AHEB3F Sao Paulo Turismo SA – Cotação Hoje
Sao Paulo Turismo SA
Resumo Fundamentalista de AHEB3F
O ativo AHEB3F (Sao Paulo Turismo SA) está sendo negociado hoje a R$ 23,00, acumulando uma variação de -3.64% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,49 e a máxima de R$ 35,00.
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Refit infiorma CVM sobre suspensão de venda de ações na B3
São Paulo A pedido da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e da B3, a Refit informou ao mercado a suspensão de negociação de suas ações na bolsa. As duas instituições pediram à empresa uma explicação a respeito da situação dos papéis. Entrada da refinaria da Refit, no Rio de Janeiro - Ricardo Moraes/Reuters Segundo a Refit, a medida decorre da paralisação de suas atividades após a interdição decretada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e por decisão judicial. A ANP interditou totalmente a refinaria, no Rio de Janeiro, em janeiro deste ano, após fiscalização detectar falhas nos sistemas de combate a incêndio e de detecção de gás. Em agosto, a agência revogou a autorização de funcionamento da unidade, que já não tinha CNPJ ativo. A Refit está em recuperação judicial desde 2016. Em maio de 2026, o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a conversão do processo em falência, alegando que o passivo fiscal da empresa subiu de R$ 5 bilhões para R$ 25,7 bilhões no período. Em agosto, o governo do estado do Rio protocolou pedido semelhante, citando descumprimento de acordo de parcelamento de dívidas tributárias. A companhia também é alvo de investigações da Polícia Federal por sonegação fiscal e importação irregular de combustíveis. O grupo, controlado pelo empresário Ricardo Magro, é acusado pelo governo como o maior devedor de ICMS do país. Magro nega e diz que contesta a cobrança dos tributos na Justiça. No comunicado, a empresa afirma que busca o retorno das operações e diz manter acionistas e mercado informados sobre o andamento do caso.
PGA Hotels capta R$ 25 milhões na B3 e reforça Westin João Pessoa, de R$ 143 milhões
Grupo estreia no mercado de capitais via Regime Fácil da B3; recursos financiam pipeline de expansão da Marriott no Nordeste, incluindo o resort no Polo Turístico de Cabo Branco Resort à beira-mar do Grupo PGA, referência do padrão de empreendimentos que a empresa expande no Nordeste em parceria com a Marriott, incluindo o futuro Westin João Pessoa O Grupo PGA, especializado em hotelaria e sediado em Ipojuca (PE), captou R$ 25 milhões em notas comerciais na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) por meio do Regime Fácil, mecanismo simplificado de emissão criado pelas Resoluções CVM 231 e 232 e ajustado pela Resolução 236, em vigor desde 16 de março de 2026. A operação marca a estreia do grupo no mercado de capitais. Entre os projetos que devem ser financiados pelo aporte está The Westin João Pessoa, empreendimento de mais de R$ 143 milhões no Polo Turístico de Cabo Branco, com 168 apartamentos, 24 suítes e 10 villas, além de spa, salas de reunião e cinco restaurantes. O projeto deve gerar mais de 340 empregos diretos e integra o pipeline de expansão da bandeira Westin, da Marriott International, no Nordeste. Leia também Regime Fácil da B3 é destinado a empresas de médio porte O Regime Fácil, usado pela primeira vez pelo Grupo PGA, é voltado a empresas com receita bruta anual de até R$ 500 milhões, reduzindo procedimentos de registro, ofertas públicas e prestação de informações à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os recursos captados serão destinados ao financiamento do pipeline de expansão hoteleira do grupo — licenciamento, projeto, construção, equipamentos e operação de novas unidades das bandeiras Westin e City Express by Marriott no Nordeste. Flavia Mouta, diretora de Listagem da B3, e Gabriela Denadai, diretora do Itaú Empresas, participaram da estruturação da operação, segundo informações divulgadas pelo grupo. Grupo nasceu em Porto de Galinhas e hoje mira 30 hotéis em 15 anos O Grupo PGA foi fundado pelo casal Ana Helena Malheiros e Eduardo Malheiros a partir do Porto de Galinhas Resort & Spa, que se transformou em The Westin Porto de Galinhas em março de 2021 — a primeira unidade da bandeira Westin na América do Sul. Eduardo Malheiros, diretor do grupo, foi eleito Hoteleiro do Ano em setembro de 2025. Tarcysio Malheiros, diretor da Fábrica de Hotéis, também integra a liderança da empresa. O grupo fechou acordo com a Marriott para a construção de 30 hotéis da bandeira City Express em até 15 anos, com investimento total superior a R$ 1 bilhão. Até julho de 2026, 11 projetos já haviam sido contratados dentro desse acordo, incluindo uma unidade em Recife com 200 apartamentos. Expansão da Marriott aposta no potencial turístico do Nordeste Segundo executivos da empresa, os investimentos em curso têm potencial para aumentar a oferta de quartos hoteleiros e fomentar o turismo regional, um dos setores econômicos estratégicos do Nordeste. Especialistas do setor apontam que captações como essa contribuem para fortalecer a infraestrutura turística da região, gerar empregos diretos e indiretos e atrair novos investidores para o mercado hoteleiro, ampliando a competitividade do setor. O Polo Turístico de Cabo Branco, onde será erguido o Westin João Pessoa, concentra área de 654 hectares e recebe hoje investimentos totais estimados em R$ 2 bilhões, incluindo estrutura de parques temáticos e aquáticos, o Boulevard dos Ipês e um centro de convenções, segundo projeções divulgadas para o complexo. Grupo avalia novas captações para sustentar crescimento do portfólio A empresa projeta utilizar os recursos captados para acelerar a construção e a operação dos novos hotéis, além de potencializar parcerias estratégicas no âmbito do acordo com a Marriott. O Grupo PGA também avalia novas oportunidades de financiamento pelo mercado de capitais para apoiar o crescimento sustentável do portfólio, o que pode incluir aportes futuros direcionados a projetos na Paraíba. Continue acompanhando O Paraíba Business acompanha os desdobramentos da expansão hoteleira da Marriott na Paraíba e os efeitos dos investimentos do Grupo PGA sobre o turismo e a economia do estado.
Mercados nesta quarta, minério, petróleo em alta, notícia da Cosan, Cemig, JBS, Multilaser e de outras companhias
Mercados nesta quarta, minério, petróleo em alta, notícia da Cosan, Cemig, JBS, Multilaser e de outras companhias Publicado às 7h50 – atualizado às 9h24 com notícias Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46) Alemanha (DAX): -0,19% Londres (FTSE 100): -0,25% Japão (Nikkei 225): -3,12% (pregão encerrado) China (Xangai Comp.): -2,40% (pregão encerrado) Hong Kong (Hang Seng): +0,09% (pregão encerrado) Petróleo Brent: +1,21% (US$ 92,1). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -0,35% (US$ 64.445) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): +0,04% (US$ 4.422) Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,78% a 712 iuanes (US$ 105,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,01% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,02%. Nasdaq futuro caía 0,18%. Notícias corporativas Mais um capítulo da novela envolvendo o tratamento regulatório dos recursos provenientes do precatório recebido pela Sanepar (SAPR11, SAPR4). Em um fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 19, a companhia informa que o conselho diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar), em reunião realizada em 18 de agosto, indeferiu o recurso administrativo interposto pela Sanepar contra a Nota Técnica nº 002/2026. No recurso, a companhia pleiteava a manutenção da proporção estabelecida na Nota Técnica Agepar nº 07/2024, que determinava 75% para modicidade tarifária e 25% para a companhia, e a aplicação do desconto de forma linear aos usuários. A Sanepar recebeu R$ 4 bilhões em precatório federal em 2025. A companhia entende possuir direito a 25% dos valores recebidos, com os 75% restantes destinados à modicidade tarifária, conforme interpretação da Nota Técnica. A divergência está relacionada à Nota Técnica 002/2026 da Agepar, que estabeleceu tratamento diferente: 50% dos recursos seriam destinados a investimentos não onerosos e os outros 50% à reversão tarifária, direcionada especificamente aos consumidores com consumo inferior a 5 m³. A Sanepar entende que concentrar o desconto em uma faixa específica de consumo não promove modicidade tarifária de maneira equânime, e que os investimentos realizados com os 50% classificados como recursos não onerosos ficariam fora da base regulatória e, consequentemente, sem remuneração tarifária. Ainda, na mesma reunião realizada em 18 de agosto, o conselho diretor da Agência atendeu o pedido formulado pela Sanepar para a prorrogação, pelo prazo de trinta dias, da implementação do desconto tarifário previsto na Nota Técnica nº 002/2026. “A referida dilação fundamentou-se na necessidade de desenvolvimento e parametrização segura dos sistemas comerciais da Sanepar, de modo a assegurar a correta e precisa aplicação do desconto aos usuários”, afirmou a companhia de Saneamento. A Sanepar reiterou que seguirá adotando todas as medidas judiciais cabíveis para resguardar seus direitos e interesses. A Brava Energia (BRAV3) recebeu cartas de renúncia de Mateus Tessler, aos cargos de membro do Conselho de Administração e Coordenador e membro do Comitê de Auditoria Estatutário, e de Ricardo de Queiroz Galvão e Henrique de Queiroz Galvão, ao cargo de membro do Conselho de Administração da companhia. A informação consta em um fato relevante divulgado pela Brava nesta quarta-feira, 19. O Conselho de Administração elegeu Catalina Velázquez Gil e Camilo Alfonso Barco e Julián Lemos Valero como membros do Conselho de Administração, para completar o prazo de gestão dos conselheiros renunciantes. Desta forma, o colegiado passou a ser composto pelos seguintes membros: Alexandre Marcelo Marques Cruz, Richard Kehrer Kovacs, Harley Lorentz Scardoelli, André Marcelo da Silva Prado, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, Catalina Velázquez Gil, Camilo Alfonso Barco, e Julián Lemos Valero. Catalina desenvolveu carreira na Ecopetrol ocupando diversas posições até liderar a Gerência Jurídica de Hidrocarbonetos. Já Camilo Alfonso Barco ocupou posições de alta direção na Ecopetrol, Isa, Itaú, BBVA, no Ministério da Fazenda da Colômbia e em escritórios internacionais de consultoria, liderando processos de estruturação financeira, geração de valor, sustentabilidade e transformação empresarial em organizações de alta complexidade. Julián Lemos Valero desenvolveu carreira executiva na Ecopetrol liderando as áreas de estratégia, Novos Negócios e Fusões e Aquisições, com participação na estruturação e execução de investimentos estratégicos, crescimento inorgânico e definição do portfólio corporativo. O Conselho de Administração nomeou Harley Lorentz Scardoelli para o cargo de Coordenador do Comitê de Auditoria Estatutário e indicou Camilo Alfonso Barco para integrar o referido Comitê. A Brava divulgou na segunda-feira, 17, que foram concluídas a liquidação da oferta pública para aquisição de controle da companhia pela Ecopetrol Investimentos do Brasil e a operação de aquisição privada de ações ordinárias de emissão da petroleira, correspondentes a aproximadamente 26% do capital social da Brava, informada em 23 de abril. Com a conclusão, a Ecopetrol Investimentos passa a ser acionista controladora da Brava, detendo 236.924.207 ações representativas de, aproximadamente, 51% do capital social da petroleira. A Ecopetrol Investimentos é controlada da colombiana Ecopetrol. Multilaser (MLAS3) informa provisão para perdas com recebíveis do Grupo Casas Bahia O Grupo Multilaser (MLAS3) informou que é fornecedora do Grupo Casas Bahia (BHIA3). A companhia também divulgou que, em razão do pedido de recuperação judicial apresentado pela Casas Bahia, registrará provisão para perdas com recebíveis no montante aproximado de R$ 20 milhões, além dos R$ 11 milhões já anteriormente provisionados. O valor total corresponde exclusivamente à parcela do saldo a receber que não está coberta pelas apólices de seguro de crédito e pelos demais instrumentos de garantia contratados pela Multilaser. “Trata-se de montante pouco expressivo diante da carteira total de recebíveis, equivalente a apenas 2,29% do saldo líquido de contas a receber, sem efeito significativo sobre a posição patrimonial e financeira ou sobre os resultados da companhia”, afirmou a Multilaser em um comunicado. A companhia destacou que acompanha ativamente a evolução do caso e já adotou as providências operacionais, comerciais e jurídicas cabíveis para mitigar eventuais perdas, incluindo a execução das garantias previstas nas apólices de seguro e outros instrumentos de garantia vigentes. “Com base nas informações disponíveis nesta data, não são esperados desdobramentos capazes de alterar de forma significativa os resultados do exercício social de 2026”, ressaltou a Multilaser. A JBS (NYSE: JBS; B3: JBSS32) apresentou proposta não vinculante ao conselho de administração da Pilgrim’s Pride Corporation (Nasdaq: PPC) para aquisição da totalidade das ações ordinárias em circulação de emissão da PPC que não sejam detidas pela JBS ou suas afiliadas. Nos termos da transação proposta, os acionistas da PPC não afiliados à JBS receberão uma relação de troca fixa de 2,086 ações ordinárias Classe A da JBS para cada ação ordinária da PPC. A relação de troca é baseada nos preços de fechamento das ações da JBS e da PPC de US$ 13,66 e US$ 28,49, respectivamente, em 18 de agosto de 2026. A PPC é uma companhia aberta com ações listadas na Nasdaq e com sede nos Estados Unidos, dedicada à criação, incubação, processamento e distribuição de frangos e suínos, com venda de produtos frescos, congelados e de valor agregado sob uma série de marcas na América do Norte, México e Europa. A JBS detém atualmente, por meio de suas subsidiárias, aproximadamente 82% das ações em circulação da PPC. A transação proposta está sujeita à aprovação de um comitê especial com capacidade de decisão, composto por membros independentes e desinteressados do conselho de administração da PPC, que será assessorado por consultores jurídicos e financeiros independentes. Além disso, a JBS espera que a transação também exija a aprovação da maioria dos votos proferidos pelos titulares de ações ordinárias da PPC que não sejam detidas pela JBS ou suas afiliadas, bem como condições de fechamento habituais. A transação não requer a aprovação dos nossos acionistas. A JBS acredita que a combinação de negócios oferece potenciais benefícios aos acionistas da PPC. Segundo a companhia, os acionistas da PPC se beneficiarão da participação continuada no desempenho dos negócios da PPC como parte de uma plataforma global maior e mais diversificada de multiproteínas e alimentos preparados. A JBS também destaca que os acionistas da PPC participarão, por meio de sua titularidade de ações da JBS, dos potenciais benefícios de uma estrutura organizacional simplificada, incluindo a economia gerada pela eliminação dos custos da PPC como companhia aberta independente e uma alocação de capital mais flexível e eficiente em todo o grupo. A companhia também ressalta o acesso à maior liquidez de negociação das ações ordinárias Classe A da JBS. Segundo a companhia, os acionistas da PPC receberão ações da JBS, que possui uma capitalização de mercado maior e uma base de investidores institucionais mais ampla do que o atual free float minoritário da PPC. A agência de classificação de risco Fitch elevou as classificações de risco de crédito da Light (LIGT3) e suas subsidiárias Light Serviços de Eletricidade (Light Sesa) e Light Energia. Na escala nacional, a Fitch elevou o Long-Term National Rating da Companhia, da Light Sesa e da Light Energia de ‘D(bra)’ para ‘BB(bra)’. Na escala internacional, a Fitch elevou o Long-Term Issuer Default Rating (IDR), em moeda estrangeira e em moeda local, da Companhia, da Light Sesa e da Light Energia de ‘D’ para ‘B-‘. A perspectiva atribuída às classificações é “estável”. De acordo com a Fitch, a elevação reflete a conclusão do processo de reestruturação de dívida da Light Sesa e a melhora da estrutura de capital do grupo. Segundo o novo contrato de concessão, a Fitch espera que a próxima revisão tarifária aumente o limite regulatório para perdas de energia com base no desempenho da concessão no ciclo tarifário atual. Mas a agência destaca que os riscos de execução decorrentes de melhorias na eficiência operacional e na qualidade do serviço, bem como a dificuldade em obter financiamento a um custo administrável, limitam as classificações. A revisão tarifária da Light Sesa também deverá proporcionar um tratamento mais flexível para lidar com restrições operacionais em áreas de risco, embora isso não esteja contemplado no cenário base da Fitch. A Light está em recuperação judicial. A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) notificou formalmente a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) sobre sua intenção de deslistar voluntariamente suas American Depositary Shares (ADSs), representadas por American Depositary Receipts (ADRs), cada uma representando quatro ações ordinárias da Cosan na NYSE. A medida foi aprovada pelo conselho de administração no último dia 14 de agosto. “Este movimento faz parte do objetivo de simplificação e otimização da estrutura de capital da Cosan, trazendo redução de custos e foco nas frentes de maior relevância estratégica”, explicou a companhia em um comunicado enviado ao mercado nesta terça-feira, 18. A Cosan permanecerá com a listagem das suas ações ordinárias no segmento do Novo Mercado, na B3, onde a negociação das ações está majoritariamente concentrada. A companhia pretende protocolar o Formulário 25 junto à U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) no dia 8 de setembro de 2026. Seguindo esse cronograma, o último dia de negociação dos ADSs na NYSE seria no dia 18 de setembro de 2026, sendo que os prazos descritos são estimativos e dependem do andamento de todas as etapas do processo. A Cosan continuará registrada sob o U.S. Securities Exchange Act de 1934 cumprindo com as suas obrigações de reporte sob o Exchange Act após a deslistagem na NYSE. A companhia não providenciou listagem, cotação e/ou registro das ADSs em outra bolsa de valores ou meio de cotação. “A Cosan se reserva o direito, por qualquer motivo, de adiar esses protocolos ou retirá-los antes que produzam efeitos, bem como de alterar, de outra forma, seus planos a esse respeito”, afirmou a companhia. A LWSA (LWSA3) alterou o valor por ação do dividendo anunciado no última dia 13 de agosto de 2026. Em um aviso a companhia informou que, em razão da alteração na quantidade de ações mantidas em tesouraria, decorrente de operações realizadas no âmbito do programa de recompra de ações, o valor do dividendo por ação passou de R$ 0,04254682 para R$ 0,042695668. Não houve alteração no montante total dos dividendos, que permanece em R$ 23,4 milhões. A data de corte para ter direito foi a terça-feira, 18 de agosto. As ações passam a ser negociadas “ex dividendo” a partir desta quarta-feira, 19 de agosto. Os acionistas terão seus créditos disponíveis em 31 de agosto de 2026, data de pagamento. A agência de classificação de risco Standard & Poor’s Ratings do Brasil elevou os ratings de crédito de emissor na Escala Nacional Brasil da Cemig (CMIG4) e de suas subsidiárias, Cemig Distribuição e Cemig Geração e Transmissão de ‘brAA+’ para ‘brAAA’. O relatório foi divulgado nesta terça-feira, 18. Ao mesmo tempo, a agência alterou a perspectiva dos ratings de positiva para estável. A perspectiva estável indica a expectativa da S&P de que a Ceig manterá a alavancagem controlada nos próximos anos, com redução do déficit de Fluxo de Caixa Operacional Livre (FOCF). A agência espera que a estatal mineira mantenha a alavancagem controlada em torno de 3,5x em 2026-2027, mesmo em meio aos maiores investimentos (capex) no período, que antecede a revisão tarifária periódica em 2028. A S&P projeta alavancagem ligeiramente acima do nível reportado em 2025, de 3,2x, mas ainda abaixo de alguns de seus principais pares do setor. Além disso, espera que a companhia seja bem-sucedida nos investimentos, sustentando seu sólido desempenho operacional e maior geração de caixa nos próximos anos, o que resultará em uma queda gradual dos déficits de fluxo de caixa operacional livre. A RD Saúde (RADL3) continua sendo uma das principais escolhas do Banco Safra no setor de varejo farmacêutico. O banco reiterou a recomendação de compra para as ações da companhia, apesar da redução do preço-alvo de R$ 27 para R$ 25 em um horizonte de 12 meses. A revisão incorporou o resultado do segundo trimestre de 2026, mudanças nas projeções de vendas, a redução dos benefícios fiscais após a venda da 4Bio e uma percepção maior de risco no mercado brasileiro. Para o time de analistas, a RD Saúde é negociada atualmente a cerca de 15 vezes o lucro projetado para 2027. O múltiplo está abaixo da média histórica de 24 vezes registrada pela companhia. Considerando o preço-alvo de R$ 25, a ação seria avaliada a aproximadamente 19 vezes o lucro projetado. Esse nível ainda representaria um desconto de 21% em relação à média observada nos últimos dois anos. O Safra elevou de 11,8% para 12,3% a projeção de crescimento das vendas nas mesmas lojas da RD Saúde em 2026. A revisão refletiu o desempenho do segundo trimestre, quando as vendas nas mesmas lojas cresceram 12,5%. O resultado ficou acima da estimativa anterior, de 12,2%. Mas para o ano que vem, a equipe de analistas adotou uma postura mais conservadora. A projeção de crescimento das vendas nas mesmas lojas foi reduzida de 9,8% para 8%. A mudança considera a base de comparação mais forte esperada para 2026 e os possíveis efeitos da expansão dos medicamentos para controle de peso e diabetes, conhecidos como agonistas de GLP-1. Agenda de proventos desta quarta, 19: Klabin (KLBN11) A Klabin realiza nesta quarta-feira, 19, o pagamento de mais uma parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e Units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025. Banco Mercantil (BMEB3; BMEB4) O Banco Mercantil paga nesta quarta-feira, 19, juros sobre capital próprio referentes ao 1º semestre de 2026. O valor total aprovado foi de R$ 189,5 milhões. O valor líquido por ação ON – BMEB3 é R$ 1,22. O valor líquido por ação PN – BMEB4 é R$ 1,35. Tem direito acionistas constantes da base acionária do Banco em 7 de agosto de 2026 (data com). Gerdau (GGBR4) e da Metalúrgica Gerdau (GOAU4) A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau, anunciado em 4 de agosto, é nesta quarta-feira, 19. A partir de quinta, 20, as ações serão negociadas ex-dividendo. O dividendo da Gerdau é no valor de R$ 0,23 por ação por ação e será pago em 11 de setembro de 2026. O dividendo da Metalúrgica Gerdau é no valor de R$ 0,11 por ação e será pago em 14 de setembro. Siga o canal no Whatsapp de notícias de empresas: entre aqui
Perguntas Frequentes sobre AHEB3F
Qual é a cotação de AHEB3F hoje na B3?
Quanto a AHEB3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de AHEB3F?
O que significa o P/L e o P/VP de AHEB3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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