BRKM3 Braskem S.A. – Cotação Hoje
Braskem S.A.
CNPJ: 42150391000170
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de BRKM3
O ativo BRKM3 (Braskem S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 3,93, acumulando uma variação de -2.96% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,05 e a máxima de R$ 12,00. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Petroquímicos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -0.58x e P/VP de -0.26x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 235.00%.
Histórico de Cotação: BRKM3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 70.717,00 Mi | R$ 77.411,00 Mi | R$ 70.569,00 Mi | R$ 96.519,28 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1.556,00 Mi | R$ 5.997,00 Mi | R$ 3.021,00 Mi | R$ 11.358,74 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ -1.807,00 Mi | R$ -1.079,00 Mi | R$ -2.792,00 Mi | R$ 4.272,07 Mi |
| Lucro Líquido | R$ -10.961,00 Mi | R$ -12.052,00 Mi | R$ -4.890,00 Mi | R$ -820,39 Mi |
Sobre a BRKM3
A Braskem S.A. é uma companhia petroquímica com presença industrial no Brasil e no exterior, dedicada à produção de resinas termoplásticas e petroquímicos básicos para cadeias como embalagens, construção, bens de consumo e indústria. O portfólio inclui polietileno, polipropileno, PVC e insumos químicos, além de iniciativas em materiais de fonte renovável, como biopolímeros. A empresa opera ativos industriais integrados e mantém exposição relevante a preços de nafta, etano, spreads petroquímicos e demanda global por plásticos. O resultado também reflete dinâmica cambial e custos energéticos em diferentes geografias operacionais. No mercado acionário brasileiro, negocia papéis sob BRKM3, BRKM5 e BRKM6, sendo um dos principais emissores do segmento petroquímico no setor de materiais básicos da B3.
Outras Ações do Setor de Materiais Básicos
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O ESG saiu da moda? Para a Régia Capital, ele ficou ainda mais fundamental na análise de crédito
Durante a pandemia, o mundo só falava em ESG. Ações voltadas ao meio ambiente, questões sociais e de governança eram descritas como o caminho para o planeta não viver uma tragédia como aquela novamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dinheiro fluiu como nunca para fundos especializados, empresas anunciavam ações e mudanças em suas diretrizes. Passados poucos anos, o tema perdeu espaço. O noticiário já não fala sobre o assunto, empresas reduziram a intensidade do discurso (quando não revogaram as políticas anteriores) e parte do mercado passou a questionar a agenda. Um dos exemplos foi quando, em maio de 2026, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu tornar voluntária a adoção dos novos relatórios de sustentabilidade. Com a Resolução 244, a CVM mudou o cronograma anterior, que previa a adoção obrigatória dos padrões internacionais a partir de janeiro de 2027. Mas para a Régia Capital, uma gestora que nasceu da parceria do BB Asset com a JGP, as métricas ESG nunca foram tão importantes quanto agora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na visão da gestora especializada em investimentos sustentáveis, o ESG deixou de ser um tema da “moda” para se tornar ações concretas e relevantes na avaliação de risco de uma empresa. Leia Também Casos recentes do mercado brasileiro ilustram o que seriam esses possíveis riscos. Na Braskem, o afundamento do solo em Maceió gerou perdas bilionárias e aumentou a pressão financeira sobre a companhia. Na Ambipar, questionamentos ligados à governança contribuíram para a deterioração da percepção de risco dos investidores. E tem as Casas Bahia, com um passivo trabalhista bilionário que piorou a situação do caixa e do endividamento. Em nenhum caso as questões ambientais, sociais e de governança foram o foco da crise, mas em todos foram fatores agravantes que não vieram à luz antecipadamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ESG não é ideologia, é análise de risco Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fernando Tinoco, sócio e gestor de crédito da Régia Capital, afirma que ações voltadas aos fatores ESG já podem ser medidas em números hoje em dia. O endereçamento dessas métricas se mostra nos resultados financeiros, nos menores custos regulatórios, no acesso a financiamentos mais baratos e até em novas fontes de receita. "Não cobramos a agenda ESG por marketing, crença ou ideologia. Fazemos isso por uma questão de mitigação de risco", afirmou Tinoco. A Régia Capital trata a agenda como uma camada adicional de análise de risco, ao lado dos indicadores financeiros tradicionais. Para um credor, Tinoco afirma que faz diferença. Uma multa ambiental, a interrupção de uma operação por acidente de trabalho, a necessidade de investimentos não previstos diante de fatores climáticos ou mesmo danos reputacionais podem reduzir a geração de caixa e comprometer a capacidade de pagamento da empresa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Tomar atitudes para que nada disso aconteça é preservar o negócio, na visão da Régia. "Você quer estar próximo de empresas que vão se beneficiar dessa agenda ou que vão ser prejudicadas por ela?" questiona Tinoco. Lucro faz parte do objetivo A principal resistência de parte dos gestores e dos investidores em relação ao ESG nos últimos anos é a ideia de que investimentos sustentáveis exigem sacrificar o lucro e a rentabilidade da empresa. Para a gestora, essa lógica não faz sentido. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Agir em linha com fatores ESG não é abrir mão da rentabilidade financeira. Um projeto sustentável que não para em pé financeiramente não fez bem nenhum para a sociedade", disse o gestor. Segundo ele, a evolução da agenda ambiental vem mostrando justamente o contrário. Empresas mais preparadas para atender exigências regulatórias, acessar incentivos públicos e reduzir passivos ambientais tendem a enfrentar menos riscos e ter menos custos inesperados do que as companhias que não atuam nesse sentido. Para Tinoco, a premissa é o oposto: “lucro e ESG andam lado a lado”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E essa afirmação encontra base na realidade. Dados da Anbima mostram que metade dos fundos classificados como IS, para investimento sustentável, superaram o CDI no período de maio de 2025 a abril deste ano. Os ativos com melhor desempenho registraram retornos entre 15,5% e 17,6% em 12 meses, superando o CDI de 14,8% por até 2,8 pontos percentuais. Para efeito comparativo, no mesmo período, os fundos de renda fixa (11,9%) e os multimercados (13,7%) entregaram menos. O ESG continua nas agendas Para o gestor de crédito da Régia Capital, a prova de que o ESG continua na agenda são as medidas institucionais recentes que reforçam a continuidade do tema nos bastidores. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em setembro, a Previc, autarquia federal que orienta os fundos de pensão, passou a exigir que fundações e entidades de previdência incorporem fatores ESG nos seus processos de investimento e monitoramento. Em 2024, o governo federal alterou a lei que regulamenta as debêntures incentivadas, que têm isenção tributária para pessoas físicas, retirando a permissão do benefício para projetos do setor de óleo e gás. E tem também o programa Eco Invest, do governo federal, que concede financiamento misto com a iniciativa privada para projetos de inovação verde, transição energética e novas tecnologias. Neste ano, o programa concedeu R$ 55 bilhões. Desde o lançamento, em 2024, já soma R$ 200 bilhões. “As empresas que estiverem preparadas vão se beneficiar desses programas e avançar com seus negócios. Do outro lado, para quem não se preparar, a tendência é sentir mais pressão daqui para frente”, diz. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas o que tudo isso significa para quem investe? Tinoco argumenta que empresas que não derem atenção as ações de mitigação de risco ESG cada vez mais vão enfrentar custos maiores de financiamento, perdas por gastos não mapeados e restrições regulatórias. Para o investidor pessoa física, isso não significa necessariamente buscar rótulos ESG nas empresas ou nos fundos, mas entender como esse assunto é endereçado e se faz parte da análise de risco. O objetivo deve ser entender como essas questões podem afetar a capacidade de uma empresa gerar caixa e honrar suas dívidas ao longo do tempo. 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4 números que revelam os desafios da economia brasileira
Em semanas de eleição, é natural que o debate gire em torno de candidatos, pesquisas e expectativas. Mas o que vai definir o patrimônio dos brasileiros nos próximos dez anos não é o resultado de outubro, e sim tudo o que acontecerá depois disso. Porque, independentemente de quem vencer, o próximo presidente vai herdar exatamente o mesmo Brasil que temos hoje. E esse Brasil, quando olhamos os números com frieza, está mandando sinais muito claros. Este não é um conteúdo sobre candidatos. É sobre o que precisa ser cobrado de qualquer um deles e sobre o que fazer com a sua carteira enquanto essa cobrança não surte efeito. 4 indicadores que revelam os desafios da economia brasileira Enquanto o debate eleitoral gira em torno de slogans, os indicadores que realmente importam para quem investe, trabalha e produz contam uma história bem menos animadora. Recuperação judicial atinge número recorde de empresas Hoje, 6.341 empresas estão em recuperação judicial no Brasil. Juros altos, crédito escasso e caixa apertado seguem empurrando cada vez mais negócios para os tribunais. Inclusive empresas com histórico de grande credibilidade, como Raízen, GPA e Braskem, precisaram recorrer a recuperações extrajudiciais para renegociar dívidas bilionárias. Endividamento das famílias bate recorde no Brasil O endividamento das famílias chegou a 49,9% da renda anual em julho, no topo da série do Banco Central: metade de tudo o que se ganha em um ano já é dívida. A inadimplência no crédito às famílias bateu 6%, recorde, e a Serasa contabiliza 84 milhões de brasileiros negativados (metade dos adultos do país). Dívida pública cresce e preocupa o mercado A dívida bruta chegou a 82,9% do PIB em agosto, o maior patamar em cinco anos. E o mercado já projeta 87% do PIB em 2027, praticamente o pico da pandemia. Aumento da saída fiscal de brasileiros acende alerta Até agosto, cerca de 46,6 mil brasileiros formalizaram saída fiscal do país, contra 31,7 mil em todo o ano de 2025. A direção é inequívoca. Os quatro indicadores que o debate eleitoral não está discutindo Some a isso a tributação de dividendos acima de R$ 50 mil mensais, em vigor desde janeiro, e uma reforma tributária que caminha para um dos maiores IVAs do mundo. O retrato fica completo: o país está tornando cada vez mais caro empreender, investir e permanecer. Não à toa, a frase que mais escuto de empresários nas últimas semanas é alguma variação de: “Essa eleição vai decidir se eu continuo investindo aqui”. Não é exagero. Essa, infelizmente, é a agonia de quem gera emprego, paga imposto e luta por um Brasil melhor. A saída fiscal deixou de ser exceção e passou a ser decisão patrimonial Como a dívida pública influencia juros e crescimento econômico Nenhum desses indicadores é um problema isolado. Todos são sintomas da mesma doença: um Estado que gasta mais do que arrecada e financia a diferença com juro alto. A engrenagem é simples. Com as contas públicas desequilibradas, o Banco Central precisa manter a Selic elevada (hoje em 13,75%) mesmo após cinco cortes, com juro real ainda na casa de 8%. Juro alto encarece o crédito, que sufoca a empresa, que trava investimento e contratação, que pressiona a renda, que alimenta a inadimplência. E o governo, com a dívida crescendo, busca mais arrecadação, o que só reforça o ciclo. Só em 2026, os juros adicionaram 6,5 pontos percentuais do PIB à dívida bruta. Nenhuma política pública resiste a essa conta por muito tempo. A trajetória da dívida é o principal motivo do juro alto — e o principal ponto a ser cobrado Por isso, o foco precisa ser um só: equilibrar as contas públicas para permitir juros estruturalmente mais baixos e devolver competitividade à economia. Sem isso, qualquer plano de governo não para em pé. Quais medidas podem melhorar o cenário econômico Independentemente de quem for eleito, a agenda a ser cobrada é a mesma: controle real de gastos, com regras críveis e não apenas no papel; previsibilidade tributária, sem mudanças a cada semestre; e um ambiente em que empreender volte a valer a pena. Mas e se essa cobrança não surtir efeito? As consequências não são abstratas. É a continuação e a aceleração de tudo o que mostramos acima: mais empresas em recuperação judicial, mais famílias endividadas, mais capital e talento indo embora do nosso país. Hoje o real está forte, sustentado por juros altos e commodities. Mas câmbio não é blindagem permanente, basta ver as histórias de alguns vizinhos e pares emergentes. Em um cenário de deterioração fiscal, a moeda costuma ser a primeira válvula de escape. E o empreendedor, desanimado, simplesmente para de investir por aqui. Como proteger sua carteira em um cenário de incerteza econômica Essa é a pergunta que mais recebemos, e a resposta da Nord não depende de quem vencer no domingo, afinal, não tomamos decisões com base em cenários binários. Ela depende de construir um portfólio que funcione em mais de um cenário. Não aposte o patrimônio no resultado da urna. Movimentos bruscos às vésperas de uma eleição dividida costumam custar caro. Carteira se ajusta por processo, e nunca por pesquisa eleitoral. Movimentos bruscos às vésperas de uma eleição dividida costumam custar caro. Carteira se ajusta por processo, e nunca por pesquisa eleitoral. Reduza a dependência de um único país . Internacionalização é item obrigatório em qualquer alocação de um brasileiro que leva investimentos e liberdade financeira a sério. Ela deve ser construída de forma recorrente, não apenas quando o dólar dispara. . Internacionalização é item obrigatório em qualquer alocação de um brasileiro que leva investimentos e liberdade financeira a sério. Ela deve ser construída de forma recorrente, não apenas quando o dólar dispara. Proteja o poder de compra . Títulos atrelados à inflação seguem oferecendo juros reais historicamente elevados e cumprem papel de proteção em cenários de pressão fiscal. . Títulos atrelados à inflação seguem oferecendo juros reais historicamente elevados e cumprem papel de proteção em cenários de pressão fiscal. Revise a estrutura, não só os ativos . Tributação de dividendos, ITCMD progressivo e reforma tributária mudaram a conta de holdings, sucessão e distribuição de lucros. Para o empresário, empresa e pessoa física precisam ser planejadas juntas. . Tributação de dividendos, ITCMD progressivo e reforma tributária mudaram a conta de holdings, sucessão e distribuição de lucros. Para o empresário, empresa e pessoa física precisam ser planejadas juntas. Se a saída fiscal estiver no radar, faça com método. Uma saída mal planejada gera bitributação, contas encerradas na hora errada e problemas que levam anos para resolver. Planejamento patrimonial ganha importância em cenários desafiadores Ambientes previsíveis perdoam a falta de estrutura. Ambientes imprevisíveis cobram caro por ele. O Brasil de hoje está no segundo grupo. Por isso, mais do que nunca, é hora de estar bem acompanhado. Na Nord Wealth, olhamos o patrimônio de forma holística: alocação local e internacional, tributação, sucessão e proteção patrimonial integradas. Isso, sempre reforçando a nossa máxima, o alinhamento de interesses: nosso modelo é fee-based, sem comissão de produto. A nossa única meta é que o seu patrimônio atravesse os próximos anos protegido, qualquer que seja o resultado de domingo. Vote, torça e acompanhe a apuração. Mas, na segunda-feira, comece a cobrar e a se planejar. A Nord Wealth é a consultoria de wealth management independente da Nord Investimentos e a mais premiada do Brasil: é a única top performer presente nos rankings da XP e do BTG. Fundada em 2020, já soma mais de R$ 12 bilhões sob consultoria. Diferentemente das assessorias ligadas a bancos e corretoras, opera no modelo fee-based, em que o cliente remunera a consultoria diretamente e recebe de volta as comissões pagas pelos produtos financeiros. Por isso, nenhuma recomendação depende do que gera mais receita para quem recomenda. Uma equipe de mais de 20 analistas cobre renda fixa, renda variável, crédito privado, criptoativos e investimentos no exterior, com acesso a mais de 12 instituições financeiras no Brasil e parceiros internacionais.
Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/10/2026 - 9:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A proximidade das eleições coloca os ativos brasileiros no radar dos investidores. Contudo, um levantamento da Economatica revela que a volatilidade política não se traduz necessariamente em desempenho negativo para a Bolsa, com a maioria das eleições presidenciais recentes registrando ganhos para as ações brasileiras. O que aconteceu Ações na eleição: Estudo da Economatica mostra que em três das últimas quatro eleições, a Bolsa teve mediana positiva em outubro. Setores como transporte e logística, bens industriais e imobiliário registraram os maiores retornos médios durante o mês eleitoral. Treze ações, incluindo Simpar (SIMH3), Tegma (TGMA3) e Itaúsa (ITSA4), apresentaram desempenho positivo em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas. O levantamento, que considera empresas negociadas desde 2010, mostra ainda uma vantagem expressiva para setores mais ligados à economia doméstica. Na média das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022, transporte e logística registrou retorno mediano de 14% no mês da votação. Bens industriais veio em seguida, com 11,3%, enquanto imobiliário e construção avançou 10,9%. Na direção oposta aparece mineração e siderurgia. Foi o único dos 11 setores analisados a registrar queda em outubro nas quatro eleições consideradas, acumulando retorno médio negativo de 3,3%. O estudo mostra que, considerando as 81 ações, a mediana dos retornos ficou em 4,9% em outubro de 2010, disparou 18,3% em 2018 e alcançou 4,6% em 2022. A única exceção foi 2014, quando houve recuo de 1,6%. Setores domésticos lideram resultados A liderança de transporte, indústria e imóveis coloca entre os destaques históricos justamente segmentos mais sensíveis às perspectivas para atividade econômica e juros. Os retornos mais elevados, contudo, também vieram acompanhados de maior oscilação: bens industriais e imobiliário registraram volatilidades semanais de 2,80% e 2,63%, respectivamente. Saúde e educação foi o setor mais estável, com volatilidade de 1,74%, mas também apresentou retorno mais moderado, de 3,9%. O padrão, porém, está longe de ser uniforme entre uma eleição e outra. Em 2018, por exemplo, sete dos 11 setores subiram mais de 10% em outubro. Imobiliário e construção disparou 39,8%, transporte avançou 37,4% e bens industriais ganhou 35,5%. Já em 2014, sete setores fecharam o mês em baixa, enquanto o financeiro se destacou positivamente, com valorização de 6,7%. Em 2022, transporte voltou à liderança, avançando 12,1%, seguido por tecnologia e telecom, com ganho de 9,7%. Imobiliário e construção, que havia liderado quatro anos antes, recuou 1,9%. Ações com desempenho consistente nas urnas Quando o levantamento sai dos setores e chega às empresas, um grupo chama atenção pela consistência. Treze ações avançaram em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas pela Economatica. Nenhuma das 81 ações da amostra caiu em todas as disputas. Entre os papéis com histórico positivo estão Simpar (SIMH3), com retorno médio de 22,7%, Tegma (TGMA3), com 14,9%, e Motiva (MOTV3), com 13,3%. O grupo inclui ainda Equatorial (EQTL3), Valid (VLID3), Multiplan (MULT3), Veste (VSTE3), Itaúsa (ITSA4), Itaú Unibanco (ITUB4), Isa Energia (ISAE4), Bradesco (BBDC4), Grendene (GRND3) e Telefônica Brasil (VIVT3). A presença de bancos também se destaca: Itaúsa registrou retorno médio de 8,2% nos quatro outubros eleitorais, enquanto Itaú Unibanco teve 7,8% e Bradesco, 7,6%. Considerando os maiores retornos médios de toda a amostra, Viver aparece na liderança, com 36,5%, seguida por PDG, com 31,7%. Os números foram fortemente influenciados por 2018, quando os papéis avançaram 141% e 132%, respectivamente. Na ponta negativa, Lupatech teve retorno médio de 8% negativo, enquanto Eneva caiu, em média, 4%. Entre as ações de pior desempenho também aparecem cinco empresas de mineração e siderurgia, incluindo Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4). Bolsa: Ações estatais ampliam volatilidade em eleições Além do retorno, a Economatica analisou como a volatilidade muda durante o período eleitoral. Nesse quesito, algumas das maiores companhias com histórico de controle estatal aparecem entre as ações que mais ampliaram suas oscilações no mês das eleições. Na Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, a volatilidade de outubro ficou, em média, em 1,95 vez a registrada em setembro. Na Petrobras (PETR4), a relação foi de 1,54 vez e, no Banco do Brasil (BBAS3), de 1,52 vez. Na outra ponta, empresas de setores mais defensivos aparecem entre as mais estáveis da amostra. Isa Energia registrou volatilidade semanal média de 1,29%, seguida por Engie Brasil, com 1,46%, e M. Dias Branco, com 1,56%. Qual a expectativa para a bolsa na eleição de 2026? Os primeiros movimentos de 2026 repetem, ao menos parcialmente, alguns padrões históricos. Na semana encerrada em 27 de setembro, a mediana das ações acompanhadas pela Economatica ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto a volatilidade estava 20% abaixo da observada na mesma janela das eleições anteriores. Transporte e logística, justamente o setor de maior retorno histórico em outubro eleitoral, já aparecia na liderança, com alta mediana de 5,9%. Entre as ações, Even (EVEN3) acumulava ganho de 22,1%, Simpar avançava 9% e Americanas subia 8,9%. Do outro lado estavam Natura (NATU3), com queda de 10,3%, Braskem (BRKM5), com recuo de 8,2%, e Banco do Brasil, com baixa de 6,9%. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O estudo considera 81 ações listadas na B3 desde 2010, com presença em pregão superior a 90% e dados disponíveis ao longo de todo o período. A Economatica analisou tanto os retornos ajustados por proventos quanto a volatilidade nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022. Nos cálculos setoriais, foram utilizadas as medianas dos papéis de cada segmento. Leia mais Embaixada dos EUA suspende atendimento presencial no Brasil Bolsa reage a eleições: histórico aponta retornos positivos em outubro Decisões judiciais cancelam debate presidencial da Globo Aposta de Fortaleza acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 49 mil Para compartilhar:
Perguntas Frequentes sobre BRKM3
Qual é a cotação de BRKM3 hoje na B3?
Quanto a BRKM3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BRKM3?
O que significa o P/L e o P/VP de BRKM3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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