CP

CPFE3F CPFL Energia S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

CPFL Energia S.A.

Preço Atual
R$ 48,20
+3.90%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 3/12 (25.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Caixa Líquido (R$ 0.00 Bi) | Lucro: R$ 5.81 Bi

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE não disponível

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Sem histórico suficiente de proventos ou DY < 4%

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Dados de crescimento indisponíveis

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP não disponível

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1912 (114 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 9.25x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
EBITDA negativo ou dados de dívida insuficientes

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EBIT ou EV não positivo

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

ℹ️ Sem histórico de proventos suficiente Não foi possível calcular o Preço Teto de Barsi devido à ausência de histórico de pagamento de dividendos nos últimos anos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

ℹ️ Fórmula não aplicável (Prejuízo ou PL negativo) A Fórmula de Graham só é aplicável para empresas com Lucro por Ação (LPA) e Patrimônio Líquido (VPA) positivos.
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo CPFE3F (CPFL Energia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 48,20, acumulando uma variação de +3.90% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 37,72 e a máxima de R$ 57,18. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 9.25x.

Abertura
R$ 47,05
Fec. Ant: R$ 48,20
Variação Dia
Min: R$ 46,37
Max: R$ 48,29
52 Semanas
Mín: R$ 37,72
Máx: R$ 57,18
Volume
28.125
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: CPFE3F

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

9.25
R$ 5,21
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 53,71 Bi
R$ 53,71 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a CPFE3F

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 53,71 Bi

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Ações, FIIs ou renda fixa: qual o seu melhor aliado para se aposentar começando aos 35, 40 e 50 anos?
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Ações, FIIs ou renda fixa: qual o seu melhor aliado para se aposentar começando aos 35, 40 e 50 anos?

Depender de previdência pública para a aposentadoria não deveria ser a única alternativa para se sustentar na velhice. Segundo a pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), cerca de 60% dos brasileiros esperam viver exclusivamente de renda do INSS ao se aposentarem. No entanto, especialistas apontam que o sistema não será capaz de sustentar todo mundo no futuro. Fatores como o envelhecimento da população, queda da natalidade, aumento da expectativa de vida devem trazer novos desafios para à Previdência Social. Diante disso, os brasileiros devem procurar outras alternativas para garantir o seu sustento no futuro e nos investimentos é possível encontrar boas saídas. O Bora Investir consultou especialistas sobre onde investir na renda fixa e renda variável para garantir a tão sonhada aposentadoria e traz detalhes a seguir. Leia também Selic em 13,75%: especialistas destacam melhores oportunidades de investimento no novo cenário de juros O tempo é um aliado Já diria a máxima: quanto mais cedo você começa é melhor. Mas existe um motivo por trás desta frase, se trata dos juros compostos que podem potencializar os ganhos no futuro, uma espécie de bola de neve. Egbert Chaves, analista de fundos imobiliários da Dica de Hoje Research, explica que muitas vezes esse efeito demora a aparecer. “O efeito exponencial é assim. Vai devagar e, depois de alguns anos, explode”, diz. Já Fábio Sobreira, sócio e analista da Rocha Opções de Investimentos, acredita que o tempo atua como um exponente e não como um multiplicador. Ou seja, o tempo não muda a taxa que um investimento paga por ano, mas altera o tamanho do efeito desta taxa sobre o patrimônio. Segundo os especialistas, o principal ganho em começar cedo é ter mais tempo para aportar, reinvestir e atravessar diferentes ciclos de mercado. “Quem reinveste os rendimentos passa a ganhar juros também sobre os juros já acumulados e esse efeito cresce a cada ano”, destaca Leonardo Barbosa Frisoni, CEO e head de alocação da Convexa Investimentos. A pedido do Bora Investir, os especialistas montaram carteiras hipotéticas para quem começa a investir aos 35, 40 e 50 anos e pretende se aposentar aos 70. Cada simulação usa premissas e metas próprias, por isso os aportes não devem ser comparados entre as classes de ativos. Vale lembrar que as simulações têm caráter educacional e não constituem recomendação de investimento. Como se aposentar com renda fixa? Leonardo Frisoni, da Convexa, mostra o efeito dos juros compostos para quem quer se aposentar aos 70 anos com R$ 1 milhão acumulado a um juro real de 4,5%. Apesar da taxa ser a mesma para os três cenários, o tempo é aliado. Quem começa aos 35 anos deixa os juros fazerem mais da metade do trabalho. “Já quem começa aos 50 precisa aportar mais que o dobro por mês e depende muito mais do próprio salário”, explica Frisoni. Veja na tabela Quanto investir para ter R$ 1 milhão aos 70 anos Começa aos Aporte mensal Total aportado Parcela vinda dos juros % dos juros 35 anos R$ 1.000 R$ 420.000 R$ 580.000 58% 40 anos R$ 1.340 R$ 480.000 R$ 520.000 52% 50 anos R$ 2.600 R$ 625.000 R$ 375.000 38% Fonte: Convexa Investimentos. Valores aproximados em reais de hoje, já descontada a inflação As classes de títulos escolhidos na renda fixa também mudam conforme o prazo de investimento. Para períodos de 20, 30 ou 35 anos, Frisoni coloca os títulos atrelados ao IPCA no centro da estratégia. Ele justifica separando o valor do juro nominal do real. Segundo Frisoni, o juro nominal aparece no extrato, mas o real mostra quando o dinheiro cresceu efetivamente acima da inflação. “Um prefixado de 12% ao ano parece ótimo com a inflação em 5%, porque entrega um ganho real próximo de 6,7%. Se a inflação subir para 9%, os mesmos 12% viram menos de 3% de ganho real”, exemplifica. Para o especialista da Convexa, o que importa na aposentadoria é o que o seu dinheiro vai conseguir comprar lá na frente. “O título IPCA+ resolve isso, porque paga a inflação do período mais uma taxa fixa combinada na compra. Quem leva o título até o vencimento conhece, desde o momento da compra, a taxa real contratada, independentemente da inflação que ocorrer ao longo do período”, afirma Frisoni. Carteira hipotética na renda fixa para se aposentar 35 anos 40 anos 50 anos Aporte mensal estimado R$ 1.000 R$ 1.340 R$ 2.600 Tesouro IPCA+ / RendA+ 70% 65% 50% Crédito privado IPCA+ (opcional) 10% 10% 10% Prefixado 10% 10% 10% Pós-fixado (Tesouro Selic, CDB, LCI/LCA) 10% 15% 30% Fonte: Convexa Investimentos Na simulação, Frisoni dá preferência a títulos como o Tesouro IPCA+ ou o Tesouro RendA+, que conseguem dar o benefício dos juros reais, com um risco de crédito baixo, como o do governo. O head de alocação da Convexa explica que o Tesouro RendA+ já foi desenhado especificamente para quem quer se aposentar, porque o investidor acumula recursos durante a fase de aportes e a partir da data de conversão, recebe 240 parcelas mensais corrigidas pela inflação. O equivalente a 20 anos de renda. Frisoni aconselha escolher o vencimento mais próximo dos 70 anos. Desta forma, o ideal seria: RendA+ 2060 para quem tem 35, 2055 para quem tem 40 e 2045 para quem tem 50. Já em relação ao Tesouro IPCA+, a dica é escolher um ativo sem juros semestrais, para complementar a parcela de renda no vencimento. “Para quem começa aos 50 anos, o ideal é preferir vencimentos um pouco mais curtos deste título, que tendem a oscilar menos de preço”, aconselha. Para complementar a carteira de renda fixa, o especialista indica outras classes de ativos, como crédito privado, principalmente debêntures incentivadas, que financiam projetos de infraestrutura e são isentas de imposto de renda. “Elas podem melhorar o retorno líquido da carteira, mas trazem riscos que o título público não tem, como risco de crédito da empresa emissora e liquidez menor no mercado secundário”, alerta Frisoni. Já em relação aos ativos prefixados, a dica do CEO da Convexa e ter uma parcela de 10% da carteira, porque no longo prazo o risco de a inflação surpreender pode jogar contra estes títulos. E em relação aos pós-fixados, que seguem o desempenho da Selic ou CDI, Frisoni destaca a função de proporcionar liquidez e estabilidade para a carteira. “É a única classe de ativos que cresce com a idade, tem pouco peso na carteira aos 35, mas deve aumentar aos 50, quando a aposentadoria está perto”, destaca ele. Frisoni também reforça que uma carteira de renda fixa para a aposentadoria não deve ficar congelada nos mesmos ativos até os 70 anos. O ideal é que conforme a data de se aposentar chega, o investidor reduza os títulos mais longos e aumente os de maior liquidez. Já se a aposentadoria está longe, a dica do especialista é travar bons juros reais. Como se aposentar com ações? Para Fábio Sobreira, da Rocha Opções de Investimentos, as ações que pagam dividendos também são uma ótima alternativa para quem busca se aposentar. A dica do analista é escolher ações de empresas maduras, consolidadas e presentes em setores essenciais da economia, tais como energia elétrica, transmissão de energia, saneamento, seguros, bancos e telecomunicações. Ele destaca que este tipo de companhia gera lucros previsíveis e distribui proventos recorrentes acima da inflação. Com base nestas premissas, Sobreira montou uma carteira hipotética com o objetivo de o investidor receber R$ 5 mil em dividendos por mês aos 70 anos. Para isso, o patrimônio acumulado por ele deveria ser de R$ 513.589, considerando uma carteira com 8 empresas consolidadas, de baixa alavancagem, forte geração de caixa livre, priorizando setores essenciais da economia e com presença em exportação ou dólar. Sobreira dividiu a carteira em pesos iguais para as ações, de 12,5% por ação. A média de dividend yield (retorno em dividendos) destas ações nos últimos cinco anos foi de 11,68%. Setor Ação DY 12 meses DY médio 5 anos Petróleo Petrobras (PETR4) 7,43% 28,02% Energia elétrica Cemig (CMIG4) 12,46% 12,31% Mineração Vale (VALE3) 8,06% 11,12% Transmissão de energia Taesa (TAEE11) 7,48% 10,48% Energia elétrica CPFL (CPFE3) 8,50% 9,00% Bancos / holding Itaúsa (ITSA4) 8,08% 8,04% Seguros BB Seguridade (BBSE3) 11,81% 7,95% Telecomunicações TIM (TIMS3) 7,97% 6,54% Média 8,97% 11,68% Média 5 anos sem Petrobras  9,35% Sobreira destaca ainda o fator tempo. Quem começou a investir aos 35 anos, precisou aportar apenas R$ 101,50 por mês. Ao longo de três décadas e meia, o investidor tirou do próprio bolso somente R$ 42.629 (8,3% do patrimônio final). Os 91,7% restantes foram gerados exclusivamente pelo reinvestimento de dividendos. O efeito bola de neve. Já aos 50 anos, com prazo menor de investimento, o aporte mensal subiu para R$ 585,50 por mês (quase 6 vezes mais do que quem começou aos 35). O investidor precisará desembolsar R$ 140.520 do próprio bolso, o que representa 27,4% do patrimônio. Começa aos Aporte mensal Total aportado % aportado Parcela vinda dos dividendos % dividendos 35 anos R$ 101,50 R$ 42.629 8,3% R$ 470.959 91,7% 40 anos R$ 179,18 R$ 64.505 12,6% R$ 449.084 87,4% 50 anos R$ 585,50 R$ 140.520 27,4% R$ 373.069 72,6% Para Sobreira a conclusão é gritante “Começar cedo é muito mais barato do que tentar correr atrás do tempo perdido mais tarde”, pontua. Como se aposentar com fundos imobiliários? Jonata Tribioli, especialista em operações imobiliárias e diretor da IBR Capital, destaca que nos fundos imobiliários há segmentos resilientes para quem busca se aposentar. Ele destaca que o investidor não deve olhar apenas quem está pagando um dividend yield elevado hoje e sim focar em diversificar as fontes de renda, ativos e riscos. Para isso ele tem preferência por FIIs de logística, pela exposição a galpões e centros de distribuição. Renda Urbana, que ajuda a diversificar a origem dos alugueis por meio de imóveis destinados ao varejo, educação e serviços. FIIs de shoppings porque acrescentam a carteira exposição ao consumo e atividade econômica. E FIIs de escritórios, que a depender da localização e qualidade dos edifícios podem fazer diferença no portfólio. Além dos FIIs de tijolo, Tribioli aconselha uma exposição a fundos de papel, como recebíveis ligados ao CDI, que aumentam a exposição ao crédito imobiliário pós-fixado. E os recebíveis ligados ao IPCA, que são indexados à inflação e vão permitir diversificar os indexadores de uma carteira. Veja abaixo carteira hipotética do especialista Segmento Peso DY 12 meses O que observar Logística 30% 9,16% Localização, ocupação, locatários e contratos Renda urbana 25% 11,36% Qualidade e concentração dos locatários Shopping centers 15% 10,67% Vendas dos lojistas e inadimplência Escritórios 10% 10,54% Vacância e carências concedidas Recebíveis CDI 10% 12,79% Devedor, garantias e concentração Recebíveis IPCA 10% 12,79% Devedor, garantias e prazos DY ponderado 100% 10,80% Fonte: IBR Capital Tribioli estabeleceu como meta ilustrativa, o investidor conquistar R$ 1,2 milhão aos 70 anos. Para isso, ele partiu de um patrimônio inicial zero, realizando aportes ao final de cada mês e reinvestimento integralmente todos os dividendos recebidos. Considerando que o dividend yield se mantivesse em 10,80% ao longo do tempo, o resultado seria o seguinte: Começa aos Aporte mensal (meta nominal de R$ 1,2 milhão) 35 anos R$ 292 40 anos R$ 498 50 anos R$ 1.520 Quem começou aos 35 anos e teve 35 anos de acumulação de patrimônio, precisou aportar mensalmente R$ 292. Já aos 40 anos, o aporte sobe para R$ 498 e aos R$ 50 é muito maior, de R$ 1520. “É aqui que conseguimos visualizar matematicamente o peso que o tempo e o reinvestimento podem ter no processo de acumulação”, destaca Tribioli. Egbert Chaves, da Dica de Hoje Research, acredita que FIIs com mais estabilidade nos dividendos para garantir a sonhada aposentadoria estão nos segmentos de shoppings, logística, renda urbana e recebíveis, este último com oscilação maior. Ele alerta para muitos investidores evitarem o erro de escolher fundos imobiliários pelos rankings dos que mais pagam proventos. “Muitas vezes a cota cai antes dos rendimentos, deixando o dividend yield mais alto, mas isso é apenas ilusão”, pontua. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

Carteira Dividendos Safra: B3 entra em outubro de 2026
B3 •

Carteira Dividendos Safra: B3 entra em outubro de 2026

Resumo A Carteira Dividendos Safra substituiu Cury por B3 em outubro, buscando melhor potencial de geração de dividendos em um mercado que exige seletividade entre ativos. B3 negocia abaixo de seu múltiplo médio de cinco anos com dividend yield estimado de 7,2% e projeção de 7,8% para 2027, enquanto Cury enfrenta ausência de catalisadores no setor de construção de baixa renda. A carteira mantém dez ações diversificadas em seis setores com dividend yield de 8,2%, acumulando retorno de 22,0% em 2026, superando o IDIV em 57,3% dos 82 meses de histórico desde janeiro de 2020. Resumo supervisionado por jornalista. A Carteira Dividendos do Safra tem ajustes para o mês de outubro de 2026. A Safra Corretora incluiu B3 (B3SA3) na composição e retirou Cury (CURY3), incorporadora voltada principalmente ao segmento de baixa renda. A mudança reflete a busca por alternativas com potencial de geração de receita e distribuição de proventos em um ambiente de mercado que exige seletividade. A ação da B3 negocia abaixo de seu múltiplo médio dos últimos cinco anos, segundo a análise da Safra Corretora. Além disso, a expectativa de maior atividade no mercado financeiro no quarto trimestre tende a favorecer as receitas da operadora da bolsa brasileira. A estimativa indicada no relatório aponta para dividend yield de 7,2% para B3, enquanto o carrego projetado para 2027 alcança 7,8%. Já a saída de Cury ocorre diante da ausência de catalisadores mais claros para o setor de construção de baixa renda. O comprometimento do orçamento das famílias também amplia os desafios para o segmento, embora a Safra Corretora mantenha visão positiva sobre a tese da companhia no longo prazo. Carteira Dividendos reúne dez ações de seis setores A Carteira Dividendos mantém dez ações, cada uma com participação de 10%. A distribuição busca equilibrar setores defensivos, empresas expostas ao ciclo econômico e nomes com potencial de geração recorrente de caixa. A composição de outubro inclui: Código Companhia Setor Cotação de fechamento em 30/09/2026 (R$) P/L 2026E Dividend yield B3SA3 B3 Serviços Financeiros 18,34 13,9x 7,2% PETR4 Petrobras Petróleo e Gás 49,12 7,1x 10,2% SAUD3 BradSaúde Saúde 13,35 8,3x 6,2% CXSE3 Caixa Seguridade Serviços Financeiros 19,88 12,7x 6,7% ITSA4 Itaúsa Serviços Financeiros 14,60 8,3x 8,6% ALOS3 Allos Shoppings 29,49 17,7x 12,1% VALE3 Vale Siderurgia e Mineração 69,91 9,2x 8,0% TAEE11 Taesa Utilidades Básicas 41,81 9,6x 9,4% CPFE3 CPFL Energia Utilidades Básicas 45,51 10,3x 7,7% CPLE3 Copel Utilidades Básicas 16,00 17,4x 5,5% O setor de utilidades básicas responde por 30% da carteira, mesma participação de serviços financeiros. Petróleo e gás, siderurgia e mineração, shoppings e saúde representam 10% cada. O dividend yield estimado para o conjunto da carteira é de 8,2%. Histórico supera IDIV no ano Em setembro, a carteira registrou alta de 2,30%, abaixo do IDIV, que avançou 4,45%, e do Ibovespa, que subiu 5,03%. No acumulado de 2026, no entanto, a carteira avançou 22,0%, acima dos 17,6% do IDIV e dos 15,7% do Ibovespa. Nos últimos 12 meses, o portfólio acumulou valorização de 36,7%, ante 27,9% do IDIV e 27,4% do Ibovespa. Desde o início da estratégia, em janeiro de 2020, o retorno alcançou 105,5%, comparado a 93,5% do índice de dividendos e 56,9% do Ibovespa. A carteira superou o IDIV em 47 dos 82 meses de histórico, o equivalente a 57,3% do período analisado. Empresas defensivas sustentam a seleção A manutenção de Taesa (TAEE11), CPFL Energia (CPFE3) e Copel (CPLE3) preserva a exposição a companhias de utilidades básicas, tradicionalmente associadas a receitas mais previsíveis e potencial de pagamento de dividendos. A Safra Corretora destaca que Taesa encerrou seu ciclo mais intenso de investimentos e tende a ampliar a geração de caixa. A análise também considera a empresa uma posição defensiva para a composição da carteira. No caso de CPFL Energia, a avaliação considera a qualidade dos ativos e a perspectiva de equilíbrio entre crescimento e distribuição de lucros. Para Copel, a combinação entre dividendos, expansão do EBITDA e desconto de valuation sustenta a permanência na seleção. Allos (ALOS3) também permanece na carteira. A companhia reúne portfólio de shoppings, disciplina de custos, redução de alavancagem e nova política de dividendos. A estratégia de venda de ativos não prioritários ajudou a financiar recompras de ações e a fortalecer a estrutura de capital. Renda, diversificação e revisão mensal A Carteira Dividendos do Safra é revisada mensalmente pelos especialistas da Safra Corretora. Esse acompanhamento permite ao investidor observar mudanças táticas e estruturais do mercado sem precisar realizar, sozinho, o monitoramento contínuo dos ativos. A proposta combina conveniência operacional, diversificação e alinhamento com tendências de crescimento observadas em diferentes setores da economia. Dessa forma, a carteira reúne empresas com perfis distintos de geração de caixa, distribuição de proventos e exposição ao cenário macroeconômico. Confira a análise completa da Carteira Dividendos do Safra para outubro

Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022
Selic •

Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022

O terceiro trimestre terminou com uma história bem diferente daquela que o mercado parecia contar no início de julho. Entre incertezas eleitorais, dúvidas sobre o rumo das contas públicas, volatilidade do petróleo no Oriente Médio e disparada dos juros americanos, a bolsa brasileira encontrou espaço para dar a volta por cima. De julho a setembro, o Ibovespa engatou uma alta de 8,3%, carimbando o melhor terceiro trimestre do índice desde o de 2022, quando a bolsa avançou 11,6%. Essa toada positiva eliminou as perdas do trimestre anterior, de 8,2%, e consolidou um avanço de 15,6% no acumulado do ano. Mais do que a recuperação acumulada no período, o que chamou a atenção foi a concentração do movimento, já que a maior parte desse ganho veio no último mês. Com o impulso da sessão desta quarta-feira (30), o Ibovespa encerrou setembro com alta de 5%, representando boa parte de toda a valorização registrada no trimestre. O apetite por risco, porém, não seguiu uma trajetória linear no período. A bolsa chegou ao fim de julho tentando recuperar o terreno perdido e atravessou agosto sob novas dúvidas na cena local e no exterior. Foi ao longo de setembro que houve uma reação mais ampla das ações. E o divisor de águas foi o alívio nas taxas de juros futuros no Brasil. A queda dos juros mudou a dinâmica das mesas de operações e transferiu o protagonismo para as empresas mais sensíveis à taxa básica de juros, a Selic. Ações de Magazine Luiza, Vamos, Assaí, Yduqs, Azzas e C&A despontaram entre os principais destaques de valorização do mês. Das 76 ações da carteira do Ibovespa, 55 subiram em setembro. Para as empresas domésticas, o recuo das taxas futuras altera algumas premissas de preços. Isso porque juros menores reduzem o custo do financiamento e melhoram as perspectivas para o consumo e a atividade. Esse efeito apareceu com mais força em setembro em companhias que haviam sido penalizadas pelo ambiente de juros elevados. Cabe lembrar que, ao longo do terceiro trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu duas vezes, em agosto e em setembro, e cortou a Selic em 0,25 ponto em ambas as ocasiões, levando a taxa para os atuais 13,75% ao ano. A condução do ciclo de afrouxamento monetário foi respaldada por uma sequência de dados mais fracos no cenário doméstico. Indicadores de inflação abaixo do esperado, sinais de desaceleração gradual na atividade e no mercado de trabalho, abriram espaço para o BC manter o ritmo de cortes. Para a próxima reunião, marcada para novembro, o mercado vê continuidade no ciclo de cortes. O Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe, mostra que 63,5% das apostas esperam um novo corte de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 13,50% ao ano. No trecho mais curto da curva de juros, a taxa do contrato de DI com vencimento em janeiro de 2027 encerrou o dia estável em 13,55% Já o contrato para janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%; Nas pontas mais longas, o DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,79% para 13,765%, enquanto a taxa do contrato para janeiro de 2031 caiu de 13,98% para 13,945%. Essa virada puxada pelas empresas domésticas acabou colocando a bolsa brasileira em uma trajetória própria, descolada dos grandes pares globais. Enquanto o Ibovespa avançou quase dois dígitos entre julho e setembro, em Nova York o S&P 500 e o Nasdaq subiram pouco mais de 2% no mesmo período. Essa distância entre os desempenhos traz uma dimensão de como as ações locais contaram com combustível próprio. Olhando para a cena doméstica, o sócio da Boa Brasil Capital, Marcos Bassani, vê o período como uma disputa entre forças que puxaram os ativos em direções diferentes. Segundo ele, a expectativa de queda dos juros e a melhora de alguns indicadores de inflação deram sustentação à bolsa, enquanto as dúvidas fiscais e eleitorais trouxeram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, o cenário internacional acrescentou uma camada de incerteza. A disparada dos juros americanos e o vaivém do petróleo passaram a alternar momentos de tensão e alívio, levando os investidores a recalibrar rapidamente suas posições. “Foi um trimestre de bastante oscilação”, afirma Bassani. Apesar dessa volatilidade, o encerramento de setembro deixou uma percepção bem mais favorável em relação ao país do que aquela vista no início de julho. O ambiente de maior apetite por risco no período também se refletiu no comportamento do dólar, que ficou estável em setembro e subiu apenas 0,2% no saldo dos três meses. E, é claro, essa reta final do trimestre também colocou as eleições no centro das atenções. As pesquisas de intenção de voto passaram a ser incorporadas aos preços dos ativos diariamente, aumentando a sensibilidade da bolsa e das curvas de juros a cada novo levantamento divulgado. A pesquisa Datafolha da última segunda-feira (28), por exemplo, mostrou Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Com as simulações de segundo turno apontando empate técnico, 47% contra 45%, respectivamente, o mercado passou a calibrar posições de olho nos eventuais rumos da política fiscal a partir do ano que vem. Sob a ótica do mercado, uma possível vitória de Flávio Bolsonaro tende a agradar mais os investidores, que enxergam no candidato uma postura mais alinhada às pautas fiscais, com foco na disciplina das contas públicas. O projeto de Lula, por outro lado, desperta mais receio pelo histórico de maiores gastos e descontrole fiscal. Lá fora, o fechamento do trimestre contou com um empurrão importante vindo dos Estados Unidos. A inflação medida pelo PCE, o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu abaixo do esperado em agosto. O dado mais brando ajudou a afastar o receio de novas altas de juros pelo Fed e abriu espaço para um alívio global que beneficiou os mercados emergentes. A fotografia do final de setembro, contudo, não apaga os pontos de atenção que continuam no radar dos investidores. A inflação americana ainda roda acima da meta de 2% e as tensões no Oriente Médio deixam a todo tempo os preços do petróleo sujeitos a picos de volatilidade. Por aqui, o mercado entra agora na etapa mais importante do ano. Com as eleições batendo à porta, outubro chega para testar se o alívio nas taxas de juros terá fôlego para se sustentar nos próximos meses. Para Marcos Bassani, o maior risco do quarto e último trimestre está em uma possível piora nas expectativas fiscais e políticas, o que poderia voltar a pressionar o câmbio e as curvas de juros. Em contrapartida, o especialista pontua que sinais mais claros de controle das contas públicas e uma inflação comportada têm potencial para reduzir os prêmios de risco e destravar novo fôlego para as ações até o fim do ano. Ações negociadas em 30/09/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 6,91 6,73 7,17 7,46 7,46 12,52 VAMO3 VAMOS ON 4,11 4,01 4,20 4,30 4,30 7,50 YDUQ3 YDUQS PART ON 10,60 10,50 10,84 11,14 11,14 7,01 CSNA3 SID NACIONAL ON 5,52 5,45 5,70 5,82 5,77 6,85 CSAN3 COSAN ON 3,81 3,75 3,91 3,99 3,96 6,45 HAPV3 HAPVIDA ON 6,45 6,35 6,59 6,76 6,67 6,21 CEAB3 CEA MODAS ON 9,75 9,64 9,94 10,20 10,03 5,47 COGN3 COGNA ON 2,23 2,17 2,26 2,34 2,32 5,45 CMIN3 CSN MINERACAO ON 4,86 4,80 4,94 5,07 5,01 5,25 RENT3 LOCALIZA ON 39,50 38,88 40,16 40,77 40,50 5,11 SMFT3 SMART FIT ON 17,01 16,81 17,26 17,56 17,56 4,77 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,17 42,71 44,02 44,67 44,28 4,68 BBAS3 BRASIL ON 22,50 22,23 22,80 23,07 23,07 4,67 BBDC4 BRADESCO PN 18,15 17,97 18,37 18,54 18,51 4,11 ASAI3 ASSAI ON 10,60 10,53 10,80 11,00 10,93 3,70 BBDC3 BRADESCO ON 15,98 15,87 16,16 16,31 16,22 3,64 MULT3 MULTIPLAN ON 31,38 30,98 31,66 32,12 31,72 3,46 FLRY3 FLEURY ON 22,17 22,17 22,76 23,06 22,79 3,45 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 26,68 26,26 26,93 27,33 27,02 3,37 ISAE4 ISA ENERGIA PN 27,32 26,88 27,25 27,72 27,59 3,29 HYPE3 HYPERA ON 23,85 23,74 24,39 24,71 24,48 3,16 ITSA4 ITAUSA PN 14,42 14,31 14,58 14,75 14,60 3,11 TAEE11 TAESA UNIT 41,09 40,92 41,53 41,92 41,81 3,08 NATU3 NATURA ON 6,61 6,53 6,66 6,75 6,75 3,05 ENEV3 ENEVA ON 27,94 27,18 27,73 28,07 27,87 2,84 AURE3 AUREN ON 12,85 12,64 12,90 13,02 13,02 2,60 ALOS3 ALLOS ON 29,32 29,01 29,46 29,76 29,49 2,50 B3SA3 B3 ON 18,42 18,09 18,34 18,60 18,34 2,46 VIVA3 VIVARA ON 23,30 22,82 23,25 23,64 23,60 2,39 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 45,25 44,96 45,58 46,10 45,51 2,27 EQTL3 EQUATORIAL ON 40,69 40,12 40,58 41,05 40,65 2,21 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,59 11,47 11,62 11,79 11,60 2,20 RDOR3 REDE D OR ON 38,35 37,41 38,00 38,50 38,29 2,11 ENGI11 ENERGISA UNT 53,10 52,16 52,84 53,28 52,97 2,10 RAIL3 RUMO S.A. ON 16,32 16,02 16,37 16,57 16,29 2,07 BPAC11 BTGP BANCO UNT 64,00 63,23 64,10 64,64 64,10 1,99 CMIG4 CEMIG PN 11,12 11,03 11,12 11,17 11,16 1,82 MRVE3 MRV ON 5,51 5,37 5,47 5,58 5,47 1,67 CPLE3 COPEL ON 16,05 15,82 15,97 16,07 16,00 1,59 SBSP3 SABESP ON 27,80 27,21 27,48 27,80 27,43 1,37 AZZA3 AZZAS 2154 ON 17,46 16,69 17,30 18,19 17,38 1,34 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,35 17,93 18,27 18,64 18,37 1,27 POMO4 MARCOPOLO PN 4,19 4,14 4,19 4,23 4,18 1,21 GOAU4 GERDAU MET PN 11,05 10,74 10,90 11,05 10,94 1,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,77 29,16 29,47 29,80 29,46 1,10 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 39,09 38,92 39,22 39,49 39,18 1,08 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 55,61 54,62 55,20 55,75 55,35 1,00 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 16,95 16,54 16,73 17,01 16,75 0,90 USIM5 USIMINAS PNA 7,08 6,91 7,01 7,11 7,01 0,86 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,34 29,70 29,93 30,48 29,81 0,71 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,78 46,83 47,20 47,83 47,29 0,66 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,59 15,31 15,39 15,59 15,36 0,59 BEEF3 MINERVA ON 3,96 3,91 3,97 4,06 3,94 0,51 VALE3 VALE ON 70,53 69,49 70,03 70,88 69,91 0,43 GGBR4 GERDAU PN 24,77 24,04 24,31 24,77 24,27 0,29 CYRE3 CYRELA REALT ON 27,50 26,93 27,32 27,91 27,18 0,18 PETR4 PETROBRAS PN 49,80 49,12 49,48 50,03 49,12 0,04 BRAP4 BRADESPAR PN 20,50 20,21 20,33 20,56 20,23 -0,05 PETR3 PETROBRAS ON 54,80 53,87 54,38 55,28 53,87 -0,35 SUZB3 SUZANO S.A. ON 45,02 44,20 44,40 45,02 44,20 -0,38 MBRF3 MARFRIG ON 17,05 16,78 16,89 17,08 16,78 -0,42 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,28 9,77 10,03 10,38 10,11 -0,49 BRAV3 BRAVA ON 18,49 18,12 18,34 18,59 18,12 -0,60 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,55 18,08 18,19 18,55 18,11 -0,88 TIMS3 TIM ON 19,01 18,33 18,50 19,08 18,33 -1,08 CSMG3 COPASA ON 57,77 56,31 57,07 58,06 56,31 -1,09 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,35 19,86 19,95 20,35 19,88 -1,14 PRIO3 PETRORIO ON 62,52 60,90 61,69 62,79 60,90 -1,14 TEND3 TENDA ON 28,15 25,80 26,78 28,30 27,01 -1,17 WEGE3 WEG ON 50,79 49,25 49,71 51,11 49,46 -1,65 UGPA3 ULTRAPAR ON 38,89 37,60 38,09 38,89 37,65 -1,83 VBBR3 VIBRA ON 38,60 36,58 37,29 38,60 37,16 -2,11 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,70 28,69 28,90 29,79 28,75 -2,77 EMBJ3 EMBRAER ON 101,82 97,30 98,54 102,25 97,31 -3,14 CURY3 CURY S/A ON 29,14 27,55 27,97 29,38 27,74 -3,41 TOTS3 TOTVS ON 35,47 33,19 33,68 35,57 33,43 -3,49 — Foto: GettyImages

Perguntas Frequentes sobre CPFE3F

Qual é a cotação de CPFE3F hoje na B3?
A cotação de CPFE3F hoje está em R$ 48,20. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 46,37 e máxima de R$ 48,29.
Quanto a CPFE3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker CPFE3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de CPFE3F?
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O que significa o P/L e o P/VP de CPFE3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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