ALPA3F Alpargatas SA – Cotação Hoje
Alpargatas SA
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de ALPA3F
O ativo ALPA3F (Alpargatas SA) está sendo negociado hoje a R$ 9,98, acumulando uma variação de -0.60% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,47 e a máxima de R$ 13,50. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 9.86x.
Histórico de Cotação: ALPA3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a ALPA3F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Petrobras atinge valor recorde de mercado de R$ 700 bi após descoberta no Amapá
Valor de mercado da petrolífera na B3 alcançou R$ 700,08 bilhões no fechamento da semana; só na sexta-feira a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões Publicidade A Petrobras (PETR4) atingiu R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, nesta sexta-feira (2), batendo o recorde de valor de mercado, como informado pela própria companhia. O recorde ocorreu após o anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Somente na sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. Em coletiva de imprensa, também na sexta, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a segunda descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, aumenta as expectativas pela abertura de uma nova fronteira exploratória no país. Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente — medida que soma barris de petróleo e metros cúbicos de gás natural. Recordes anteriores Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. Continua depois da publicidade De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em dólar) de geração de valor. O resultado, como informou a empresa, está acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%). Impactos ambientais Na segunda-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir na Justiça a suspensão da licença ambiental concedida à Petrobras para explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação, protocolada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), pede a paralisação imediata de qualquer atividade de perfuração ou teste no bloco marítimo FZA-M-59. Continua depois da publicidade O MPF argumenta que fatos recentes comprovam a insegurança da atividade na região, como o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar na operação de uma sonda em janeiro deste ano. Para os procuradores, outro ponto central é a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas e às comunidades quilombolas e de pescadores artesanais do Amapá e do Pará, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Safra troca BTG por B3 e inclui Rede D'Or na carteira recomendada de outubro em meio à volatilidade
Banco Safra fez três substituições na carteira de ações para outubro, priorizando B3, Rede D'Or e Iguatemi para equilibrar risco em período de maior volatilidade. Por que o Safra mexeu na carteira agora Períodos eleitorais são historicamente marcados por picos de volatilidade no mercado brasileiro. A incerteza sobre o rumo da política econômica faz com que investidores institucionais reposicionem portfólios, reduzam exposição a setores mais sensíveis ao ciclo de crédito e busquem nomes com teses de crescimento menos dependentes do cenário macro de curto prazo. Foi exatamente essa a lógica do Banco Safra ao realizar três trocas na carteira recomendada de ações para outubro. O movimento não foi trivial: envolveu saídas de papéis que vinham performando bem, como BTG Pactual, e a entrada de empresas com fundamentos que, na visão dos analistas, oferecem melhor relação risco-retorno no ambiente atual. Em setembro, a carteira do Safra entregou retorno de 5,21%, superando o Ibovespa, que avançou 5,03% no mesmo período. A margem é estreita, mas consistente com uma estratégia que prioriza preservação de capital em janelas de estresse. Como já abordamos na cobertura de mercado financeiro, a gestão ativa de portfólio ganha relevância justamente nos momentos em que o mercado fica mais imprevisível. Cursos BlockTrends Aprenda cripto do zero, sem pagar nada. Dezenas de cursos em vídeo, do primeiro satoshi à análise avançada. Comece agora, no seu ritmo. Ver cursos grátis → ● 100% grátis Fundamentos Cripto 7 cursos · 31 aulas Trader Cripto 18 cursos · 80 aulas Soberania Bitcoin 10 cursos · 44 aulas 3 trilhas grátis BTG sai, B3 entra: a aposta no volume de negociação A decisão mais chamativa foi a saída de BTG Pactual (BPAC11) após uma valorização de mais de 15% em setembro. A lógica é clássica em gestão de portfólio: realizar lucro em um ativo que já entregou retorno expressivo e migrar para outro com maior potencial de upside relativo. No lugar, entrou B3 (B3SA3), a operadora da bolsa brasileira. Os analistas do Safra apostam em melhora nos dados de volumes negociados e receitas no quarto trimestre. O raciocínio faz sentido: períodos de maior volatilidade, paradoxalmente, tendem a aumentar o volume de negociação na bolsa. Mais operações de hedge, mais giro de carteiras, mais receita para a B3. Vale lembrar que a B3 tem uma posição quase monopolística no mercado de capitais brasileiro. Cada contrato futuro negociado, cada ação comprada ou vendida, gera receita para a companhia. Em um trimestre com eleições e decisões de política monetária relevantes, a expectativa de aumento de atividade é fundamentada. A decisão de manter distância de nomes diretamente expostos ao ciclo de crédito deteriorado também pesou. O cenário de juros elevados continua pressionando empresas que dependem de crédito barato, e o Safra optou por evitar essa armadilha. Rede D’Or no lugar de Direcional: saúde versus baixa renda A segunda troca reflete uma leitura setorial bastante clara. A Direcional (DIRR3) saiu da carteira por conta da piora nas expectativas para o segmento de moradia de baixa renda. O setor depende fortemente de subsídios governamentais e de condições de crédito favoráveis, dois fatores que enfrentam pressão no cenário atual. Em seu lugar, entrou Rede D’Or (RDOR3). A tese é quase oposta à da Direcional: enquanto a construtora depende de ciclo econômico e políticas públicas, a Rede D’Or opera em um setor com demanda estruturalmente crescente. O envelhecimento da população brasileira e a expansão dos planos de saúde criam uma dinâmica de crescimento secular, menos sensível às oscilações de curto prazo. Os analistas destacam o histórico de execução da Rede D’Or, que tem se consolidado como a maior rede hospitalar privada da América Latina por meio de aquisições estratégicas e ganhos de eficiência operacional. A qualidade dos ativos é um diferencial: hospitais bem localizados, com alto ticket médio e taxa de ocupação elevada. Essa movimentação dialoga com uma tendência que temos acompanhado na análise do mercado de ações: em períodos de incerteza, investidores institucionais migram para empresas com receita previsível e menor correlação com o ciclo econômico. Iguatemi substitui Multiplan: valuation como critério A terceira troca aconteceu dentro do mesmo setor, shoppings centers, o que revela a importância do valuation relativo na decisão. Multiplan (MULT3) deu lugar a Iguatemi (IGTI11), e os motivos são pragmáticos: múltiplos mais atrativos e maior visibilidade de gatilhos específicos que podem destravar valor no papel. Ambas as empresas operam shoppings de alto padrão, mas Iguatemi negocia com desconto em relação à Multiplan quando se observa métricas como EV/EBITDA e preço sobre valor patrimonial. Para uma carteira que busca equilíbrio em período volátil, entrar em um ativo de qualidade semelhante por um preço relativo menor é uma decisão racional. Além disso, o Safra fez um ajuste marginal no setor de utilidades básicas, reduzindo a posição em Equatorial (EQTL3) e aumentando em Copel (CPLE3). O objetivo é ampliar a exposição ao segmento de geração de energia, que tende a ser mais defensivo do que distribuição em cenários de estresse regulatório. O que a carteira completa de outubro revela sobre o momento do mercado A composição final da carteira do Safra para outubro conta com dez ações, incluindo as novas posições em B3, Rede D’Or e Iguatemi, além dos ajustes em Copel e Equatorial. O perfil geral do portfólio privilegia empresas com geração de caixa robusta, baixa alavancagem e menor sensibilidade ao ciclo de crédito. Essa postura é consistente com o que outros bancos e casas de análise têm adotado. Como detalhamos em nossa análise sobre o impacto dos juros nos investimentos, o ambiente de Selic elevada exige seletividade. Não basta estar comprado em bolsa; é preciso estar nos nomes certos. O fato de a carteira ter superado o Ibovespa em setembro, mesmo que por margem pequena, reforça que a estratégia de rotação ativa tem funcionado. A questão para outubro é se a volatilidade esperada vai premiar ou punir as novas escolhas. Para o investidor pessoa física, a principal lição não é replicar cegamente a carteira de um banco, mas entender a lógica por trás das decisões: reduzir exposição a crédito, buscar crescimento secular, privilegiar valuation atrativo e manter disciplina na realização de lucros. São princípios que valem para qualquer portfólio, independentemente do tamanho.
Sequoia (SEQL3) aprova grupamento de 150 ações para 1; veja os prazos – Money Times
Sequoia (Imagem: Reprodução/Sequoia Logística) A Sequoia (SEQL3) aprovou, em assembleia realizada nesta sexta-feira (2), o grupamento de suas ações na proporção de 150 para 1, sem alteração do capital social. Os papéis passarão a ser negociados na forma grupada a partir de 3 de novembro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo a companhia, a operação busca reenquadrar a cotação ao valor mínimo de R$ 1 por ação exigido pela B3. A bolsa concedeu à empresa uma prorrogação do prazo para adequação até 15 de novembro de 2026. Com o grupamento, o número de ações da Sequoia passará de aproximadamente 6,37 bilhões para 42,47 milhões. O capital social permanecerá em R$ 2,16 bilhões. Os acionistas poderão ajustar suas posições para múltiplos de 150 durante o período de 2 de outubro a 1º de novembro, evitando a formação de frações. O último pregão para realizar esse ajuste será em 30 de outubro, também a última sessão com os papéis negociados antes do grupamento. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE As frações remanescentes serão reunidas em ações inteiras e vendidas em leilão na B3, a ser realizado em até 30 dias após o encerramento do prazo de ajuste. A data será divulgada posteriormente. O valor líquido obtido no leilão, descontados os custos, será distribuído aos titulares proporcionalmente às suas frações. De acordo com a Sequoia, o grupamento preserva os direitos patrimoniais e políticos das ações, incluindo o recebimento de dividendos, juros sobre capital próprio e demais proventos que venham a ser declarados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre ALPA3F
Qual é a cotação de ALPA3F hoje na B3?
Quanto a ALPA3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ALPA3F?
O que significa o P/L e o P/VP de ALPA3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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