BH

BHIA3F – Cotação Grupo Casas Bahia S.A.

Grupo Casas Bahia S.A.

Preço Atual
R$ 0,42
-8.70%

Resumo Fundamentalista de BHIA3F

O ativo BHIA3F (Grupo Casas Bahia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 0,42, acumulando uma variação de -8.70% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,41 e a máxima de R$ 5,47.

Abertura
R$ 0,46
Fec. Ant: R$ 0,42
Variação Dia
Min: R$ 0,41
Max: R$ 0,47
52 Semanas
Mín: R$ 0,41
Máx: R$ 5,47
Volume
21.397
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 429,37 Mi
R$ 429,37 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a BHIA3F

Market Cap
R$ 429,37 Mi

Dividendos

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Reclamações contra Casas Bahia sobem 65% neste ano, e queixas por entrega já superam todo 2025
UOL - Notícias 18/08/2026

Reclamações contra Casas Bahia sobem 65% neste ano, e queixas por entrega já superam todo 2025

São Paulo As reclamações de consumidores contra as Casas Bahia registradas no Procon-SP (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor em São Paulo) cresceram 65% de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período de 2025. O aumento ocorre em meio à crise financeira que levou o grupo a pedir recuperação judicial no domingo (16). Foram 10.617 reclamações nos sete primeiros meses de 2026, contra 6.437 no mesmo período do ano passado, alta de 64,9%, segundo dados fornecidos pelo Procon-SP à Folha. Procurada, a Casas Bahia afirmou que segue operando normalmente nas lojas físicas e no comércio eletrônico e que está adotando medidas para preservar a continuidade das operações. Segundo a companhia, as ações incluem garantir o abastecimento das lojas e o cumprimento dos pedidos realizados pelos clientes, com foco na continuidade do atendimento e na experiência do consumidor. Loja Casas Bahia no bairro Cambuci, região central de São Paulo (SP) - Gabriela Cecchin/Folhapress O principal motivo das queixas é a demora ou falta na entrega de produtos. Foram 3.672 reclamações sobre esse problema entre janeiro e julho deste ano, número que já supera em 13,5% as 3.234 queixas registradas pela mesma razão durante todo 2025. Com os registros de agosto, que ainda é parcial, o número informado pelo Procon-SP chega a 3.858 reclamações relacionadas a não entrega ou demora na entrega em 2026. Os dados históricos do Procon-SP mostram que as reclamações costumam aumentar ainda mais no segundo semestre, especialmente nos meses de novembro e dezembro, época de Black Friday e Natal. Em 2025, por exemplo, foram 1.231 registros em novembro e 1.723 em dezembro, o maior volume mensal da série fornecida pelo órgão. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... SITES DE RECLAMAÇÃO No Reclame Aqui, a reputação das Casas Bahia passou de "Regular" para "Bom" entre junho e julho, segundo o histórico disponível na plataforma. Entre os principais problemas relatados pelos consumidores estão atraso na entrega, dificuldades para obter estorno, produto não recebido e defeitos. Em reclamações publicadas nesta terça-feira (18), consumidores relatam problemas semelhantes aos apontados pelo Procon-SP. Uma consumidora de Minas Gerais afirma ter comprado uma geladeira e um fogão por R$ 3.828, pagos via Pix. A entrega estava prevista para 5 de agosto, mas não ocorreu. Após sucessivos contatos sem solução, ela cancelou a compra no dia 13 e afirma que ainda não havia recebido o reembolso. Em outra reclamação, de Brasília (DF), o consumidor afirma esperar há quase um mês pelo estorno de um produto que chegou danificado e foi devolvido no dia seguinte. Segundo ele, os atendentes abriram sucessivos chamados, mas o dinheiro ainda não havia retornado. Também há relatos de demora para troca de produtos enviados incorretamente. Uma consumidora de Picos (PI) diz ter comprado um guarda-roupa e uma cômoda em março e, ao montar os móveis meses depois, descobriu que parte do guarda-roupa havia sido enviada na cor errada. Segundo ela, o pedido de troca foi feito em 7 de julho, mas a transportadora ainda não havia recolhido o produto até esta terça. Nesta terça, a Folha visitou três lojas das Casas Bahia nas regiões central e sul de São Paulo. Funcionários ouvidos pela reportagem disseram que o movimento diminuiu bastante desde a semana passada, mesmo com promoções e queimas de estoque. A aposentada Maria Pereira, 63, afirmou que soube do pedido de recuperação judicial pela imprensa, mas disse que a notícia não mudou sua disposição de comprar na rede. "Gosto muito da Casas Bahia, tenho até cartão da loja. Só fico triste pelos funcionários demitidos, das lojas fechando. Mas de resto, desde que entreguem meu produto, eles que se resolvam lá", disse. Na própria visita, porém, Maria enfrentou um problema relacionado ao cartão da loja. Ao chegar, perguntou quanto tinha disponível para gastar e recebeu a informação de que seriam R$ 4.000. Na hora de finalizar a compra, foi informada de que o limite disponível, na verdade, era de R$ 3.000. RECUPERAÇÃO JUDICIAL NÃO SUSPENDE DIREITOS O pedido de recuperação judicial, por si só, não altera os direitos do consumidor nem autoriza a empresa a deixar de cumprir suas obrigações, segundo especialistas ouvidos pela Folha. Em caso de atraso na entrega, por exemplo, o consumidor pode exigir o cumprimento da oferta, aceitar outro produto equivalente ou cancelar a compra e pedir a restituição do valor pago, conforme o Código de Defesa do Consumidor. A orientação é guardar nota fiscal, comprovantes de pagamento, prazo de entrega e protocolos de atendimento. Se a empresa não resolver o problema, o consumidor pode procurar órgãos de defesa do consumidor ou a Justiça. O Grupo Casas Bahia pediu recuperação judicial à Justiça de São Paulo no domingo, com uma dívida declarada de R$ 17,3 bilhões. O pedido envolve dez empresas da holding e ainda precisa ser analisado pela Justiça. A companhia afirmou que enfrenta dificuldades relacionadas ao aumento dos juros, à restrição de crédito, ao encarecimento do custo financeiro e à pressão sobre o consumo. No segundo trimestre, informou prejuízo de R$ 10,1 bilhões, ante perda de R$ 555 milhões no mesmo período de 2025.

Efeito Casas Bahia: Fundo imobiliário despenca e Allos (ALOS3) entra no radar após RJ; veja a avaliação dos analistas – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Efeito Casas Bahia: Fundo imobiliário despenca e Allos (ALOS3) entra no radar após RJ; veja a avaliação dos analistas – Money Times

(Imagem: Casas Bahia/Divulgação) O pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3) adicionou uma nova camada de preocupação para investidores do mercado imobiliário. Embora os holofotes estejam voltados para credores, fornecedores e acionistas da varejista, alguns fundos imobiliários também aparecem no radar devido à exposição à companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os casos mais emblemáticos está o HSI Logística (HSLG11). Segundo relatório recente da Empiricus Research, a Casas Bahia responde por cerca de 30,9% da receita contratada do fundo, tornando-se o principal locatário e o maior risco de crédito da carteira. Apesar de o fundo seguir com vacância física zerada, inadimplência líquida de 0% e distribuição mensal de R$ 0,75 por cota, a concentração na varejista levou a Empiricus a adotar uma postura cautelosa em relação ao ativo. “O principal ponto de atenção está na concentração de receita no Grupo Casas Bahia, responsável por aproximadamente 31% da receita do FII”, destacam os analistas Caio Araujo e João Henrique Gambier no relatório. Na avaliação da casa, o risco existe, mas não necessariamente significa uma deterioração estrutural da operação. Isso porque os imóveis ocupados pela Casas Bahia estão localizados próximos a grandes centros consumidores e inseridos em regiões com demanda logística consolidada, fator que pode facilitar uma eventual substituição da locatária ou a absorção dos espaços por novos inquilinos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A própria gestão do fundo trabalha para reduzir essa dependência. Segundo a Empiricus, novas sublocações em imóveis localizados em Contagem (MG) e São José dos Pinhais (PR) poderiam reduzir a participação da Casas Bahia na receita do fundo de cerca de 31% para próximo de 19%. Ainda assim, o cenário foi suficiente para que a casa mantivesse uma recomendação conservadora para o ativo. “Apesar de enxergarmos o fundo como descontado, a elevada exposição da receita ao Grupo Casas Bahia reduz a atratividade da tese neste momento”, afirmam os analistas. Nesta segunda-feira (17), após a notícia do pedido de RJ, o FII chegou a recuar mais de 5% no bolsa brasileira. No pregão de hoje, a queda continua e já chega a quase 10%. E os shoppings? Se nos fundos logísticos a preocupação está relacionada à dependência de receita, nos shopping centers o mercado vê um risco bem mais limitado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório divulgado após a notícia da recuperação judicial, o Citi afirmou que a exposição das empresas listadas do setor à Casas Bahia é relativamente pequena. Utilizando sua base proprietária de dados sobre locatários, o banco identificou lojas da varejista em 19 shoppings da Allos (ALOS3), tornando a companhia a mais exposta entre as administradoras cobertas pelo banco. Já Iguatemi (IGTI11) e Multiplan (MULT3) aparecem com apenas uma unidade da Casas Bahia cada, localizadas no Shopping Esplanada e no ParkJacarepaguá, respectivamente. Apesar disso, a avaliação dos analistas é que o impacto para o setor deve ser marginal. “Embora a Allos tenha uma exposição um pouco maior devido à sua ampla presença regional, vemos risco desprezível para Iguatemi e Multiplan. Portanto, a recuperação judicial da Casas Bahia deve ter apenas um impacto marginal nos níveis de ocupação e na receita de aluguel do setor”, escreveu o Citi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em nota enviada ao Money Times, a Allos afirmou que a exposição atual à varejista já é menor do que parte do mercado imagina. “A Allos esclarece que 16 lojas foram fechadas pelo Grupo Casas Bahia, mas outras 14 permanecem funcionando normalmente. Em momentos como esse, a companhia tem a oportunidade de trazer outras parcerias e novidades para os consumidores, reforçando seu compromisso em oferecer o melhor mix de lojas, serviços e entretenimento”, disse a companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De Casas Bahia ao Grupo Pão de Açúcar: por que grandes varejistas estão revendo o modelo de lojas físicas
G1 - Economia 18/08/2026

De Casas Bahia ao Grupo Pão de Açúcar: por que grandes varejistas estão revendo o modelo de lojas físicas

De Casas Bahia ao Grupo Pão de Açúcar: por que grandes varejistas estão revendo o modelo de lojas físicas Fechamento de lojas, recuperação judicial e expansão mais lenta passaram a fazer parte da estratégia de grandes varejistas. Especialistas explicam o que mudou no setor.

Perguntas Frequentes sobre BHIA3F

Qual é a cotação de BHIA3F hoje na B3?
A cotação de BHIA3F hoje está em R$ 0,42. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 0,41 e máxima de R$ 0,47.
Quanto a BHIA3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BHIA3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BHIA3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BHIA3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BHIA3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.