25,22 25,56 25,65 25,56 0,75 VALE3 VALE ON 73,11 72,66 73,13 73,54 73,18 0,74 ALOS3 ALLOS ON 26,11 25,77 26,16 26,34 26,22 0,65 BEEF3 MINERVA ON 3,28 3,25 3,31 3,34 3,29 0,61 WEGE3 WEG ON 47,36 47,36 47,65 48,08 47,64 0,59 SBSP3 SABESP ON 26,01 25,78 26,10 26,39 26,12 0,50 MULT3 MULTIPLAN ON 27,23 26,76 27,23 27,43 27,26 0,48 KLBN11 KLABIN S/A UNT 17,57 17,48 17,64 17,74 17,62 0,40 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,64 29,35 29,62 29,87 29,62 0,34 BRAV3 BRAVA ON 18,64 18,49 18,77 19,04 18,70 0,27 BRAP4 BRADESPAR PN 21,05 21,01 21,12 21,26 21,10 0,24 VIVA3 VIVARA ON 20,91 20,74 21,02 21,19 20,94 0,24 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 18,38 18,33 18,40 18,61 18,48 0,16 TIMS3 TIM ON 18,68 18,54 18,75 18,87 18,75 0,11 COGN3 COGNA ON 2,04 1,99 2,04 2,08 2,03 0,00 RAIL3 RUMO S.A. ON 13,02 12,92 13,05 13,29 12,96 0,00 FLRY3 FLEURY ON 18,12 17,88 18,19 18,33 18,25 -0,05 BBDC3 BRADESCO ON 14,85 14,66 14,74 14,86 14,70 -0,14 CYRE3 CYRELA REALT ON 20,58 20,07 20,59 20,84 20,50 -0,19 PRIO3 PETRORIO ON 59,19 58,74 59,22 59,81 59,14 -0,19 BBDC4 BRADESCO PN 16,88 16,67 16,81 16,90 16,74 -0,30 B3SA3 B3 ON 14,47 14,11 14,23 14,47 14,24 -0,35 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 14,03 13,84 14,00 14,15 13,98 -0,36 PETR3 PETROBRAS ON 46,32 45,90 46,26 46,78 46,32 -0,45 MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 4,29 4,20 4,26 4,32 4,24 -0,47 NATU3 NATURA ON 8,24 8,11 8,18 8,32 8,16 -0,49 PETR4 PETROBRAS PN 41,50 41,15 41,59 41,97 41,45 -0,50 SLCE3 SLC AGRICOLA ON 13,33 13,20 13,30 13,42 13,23 -0,53 VBBR3 VIBRA ON 33,30 32,73 33,15 33,58 33,04 -0,57 CMIG4 CEMIG PN 10,48 10,28 10,37 10,49 10,33 -0,67 POMO4 MARCOPOLO PN 4,35 4,23 4,29 4,36 4,29 -0,69 PSSA3 PORTO SEGURO ON 48,38 47,92 48,27 48,82 48,05 -0,70 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,14 29,70 29,97 30,34 29,93 -0,70 VAMO3 VAMOS ON 2,86 2,68 2,77 2,86 2,78 -0,71 EQTL3 EQUATORIAL ON 35,97 35,25 35,45 35,97 35,50 -0,87 ASAI3 ASSAI ON 8,12 7,95 8,03 8,20 8,00 -0,99 CPLE3 COPEL ON 14,00 13,73 13,80 14,00 13,80 -1,00 BPAC11 BTGP BANCO UNT 50,38 49,37 49,92 50,44 49,60 -1,06 YDUQ3 YDUQS PART ON 7,56 7,34 7,48 7,59 7,44 -1,06 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,00 14,81 14,89 15,07 14,85 -1,07 USIM5 USIMINAS PNA 6,65 6,52 6,59 6,72 6,54 -1,21 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 43,85 43,03 43,28 43,87 43,11 -1,24 ITSA4 ITAUSA PN 12,75 12,42 12,48 12,76 12,45 -1,43 ENGI11 ENERGISA UNT 45,16 44,27 44,58 45,32 44,49 -1,44 BBAS3 BRASIL ON 19,39 19,00 19,24 19,44 19,00 -1,45 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 39,21 38,39 38,63 39,34 38,43 -1,46 AURE3 AUREN ON 10,59 10,22 10,36 10,61 10,38 -1,52 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,30 17,74 17,97 18,40 18,00 -1,53 TAEE11 TAESA UNIT 38,34 37,28 38,00 38,55 37,70 -1,57 UGPA3 ULTRAPAR ON 31,03 30,27 30,59 31,10 30,49 -1,61 SMFT3 SMART FIT ON 17,55 17,17 17,37 17,67 17,25 -1,65 RENT3 LOCALIZA ON 34,87 34,10 34,51 34,96 34,10 -1,76 ENEV3 ENEVA ON 24,54 23,99 24,18 24,64 24,11 -1,79 MRVE3 MRV ON 4,30 4,20 4,26 4,35 4,20 -1,87 CURY3 CURY S/A ON 31,18 30,16 31,02 31,89 30,87 -2,00 RDOR3 REDE D OR ON 33,29 32,27 32,49 33,33 32,49 -2,05 CSAN3 COSAN ON 3,30 3,18 3,24 3,33 3,21 -2,13 HAPV3 HAPVIDA ON 9,80 9,48 9,62 9,86 9,58 -2,15 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,11 28,41 28,60 29,15 28,43 -2,27 LREN3 LOJAS RENNER ON 12,10 11,68 11,86 12,17 11,74 -2,41 AZZA3 AZZAS 2154 ON 16,34 15,67 15,93 16,42 15,88 -2,70 CEAB3 CEA MODAS ON 8,70 8,36 8,47 8,71 8,38 -3,34 TOTS3 TOTVS ON 30,56 29,31 29,86 30,84 29,32 -4,15 DIRR3 DIRECIONAL ON 11,03 10,18 10,51 11,07 10,49 -4,72 BRKM5 BRASKEM PNA 5,66 5,20 5,42 5,79 5,20 -7,80 — Foto: Getty Images

Perguntas Frequentes sobre ENEV3F

Qual é a cotação de ENEV3F hoje na B3?
A cotação de ENEV3F hoje está em R$ 24,44. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 24,37 e máxima de R$ 24,71.
Quanto a ENEV3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker ENEV3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de ENEV3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ENEV3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ENEV3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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