BAZA3F – Cotação Banco da Amazonia S.A.
Banco da Amazonia S.A.
Resumo Fundamentalista de BAZA3F
O ativo BAZA3F (Banco da Amazonia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 61,15, acumulando uma variação de +1.59% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 56,44 e a máxima de R$ 89,56.
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Como patrocinar e-sports? O que as marcas precisam entender sobre o público gamer
Empresas de diferentes setores podem encontrar espaço nos campeonatos de games, mas iniciativas de Red Bull e Gillette mostram que a relação com a comunidade pode ir além da exposição de marca Marcas não endêmicas também podem encontrar espaço nos campeonatos de games, mas colocar o logo na transmissão não é suficiente para conquistar uma comunidade que percebe quando alguém caiu de paraquedas. Continua após a publicidade Os e-sports deixaram há muito tempo de ser um ambiente ocupado apenas por empresas de tecnologia, desenvolvedoras de jogos e fabricantes de periféricos. Bancos, empresas de alimentos, bebidas e marcas dos mais diferentes segmentos perceberam que existe ali uma comunidade engajada e, consequentemente, um público consumidor. Mas existe uma diferença entre patrocinar um campeonato de e-sports e realmente fazer parte dele. Quem acompanha games está acostumado com suas próprias referências, linguagem, memes, jogadores e histórias. Quando uma empresa chega tentando reproduzir esse comportamento sem conhecê-lo, a comunidade percebe. E rápido. Isso não significa que apenas empresas “gamers” sejam bem-vindas. Muito pelo contrário. Marcas não endêmicas (aquelas cujo principal produto não está diretamente relacionado aos games) podem ocupar esse espaço e ter bons resultados. A questão é como entrar. A comunidade não odeia publicidade Existe uma ideia de que o público gamer rejeita marcas ou publicidade dentro de seus espaços. O problema não parece estar necessariamente na presença de um patrocinador, mas na autenticidade dessa relação. Um estudo publicado na Brazilian Administration Review analisou justamente fãs brasileiros de League of Legends e a relação deles com patrocinadores do campeonato nacional. Os resultados indicaram que a percepção de autenticidade da marca influencia tanto o valor atribuído a ela quanto a intenção de compra dos fãs. Ou seja, existe retorno, mas a forma como a marca se apresenta importa. Para quem acompanha um campeonato durante meses, fica fácil perceber a diferença entre uma empresa que compreendeu aquela comunidade e outra que apenas comprou alguns segundos de exposição durante a transmissão. Não basta colocar o logo na tela Uma marca pode aparecer na abertura, no intervalo, nas artes das redes sociais e até no nome de um quadro da transmissão. Isso garante exposição, mas não necessariamente cria identificação. Antes de entrar nos e-sports, a empresa precisa entender onde está entrando. Qual é o jogo? Quem acompanha aquele campeonato? Como essa comunidade se comunica? Quais são seus ídolos? Quais brincadeiras fazem sentido naquele ambiente? E, talvez o mais importante: o que a presença daquela marca oferece ao público? Existe também uma armadilha no caminho contrário: tentar parecer gamer demais. Não é necessário encher uma campanha de gírias, memes e referências para provar que uma empresa conhece os games. Quando isso não faz parte da identidade da marca, a tentativa pode parecer ainda mais artificial. Autenticidade também significa saber quem você é. Continua após a publicidade Uma marca não precisa vender produtos gamers para estar nos e-sports Imagem: Red Bull/ Divulgação É aqui que entram as chamadas marcas não endêmicas. Uma empresa de bebidas, alimentos ou serviços financeiros não possui uma relação direta com a prática de jogar videogame da mesma forma que uma fabricante de teclados, placas de vídeo ou computadores. Ainda assim, isso não significa que ela não tenha pontos de contato com esse público. A Red Bull é um bom exemplo de uma marca não endêmica que foi além da exposição. A empresa criou o Red Bull Solo Q, torneio de League of Legends disputado no formato um contra um feito para jogadores amadores. Imagem: Gillette/ Divulgação Outro exemplo aconteceu no Brasil com a Gillette. Em 2018, a marca patrocinou o Gillette ULT (Ultimate Legends Training), reality show criado para encontrar e desenvolver novos talentos de League of Legends. Os participantes passaram por uma série de avaliações e treinamentos acompanhados por nomes conhecidos do cenário competitivo, e os vencedores receberam a oportunidade de integrar a paiN Gaming, RED Canids e INTZ. Continua após a publicidade A iniciativa fazia parte de uma estratégia maior da Gillette nos e-sports brasileiros. Além do ULT, a marca patrocinou o CBLOL, criou uma arena própria voltada aos games e posteriormente acompanhou a trajetória profissional dos jogadores revelados pelo projeto. Os dois casos têm algo importante em comum: as marcas não se limitaram a aparecer diante da comunidade de League of Legends. Elas criaram experiências para ela. E existe uma diferença enorme entre as duas coisas. O que a comunidade recebe em troca? Talvez essa seja uma das primeiras perguntas que uma empresa deveria fazer antes de patrocinar um campeonato. Não apenas: “Quantas pessoas vão ver a minha marca?” Mas também: “O que essas pessoas ganham com a nossa presença?” O investimento pode ajudar a aumentar uma premiação, financiar uma transmissão melhor, possibilitar um campeonato presencial, criar experiências para os espectadores ou simplesmente permitir que uma competição continue existindo. Continua após a publicidade Também pode financiar conteúdos, revelar jogadores ou proporcionar oportunidades para profissionais que estão começando nos bastidores. Quando existe uma entrega concreta, o patrocinador deixa de ser apenas um logotipo ocupando espaço na tela. Ele passa a fazer parte da história daquele campeonato. Patrocinar a base pode ser uma porta de entrada Nas últimas colunas, falei bastante sobre a importância dos torneios de base para os e-sports. É justamente nesse cenário que existe uma oportunidade interessante para empresas que desejam começar a investir na modalidade. Campeonatos amadores e semiprofissionais precisam de estrutura, transmissão, premiações e profissionais. Ao mesmo tempo, reúnem comunidades extremamente próximas das equipes e jogadores que acompanham. Para uma marca, apoiar essas competições pode significar estar presente antes de determinado jogador chegar aos grandes campeonatos. Continua após a publicidade Também significa contribuir diretamente para que novos talentos tenham onde competir. Não é apenas exposição. É ajudar a construir aquilo de que a própria marca deseja fazer parte. O retorno existe, mas precisa ser construído Nenhuma dessas estratégias significa que uma empresa deva patrocinar e-sports apenas por amor à comunidade. Patrocínio é investimento. A marca espera reconhecimento, associação positiva e, eventualmente, retorno comercial. E justamente por isso a autenticidade importa. Se estudos já indicam uma relação entre a autenticidade percebida pelos fãs de e-sports e sua intenção de compra, conhecer a comunidade deixa de ser apenas uma questão de “falar a língua dos gamers”. Passa a fazer parte da própria estratégia de negócio. A comunidade pode lembrar de quem apareceu durante uma transmissão. Mas tende a construir uma relação muito mais forte com quem proporcionou alguma coisa para ela. Antes de entrar, conheça quem já está lá Uma marca não precisa ter nascido nos games para patrocinar e-sports. Também não precisa fingir que joga League of Legends desde 2012 ou conhecer todas as piadas da comunidade. Precisa entender o espaço que está ocupando. Ouvir quem já faz parte dele. Trabalhar com profissionais que conhecem aquele público. Encontrar uma conexão verdadeira entre seu produto e a experiência que pretende oferecer. Porque existe espaço para marcas não endêmicas nos e-sports e existe retorno. Mas, se a intenção é não parecer que caiu de paraquedas no mundo gamer, o primeiro passo é justamente não cair de paraquedas. Entre pela porta. Conheça a comunidade. Entenda o que ela precisa. E dê a ela um motivo para querer que sua marca continue ali. Nathalí "Yuna" Almeida Nathalí "Yuna" Almeida, comentarista de eSports Ver todos os artigos → Amazon Prime também é feito para jogadores! Todo mês, obtenha itens exclusivos, jogos grátis, uma assinatura gratuita na Twitch.tv e muito mais com sua assinatura Prime. Clique aqui para um teste gratuito de 30 dias.
Ibovespa hoje tem 10ª queda seguida; Petrobras (PETR3; PETR4) avança com descoberta e Casas Bahia (BHIA3) derrete
Bolsa deve manter fôlego em agosto com queda de juros; guerra e eleições ameaçam rali, diz Ágora 33:59 Expectativa de ajuste fiscal e temporada de balanços entram no radar, enquanto cenário externo segue como fonte de volatilidade, afirma Dalton Gardiman. Crédito: Marilia Almeida Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você O Ibovespa inicia a semana atento aos dados de inflação e atividade econômica no Brasil, com destaque para o IGP-10 de agosto e o Boletim Focus. O mercado avalia os próximos passos do Banco Central após a decisão do Copom. Externamente, a política monetária do Fed e tensões no Oriente Médio influenciam os negócios. Na sexta, o Ibovespa caiu 0,1%, pressionado por questões políticas e comerciais, enquanto o dólar subiu 0,52%. O petróleo avançou com tensões geopolíticas, impactando ações da Petrobras. Abrir o resumo O Ibovespa hoje encerrou esta segunda-feira (17) em queda de 0,09%, aos 166.783,57 pontos, e chegou à décima sessão consecutiva no vermelho. A alta da Petrobras (PETR3; PETR4) ajudou a limitar as perdas do índice, em um dia marcado ainda pelo tombo de 33,33% da Casas Bahia, por indicadores econômicos e pela alta do petróleo. PUBLICIDADE O índice encerrou o dia com queda de 0,09%, aos 166.783,57 pontos. O dólar hoje, por sua vez, recuou 0,36%, de volta para R$ 5,200. A Bolsa passa por um momento delicado. Trata-se de um combo de fatores negativos que pesam sobre o mercado financeiro doméstico. A perspectiva de um ciclo menor de cortes na Selic reduziu o otimismo com os ativos de renda variável, além de pressionar o crédito e o ritmo da economia no País. A proximidade com as eleições e o problema fiscal, em meio à aceleração do crescimento do endividamento público, também ganham cada vez mais peso. Publicidade A temporada de balanços referente ao segundo trimestre de 2026 (2T26) também vem fazendo peso, com resultados que mais decepcionam do que agradam. Apesar da piora no contexto macroeconômico, o desempenho negativo do Ibovespa reflete a perda do principal comprador de Bolsa este ano: os investidores internacionais. O forte fluxo de entrada de capital estrangeiro na B3 visto nos meses iniciais de 2026, de R$ 53,8 bilhões no primeiro trimestre, se reverteu. Maio e junho foram meses de saída de recursos e, apesar de julho ter indicado certa recuperação, agosto começa com a tendência negativa. Publicidade Nos 13 primeiros dias do mês, os gringos já retiraram R$ 15,63 bilhões do País, segundo dados da B3. É o pior desempenho mensal desde janeiro de 2022, segundo dados da Elos Ayta. Petrobras segura Ibov de perda maior Principal ação do índice da B3 junto com a Vale (VALE3), Petrobras reagiu nesta segunda-feira (17) à identificação de hidrocarbonetos em um poço na Bacia da Foz do Amazonas (Margem Equatorial), enquanto o petróleo entra novamente no radar após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que pretende declarar “em breve” Ormuz como território do seu país. Apoiadas em uma alta acima de 2% na commodity, as ações da Petrobras operaram em alta na B3. Os papéis preferenciais (PETR4) avançaram 0,90%, a R$ 42,47, enquanto os ordinários (PETR3) registram ganhos de 1,35%, cotados a R$ 47,46. Publicidade O ambiente externo também influencia os negócios, principalmente após uma semana marcada pelos dados de inflação dos Estados Unidos. O mercado financeiro segue avaliando as condições para a política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, enquanto o desempenho dos juros do país e do dólar pode afetar o fluxo para ativos de mercados emergentes. Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,51%, enquanto o Nasdaq teve queda de 0,32% e o S&P 500 cedeu 0,52%. Veja aqui a cobertura completa dos mercados norte-americanos. O cenário de juros ainda elevados, crédito restrito e dificuldades para refinanciar dívidas tem aumentado a pressão financeira sobre empresas brasileiras e levado grandes companhias a buscar alternativas para reorganizar seus passivos. Neste ano, por exemplo, Raízen (RAIZ4) recorreu à recuperação extrajudicial, enquanto a Casas Bahia informou, neste domingo, que avalia uma nova reestruturação, que poderá ocorrer pela via judicial ou extrajudicial. Publicidade Leia também O movimento também alcança empresas varejistas fora da Bolsa. A Lojas Marabraz, uma das redes mais tradicionais de móveis e eletrodomésticos de São Paulo, também protocolou pedido de recuperação judicial, com dívidas de aproximadamente R$ 140 milhões. No primeiro trimestre de 2026 (1T26), foram registrados 194 pedidos de recuperação judicial no País, segundo a Serasa Experian, reforçando o quadro de maior pressão financeira sobre as empresas. Casas Bahia desaba, mas rival sobe mais de 7% na Bolsa hoje Fora do rol de ações que compõem o Ibovespa, a Casas Bahia (BHIA3) tombou 33,33% nesta segunda-feira (17). A empresa entrou com pedido de recuperação judiciale ainda reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 978 milhões no balanço do segundo trimestre de 2026 (2T26), uma alta de 76,2% ante o registrado em igual período do ano passado. Publicidade O Grupo Casas Bahia aprovou um pedido de recuperação judicial, em conjunto com determinadas subsidiárias. . Leia também Na agenda doméstica, o principal indicador ficou com Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia da atividade econômica. O IBC-Br recuou 0,64% em junho em relação a maio, na série com ajuste sazonal, queda maior do que a mediana do Projeções Broadcast, que era de baixa de 0,5%. As estimativas do mercado financeiro iam de retração de 1,2% a alta de 0,4%. Publicidade Pela manhã, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de agosto, que caiu 0,51% em agosto, ante um recuo de 1,13% em julho. O resultado veio abaixo do piso da pesquisa Projeções Broadcast, que era de baixa de 0,43%. Na sequência, o Boletim Focus manteve a mediana do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 em 5,02%, depois de seis semanas de queda. A estimativa está 0,52 ponto porcentual acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 4,50%. Há um mês, era de 5,15%. A mediana para a Selic no fim de 2026, por sua vez, seguiu em 13,75%. Com a proximidade das eleições, a pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, também guia as atenções dos investidores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno, com 47% das intenções de voto contra 44% do adversário. Publicidade Apesar da vantagem numérica, os dois permanecem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro. O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Petrobras descobre indícios de petróleo na Margem Equatorial A petroleira atingiu na última sexta-feira (14) o reservatório do poço de Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, identificando indícios de petróleo. A informação foi apurada pela Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, e confirmada pela estatal minutos depois. Morpho está localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros. A Petrobras é a operadora do bloco FZA-M-59, onde está Morpho, e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão. Publicidade Para analistas, a notícia é positiva para a empresa, mas ainda prematura para justificar mudanças na tese de investimento da companhia, já que trata-se de uma descoberta exploratória, mas ainda não comercial. Leia também O que mais mexe com o Ibovespa hoje No Brasil, a atenção permanece ainda sobre o ambiente fiscal, político e eleitoral, que tem contribuído para a pressão sobre o real e a Bolsa de Valores. Além disso, o mercado continua monitorando as tensões no Oriente Médio e o comportamento do petróleo, especialmente após a alta da commodity na sexta-feira (14). Às 17h (de Brasília), o barril do petróleo WTI para setembro subia 3,20%, na Nymex, a US$ 84,06, enquanto o do Brent para outubro registra alta de 2,77% na ICE, a US$ 91,06. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que declarará o Estreito de Ormuz território norte-americano, durante um pronunciamento no Centro de Treinamento e Inteligência David S. Mack, em Garden City, em Nova York, na sexta-feira. Já nesta segunda-feira, Trump ameaçou bombardear Omã caso o país “se intrometa” nos planos de Washington para o Estreito de Ormuz. Ao comentar um eventual acordo com o Irã, o republicado afirmou não ter pressa. Ainda no exterior, os investidores repercutem o Índice Empire State de atividade industrial dos Estados Unidos, divulgado pela manhã. O indicador, que mede as condições da manufatura no Estado de Nova York, subiu para 20,6 em agosto, ante 15,6 em julho. O resultado de agosto, o maior em mais de quatro anos, contrariou a expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam queda do indicador a 9 neste mês. Embora tenha peso menor que os principais indicadores de inflação e emprego, o dado pode contribuir para a avaliação sobre o desempenho da economia norte-americana. Mercado acompanha IGP-10, Focus e IBC-Br após 9 quedas seguidas. Foto: Adobe Stock *Com informações da Broadcast Leia mais
FaZe Clan vence FURIA e conquista título inédito de Rainbow Six na EWC 2026
Em decisão formada por duas equipes brasileiras, FaZe venceu por 3 a 1, levou US$ 750 mil e garantiu vaga no Six Invitational 2027 A FaZe Clan conquistou neste sábado (15) o título de Rainbow Six Siege da Esports World Cup (EWC) 2026. Em uma final disputada entre duas equipes brasileiras, a organização venceu a FURIA por 3 a 1 e garantiu ao Brasil um troféu que ainda faltava em sua coleção no cenário competitivo do jogo. Continua após a publicidade Além do título, a FaZe recebeu US$ 750 mil em premiação, valor próximo de R$ 4 milhões. A conquista também garantiu à equipe uma vaga direta no Six Invitational 2027, principal competição internacional de Rainbow Six Siege, que será realizada no Brasil. A FURIA terminou como vice-campeã e recebeu US$ 350 mil, pouco mais de R$ 1,5 milhão. Como foi a final entre FaZe e FURIA A FaZe começou a série melhor e abriu vantagem nos dois primeiros mapas. No Banco, a equipe venceu por 7 a 3. Em seguida, na Fronteira, ampliou a vantagem na série com um 7 a 5. A FURIA conseguiu reagir no terceiro confronto. Na Fortaleza, a equipe levou a disputa até os rounds extras e venceu por 8 a 6, mantendo-se viva na decisão. A reação, porém, parou no mapa seguinte. No Covil, a FaZe venceu por 7 a 5 e fechou a série em 3 a 1, garantindo o título da EWC 2026. Após a conquista, KDS destacou a importância do troféu para o atual elenco da FaZe. “É uma loucura. Esse título é muito especial, pois com ele nós ganhamos tudo. É o melhor sentimento possível.” O jogador também lembrou as outras grandes conquistas internacionais da equipe, incluindo um Major e dois títulos consecutivos do Six Invitational. Título que faltava para o Brasil Imagem: Ubisoft/ Divulgação A conquista ganha importância por completar uma lacuna no histórico brasileiro de Rainbow Six Siege. O país já acumulava títulos nas principais competições internacionais da modalidade, mas ainda não havia conquistado o torneio de Rainbow Six da Esports World Cup. A campanha de 2026 terminou da melhor maneira possível para o cenário nacional: com duas organizações brasileiras disputando o título. A FaZe, que chegou ao torneio como atual bicampeã mundial, terminou no topo, enquanto a FURIA conquistou o vice-campeonato. Brasil teve quatro equipes na EWC FaZe e FURIA não foram as únicas representantes nacionais na competição realizada em Paris. A Team Liquid Alienware também chegou aos playoffs, mas acabou eliminada pela própria FaZe nas quartas de final. Já a LOS não conseguiu avançar da fase de grupos. A influência brasileira ainda apareceu nas organizações estrangeiras que chegaram às semifinais. DarkZero e Geekay Esports contavam com brasileiros em seus elencos ou comissão técnica. Na disputa pelo terceiro lugar, também realizada no sábado, a DarkZero venceu a Geekay por 2 a 1 e completou o pódio. Quanto FaZe e FURIA ganharam na EWC 2026? Imagem: Strafe Esports/ Reprodução As duas organizações brasileiras levaram juntas mais de US$ 1 milhão em premiações somente pelas duas primeiras posições: FaZe Clan — campeã: US$ 750 mil, quase R$ 4 milhões; US$ 750 mil, quase R$ 4 milhões; FURIA — vice-campeã: US$ 350 mil, pouco mais de R$ 1,5 milhão. Continua após a publicidade Além da premiação, a FaZe conquistou uma vaga direta para o Six Invitational 2027. A competição será especialmente importante para o cenário nacional porque acontecerá no Brasil, dando à atual campeã da EWC a oportunidade de disputar outro grande título internacional diante da torcida brasileira. Próximo desafio será a South America League Depois da campanha na Esports World Cup, as equipes brasileiras voltam suas atenções para o calendário regional. O próximo compromisso será a Etapa 2 da South America League (SAL), prevista para setembro. A competição terá importância também no cenário internacional, já que distribuirá vagas para o Major Osaka, programado para novembro. Com o título da FaZe e o vice da FURIA em Paris, o Brasil encerra a EWC 2026 de Rainbow Six com mais uma demonstração de sua força na modalidade — e, desta vez, com o troféu que ainda faltava. Rachele Victoria Rachele Victoria é formada em Letras, MBA em Inovação e atua há 10 anos com comunicação e conteúdo gamer. Ver todos os artigos → Amazon Prime também é feito para jogadores! Todo mês, obtenha itens exclusivos, jogos grátis, uma assinatura gratuita na Twitch.tv e muito mais com sua assinatura Prime. Clique aqui para um teste gratuito de 30 dias.
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