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CTBA11B Prefeitura Municipal de Curitiba Trust Units Consorciada Linha Verde – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Prefeitura Municipal de Curitiba Trust Units Consorciada Linha Verde

Preço Atual
R$ 1.000,00
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 0 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 0/12 (0.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Lucro Líquido não positivo ou dados indisponíveis

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L não disponível

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo CTBA11B (Prefeitura Municipal de Curitiba Trust Units Consorciada Linha Verde) está sendo negociado hoje a R$ 1.000,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 430,00 e a máxima de R$ 1.000,00.

Abertura
R$ 1.000,00
Fec. Ant: R$ 1.000,00
Variação Dia
Min: R$ 1.000,00
Max: R$ 1.000,00
52 Semanas
Mín: R$ 430,00
Máx: R$ 1.000,00
Volume
10
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: CTBA11B

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

R$ 0,00

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a CTBA11B

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
N/A

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Eleições 2026: XP, B3 (B3SA3) e mais 3 ações para comprar se Flávio Bolsonaro vencer – Money Times
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Eleições 2026: XP, B3 (B3SA3) e mais 3 ações para comprar se Flávio Bolsonaro vencer – Money Times

Com o trade eleitoral ganhando força na bolsa de valores, investidores já começam a avaliar quais ações podem se beneficiar de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano. Os bancos Citi e JPMorgan avaliam que empresas financeiras, de construção civil e consumo podem encontrar um ambiente mais favorável para crescer nesse cenário. Com base na recomendação dos bancos, no Money Picks desta semana, os jornalistas do Money Times apontam as melhores ações para investir caso Flávio Bolsonaro seja eleito. Para o Citi, no setor financeiro, as ações com potencial são XP Inc. (XP) e B3 (B3SA3). A análise do Citi para a entrada de Flávio aposta que mais disciplina nas contas públicas, inflação menor e redução da dívida poderiam aumentar a confiança dos investidores e ajudar a derrubar os juros. Deste modo, a XP poderia ser beneficiada por um aumento da procura por produtos de investimento de maior risco, enquanto a B3 ganharia com o crescimento do volume de negociações na Bolsa e com novas operações de captação de recursos por empresas. O Citi mantém recomendação de compra para os dois ativos, com preço-alvo de US$ 23 para a XP e de R$ 23 para a B3. Diferente de companhias mais ligadas à habitação popular, como Tenda e Cury, a Cyrela (CYRE3) possui maior exposição aos segmentos de média e alta renda, que costumam ser bastante sensíveis ao comportamento dos juros. Segundo o JPMorgan, uma combinação de ajuste fiscal mais forte, queda dos juros e melhora da confiança poderia levar o mercado a reavaliar o potencial da companhia. Hoje, a construtora negocia próxima ao seu valor patrimonial. Em um cenário de melhora do ambiente econômico, o banco avalia que esse múltiplo poderia avançar significativamente, refletindo uma percepção mais positiva dos investidores. Apesar disso, o JPMorgan mantém recomendação neutra para o papel, com preço-alvo de R$ 34,50 para o fim de 2027. Já o Citi adota uma visão mais otimista e inclui a Cyrela entre suas principais escolhas em um cenário de vitória de Flávio Bolsonaro. O Citi também destaca a C&A (CEAB3). Isso porque juros menores tendem a aliviar o orçamento das famílias, estimular a demanda por crédito e favorecer o consumo. Além do cenário macroeconômico, o banco vê avanços operacionais na companhia. Em relatórios recentes, os analistas destacaram a expansão da rede de lojas, reformas em unidades existentes e iniciativas para aumentar o engajamento dos clientes. O Citi tem recomendação de compra para a ação, com preço-alvo de R$ 16. Assim como a C&A, o Assaí (ASAI3) pode ser favorecido por uma melhora do consumo caso os juros recuem. No entanto, existe um fator adicional: a estrutura de capital da companhia. Com um endividamento relevante, o Assaí tende a sentir diretamente os efeitos de uma eventual redução das taxas de juros, o que poderia aliviar despesas financeiras e contribuir para a melhora dos resultados. Apesar disso, o Citi adota postura mais cautelosa em relação à ação. A recomendação atual é neutra, com preço-alvo de R$ 9,50. — O Money Picks vai ao ar toda segunda-feira, às 8h, no canal do YouTube do Money Times. *Sob supervisão de Maria Carolina Abe

Juro de Treasuries no maior nível em 20 anos: vale investir?
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Juro de Treasuries no maior nível em 20 anos: vale investir?

Retornos de títulos de 10 e 30 anos alcançam os maiores níveis em duas décadas e abrem perspectiva para diversificação em dólar O investidor conta hoje com a janela de oportunidade na renda fixa americana com maior rentabilidade em 20 anos. Em dólar. Isso porque os juros dos títulos públicos americanos – conhecidos como Treasuries – de longo prazo passaram dos 5% ao ano, para o maior patamar em mais de duas décadas, e podem subir mais. O rendimento do título do Tesouro dos EUA de 10 anos alcançou 5,23% anuais nesta segunda-feira (28), enquanto o de 30 anos está em 5,54%. São patamares que não são vistos desde 2004, no caso dos Treasuries de 30 anos. Já o título de 10 anos está na máxima desde 2007. Mesmo os títulos com vencimentos mais curtos, como os Tresuries de 2 anos e 3 anos, estão a um fio de passar a marca psicológica de 5% ao ano. A taxa do papel de 2 anos atingiu 4,91%, enquanto a do de 3 anos já está em 4,99% – níveis não registrados desde 2024. Essas taxas representam um momento favorável para “travar” os maiores retornos da renda fixa em dólar em duas décadas. Isso para quem vai levar o título até o vencimento. Estamos falando de um dos mercados com maior liquidez do mundo: ou seja, que tem uma das maiores demandas de negociação – as Treasuries giram por dia quase US$ 1 trilhão – e que, por isso, é muito fácil comprar e vender os papéis diariamente. Veja as simulações Quem investir R$ 20 mil agora, por exemplo, vai conseguir uma taxa de 5,23% anuais em um título de 10 anos. O valor inicial convertido para dólar na cotação atual resulta em US$ 3.832. No fim de uma década, o investidor vai receber US$ 6.381, que, em convertido para reais, seriam R$ 33,3 mil. Equivale a um ganho nominal de 66,5%. Isso sem considerar a variação cambial. Agora vamos calcular como ficaria com essa variação do dólar frente ao real. Nos últimos 10 anos, de setembro de 2016 ao fim de agosto de 2026, a moeda americana valorizou 62,9% ante a brasileira. Se aplicarmos o mesmo percentual à cotação atual, a divisa dos EUA estaria em R$ 8,5 em setembro de 2036. Os US$ 6.381, portanto, iriam equivaler a R$ 54,2 mil. O valor equivale a um ganho de 171%. Dólar X IPCA+ Podemos ainda comparar esse ganho com um investimento em Tesouro IPCA+. Vamos considerar o mesmo prazo para o título brasileiro atrelado à inflação. Só para efeito de referência, vamos usar o Tesouro IPCA+ 2040, que paga atualmente um retorno de inflação mais uma taxa 7,30% ao ano. Nesse cálculo vamos considerar o IPCA acumulado nos últimos 10 anos, de início de setembro de 2016 a fim de agosto de 2026, que alcançou 61,15%. Uma aplicação de R$ 20 mil com juro real, ou seja, acima da inflação, de 7,30% ao ano e usando o IPCA do período citado, retornaria R$ 65,2 mil após 10 anos. O investimento em dólar parece ter apresentado um ganho menor. No entanto, é preciso colocar esses dados em perspectiva. O Tesouro IPCA+ atualmente apresenta um retorno historicamente elevado. Na última década, o juro real de 10 anos das NTN-Bs, como são chamdos no mercado os títulos públicos IPCA+, ficou em torno de 5% ao ano. Nesse patamar, o papel do Tesouro brasileiro atrelado à inflação teria um retorno final de R$ 52,5 mil, abaixo, portanto do investimento em dólar. Uma janela rara A questão é que investir em moeda forte ajuda a proteger o portfólio. A tese é de diversificação, e não voltada para ganhos no curto prazo. Isso porque em momentos de turbulência nos mercados locais, o dólar costuma subir, o que valoriza a sua fatia da carteira na moeda americana e ajuda a compensar eventuais perdas em investimentos em real. E o momento atual é, particularmente, favorável a ampliar a fatia do portfólio em Treasuries diante dos juros em patamares historicamente elevados. “Estamos numa janela rara para a renda fixa em dólar, e o investidor deve aproveitar esse ambiente”, disse Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Juros históricos, mas com volatilidade Mas tem riscos. Se você pretende vender o papel antes do vencimento, ou entende que existe essa possibilidade por causa de uma necessidade de recursos no médio ou até no curto prazo, precisa estar atento a uma questão importante: na renda fixa, quando os rendimentos oferecidos aumentam, significa que os preços dos títulos caíram. O risco, portanto, é o de ter que vender esse título em um momento no qual as taxas continuam a subir e superam o retorno que você contratou. Por exemplo, se você tem um papel com juros de 5% ao ano e esse título passou a ser negociado a 5,5%, o seu saldo em dólares encolheu. Para um papel que ainda tem 10 anos até o vencimento, uma subida de 0,5 ponto percentual na taxa representa cerca de 3,7% de queda no valor. É um risco hoje não desprezível se buscarmos entender o pano de fundo da alta dos juros: o desafio do governo dos EUA de se financiar diante de déficits elevados que estão igualmente em patamares históricos. Se o governo não endereçar com medidas o aumento do déficit e da dívida, o mercado pode continuar a exigir prêmios mais altos para comprar títulos do Tesouro americano, e isso significará taxas ainda maiores. Do lado de cá, o investidor brasileiro tem uma motivação mais conjuntural para aplicar lá fora: a volatilidade cambial alimentada pela eleição no país deve durar até, pelo menos, o segundo turno no fim de outubro. Isso significa que existe uma janela para aproveitar esses ativos antes que a moeda americana passe a subir ou descer ante o real com mais força. O dólar acumula alta de 0,61% em setembro até dia 28, cotado a R$ 5,22. No ano, por outro lado, a moeda americana recua 5,46% ante o real. Investir em dólar: diferentes caminhos E como aproveitar essa maré dos juros internacionais? O surgimento das chamadas contas globais abriu as portas dos mercados americanos e da dolarização das carteiras a investidores de todos os tamanhos no Brasil. Até 2019, antes do surgimento dessas primeiras contas internacionais, investir diretamente no exterior poderia exigir estruturas complexas, como trusts e offshores, que têm um custo elevado. E estava acessível somente a investidores com patrimônio mais alto, de muitos milhões de reais. Hoje em dia, basta abrir uma conta global em plataformas, como Nomad, Wise, Avenue, Nubank, Inter, BTG Pactual e outras casas. São contas-correntes nas quais o titular converte reais em dólar, euro ou, basicamente, qualquer moeda de circulação internacional. E utiliza o saldo diretamente lá fora, por meio de um cartão de débito. As casas costumam oferecer ainda, associadas às contas globais, plataformas de investimentos em ativos no exterior, como títulos de renda fixa, ações e ETFs. Tesouro americano de diferentes formas É possível investir diretamente em Treasuries por meio dos apps. O valor mínimo padrão é de US$ 1 mil. Mas algumas casas já oferecem a possibilidade de investimento a partir de US$ 100, nos quais você aplica em uma fração do título. Além de aplicar diretamente em títulos, por meio das plataformas das contas globais, o investidor tem acesso ainda a ETFs listados nos EUA. São fundos passivos que seguem um índice, que podem ser formados por títulos públicos americanos. Quem prefere aplicar de olho em um prazo mais curto de vencimentos pode buscar ETFs de T-Bills, como são chamados os papéis públicos de curtíssimo prazo. O VBIL, da Vanguard, por exemplo, acompanha a variação de títulos com vencimento de até três meses e tem retorno próximo de 4% ao ano. Entre os fundos desse segmento com maior liquidez também estão o SPDR Bloomberg 1-3 Month T-Bill (BIL) e o iShares 0-3 Month Treasury Bond (SGOV). As cotas custam entre US$ 75 e US$ 100, um valor acessível para quem quer começar com pouco. Quanto custa a operação Para o brasileiro, há custos como um imposto de renda de 15% sobre os ganhos, incluindo a variação cambial, além de outros impostos como o IOF de 1,1% cobrado de recursos enviados para investimentos no exterior. A operação de conversão de reais para dólares também acrescenta custos, como o “spread“, ou seja, uma taxa extra cobrada pelos bancos para remunerar os serviços prestados no câmbio. Esse pedágio varia de casa para casa, de 0,8% a 2% para cada operação. Isso vale tanto para a conversão de reais em dólares, quanto, no sentido contrário, da moeda americana para a nossa divisa. Fundos de índices são alternativas É possível ainda encontrar alternativas na própria B3, aqui no Brasil. Há, por exemplo, ETFs negociados na bolsa, em reais, que acompanham os juros de 10 anos nos EUA. É o It Now S&P Tesouro Americano 10 Anos (T10R11), do Itaú. O ETF segue um índice baseado em contratos futuros de títulos do Tesouro americano de 10 anos. Esse fundo, no entanto, tem proteção cambial, ou seja, só entrega a subida ou descida das taxas, sem incluir a variação do dólar. Outra porta de entrada são os BDRs de ETFs. Os Brazilian Depositary Receipts são recibos negociados na B3 que representam ativos estrangeiros. Um BDR de ETF permite, na prática, comprar aqui cotas de um fundo de índice listado lá fora. Os BDRs, em geral, não têm a proteção cambial e estão sujeitos à variação do dólar. A BlackRock oferece várias opções de renda fixa americana nesse formato. O BGOV39 segue o iShares US Treasury Bond, que reúne títulos do Tesouro americano com prazos variados. O BSHV39 replica um índice de Treasuries de curto prazo, menos sensível às oscilações das taxas longas. Quem aceita um pouco mais de risco em troca de retorno maior tem o BLQD39, que investe em títulos corporativos de empresas com grau de investimento e, portanto, não em papéis do governo.

Dólar abre dia com leve queda na esteira de incertezas na guerra EUA x Irã
Dólar Hoje •

Dólar abre dia com leve queda na esteira de incertezas na guerra EUA x Irã

O dólar comercial apresentou leve baixa nesta terça-feira (29/9) em relação ao fechamento dessa segunda (28/9), quando registrou cotação de R$ 5,22. O valor de abertura da moeda, às 9h, foi de R$ 5,21. Às 9h03, a moeda estava em R$ 5,20. O comportamento é influenciado pelo momento de incerteza mundial, após novos impasses nas negociações de um cessar-fogo entre Estados Unidos (EUA) e Irã, o que provocou mudança no preço do petróleo. A alta do petróleo ocorreu depois que o presidente americano, Donald Trump, rejeitou, no sábado (26/9), uma proposta do Irã de trégua de sete dias na guerra. A oferta incluía a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, canal crucial para o escoamento da commodity. Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles Frequência de envio: Diário Ver todas Assinar Ver todas as newsletters Apesar disso, na tarde de segunda, Trump afirmou que a guerra acabaria “muito em breve”, com vitória para o lado americano. Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Além disso, as pesquisas eleitorais divulgadas na segunda também impactam os preços do Dólar. Os levantamentos mostraram uma pequena recuperação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). As cotações também devem ser impactadas pelos dados de desemprego, que foram divulgados na manhã desta terça pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em agosto, houve recuo e a taxa caiu a 5,3%, ante 5,6% observado no trimestre anterior. Ibovespa O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), abriu em leve queda, com 182 mil pontos às 10h05, após fechar o dia com 182,9 mil pontos na segunda, em estabilidade. Às 10h10, no entanto, o índice já registrava recuperação, com 182,1 mil pontos. A bolsa também é impactada pelas pesquisas eleitorais, que mostram Lula a frente de Flávio, mesmo que com uma distancia pequena.

Perguntas Frequentes sobre CTBA11B

Qual é a cotação de CTBA11B hoje na B3?
A cotação de CTBA11B hoje está em R$ 1.000,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 1.000,00 e máxima de R$ 1.000,00.
Quanto a CTBA11B paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker CTBA11B. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de CTBA11B?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de CTBA11B para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de CTBA11B?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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