CSAN3 Cosan S.A. – Cotação Hoje
Cosan S.A.
CNPJ: 50746577000115
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CSAN3
O ativo CSAN3 (Cosan S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 4,12, acumulando uma variação de +3.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,09 e a máxima de R$ 6,90. A companhia está inserida no setor de Petróleo e Gás, atuando no segmento de Exploração, Refino e Distribuição. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -1.78x e P/VP de 3.19x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 10.96%.
Histórico de Cotação: CSAN3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 40.418,60 Mi | R$ 43.950,74 Mi | R$ 39.468,50 Mi | R$ 39.737,37 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 13.175,61 Mi | R$ 13.714,68 Mi | R$ 10.918,60 Mi | R$ 8.984,23 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ -199,86 Mi | R$ 3.504,60 Mi | R$ 13.010,78 Mi | R$ 7.860,41 Mi |
| Lucro Líquido | R$ -10.194,40 Mi | R$ -8.161,77 Mi | R$ 4.884,74 Mi | R$ 2.820,88 Mi |
Sobre a CSAN3
A Cosan S.A., listada na B3 sob o ticker CSAN3, é uma holding brasileira com atuação relevante em energia, logística e distribuição por meio de participações em diferentes controladas e coligadas. A origem do grupo remonta a 1936, com evolução de negócios no setor sucroenergético e posterior diversificação. O portfólio inclui exposição a distribuição de combustíveis e conveniência, produção de açúcar e etanol, infraestrutura logística ferroviária, gás natural e lubrificantes. A estratégia corporativa combina gestão de portfólio, alocação de capital entre negócios operacionais e captura de sinergias em cadeias de energia e movimentação de cargas. Do ponto de vista financeiro e operacional, a companhia trabalha com estrutura de holding para coordenar crescimento, eficiência e desalavancagem nas investidas, mantendo governança e disciplina de retorno sobre capital. A diversificação setorial reduz dependência de um único elo da cadeia energética. No mercado brasileiro, a Cosan é um dos principais grupos privados com presença transversal em infraestrutura e energia, com operações majoritariamente domésticas e relevância para o abastecimento, a logística e o agronegócio.
Outras Ações do Setor de Petróleo e Gás
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Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022
O terceiro trimestre terminou com uma história bem diferente daquela que o mercado parecia contar no início de julho. Entre incertezas eleitorais, dúvidas sobre o rumo das contas públicas, volatilidade do petróleo no Oriente Médio e disparada dos juros americanos, a bolsa brasileira encontrou espaço para dar a volta por cima. De julho a setembro, o Ibovespa engatou uma alta de 8,3%, carimbando o melhor terceiro trimestre do índice desde o de 2022, quando a bolsa avançou 11,6%. Essa toada positiva eliminou as perdas do trimestre anterior, de 8,2%, e consolidou um avanço de 15,6% no acumulado do ano. Mais do que a recuperação acumulada no período, o que chamou a atenção foi a concentração do movimento, já que a maior parte desse ganho veio no último mês. Com o impulso da sessão desta quarta-feira (30), o Ibovespa encerrou setembro com alta de 5%, representando boa parte de toda a valorização registrada no trimestre. O apetite por risco, porém, não seguiu uma trajetória linear no período. A bolsa chegou ao fim de julho tentando recuperar o terreno perdido e atravessou agosto sob novas dúvidas na cena local e no exterior. Foi ao longo de setembro que houve uma reação mais ampla das ações. E o divisor de águas foi o alívio nas taxas de juros futuros no Brasil. A queda dos juros mudou a dinâmica das mesas de operações e transferiu o protagonismo para as empresas mais sensíveis à taxa básica de juros, a Selic. Ações de Magazine Luiza, Vamos, Assaí, Yduqs, Azzas e C&A despontaram entre os principais destaques de valorização do mês. Das 76 ações da carteira do Ibovespa, 55 subiram em setembro. Para as empresas domésticas, o recuo das taxas futuras altera algumas premissas de preços. Isso porque juros menores reduzem o custo do financiamento e melhoram as perspectivas para o consumo e a atividade. Esse efeito apareceu com mais força em setembro em companhias que haviam sido penalizadas pelo ambiente de juros elevados. Cabe lembrar que, ao longo do terceiro trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu duas vezes, em agosto e em setembro, e cortou a Selic em 0,25 ponto em ambas as ocasiões, levando a taxa para os atuais 13,75% ao ano. A condução do ciclo de afrouxamento monetário foi respaldada por uma sequência de dados mais fracos no cenário doméstico. Indicadores de inflação abaixo do esperado, sinais de desaceleração gradual na atividade e no mercado de trabalho, abriram espaço para o BC manter o ritmo de cortes. Para a próxima reunião, marcada para novembro, o mercado vê continuidade no ciclo de cortes. O Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe, mostra que 63,5% das apostas esperam um novo corte de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 13,50% ao ano. No trecho mais curto da curva de juros, a taxa do contrato de DI com vencimento em janeiro de 2027 encerrou o dia estável em 13,55% Já o contrato para janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%; Nas pontas mais longas, o DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,79% para 13,765%, enquanto a taxa do contrato para janeiro de 2031 caiu de 13,98% para 13,945%. Essa virada puxada pelas empresas domésticas acabou colocando a bolsa brasileira em uma trajetória própria, descolada dos grandes pares globais. Enquanto o Ibovespa avançou quase dois dígitos entre julho e setembro, em Nova York o S&P 500 e o Nasdaq subiram pouco mais de 2% no mesmo período. Essa distância entre os desempenhos traz uma dimensão de como as ações locais contaram com combustível próprio. Olhando para a cena doméstica, o sócio da Boa Brasil Capital, Marcos Bassani, vê o período como uma disputa entre forças que puxaram os ativos em direções diferentes. Segundo ele, a expectativa de queda dos juros e a melhora de alguns indicadores de inflação deram sustentação à bolsa, enquanto as dúvidas fiscais e eleitorais trouxeram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, o cenário internacional acrescentou uma camada de incerteza. A disparada dos juros americanos e o vaivém do petróleo passaram a alternar momentos de tensão e alívio, levando os investidores a recalibrar rapidamente suas posições. “Foi um trimestre de bastante oscilação”, afirma Bassani. Apesar dessa volatilidade, o encerramento de setembro deixou uma percepção bem mais favorável em relação ao país do que aquela vista no início de julho. O ambiente de maior apetite por risco no período também se refletiu no comportamento do dólar, que ficou estável em setembro e subiu apenas 0,2% no saldo dos três meses. E, é claro, essa reta final do trimestre também colocou as eleições no centro das atenções. As pesquisas de intenção de voto passaram a ser incorporadas aos preços dos ativos diariamente, aumentando a sensibilidade da bolsa e das curvas de juros a cada novo levantamento divulgado. A pesquisa Datafolha da última segunda-feira (28), por exemplo, mostrou Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Com as simulações de segundo turno apontando empate técnico, 47% contra 45%, respectivamente, o mercado passou a calibrar posições de olho nos eventuais rumos da política fiscal a partir do ano que vem. Sob a ótica do mercado, uma possível vitória de Flávio Bolsonaro tende a agradar mais os investidores, que enxergam no candidato uma postura mais alinhada às pautas fiscais, com foco na disciplina das contas públicas. O projeto de Lula, por outro lado, desperta mais receio pelo histórico de maiores gastos e descontrole fiscal. Lá fora, o fechamento do trimestre contou com um empurrão importante vindo dos Estados Unidos. A inflação medida pelo PCE, o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu abaixo do esperado em agosto. O dado mais brando ajudou a afastar o receio de novas altas de juros pelo Fed e abriu espaço para um alívio global que beneficiou os mercados emergentes. A fotografia do final de setembro, contudo, não apaga os pontos de atenção que continuam no radar dos investidores. A inflação americana ainda roda acima da meta de 2% e as tensões no Oriente Médio deixam a todo tempo os preços do petróleo sujeitos a picos de volatilidade. Por aqui, o mercado entra agora na etapa mais importante do ano. Com as eleições batendo à porta, outubro chega para testar se o alívio nas taxas de juros terá fôlego para se sustentar nos próximos meses. Para Marcos Bassani, o maior risco do quarto e último trimestre está em uma possível piora nas expectativas fiscais e políticas, o que poderia voltar a pressionar o câmbio e as curvas de juros. Em contrapartida, o especialista pontua que sinais mais claros de controle das contas públicas e uma inflação comportada têm potencial para reduzir os prêmios de risco e destravar novo fôlego para as ações até o fim do ano. Ações negociadas em 30/09/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 6,91 6,73 7,17 7,46 7,46 12,52 VAMO3 VAMOS ON 4,11 4,01 4,20 4,30 4,30 7,50 YDUQ3 YDUQS PART ON 10,60 10,50 10,84 11,14 11,14 7,01 CSNA3 SID NACIONAL ON 5,52 5,45 5,70 5,82 5,77 6,85 CSAN3 COSAN ON 3,81 3,75 3,91 3,99 3,96 6,45 HAPV3 HAPVIDA ON 6,45 6,35 6,59 6,76 6,67 6,21 CEAB3 CEA MODAS ON 9,75 9,64 9,94 10,20 10,03 5,47 COGN3 COGNA ON 2,23 2,17 2,26 2,34 2,32 5,45 CMIN3 CSN MINERACAO ON 4,86 4,80 4,94 5,07 5,01 5,25 RENT3 LOCALIZA ON 39,50 38,88 40,16 40,77 40,50 5,11 SMFT3 SMART FIT ON 17,01 16,81 17,26 17,56 17,56 4,77 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,17 42,71 44,02 44,67 44,28 4,68 BBAS3 BRASIL ON 22,50 22,23 22,80 23,07 23,07 4,67 BBDC4 BRADESCO PN 18,15 17,97 18,37 18,54 18,51 4,11 ASAI3 ASSAI ON 10,60 10,53 10,80 11,00 10,93 3,70 BBDC3 BRADESCO ON 15,98 15,87 16,16 16,31 16,22 3,64 MULT3 MULTIPLAN ON 31,38 30,98 31,66 32,12 31,72 3,46 FLRY3 FLEURY ON 22,17 22,17 22,76 23,06 22,79 3,45 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 26,68 26,26 26,93 27,33 27,02 3,37 ISAE4 ISA ENERGIA PN 27,32 26,88 27,25 27,72 27,59 3,29 HYPE3 HYPERA ON 23,85 23,74 24,39 24,71 24,48 3,16 ITSA4 ITAUSA PN 14,42 14,31 14,58 14,75 14,60 3,11 TAEE11 TAESA UNIT 41,09 40,92 41,53 41,92 41,81 3,08 NATU3 NATURA ON 6,61 6,53 6,66 6,75 6,75 3,05 ENEV3 ENEVA ON 27,94 27,18 27,73 28,07 27,87 2,84 AURE3 AUREN ON 12,85 12,64 12,90 13,02 13,02 2,60 ALOS3 ALLOS ON 29,32 29,01 29,46 29,76 29,49 2,50 B3SA3 B3 ON 18,42 18,09 18,34 18,60 18,34 2,46 VIVA3 VIVARA ON 23,30 22,82 23,25 23,64 23,60 2,39 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 45,25 44,96 45,58 46,10 45,51 2,27 EQTL3 EQUATORIAL ON 40,69 40,12 40,58 41,05 40,65 2,21 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,59 11,47 11,62 11,79 11,60 2,20 RDOR3 REDE D OR ON 38,35 37,41 38,00 38,50 38,29 2,11 ENGI11 ENERGISA UNT 53,10 52,16 52,84 53,28 52,97 2,10 RAIL3 RUMO S.A. ON 16,32 16,02 16,37 16,57 16,29 2,07 BPAC11 BTGP BANCO UNT 64,00 63,23 64,10 64,64 64,10 1,99 CMIG4 CEMIG PN 11,12 11,03 11,12 11,17 11,16 1,82 MRVE3 MRV ON 5,51 5,37 5,47 5,58 5,47 1,67 CPLE3 COPEL ON 16,05 15,82 15,97 16,07 16,00 1,59 SBSP3 SABESP ON 27,80 27,21 27,48 27,80 27,43 1,37 AZZA3 AZZAS 2154 ON 17,46 16,69 17,30 18,19 17,38 1,34 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,35 17,93 18,27 18,64 18,37 1,27 POMO4 MARCOPOLO PN 4,19 4,14 4,19 4,23 4,18 1,21 GOAU4 GERDAU MET PN 11,05 10,74 10,90 11,05 10,94 1,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,77 29,16 29,47 29,80 29,46 1,10 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 39,09 38,92 39,22 39,49 39,18 1,08 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 55,61 54,62 55,20 55,75 55,35 1,00 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 16,95 16,54 16,73 17,01 16,75 0,90 USIM5 USIMINAS PNA 7,08 6,91 7,01 7,11 7,01 0,86 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,34 29,70 29,93 30,48 29,81 0,71 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,78 46,83 47,20 47,83 47,29 0,66 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,59 15,31 15,39 15,59 15,36 0,59 BEEF3 MINERVA ON 3,96 3,91 3,97 4,06 3,94 0,51 VALE3 VALE ON 70,53 69,49 70,03 70,88 69,91 0,43 GGBR4 GERDAU PN 24,77 24,04 24,31 24,77 24,27 0,29 CYRE3 CYRELA REALT ON 27,50 26,93 27,32 27,91 27,18 0,18 PETR4 PETROBRAS PN 49,80 49,12 49,48 50,03 49,12 0,04 BRAP4 BRADESPAR PN 20,50 20,21 20,33 20,56 20,23 -0,05 PETR3 PETROBRAS ON 54,80 53,87 54,38 55,28 53,87 -0,35 SUZB3 SUZANO S.A. ON 45,02 44,20 44,40 45,02 44,20 -0,38 MBRF3 MARFRIG ON 17,05 16,78 16,89 17,08 16,78 -0,42 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,28 9,77 10,03 10,38 10,11 -0,49 BRAV3 BRAVA ON 18,49 18,12 18,34 18,59 18,12 -0,60 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,55 18,08 18,19 18,55 18,11 -0,88 TIMS3 TIM ON 19,01 18,33 18,50 19,08 18,33 -1,08 CSMG3 COPASA ON 57,77 56,31 57,07 58,06 56,31 -1,09 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,35 19,86 19,95 20,35 19,88 -1,14 PRIO3 PETRORIO ON 62,52 60,90 61,69 62,79 60,90 -1,14 TEND3 TENDA ON 28,15 25,80 26,78 28,30 27,01 -1,17 WEGE3 WEG ON 50,79 49,25 49,71 51,11 49,46 -1,65 UGPA3 ULTRAPAR ON 38,89 37,60 38,09 38,89 37,65 -1,83 VBBR3 VIBRA ON 38,60 36,58 37,29 38,60 37,16 -2,11 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,70 28,69 28,90 29,79 28,75 -2,77 EMBJ3 EMBRAER ON 101,82 97,30 98,54 102,25 97,31 -3,14 CURY3 CURY S/A ON 29,14 27,55 27,97 29,38 27,74 -3,41 TOTS3 TOTVS ON 35,47 33,19 33,68 35,57 33,43 -3,49 — Foto: GettyImages
Raízen convoca assembleia para votar novo conselho e reestruturação prevista na recuperação extrajudicial
São Paulo O conselho de administração da Raízen aprovou, nesta terça-feira (29), medidas para implementar o plano de recuperação extrajudicial do grupo, homologado em julho. Dentre elas, estão a eleição de um novo colegiado, o aumento do limite de capital autorizado para a empresa e a criação de um programa de units —cesta de ações que são negociadas juntas no mercado sob um único código. Segundo fato relevante enviado pela companhia à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), as propostas do conselho serão submetidas aos acionistas. "A administração reafirma seu compromisso com a implementação do plano e entende que as medidas ora aprovadas representam etapas relevantes para o fortalecimento da estrutura financeira e de governança da Raízen, contribuindo para geração de valor sustentável", afirma a empresa no documento. Planta industrial da Raízen em Guariba (SP) onde se produz etanol de segunda geração - Marcelo Toledo - 25.jul.24/Folhapress A companhia também publicou edital de convocação da assembleia geral extraordinária que vai apreciar as deliberações do conselho, marcada para 30 de outubro, em ambiente virtual. Publicidade Conforme a pauta, os acionistas votarão temas como a ampliação do capital autorizado da empresa para até 200 bilhões de ações sem a necessidade de uma reforma do estatuto, a eleição de um novo conselho de administração, além da criação de uma nova classe de ações preferenciais e de um programa de emissão de units —cestas de ativos da empresa. Também será discutida a redução do capital social da empresa em até R$ 35 bilhões por meio da distribuição de ativos da Raízen Energia S.A. e ajustes no plano de remuneração baseada em ações. Publicidade A companhia explica que, caso sejam aprovadas as medidas, o capital social da Raízen passará a ter três classes de ativos: ordinários (que dão direito a voto), preferenciais classe A e preferenciais classe B, ambas dando direito à preferência no pagamento de proventos. Com essa divisão, serão criadas units da empresa juntando uma ação ordinária e uma preferencial classe A. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões COMO ESTÁ A RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL DA RAÍZEN Homologado em 30 de julho, com apoio de 81,6% dos credores, o plano de recuperação extrajudicial da Raízen prevê a reestruturação de R$ 61,4 bilhões em dívidas. O plano envolve a conversão de 45% dos créditos em participação acionária dos credores, no valor de R$ 0,25 por ação. Os outros 55% serão transformados em novos títulos de dívida, por meio de substituição, refinanciamento ou aditamento. A Shell, controladora da Raízen, se comprometeu a entrar com R$ 3,5 bilhões, e Ometto ainda estuda entrar com R$ 500 milhões. Em paralelo, a empresa realizará um programa de desinvestimentos e vai separar o negócio de combustíveis da produção de etanol e cana-de-açúcar, fundidos em 2011, quando a Shell se juntou à Cosan para criar a empresa.
Prefeitura de Araxá
Prefeitura inicia obra de drenagem para conter avanço de erosão no bairro Jardim Europa V A Prefeitura de Araxá deu início à obra de drenagem pluvial no bairro Jardim Europa V para conter o avanço de um processo erosivo existente na região. A intervenção prevê a implantação de uma nova rede para melhorar o direcionamento das águas da chuva e proporcionar mais segurança à área afetada. Com a nova estrutura, as águas pluviais serão captadas e conduzidas de forma controlada, reduzindo os impactos provocados pelo escoamento no local. De acordo com o secretário municipal de Obras Públicas, Gustavo Lima, a nova estrutura vai melhorar a condução das águas pluviais. “Hoje, esse fluxo de água contribui para o avanço da erosão e pode levar sedimentos para as áreas mais baixas, onde há nascentes. Com a obra, a água será captada em um ponto mais alto e direcionada até um ponto mais baixo, de forma controlada e com menor velocidade, reduzindo esses impactos”, explica. Ao todo, serão implantados aproximadamente 458 metros de tubulação de concreto armado, com 1.000 milímetros de diâmetro. A obra recebe investimento de R$ 630.047,03, com recursos do fundo do Conselho Municipal de Saneamento Básico (Cosan), vinculado ao Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA). O prazo previsto de execução é de quatro meses. O projeto inclui ainda limpeza mecanizada da área, implantação de poços de visita, construção de escada hidráulica e de um dissipador de energia para reduzir a velocidade do escoamento ao longo do desnível do terreno.
Perguntas Frequentes sobre CSAN3
Qual é a cotação de CSAN3 hoje na B3?
Quanto a CSAN3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CSAN3?
O que significa o P/L e o P/VP de CSAN3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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