ALOS3F Allos S.A. – Cotação Hoje
Allos S.A.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de ALOS3F
O ativo ALOS3F (Allos S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 30,29, acumulando uma variação de +1.71% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 23,46 e a máxima de R$ 34,17. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 16.45x.
Histórico de Cotação: ALOS3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a ALOS3F
Dividendos
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Dividendos de até 6%: veja a nova aposta da carteira recomendada do Itaú BBA em outubro – Money Times
(Imagem: iStock/Edson Souza) O Itaú BBA realizou algumas mudanças na sua carteira recomendada de dividendos para outubro, composta atualmente por cinco ações. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE B3 (B3SA3) entrou nas indicações no lugar da Axia Energia (AXIA3), em uma troca que busca aproveitar uma possível recuperação da atividade no mercado de capitais a partir do quarto trimestre. Segundo a análise, a companhia reúne receitas diversificadas e recorrentes, além de potencial para se beneficiar de um aumento dos volumes negociados, de novas emissões e de uma melhora do ambiente para investimentos. Para 2027, a expectativa é de que as ações da B3 entreguem um dividend yield de aproximadamente 6%. A B3 é responsável pela principal infraestrutura do mercado de capitais brasileiro, com operações que incluem negociação, registro, compensação, liquidação e depósito centralizado de ativos, aponta o BBA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas reforçam que a companhia atua em diferentes segmentos, como ações, derivativos e renda fixa, além de oferecer serviços de dados. “Seu modelo de negócios combina receitas recorrentes de infraestrutura com exposição ao volume de negociação e à atividade de emissão e registro de instrumentos financeiros”, avaliam. A Carteira Dividendos do Itaú BBA registrou valorização de 4,3% em setembro, desempenho 0,7 ponto percentual (p.p.) abaixo do avanço do Ibovespa no período. Entre os destaques negativos, as ações da Vale (VALE3) tiveram o maior impacto sobre o portfólio, com queda de 10% no mês. Segundo relatório, o desempenho foi pressionado pelas preocupações do mercado com os custos de frete da mineradora, diante da disparada dos combustíveis e das interrupções em rotas importantes de navegação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Apesar do resultado abaixo do Ibovespa em setembro, a Carteira Dividendos acumula valorização de 897% desde sua criação, em janeiro de 2012. No mesmo intervalo, o principal índice da bolsa brasileira avançou 228%. Veja a carteira de dividendos completa do BBA para outubro: Empresa Ticker Peso Dividend Yield 2026 B3 B3SA3 20% 5,9% Allos ALOS3 20% 10,8% Copel CPLE3 20% 7,9% Vale VALE3 20% 6,1% Petrobras PETR4 20% 12,2% *Com supervisão de Maria Carolina Abe CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundos imobiliários pagam dividendos acima do resultado; entenda
FIIs com dividendos acima da Selic valem o investimento? 2:38 Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Os fundos imobiliários (FIIs) de shoppings têm distribuído dividendos acima da sua capacidade recorrente de geração de caixa. Dados da Empiricus, enviados ao E-Investidor, mostram que a média ponderada dos rendimentos pagos pelos sete FIIs acompanhados pela casa superou em cerca de 13% acima do resultado operacional recorrente (FCO) nos últimos 12 meses. PUBLICIDADE Segundo Caio Araújo, analista da Empiricus, parte da diferença vem de ganhos de capital obtidos com a venda de ativos, o que traz um alerta relevante para o investidor. Como esse tipo de receita não é recorrente, os níveis atuais de dividendos podem não se repetir no médio e no longo prazo. “Nos últimos anos, temos visto em alguns setores uma reciclagem de ativos um pouco maior, seja via troca de cotas ou por meio de transações em dinheiro. Shoppings são um desses setores. Ultimamente, boa parte dos fundos realizou alguma venda e, por isso, ainda carrega um ganho de capital na distribuição de rendimentos”, explica. Publicidade Fundo da Kinea com a Allos nasce com ativos maduros e aposta em renda recorrente no segmento de shoppings (Foto: Adobe Stock) Os juros elevados também colocam pressão sobre o setor. Apesar de o Banco Central (BC) ter iniciado o ciclo de corte de juros em março, a Selic, atualmente em 13,75% ao ano, permanece em patamar elevado. Além disso, as projeções do mercado indicam uma trajetória de queda lenta da taxa nos próximos meses. Segundo o Boletim Focus, a expectativa é de que a Selic termine 2026 em 13,50% ao ano. Para 2027, a projeção é de 12%. Ao mesmo tempo, o setor de shopping centers enfrenta sinais de desaceleração nas vendas. Embora a vacância permaneça baixa, com mediana entre 4% e 5%, o consumo perde força em um cenário de juros elevados, enquanto o crédito fica mais restrito e o endividamento das famílias compromete uma parcela maior da renda. Publicidade “A tendência é de números mais tímidos para o setor em termos de resultado no curto prazo, com algum risco pontual de aumento da inadimplência. Alguns fundos e shoppings mais concentrados podem sofrer um pouco mais na margem”, afirma. O que avaliar antes de investir em fundos de shopping? O cenário indica oportunidades para o investidor. Segundo Araújo, as cotas dos fundos imobiliários são negociadas, em média, abaixo do valor patrimonial dos ativos que compõem suas carteiras. Entre os FIIs acompanhados pela Empiricus, o desconto médio chega a 19,9% em relação ao valor patrimonial, enquanto o rendimento anualizado é de 11,2%. Apesar dos indicadores atrativos, Araújo explica que o investidor precisa avaliar a qualidade do portfólio antes de realizar qualquer investimento. “Um shopping bem localizado tende a atravessar cenários mais desafiadores com um pouco mais de tranquilidade. Da mesma forma, a diversificação da carteira permite minimizar riscos pontuais, principalmente relacionados a crédito ou a questões específicas de determinados ativos”, afirma. Publicidade Leia mais
Fundo Imobiliário gira carteira entre bolsa, crédito e imóveis: conheça
Fundo Imobiliário gira carteira entre bolsa, crédito e imóveis: conheça O fundo imobiliário CCME11, da Canuma Capital, tem hoje cerca de 58% da carteira alocada diretamente em CRIs. A composição, no entanto, já foi diferente: o fundo pode investir em CRIs, fundos imobiliários, ações de empresas do setor, imóveis e projetos imobiliários, mudando o portfólio conforme as oportunidades de cada momento. A estratégia prevê bandas de alocação para cada frente e combina investimentos voltados à geração de renda com outros em que o ganho de capital é o principal componente do retorno. A proposta, segundo Felipe Vaz, Partner e Portfolio Manager da Canuma Capital, é fazer do CCME11 um hedge fund ou uma espécie de consolidador de estratégias de investimentos imobiliários. A lógica é aproveitar diferentes mercados ao longo dos ciclos. “Em determinados momentos, você tem boas oportunidades no mercado de negociações diretas de imóveis. Em outros, a oportunidade pode estar nos ativos negociados em bolsa ou no crédito imobiliário. Então, a ideia do CCME11 é justamente aproveitar essas oportunidades em cada momento do ciclo”, afirma. Como a Canuma decide onde alocar Para definir onde colocar o dinheiro, a gestora acompanha de forma sistemática o mercado imobiliário. A equipe realiza reuniões semanais para discutir as diferentes partes do portfólio, enquanto seis analistas acompanham cerca de 75 ativos entre fundos imobiliários e ações do setor. Antes de estruturar uma nova operação de crédito, a gestora compara a oportunidade com alternativas disponíveis na bolsa. “O primeiro olhar sempre é: será que teria alguma coisa mais barata ou de melhor oportunidade que eu pudesse, por exemplo, fazer via o mercado de bolsa?”, explica Vaz. A comparação pode envolver a compra direta de um CRI ou a alocação em um fundo de recebíveis imobiliários. O caso das ações de shoppings O gestor cita como exemplo uma movimentação feita cerca de três anos atrás no segmento de shoppings. Naquele momento, a Canuma avaliou que as ações das empresas do setor ofereciam uma oportunidade melhor do que cotas de FIIs ou participações diretas em empreendimentos. Um dos casos analisados foi o da Allos. Segundo Vaz, a empresa era negociada na época a um valor que, na avaliação da gestora, representava um desconto significativo em relação aos ativos imobiliários de seu portfólio. A Canuma decidiu, então, montar posição nas ações em vez de comprar cotas de fundos de shoppings. Mais recentemente, a rotação ocorreu em outra direção. A gestora reduziu posições em fundos de papel que, segundo a avaliação da gestão, não estavam oferecendo dividendos suficientes diante do risco das carteiras. “Desde o começo do ano, a gente foi reduzindo exposições em fundos de papel e direcionamento foi para CRIs estruturados, originados na sua maioria dentro de casa”, afirma Vaz. Gestão ativa também significa vender A gestão ativa do CCME11 não se limita à busca por novos investimentos. A Canuma também vende posições quando entende que o preço de mercado chegou próximo do valor considerado justo ou quando encontra oportunidades melhores em outras classes de ativos. Na parcela mais líquida, a gestora procura concentrar a carteira em aproximadamente 10 a 20 posições consideradas mais promissoras, entre os cerca de 75 ativos acompanhados. “Se o preço de mercado está muito abaixo desse preço que eu estou calculando aqui no time de análise, é uma oportunidade de compra. Quando o ativo chega ao preço considerado justo sem mudanças relevantes na tese, a gente não tem problema nenhum em vender essa posição, em capturar esse lucro”. Segundo a gestão, a estratégia resultou em uma movimentação relevante da carteira ao longo dos últimos anos. A parcela mais líquida teve, em média, R$ 98 milhões alocados, mas o volume negociado chegou a quase R$ 800 milhões. No período citado pela gestora, o portfólio acumulou valorização de 45,8%, ante 33,5% do IFIX. Vaz ressalta que a Canuma também acompanha o desempenho em diferentes janelas de tempo, como seis, 12, 24 e 36 meses. Para o gestor, a diversificação não significa que todas as posições terão desempenho positivo ao mesmo tempo, mas que diferentes partes da carteira podem responder de maneiras distintas às mudanças do cenário. “Se a gente tem uma carteira que, se o mercado vai para um lado, a carteira inteira sofre, a gente não está fazendo diversificação”, afirma. Dividendos buscam previsibilidade O estilo multiestratégia também se reflete na política de dividendos do CCME11. Desde o ano passado, a Canuma divulga uma estimativa de rendimentos para os três meses seguintes, calculada a partir das receitas recorrentes esperadas. Atualmente, o guidance de rendimentos está entre R$ 0,084 e R$ 0,088 por cota, com R$ 0,086 como cenário-base. “A gente procura sempre fazer aqui um exercício de não depender de ganhos não recorrentes nessa estimativa de guidance”, explica Vaz. Para chegar à projeção, a gestora considera as expectativas para juros e inflação que afetam os diferentes ativos da carteira. A Canuma também mantém uma reserva acumulada para reduzir o impacto de oscilações pontuais nos resultados, principalmente quando uma inflação mais baixa afeta os CRIs indexados ao IPCA. “Hoje, a gente distribui um valor monetário da ordem de R$ 5,8 milhões e temos uma reserva acumulada de R$ 7 milhões, quase R$ 0,10 por cota”, afirma o gestor. Segundo Vaz, essa reserva ajuda o fundo a manter maior previsibilidade na distribuição mensal.
Perguntas Frequentes sobre ALOS3F
Qual é a cotação de ALOS3F hoje na B3?
Quanto a ALOS3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ALOS3F?
O que significa o P/L e o P/VP de ALOS3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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