CL

CLSC3 – Cotação Centrais Eletricas de Santa Catarina S.A.

Energia

Centrais Eletricas de Santa Catarina S.A.

CNPJ: 83878892000155

Preço Atual
R$ 126,51
-2.61%

Resumo Fundamentalista de CLSC3

O ativo CLSC3 (Centrais Eletricas de Santa Catarina S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 126,51, acumulando uma variação de -2.61% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 92,02 e a máxima de R$ 140,00. A companhia está inserida no setor de Energia, atuando no segmento de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 5.73x e P/VP de 1.19x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 129,99
Fec. Ant: R$ 126,51
Variação Dia
Min: R$ 126,51
Max: R$ 130,00
52 Semanas
Mín: R$ 92,02
Máx: R$ 140,00
Volume
300
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

5.73
1.19
R$ 22,69
R$ 109,62
P/Receita (PSR)
0.40
P/FCO
15.37
P/FCL
-8.39
EV/Receita Líq.
1.01
EV/FCO
38.82
EV/FCL
-21.20
Earning Yield
11.70%
Enterprise Value
R$ 12,65 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.06
Dív. Líquida/PL
1.93
Dívida Líquida
R$ 7,64 Bi
Liq. Corrente
1.27
PL/Ativos
0.29
Passivos/Ativos
0.71
Liq. Seca
1.27
Liq. Imediata
0.17

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
11.82%

Indicadores de Rentabilidade

20.70%
12.21%
5.85%
Giro do Ativo
0.91

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
10.65%
CAGR Lucro
44.07%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 16.17%
Margem EBITDA 15.05%
Margem Operacional 11.82%
Margem Líquida 6.99%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 325,98 Mi
FCL R$ -597,03 Mi
Caixa Total R$ 509,16 Mi
Caixa/Ação R$ 13,20
Receita e Dívida
Receita Total R$ 12,52 Bi
Lucro Bruto R$ 2,02 Bi
EBITDA R$ 1,88 Bi
Dívida Total R$ 8,03 Bi
Crescimento
Receita 10.65%
Lucro 44.07%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 11.900,28 Mi R$ 10.658,86 Mi R$ 10.402,61 Mi R$ 10.082,84 Mi
Lucro Bruto R$ 1.991,98 Mi R$ 1.805,88 Mi R$ 1.657,55 Mi R$ 1.438,98 Mi
EBITDA R$ 1.413,98 Mi R$ 1.219,79 Mi R$ 825,10 Mi R$ 802,35 Mi
Lucro Líquido R$ 729,50 Mi R$ 715,80 Mi R$ 557,03 Mi R$ 540,56 Mi

Sobre a CLSC3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Market Cap
R$ 5,50 Bi
Descrição do Negócio

A Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. (Celesc), listada na B3 sob o ticker CLSC3, é uma sociedade de economia mista que atua principalmente na distribuição de energia elétrica em Santa Catarina, além de manter atividades em geração e participações relacionadas. A companhia atende quase todo o território catarinense e opera infraestrutura crítica de subestações, linhas e redes de distribuição. A performance operacional é influenciada por indicadores regulatórios de continuidade do fornecimento, perdas técnicas e comerciais, investimentos em expansão e condições hidrológicas no sistema elétrico nacional. Como empresa controlada pelo estado e listada em bolsa, a Celesc combina diretrizes públicas com disciplina de mercado de capitais, divulgando resultados financeiros, indicadores técnicos e eventos societários em bases trimestrais e anuais.

Dividendos

JCP R$ 0,4889
Pagamento: 30/06/2027
JCP R$ 1,9300
Pagamento: 30/06/2027
DIVIDENDO R$ 0,6332
Pagamento: 30/06/2026
JCP R$ 0,9494
Pagamento: 30/06/2027
JCP R$ 1,1065
Pagamento: 30/12/2026
JCP R$ 0,9154
Pagamento: 30/06/2026
JCP R$ 0,7177
Pagamento: 30/12/2026
DIVIDENDO R$ 0,9454
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 0,7355
Pagamento: 30/06/2026
JCP R$ 1,1878
Pagamento: 30/12/2025

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1 de 3 Blocos e cabeçotes de motores produzidos pela Tupy são vendidos para fabricantes do porte de Volvo, Scania, Ford e Paccar — Foto: Max Schwoelk/Divulgação Blocos e cabeçotes de motores produzidos pela Tupy são vendidos para fabricantes do porte de Volvo, Scania, Ford e Paccar — Foto: Max Schwoelk/Divulgação A indústria de máquinas e equipamentos atua como vetor de difusão tecnológica na economia. De equipamentos médicos a componentes para caminhões, tratores e colheitadeiras, suas soluções ampliam a produtividade em diversas cadeias. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), cada R$ 1 de demanda adicional pelo setor gera R$ 3,30 em produção na economia brasileira, evidenciando seu efeito multiplicador. “No setor de máquinas e equipamentos, inovar é desenvolver soluções adaptadas a fatores como clima, matérias-primas, novos materiais, escala produtiva, logística e normas técnicas”, diz Cristina Zanella, diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq. Em 2025, o setor faturou R$ 299 bilhões, alta de 7,3%, e exportou US$ 14 bilhões para 210 países. Para 2026, a Abimaq projeta retração de 3,2%, pressionada sobretudo pelos juros elevados, endividamento e menor atividade doméstica, além de incertezas externas. 2 de 3 — Foto: Arte/Valor — Foto: Arte/Valor A Embraer ocupa o primeiro lugar do ranking Valor Inovação Brasil 2026 na categoria bens de capitais. “É preciso ofertar valor aos clientes, na forma de aeronaves mais leves, eficientes e seguras”, afirma Leonardo Garnica, líder de inovação corporativa da Embraer. A companhia tem investido, em média, 5% do faturamento ao ano em pesquisa, desenvolvimento e inovação. “Nos últimos anos, entre 40% e 50% da receita foi gerada por produtos inovadores de anos anteriores”, ressalta Garnica. Ocupando a segunda posição do ranking, a Siemens Healthineers desenvolve tecnologias médicas para diagnóstico, terapias e apoio à decisão clínica. Seu portfólio conta com ressonâncias magnéticas, tomógrafos computadorizados, sistemas de raios X, arcos cirúrgicos, aceleradores lineares de radioterapia e linhas de diagnóstico laboratorial. 3 de 3 Adriana Costa, da Siemens Healthineers: “Buscamos cocriar soluções” — Foto: Divulgação Adriana Costa, da Siemens Healthineers: “Buscamos cocriar soluções” — Foto: Divulgação A operação brasileira já representa 45% dos negócios da empresa na América Latina, apoiada por uma estrutura que inclui a fábrica em Joinville (SC) e o centro de treinamento em Jundiaí (SP), com foco na capacitação de profissionais de radioterapia e radiologia. Segundo Adriana Costa, presidente da Siemens Healthineers no Brasil, inovação significa desenvolver soluções sob medida. “É muito difícil apresentarmos um produto de prateleira. Buscamos entender as dores de cada organização para, então, cocriar soluções”, explica. Em 2025, a empresa destinou R$ 15 milhões a P&D. Desde 2013, os investimentos em projetos superaram R$ 120 milhões. A área de inovação reúne 12 profissionais, que são responsáveis por coordenar mais de 70 pesquisadores em instituições parceiras como Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Hospital Israelita Albert Einstein. Entre as inovações destacadas por Manuel Coelho, head de pesquisa e inovação da Siemens Healthineers para a América Latina, está a tecnologia de contagem de fótons na tomografia computadorizada, lançada em 2021. Em vez de converter os raios X em luz e depois em eletricidade, ela utiliza semicondutores diretamente para medir cada partícula de raios X, produzindo imagens de altíssima resolução. Na analogia do executivo, é como se o equipamento “não precisasse mais de um intérprete”, ou seja, de uma etapa intermediária, para gerar as imagens. A filial brasileira lançou, em 2022, uma tecnologia de operação remota de máquinas de ressonância magnética, desenvolvida no país durante a pandemia e, posteriormente, incorporada à linha global de produtos. Na terceira posição do ranking, está a Nidec Global Appliance, detentora da marca Embraco. No país, são três unidades em Santa Catarina, sendo duas em Joinville e uma em Itaiópolis, produzindo mais de 20 soluções divididas em compressores de velocidade fixa, de velocidade variável (inverter) e sistemas complexos de refrigeração, como unidades condensadoras. Assim, atende fabricantes de equipamentos de refrigeração para varejo, supermercados, cozinhas profissionais e segmento médico-científico, incluindo soluções para preservação de medicamentos e vacinas. A empresa investe anualmente entre 2% e 4% da receita líquida em P&D. O centro de pesquisa no país conta com uma equipe de 250 engenheiros e 16 laboratórios. A Nidec mantém parcerias com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), além de Montan Universität e TU Graz, na Áustria. Entre as inovações recentes, segundo Claudio de Pellegrini, chief technology & quality officer da Nidec, está o VLT, um compressor de velocidade variável para refrigeração comercial que usa o fluido refrigerante natural R290. Compacto, com menos de 4 kg, menos da metade do peso dos modelos anteriores, reduz consumo de matérias-primas e gera ganhos logísticos. “O projeto surgiu do desafio de superar as limitações de espaço interno dos refrigeradores comerciais, sem aumentar os custos e mantendo o desempenho necessário para aplicações como expositores de bebidas e de congelados”, explica o CTO. No quarto lugar no ranking de inovação setorial está a Tupy, multinacional brasileira que nasceu no mercado de conexões hidráulicas e ferro fundido maleável, ainda existentes no portfólio, mas que passou a concentrar seus negócios na produção de componentes estruturais, como blocos e cabeçotes de motores, utilizados em caminhões, máquinas de construção usadas em obras de saneamento básico e energia, além de tratores e colheitadeiras. Hoje, 70% das receitas vêm do mercado externo, sendo que a companhia atende grandes fabricantes como Volvo, Scania, Ford e Paccar. A meta da empresa é investir até 1% da receita líquida anualmente. No ano passado, a companhia faturou R$ 9,7 bilhões e destinou R$ 46 milhões a inovação. “Mas nosso indicador não é de volume investido, mas da eficiência que isso pode levar para a companhia”, pondera Gueitiro Genso, vice-presidente de novos negócios e inovação da Tupy. Para evoluir em soluções inovadoras, a empresa inaugurou no ano passado o Centro Avançado Tupy de Inteligência Artificial, mantém um polo de P&D de motores a biocombustíveis, que é o maior da América Latina, e uma planta-piloto de reciclagem de baterias. Além disso, conta com mais de 350 startups conectadas em sua aceleradora ShiftT e mantém parcerias com universidades e com o Senai. A inovação é fundamental para atender às novas exigências de descarbonização e redução das emissões de poluentes dos motores, como as regulamentações na Europa, que começaram com Euro 1 e chegaram a Euro 7, e a EPA 27, nos Estados Unidos. Desse modo, os blocos e cabeçotes precisam atender a essas regras e demandas das grandes montadoras globais. Avançando na escala de valor, a Tupy comprou em 2022 a fabricante de motores MWM para complementar seu portfólio com motores a combustão, especialmente com tecnologias de menor emissão como biometano e etanol. Quinta colocada no ranking, a Schulz atua na frente automotiva, com componentes fundidos e usinados para caminhões, máquinas agrícolas e equipamentos de construção, e na área de compressores, com soluções de ar comprimido. Em 2025, a companhia investiu R$ 33,1 milhões em PD&I, o equivalente a 1,71% da receita líquida consolidada. As prioridades são projetos ligados à indústria 4.0, descarbonização e inteligência de dados aplicada à mobilidade. “Ao reutilizar recursos, estudar ligas metálicas com menor pegada de carbono e otimizar processos internos, como a eficiência térmica dos fornos e o uso adequado de ar comprimido, buscamos uma posição de destaque em comparação ao mercado global”, afirma Sandro Trentin, CEO da Schulz. A companhia mantém articulação com o ecossistema de inovação, por meio de parcerias com instituições como Senai-SC, UFSC, Udesc, Univille e UFPR, além de startups, hubs de inovação e empresas de base tecnológica. Um dos exemplos dessa estratégia é a Schulz Tech, criada para desenvolver soluções de predição veicular e segurança viária. A startup monitora, em tempo real, indicadores como temperatura e pressão dos pneus, além das condições do sistema de freios de caminhões e carretas, emitindo alertas. A solução já tem resultados comprovados ao evitar acidentes e incêndios, reduzindo em até um terço o número de estouros de pneus e contribuindo para diminuir em cerca de 3% o consumo de combustível da frota. A Schulz também desenvolve soluções para valorização de resíduos industriais, como a areia de descarte de fundição, transformada em insumo para a construção civil por meio de rotas técnicas desenvolvidas com parceiros.

Perguntas Frequentes sobre CLSC3

Qual é a cotação de CLSC3 hoje na B3?
A cotação de CLSC3 hoje está em R$ 126,51. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 126,51 e máxima de R$ 130,00.
Quanto a CLSC3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de CLSC3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de CLSC3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de CLSC3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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