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EMBJ3F – Cotação Embraer S.A.

Embraer S.A.

Preço Atual
R$ 101,24
+0.74%

Resumo Fundamentalista de EMBJ3F

O ativo EMBJ3F (Embraer S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 101,24, acumulando uma variação de +0.74% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 68,11 e a máxima de R$ 105,49.

Abertura
R$ 100,26
Fec. Ant: R$ 101,24
Variação Dia
Min: R$ 99,72
Max: R$ 101,28
52 Semanas
Mín: R$ 68,11
Máx: R$ 105,49
Volume
16.686
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 72,59 Bi
R$ 72,59 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a EMBJ3F

Market Cap
R$ 72,59 Bi

Dividendos

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Aviação Comercial A Azul Linhas Aéreas iniciará em novembro voos entre Confins e Parnaíba, no litoral do Piauí, com duas frequências semanais A Azul Linhas Aéreas anunciou na última segunda-feira (17), que iniciará em 18 de novembro a operação da rota entre o aeroporto internacional de Belo Horizonte e Parnaíba, no litoral do Piauí, com duas frequências semanais. Os voos serão realizados às quartas-feiras e aos sábados com o Embraer E195-E2, com capacidade para até 136 passageiros. Às quartas-feiras, o voo partirá de Confins às 12h55. No sentido inverso, a saída de Parnaíba ocorrerá às 16h30, com escala em Teresina. Aos sábados, a decolagem de Confins está programada para 9h30, também com escala em Teresina. No retorno, o voo deixará Parnaíba às 14h20. A nova ligação amplia a conectividade aérea de Parnaíba com a malha da Azul e integra o litoral do Piauí ao hub da companhia em Belo Horizonte. A operação também cria novas possibilidades de conexão para passageiros de outras regiões atendidas pela empresa a partir de Confins. A Azul no Piauí Atualmente, a companhia realiza cerca de 180 operações mensais entre pousos e decolagens no estado, concentradas em Teresina. Segundo a empresa, são ofertados mais de 30.000 assentos mensais na capital piauiense, com voos para Recife, Belo Horizonte (CNF) e Campinas/SP, considerados os principais hubs da transportadora.

Indústria de máquinas e equipamentos impulsiona economia com inovação
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1 de 3 Blocos e cabeçotes de motores produzidos pela Tupy são vendidos para fabricantes do porte de Volvo, Scania, Ford e Paccar — Foto: Max Schwoelk/Divulgação Blocos e cabeçotes de motores produzidos pela Tupy são vendidos para fabricantes do porte de Volvo, Scania, Ford e Paccar — Foto: Max Schwoelk/Divulgação A indústria de máquinas e equipamentos atua como vetor de difusão tecnológica na economia. De equipamentos médicos a componentes para caminhões, tratores e colheitadeiras, suas soluções ampliam a produtividade em diversas cadeias. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), cada R$ 1 de demanda adicional pelo setor gera R$ 3,30 em produção na economia brasileira, evidenciando seu efeito multiplicador. “No setor de máquinas e equipamentos, inovar é desenvolver soluções adaptadas a fatores como clima, matérias-primas, novos materiais, escala produtiva, logística e normas técnicas”, diz Cristina Zanella, diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq. Em 2025, o setor faturou R$ 299 bilhões, alta de 7,3%, e exportou US$ 14 bilhões para 210 países. Para 2026, a Abimaq projeta retração de 3,2%, pressionada sobretudo pelos juros elevados, endividamento e menor atividade doméstica, além de incertezas externas. 2 de 3 — Foto: Arte/Valor — Foto: Arte/Valor A Embraer ocupa o primeiro lugar do ranking Valor Inovação Brasil 2026 na categoria bens de capitais. “É preciso ofertar valor aos clientes, na forma de aeronaves mais leves, eficientes e seguras”, afirma Leonardo Garnica, líder de inovação corporativa da Embraer. A companhia tem investido, em média, 5% do faturamento ao ano em pesquisa, desenvolvimento e inovação. “Nos últimos anos, entre 40% e 50% da receita foi gerada por produtos inovadores de anos anteriores”, ressalta Garnica. Ocupando a segunda posição do ranking, a Siemens Healthineers desenvolve tecnologias médicas para diagnóstico, terapias e apoio à decisão clínica. Seu portfólio conta com ressonâncias magnéticas, tomógrafos computadorizados, sistemas de raios X, arcos cirúrgicos, aceleradores lineares de radioterapia e linhas de diagnóstico laboratorial. 3 de 3 Adriana Costa, da Siemens Healthineers: “Buscamos cocriar soluções” — Foto: Divulgação Adriana Costa, da Siemens Healthineers: “Buscamos cocriar soluções” — Foto: Divulgação A operação brasileira já representa 45% dos negócios da empresa na América Latina, apoiada por uma estrutura que inclui a fábrica em Joinville (SC) e o centro de treinamento em Jundiaí (SP), com foco na capacitação de profissionais de radioterapia e radiologia. Segundo Adriana Costa, presidente da Siemens Healthineers no Brasil, inovação significa desenvolver soluções sob medida. “É muito difícil apresentarmos um produto de prateleira. Buscamos entender as dores de cada organização para, então, cocriar soluções”, explica. Em 2025, a empresa destinou R$ 15 milhões a P&D. Desde 2013, os investimentos em projetos superaram R$ 120 milhões. A área de inovação reúne 12 profissionais, que são responsáveis por coordenar mais de 70 pesquisadores em instituições parceiras como Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Hospital Israelita Albert Einstein. Entre as inovações destacadas por Manuel Coelho, head de pesquisa e inovação da Siemens Healthineers para a América Latina, está a tecnologia de contagem de fótons na tomografia computadorizada, lançada em 2021. Em vez de converter os raios X em luz e depois em eletricidade, ela utiliza semicondutores diretamente para medir cada partícula de raios X, produzindo imagens de altíssima resolução. Na analogia do executivo, é como se o equipamento “não precisasse mais de um intérprete”, ou seja, de uma etapa intermediária, para gerar as imagens. A filial brasileira lançou, em 2022, uma tecnologia de operação remota de máquinas de ressonância magnética, desenvolvida no país durante a pandemia e, posteriormente, incorporada à linha global de produtos. Na terceira posição do ranking, está a Nidec Global Appliance, detentora da marca Embraco. No país, são três unidades em Santa Catarina, sendo duas em Joinville e uma em Itaiópolis, produzindo mais de 20 soluções divididas em compressores de velocidade fixa, de velocidade variável (inverter) e sistemas complexos de refrigeração, como unidades condensadoras. Assim, atende fabricantes de equipamentos de refrigeração para varejo, supermercados, cozinhas profissionais e segmento médico-científico, incluindo soluções para preservação de medicamentos e vacinas. A empresa investe anualmente entre 2% e 4% da receita líquida em P&D. O centro de pesquisa no país conta com uma equipe de 250 engenheiros e 16 laboratórios. A Nidec mantém parcerias com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), além de Montan Universität e TU Graz, na Áustria. Entre as inovações recentes, segundo Claudio de Pellegrini, chief technology & quality officer da Nidec, está o VLT, um compressor de velocidade variável para refrigeração comercial que usa o fluido refrigerante natural R290. Compacto, com menos de 4 kg, menos da metade do peso dos modelos anteriores, reduz consumo de matérias-primas e gera ganhos logísticos. “O projeto surgiu do desafio de superar as limitações de espaço interno dos refrigeradores comerciais, sem aumentar os custos e mantendo o desempenho necessário para aplicações como expositores de bebidas e de congelados”, explica o CTO. No quarto lugar no ranking de inovação setorial está a Tupy, multinacional brasileira que nasceu no mercado de conexões hidráulicas e ferro fundido maleável, ainda existentes no portfólio, mas que passou a concentrar seus negócios na produção de componentes estruturais, como blocos e cabeçotes de motores, utilizados em caminhões, máquinas de construção usadas em obras de saneamento básico e energia, além de tratores e colheitadeiras. Hoje, 70% das receitas vêm do mercado externo, sendo que a companhia atende grandes fabricantes como Volvo, Scania, Ford e Paccar. A meta da empresa é investir até 1% da receita líquida anualmente. No ano passado, a companhia faturou R$ 9,7 bilhões e destinou R$ 46 milhões a inovação. “Mas nosso indicador não é de volume investido, mas da eficiência que isso pode levar para a companhia”, pondera Gueitiro Genso, vice-presidente de novos negócios e inovação da Tupy. Para evoluir em soluções inovadoras, a empresa inaugurou no ano passado o Centro Avançado Tupy de Inteligência Artificial, mantém um polo de P&D de motores a biocombustíveis, que é o maior da América Latina, e uma planta-piloto de reciclagem de baterias. Além disso, conta com mais de 350 startups conectadas em sua aceleradora ShiftT e mantém parcerias com universidades e com o Senai. A inovação é fundamental para atender às novas exigências de descarbonização e redução das emissões de poluentes dos motores, como as regulamentações na Europa, que começaram com Euro 1 e chegaram a Euro 7, e a EPA 27, nos Estados Unidos. Desse modo, os blocos e cabeçotes precisam atender a essas regras e demandas das grandes montadoras globais. Avançando na escala de valor, a Tupy comprou em 2022 a fabricante de motores MWM para complementar seu portfólio com motores a combustão, especialmente com tecnologias de menor emissão como biometano e etanol. Quinta colocada no ranking, a Schulz atua na frente automotiva, com componentes fundidos e usinados para caminhões, máquinas agrícolas e equipamentos de construção, e na área de compressores, com soluções de ar comprimido. Em 2025, a companhia investiu R$ 33,1 milhões em PD&I, o equivalente a 1,71% da receita líquida consolidada. As prioridades são projetos ligados à indústria 4.0, descarbonização e inteligência de dados aplicada à mobilidade. “Ao reutilizar recursos, estudar ligas metálicas com menor pegada de carbono e otimizar processos internos, como a eficiência térmica dos fornos e o uso adequado de ar comprimido, buscamos uma posição de destaque em comparação ao mercado global”, afirma Sandro Trentin, CEO da Schulz. A companhia mantém articulação com o ecossistema de inovação, por meio de parcerias com instituições como Senai-SC, UFSC, Udesc, Univille e UFPR, além de startups, hubs de inovação e empresas de base tecnológica. Um dos exemplos dessa estratégia é a Schulz Tech, criada para desenvolver soluções de predição veicular e segurança viária. A startup monitora, em tempo real, indicadores como temperatura e pressão dos pneus, além das condições do sistema de freios de caminhões e carretas, emitindo alertas. A solução já tem resultados comprovados ao evitar acidentes e incêndios, reduzindo em até um terço o número de estouros de pneus e contribuindo para diminuir em cerca de 3% o consumo de combustível da frota. A Schulz também desenvolve soluções para valorização de resíduos industriais, como a areia de descarte de fundição, transformada em insumo para a construção civil por meio de rotas técnicas desenvolvidas com parceiros.

Subsidiária da Embraer fecha acordo para regulamentar eVTOL na Tailândia
UOL - Notícias 17/08/2026

Subsidiária da Embraer fecha acordo para regulamentar eVTOL na Tailândia

Indústria Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, e RV Connex assinam acordo para apoiar a regulamentação de mobilidade aérea avançada na Tailândia A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, e a empresa RV Connex anunciaram nesta segunda-feira (17), a assinatura de um memorando de entendimento para colaborar no desenvolvimento regulatório da mobilidade aérea avançada (AAM, na sigla em inglês) na Tailândia. O acordo prevê trabalho conjunto de longo prazo com autoridades, empresas, academia e outros setores para estabelecer as bases regulatórias e operacionais para operações de AAM no país, com o uso das aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOL). A parceria pretende apoiar a definição de requisitos para operações seguras, eficientes e escaláveis de mobilidade aérea avançada. Entre os temas previstos estão cenários operacionais, requisitos de segurança, regras de espaço aéreo e necessidades de infraestrutura específicas do sistema de aviação tailandês. O trabalho também deverá considerar padrões internacionais de AAM, adaptados às características do mercado e do ambiente regulatório da Tailândia. Autoridades e setor privado Pelo acordo, a RV Connex deverá atuar com representantes do governo, instituições acadêmicas e empresas do setor para reunir diferentes perspectivas sobre a implantação da mobilidade aérea avançada no país. A iniciativa busca criar um processo de desenvolvimento regulatório que considere tanto os requisitos da aviação tailandesa quanto referências adotadas internacionalmente. A cooperação também deverá avaliar as condições necessárias para futuras operações de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL). Aplicação no mercado tailandês A definição antecipada de regras para espaço aéreo, segurança, infraestrutura e operações é considerada parte da preparação para a implantação de serviços de AAM. O objetivo do acordo é contribuir para a criação de um ambiente regulatório compatível com a expansão de operações de mobilidade aérea urbana e regional. A Eve Air Mobility desenvolve um eVTOL voltado à mobilidade aérea urbana. A companhia também trabalha na estruturação de sistemas operacionais e de serviços necessários para a futura utilização comercial desse tipo de aeronave.

Perguntas Frequentes sobre EMBJ3F

Qual é a cotação de EMBJ3F hoje na B3?
A cotação de EMBJ3F hoje está em R$ 101,24. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 99,72 e máxima de R$ 101,28.
Quanto a EMBJ3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker EMBJ3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de EMBJ3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de EMBJ3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de EMBJ3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.