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BBAS3F Banco do Brasil S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Banco do Brasil S.A.

Preço Atual
R$ 17,85
-0.78%

Resumo Fundamentalista de BBAS3F

O ativo BBAS3F (Banco do Brasil S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 17,85, acumulando uma variação de -0.78% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 17,81 e a máxima de R$ 27,80.

Abertura
R$ 18,07
Fec. Ant: R$ 17,85
Variação Dia
Min: R$ 17,83
Max: R$ 18,09
52 Semanas
Mín: R$ 17,81
Máx: R$ 27,80
Volume
495.784
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Earning Yield
0.00%
Enterprise Value
R$ 102,65 Bi
R$ 102,65 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a BBAS3F

Market Cap
R$ 102,65 Bi

Dividendos

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Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA
B3 18/08/2026

Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 15:35 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Abertura dos negócios é marcada pela fuga de capital dos mercados emergentes e busca por proteção na renda fixa americana, pressionando os ativos locais. O que aconteceu Bolsa sob Pressão: O Ibovespa futuro engatou nova trajetória de baixa nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, acompanhando o movimento de venda nos mercados acionários mundiais. Câmbio Aquecido: O dólar comercial acelerou ganhos frente ao real e rompeu o patamar de R$ 5,20, refletindo a demanda global por liquidez em moeda americana. Treasuries nas Máximas: Os rendimentos dos títulos de dívida do Tesouro dos EUA atingiram picos recentes, aumentando a atratividade da renda fixa norte-americana livre de risco. Desafio para a Selic: A alta simultânea do dólar e das commodities internacionais eleva os riscos de inflação importada no Brasil, mantendo o ambiente de taxa Selic a 14% ao ano por tempo prolongado. A Força das Treasuries e a Drenagem de Liquidez dos Emergentes O estresse nos mercados globais ganhou tração nas primeiras horas de negócio deste dia 18 de agosto de 2026. O contrato futuro do Ibovespa recuou firme na B3, enquanto o dólar comercial renovou máximas ao ser negociado acima do patamar de R$ 5,20. O motor central desse ajuste é a disparada nos rendimentos dos Treasuries — os títulos públicos do governo dos Estados Unidos. Com as taxas das Treasuries atingindo seus níveis mais altos do ano, o custo de oportunidade global sofre uma forte recalibragem. Grandes fundos de investimento e alocadores institucionais reduzem a exposição a ativos de maior risco em países emergentes, como o Brasil, para garantir retornos expressivos e seguros em dólar na renda fixa americana. Esse fluxo de saída de capital estrangeiro pressiona diretamente o real. A desvalorização da moeda brasileira eleva o custo de insumos importados para a indústria nacional, reacendendo o alerta sobre o repasse inflacionário nos preços ao consumidor final. O ambiente de aversão externa ao risco encontra um mercado doméstico já bastante sensível ao nível das taxas de juros. Com a taxa Selic mantida no nível de 14% ao ano pelo Banco Central do Brasil para conter as expectativas inflacionárias, o crédito para as companhias locais segue custoso, comprimindo margens operacionais e desacelerando investimentos produtivos. No pregão da B3, o recuo do Ibovespa futuro afeta principalmente empresas do setor de consumo, varejo e tecnologia, cujas avaliações de mercado (valuations) são mais penalizadas pela alta da curva de juros futuros. Em contrapartida, empresas exportadoras de commodities e geradoras de receita em dólar encontram relativo suporte nas cotações, amenizando um recuo ainda mais severo do índice de referência. Guia do Investidor Para proteger a carteira de investimentos e gerenciar o risco em momentos de alta do dólar e recuo das ações, considere as seguintes estratégias: Mantenha Proteção Cambial (Hedge): Alocações em ativos atrelados ao dólar ou em fundos internacionais ajudam a mitigar as perdas da parcela de renda variável doméstica em momentos de desvalorização do real. Aproveite a Liquidez Pós-Fixada: Diante da manutenção da Selic a 14% ao ano, mantenha a reserva de oportunidade em títulos pós-fixados de alta liquidez (como Tesouro Selic) para realizar aportes táticos em ações durante fortes correções do mercado. Priorize Empresas Exportadoras e Desalavancadas: Companhias com receita atrelada a moedas fortes e baixos níveis de endividamento em CDI enfrentam ciclos de instabilidade global com maior resiliência de caixa. Evite Giro Excessivo de Carteira: Movimentos bruscos impulsionados por ruídos de curto prazo costumam gerar perdas definitivas de capital. Avalie a qualidade dos fundamentos das empresas antes de tomar decisões de venda. Leia mais Pix Mais Rígido: As Regras do Banco Central que Impõem Limites e Aumentam a Segurança em 2026 Reforma Tributária: O Novo Papel do Contador e ERP na Transição do IVA Dual em 2026 Liquidação Global de Títulos: Por Que a Alta dos Juros nos EUA e Japão Ameaça os Mercados em 2026 Chilli Beans Avança em Fintech: Rede Lança Maquininha Própria e Prepara Oferta de Crédito para Franqueados 99 Amplia Benefícios e Lança Financiamento de Veículos Elétricos para Motoristas em 2026 Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

Falta de decreto sobre cavernas afeta produção de cobre e ferro, diz presidente da Vale
UOL - Notícias 18/08/2026

Falta de decreto sobre cavernas afeta produção de cobre e ferro, diz presidente da Vale

Brasília A Vale quer mudanças na legislação federal que regula a preservação de cavernas para destravar a exploração de minerais em áreas com baixa relevância ambiental, afirmou nesta terça-feira (18) o presidente da companhia, Gustavo Pimenta. "Algumas [cavidades] são de máxima relevância, ou seja, têm algum valor de biodiversidade único e, portanto, precisam ser preservadas", disse o executivo durante evento da Editora Globo e da Vale em Brasília. "O que a gente vem discutindo é modernizar para que [...] nas outras, que não têm nenhuma biodiversidade, a gente possa utilizar para mineração com alguma forma de compensação." Segundo Pimenta, o regramento atual atinge principalmente projetos de minério de ferro e de exploração de cobre, e pode vir a prejudicar a exploração de terras raras no futuro. O presidente da Vale, Gustavo Pimenta - Denis Balibouse - 20.jan.26/Reuters Em 2022, o governo Jair Bolsonaro (PL) editou um decreto que permitia a destruição de cavernas para viabilizar projetos considerados de utilidade pública. Naquele mesmo ano, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), derrubou dois trechos da medida, incluindo aquele que permitia "impactos negativos irreversíveis" quando não houvesse alternativas viáveis para atividades consideradas de utilidade pública. A modernização da lei pedida pela Vale seria, na prática, uma reclassificação do que constitui uma cavidade relevante. "Trabalhar melhor o que é classificação de uma versus a outra, para que a gente possa focar naquilo que é relevante e efetivamente ser mais flexível naquilo que não tem relevância", afirmou o executivo a jornalistas. O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante, também defendeu uma mudança na legislação sobre o tema. "Está na hora de resolver o decreto das cavidades", disse. Mercadante defendeu a atuação do BNDES no impulsionamento de projetos de mineração e afirmou ser possível combinar proteção ambiental com desenvolvimento econômico. "A Vale é um exemplo nisso, aprendeu com os graves erros que cometeu no passado", disse, numa provável referência aos desastres de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, nos anos de 2015 e 2019. "A gente aprende também errando, e às vezes errando de forma muito dura, mas [a Vale] deu um salto e acho que o Brasil precisa acompanhar", afirmou. Durante o evento, Gustavo Pimenta defendeu que o Brasil volte a abraçar megaprojetos de mineração, e citou como exemplos os projetos do Alemão, de extração de cobre, e o S11C, de minério de ferro, ambos na região da Serra dos Carajás, no Pará, e hoje no portfólio da empresa. A Vale estima investir R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões no projeto do Alemão. "O último grande projeto de mineração no Brasil foi o S11D no Pará, há 10 anos. De lá para cá a gente não fez mais nenhum grande projeto", disse Pimenta. "Nós temos capital, temos como fazer, temos conhecimento técnico. A gente precisa entender que esses projetos vão mover o ponteiro." Questionado sobre o PL dos minerais críticos, hoje em tramitação no Senado, ele defendeu a criação de forças-tarefa em órgãos governamentais para acelerar o rito burocrático de projetos de mineração considerados "transformacionais". "Nosso grande desafio como país é aumentar a capacidade de processamento no licenciamento ambiental dos projetos estratégicos", disse. "Se a gente identificar que o Brasil tem 10 ou 20 projetos que são transformacionais, a gente poderia talvez criar forças-tarefa em todos os órgãos para poder acelerar o desenvolvimento, para que não leve 15 anos, para que leve 8 ou 10 anos." A Vale lançou nesta terça um estudo feito em parceria com a consultoria Accenture que apresenta propostas para "destravar" o setor de mineração no Brasil. A empresa propõe, entre outros pontos, padronizar o licenciamento ambiental, simplificar processos de análise mineral e fortalecer órgãos como Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) e secretarias ambientais estaduais. Segundo a empresa, a exploração mineral cresce em ritmo mais lento no Brasil do que em países concorrentes, como Austrália, Filipinas e República Democrática do Congo, sendo que o Brasil perdeu competitividade e caiu três posições no ranking dos principais produtores de minério entre 2014 e 2023, ocupando hoje o 7º lugar. O relatório destaca que o Brasil é líder em reservas de minerais estratégicos para a indústria de alta tecnologia, como nióbio, terras raras e grafita, e que pode aproveitar a demanda por esses materiais puxada pela eletrificação da frota de veículos e pela descarbonização da matriz energética.

Lava Jato e novos modelos mudam perfil de investidores em infraestrutura
B3 18/08/2026

Lava Jato e novos modelos mudam perfil de investidores em infraestrutura

Fim da dependência do BNDES, amadurecimento das concessões e entrada de fundos e estrangeiros redesenham participação privada no setor no país O tipo de empresa que investe em concessões de infraestrutura no Brasil passou por uma transformação na última década, marcada por três movimentos principais: os efeitos da Operação Lava Jato sobre as grandes empresas de engenharia, o amadurecimento da estruturação dos projetos e a redução da dependência do BNDES como principal fonte de financiamento. O resultado foi a entrada de novos investidores, incluindo fundos de investimento, bancos privados e empresas estrangeiras, segundo especialistas consultados pela reportagem. Até o início da década de 2010, a maior parte dos investidores dos projetos de infraestrutura eram grandes empresas de engenharia (como Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, OAS e UTC). Após a Operação Lava Jato, somente grandes concessionárias de infraestrutura participavam com frequência desses leilões (como Motiva - ex-CCR -, Arteris, Ecorodovias, Inframerica e o grupo Triunfo). Uma nova mudança ocorreu após 2020, com a entrada de grupos internacionais, como Vinci e Aena, no setor aeroportuário; e o aumentou o número de concorrentes nos leilões decorrente da implementação do modelo de renegociação contratual. A última medida ajudou a aliviar a pressão financeira sobre empresas que operavam concessões estressadas no país e permitiram que essas concessionárias voltassem a participar dos certames. Lava Jato Para Mario Saadi, especialista em infraestrutura e sócio do Dias Carneiro Advogados, a Lava Jato alterou o modelo que predominava nas concessões do setor, no qual grandes empreiteiras tinham participação relevante tanto na execução das obras quanto na estruturação dos projetos. Nos anos 2000, o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) adotou a política de campeões nacionais como uma estratégia para fortalecer grandes empresas brasileiras - incluindo as de engenharia - por meio de crédito subsidiado. Com a operação Lava Jato e os indícios de fraude e corrupção dentro dessas empresas, o banco de desenvolvimento encerrou formalmente a política em abril de 2013. Subsídios do BNDES Saadi afirmou que o fim das taxas subsidiadas do BNDES também abriu espaço para outras fontes de recursos. Segundo ele, a substituição das taxas de mercado usadas pelo banco de fomento permitiu que bancos privados passassem a competir em condições mais próximas às do BNDES. A expansão das debêntures incentivadas e, mais recentemente, das debêntures de infraestrutura também ampliou a participação do mercado de capitais no financiamento de projetos, de acordo com o advogado. Na avaliação de Luciana Costa, diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, a combinação do fim da dependência exclusiva do banco e o amadurecimento dos projetos tornou o ambiente brasileiro mais atrativo para diferentes perfis de investidores. Luciana apontou ainda que quando o BNDES passou a atuar em conjunto com bancos privados e o mercado de capitais, em vez de concentrar sozinho o financiamento dos projetos, foi possível ampliar a capacidade de investimento no setor de infraestrutura. Amadurecimento dos projetos O banco de desenvolvimento também passou a atuar de forma diferente em relação aos contratos, afirmou a diretora do BNDES à CNN. Para ela, as operações de Project Finance Non Recourse auxiliaram na segurança do projeto - garantindo o pagamento -, mas também na demonstração de amadurecimento das concessões brasileiras frente ao mercado internacional. Esse mecanismo vincula a garantia do financiamento ao próprio projeto e à sua geração de caixa, e não mais ao balanço da empresa controladora da concessão como acontecia no passado. A diretora disse ainda que “os marcos regulatórios amadureceram muito, e a matriz de risco adotada nos leilões também tiveram um amadurecimento, e tornaram o ambiente mais investor-friendly’. A mudança nas modelagens dos projetos de concessão de infraestrutura também foi apontada por Saadi como um fato decisivo para a entrada de novos players no mercado. Ele afirmou ainda que os projetos passaram a ter matrizes de risco mais bem definidas, com uma distribuição considerada mais adequada entre poder público e iniciativa privada. Outro ponto que para ele foi decisivo para atrair novos investidores foi a diminuição da resistência, por parte da população, de conceder ativos públicos de infraestrutura para a iniciativa privada. Novos participantes Apesar das mudanças recentes, a secretária de Rodovias do Ministério dos Transportes, Viviane Esse, acredita que no próximo ciclo de concessões de rodovias haverá uma nova transformação no perfil das sociedades formadas exclusivamente para participar dos leilões. Para ela, os consórcios a partir de agora devem ser formados por empresas de engenharia, grupos estrangeiros e fundos de investimento. A expectativa é que companhias com conhecimento técnico do mercado brasileiro se associem a investidores internacionais e financeiros para disputar novos projetos. Viviane cita como exemplo desse movimento a aproximação entre empresas tradicionais de engenharia e grupos estrangeiros, além da participação crescente de fundos. Para ela, essa composição pode formar uma nova configuração para as concessões rodoviárias, especialmente em um cenário em que os projetos devem ter diferentes tamanhos e níveis de investimento. Recentemente, a Odebrecht, por meio da Nova Infra Invest, voltou para as disputas federais de rodovias e ganhou o certame da Rota dos Sertões. Além da empresa de engenharia, no consórcio, participavam ainda a portuguesa Mota-Engil - empresa estrangeira - e a Galápagos - um fundo de investimentos. Viviane Esse afirma ainda que o desafio para o próximo ciclo será equilibrar a entrada de novos participantes com a manutenção de empresas capazes de executar projetos complexos. A expectativa é que o setor tenha uma carteira mais diversificada, com concessões de diferentes portes e modelos, em vez de depender apenas de grandes projetos com investimentos bilionários.

Perguntas Frequentes sobre BBAS3F

Qual é a cotação de BBAS3F hoje na B3?
A cotação de BBAS3F hoje está em R$ 17,85. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 17,83 e máxima de R$ 18,09.
Quanto a BBAS3F paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BBAS3F. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BBAS3F?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BBAS3F para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BBAS3F?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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