AERI3 Aeris Industria e Comercio de Equipamentos para Geracao deEnergia S.A. – Cotação Hoje
Aeris Industria e Comercio de Equipamentos para Geracao deEnergia S.A.
CNPJ: 12528708000107
Resumo Fundamentalista de AERI3
O ativo AERI3 (Aeris Industria e Comercio de Equipamentos para Geracao deEnergia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 2,28, acumulando uma variação de +0.44% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,00 e a máxima de R$ 4,56. A companhia está inserida no setor de Bens Industriais, atuando no segmento de Máq. e Equip. Industriais. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -0.15x e P/VP de -0.14x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 746,01 Mi | R$ 1.516,48 Mi | R$ 2.831,91 Mi | R$ 2.468,88 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 1,04 Mi | R$ 145,13 Mi | R$ 389,00 Mi | R$ 294,48 Mi |
| EBITDA | R$ -505,25 Mi | R$ -741,10 Mi | R$ 264,51 Mi | R$ 213,46 Mi |
| Lucro Líquido | R$ -901,21 Mi | R$ -934,08 Mi | R$ -106,57 Mi | R$ -92,71 Mi |
Sobre a AERI3
A Aeris Indústria e Comércio de Equipamentos para Geração de Energia S.A. (AERI3) é fabricante brasileira de pás para turbinas eólicas, com parque industrial no Complexo do Pecém, no Ceará. A empresa produz componentes de grande porte para fabricantes globais de aerogeradores e também presta serviços técnicos ligados ao ciclo de vida de ativos eólicos, como inspeção e manutenção. Sua receita depende de contratos industriais de médio e longo prazo, com volumes vinculados à demanda do mercado de energia renovável. A companhia está inserida em uma cadeia global de suprimentos com alta exigência de qualidade, rastreabilidade e produtividade fabril. O resultado operacional é sensível à ocupação de capacidade, custos de materiais compostos, logística e variação cambial, dado o peso de insumos dolarizados e a integração com clientes internacionais. O posicionamento competitivo da Aeris combina escala industrial no Brasil, especialização em pás e infraestrutura dedicada para atender projetos eólicos no mercado doméstico e em exportação.
Dividendos
Outras Ações do Setor de Bens Industriais
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Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 15:35 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Abertura dos negócios é marcada pela fuga de capital dos mercados emergentes e busca por proteção na renda fixa americana, pressionando os ativos locais. O que aconteceu Bolsa sob Pressão: O Ibovespa futuro engatou nova trajetória de baixa nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, acompanhando o movimento de venda nos mercados acionários mundiais. Câmbio Aquecido: O dólar comercial acelerou ganhos frente ao real e rompeu o patamar de R$ 5,20, refletindo a demanda global por liquidez em moeda americana. Treasuries nas Máximas: Os rendimentos dos títulos de dívida do Tesouro dos EUA atingiram picos recentes, aumentando a atratividade da renda fixa norte-americana livre de risco. Desafio para a Selic: A alta simultânea do dólar e das commodities internacionais eleva os riscos de inflação importada no Brasil, mantendo o ambiente de taxa Selic a 14% ao ano por tempo prolongado. A Força das Treasuries e a Drenagem de Liquidez dos Emergentes O estresse nos mercados globais ganhou tração nas primeiras horas de negócio deste dia 18 de agosto de 2026. O contrato futuro do Ibovespa recuou firme na B3, enquanto o dólar comercial renovou máximas ao ser negociado acima do patamar de R$ 5,20. O motor central desse ajuste é a disparada nos rendimentos dos Treasuries — os títulos públicos do governo dos Estados Unidos. Com as taxas das Treasuries atingindo seus níveis mais altos do ano, o custo de oportunidade global sofre uma forte recalibragem. Grandes fundos de investimento e alocadores institucionais reduzem a exposição a ativos de maior risco em países emergentes, como o Brasil, para garantir retornos expressivos e seguros em dólar na renda fixa americana. Esse fluxo de saída de capital estrangeiro pressiona diretamente o real. A desvalorização da moeda brasileira eleva o custo de insumos importados para a indústria nacional, reacendendo o alerta sobre o repasse inflacionário nos preços ao consumidor final. O ambiente de aversão externa ao risco encontra um mercado doméstico já bastante sensível ao nível das taxas de juros. Com a taxa Selic mantida no nível de 14% ao ano pelo Banco Central do Brasil para conter as expectativas inflacionárias, o crédito para as companhias locais segue custoso, comprimindo margens operacionais e desacelerando investimentos produtivos. No pregão da B3, o recuo do Ibovespa futuro afeta principalmente empresas do setor de consumo, varejo e tecnologia, cujas avaliações de mercado (valuations) são mais penalizadas pela alta da curva de juros futuros. Em contrapartida, empresas exportadoras de commodities e geradoras de receita em dólar encontram relativo suporte nas cotações, amenizando um recuo ainda mais severo do índice de referência. Guia do Investidor Para proteger a carteira de investimentos e gerenciar o risco em momentos de alta do dólar e recuo das ações, considere as seguintes estratégias: Mantenha Proteção Cambial (Hedge): Alocações em ativos atrelados ao dólar ou em fundos internacionais ajudam a mitigar as perdas da parcela de renda variável doméstica em momentos de desvalorização do real. Aproveite a Liquidez Pós-Fixada: Diante da manutenção da Selic a 14% ao ano, mantenha a reserva de oportunidade em títulos pós-fixados de alta liquidez (como Tesouro Selic) para realizar aportes táticos em ações durante fortes correções do mercado. Priorize Empresas Exportadoras e Desalavancadas: Companhias com receita atrelada a moedas fortes e baixos níveis de endividamento em CDI enfrentam ciclos de instabilidade global com maior resiliência de caixa. Evite Giro Excessivo de Carteira: Movimentos bruscos impulsionados por ruídos de curto prazo costumam gerar perdas definitivas de capital. Avalie a qualidade dos fundamentos das empresas antes de tomar decisões de venda. Leia mais Pix Mais Rígido: As Regras do Banco Central que Impõem Limites e Aumentam a Segurança em 2026 Reforma Tributária: O Novo Papel do Contador e ERP na Transição do IVA Dual em 2026 Liquidação Global de Títulos: Por Que a Alta dos Juros nos EUA e Japão Ameaça os Mercados em 2026 Chilli Beans Avança em Fintech: Rede Lança Maquininha Própria e Prepara Oferta de Crédito para Franqueados 99 Amplia Benefícios e Lança Financiamento de Veículos Elétricos para Motoristas em 2026 Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:
B3 tem segundo pior desempenho em agosto entre bolsas estrangeiras
A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve o pior desempenho em dólares em agosto dentre 21 bolsas internacionais , conforme levantamento feito pela consultoria Elos Ayta divulgado, nesta terça-feira (18/8), com base no fechamento até ontem. De acordo com a consultoria, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acumulava queda em dólares de 8,54% em agosto até segunda-feira (17/8), ficando à frente apenas do Índice Merval, da Argentina, que recuou 10,47% no mesmo período. Por volta das 13h55 de hoje, a B3 recuava 0,07%, aos 166.660 pontos. De acordo com o sócio fundador da Elos Ayta, Einar Rivero, o resultado do levantamento coloca o mercado acionário brasileiro entre os destaques negativos do mês no cenário internacional. A conversão dos resultados para dólares amplia a dimensão da queda do mercado brasileiro. “No período, o dólar registra valorização de 2,44% frente ao real, enquanto o IBovespa acumula queda de 6,30% em moeda brasileira. Assim, além da desvalorização das ações, o investidor estrangeiro enfrenta o efeito cambial, que aprofunda a perda registrada pelo principal índice da bolsa brasileira”, informou. A consultoria informou ainda que, entre os quatro piores desempenhos da amostra, dois são de mercados latino-americanos: o Merval argentino, com queda de 10,47%, e o IBovespa, com recuo de 8,54%. Na sequência aparecem o FTSE China 50, da China, com baixa de 2,55%, e o IPC México, que recuou 2,29%. O comportamento negativo, portanto, é particularmente concentrado nos mercados latino-americanos de maior porte. Por outro lado, os mercados europeus e asiáticos apresentaram os melhores resultados em agosto. O Euro Stoxx 50 liderou a amostra, com alta de 7,02%, seguido pelo Índice Nikkei 225, do Japão, com avanço de 6,77%. O Índice Nasdaq, a bolsa das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, apresentou valorização de 5,01%. Entre os mercados latino-americanos, Colômbia e Peru destoam do movimento negativo, com altas de 2,68% e 2,65%, respectivamente. Fuga de dólares Vale lembrar que a debandada de investidores estrangeiros na B3 está sendo forte no mês de agosto, apesar do forte fluxo de entrada que ocorreu no começo do ano. Até o dia 13, a saída de capital estrangeiro somou R$ 15,63 bilhões, segundo o levantamento da Elos Ayta. O resultado representa a maior retirada mensal registrada pela série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022, superando inclusive o saldo negativo de R$ 13,28 bilhões observado em maio deste ano, segundo Rivero. A saída de capital estrangeiro da B3 nas últimas semanas não tem uma causa única, mas é resultado a soma de vários fatores, alguns estruturais, de acordo com Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos. “No pano de fundo, seguem a guerra entre Irã e EUA, sem prazo definido para acabar, elevando a aversão a risco global e fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes. Os juros brasileiros, que mesmo com perspectiva de cortes futuros permanecem em patamar elevado, a combinação entre preocupação fiscal e uma eleição, que segue acirrada, o mercado precifica que a atual gestão carrega um histórico de política fiscal voltada a gasto público, o que soma incerteza à indefinição eleitoral”, explicou. Segundo o analista, um fator que tem pesado para a debandada é a inflação norte-americana que ficou abaixo do esperado no mês passado, fazendo o capital acabar sendo direcionado para as empresas dos EUA, e fez as bolsas norte-americanas baterem recordes seguidos em agosto. “Com isso, cresce a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) mantenha os juros estáveis até setembro e abra espaço para corte no quarto trimestre, o que torna os ativos americanos ainda mais atrativos frente aos emergentes”, acrescentou Minotto.
Clube FII: Quando a cota de FII vira moeda de imóvel
Danilo Barbosa, analista CNPI e Head de Research do Clube FII Passei as duas últimas semanas respondendo praticamente à mesma pergunta. Ela chegava por mensagem, por e-mail, no fórum, sempre com alguma variação de desespero: afinal, o que aconteceu com o fundo? O fundo é o TRX Real Estate, o TRXF11. Em pouco mais de trinta dias, ele anunciou perto de R$ 3,5 bilhões em aquisições, lançou a maior oferta de cotas da história dos fundos imobiliários brasileiros e viu a própria cota cair 17%, até a mínima histórica. No mesmo intervalo, nenhum imóvel perdeu inquilino, nenhum contrato foi rescindido e os aluguéis continuaram entrando. Quem foi procurar a resposta dentro dos imóveis não achou. Ela não estava lá. O fundo que compra imóvel sem tirar dinheiro do caixa Boa parte dessas compras não foi paga em dinheiro. Foi paga em cota. Na aquisição de participações em cinco shoppings, mais da metade do valor previsto para o fechamento sai em cotas emitidas para o vendedor. Num galpão logístico no Nordeste, a mesma engenharia. Eu entendo por que uma gestora faz isso. E acho até coerente. Com juro real nesse patamar, dívida sai cara e dinheiro novo é difícil de captar. A cota passa a funcionar como uma moeda que o próprio fundo consegue emitir: não paga juros e não entra no índice de alavancagem. Você compra ativo, cresce rápido e mantém o balanço com uma aparência relativamente controlada. O problema é que essa moeda não desaparece depois da transação. Ela vai parar na mão de alguém. Todo pagamento em cota cria um vendedor Quem vende imóvel e recebe cota como pagamento quase nunca fez aquela operação porque sonhava em virar cotista do fundo. Quer dinheiro… Quando? O mais rápido possível? Talvez. Do outro lado da mesa costuma estar uma incorporadora, um family office ou uma companhia que precisa reciclar capital. E, em algum momento, aquela cota precisa virar dinheiro no bolso mesmo. Pode ser hoje, amanhã ou daqui a um ano. Essa gente não necessariamente achou a tese do fundo bonita ou gosta do gestor. E quando isso fica grande, o nome vira um overhang. Traduzindo sem economês: existe uma fila de saída do papel esperando para chegar ao pregão. E essa fila não aparece com esse nome em nenhum fato relevante. Quando ela fica grande, surge quase um dilema do prisioneiro. Todo mundo com posição relevante sabe que os outros também podem vender, e quem vende primeiro tende a conseguir o melhor preço. Ninguém precisa achar que o fundo é ruim para apertar o botão. Basta achar que o vizinho ou um gringo vai apertar antes. As últimas semanas foram isso. O volume médio negociado por dia, que rodava entre R$ 5 milhões e R$ 9 milhões em 2024, foi para perto de R$ 40 milhões. Onde eu discordo do consenso A leitura que mais circulou nessas duas semanas foi a de que a cota caiu porque a gestora comunicou mal e que uma reavaliação extraordinária dos imóveis antes da oferta teria evitado o estrago. Eu discordo. E discordo por um motivo bastante prático. Já trabalhei como avaliador de imóveis. Sei o tamanho do trabalho de reavaliar mais de cem propriedades: cotação com avaliadoras, contratação, documentação, agendamento de vistoria, visita, elaboração de laudo, revisão. Dificilmente isso sai em menos de 2 meses. E tem uma outra parte da contabilidade, o imóvel que você comprou semana passada vale, na contabilidade, o preço que você pagou nele. Não tem de onde aparecer um valor novo de repente. Como boa parte desse portfólio é recente, muitos desses ativos provavelmente sairiam da reavaliação praticamente no mesmo lugar em que entraram. Comunicação melhor teria reduzido ruído? Sem dúvida. Teria segurado a cota? Na minha leitura, quase nada. O que derrubou o preço foi fluxo de venda, estrangeiro e institucional… não um desconforto do mercado. Mas, para o influenciador que se acha expert e analisou tudo em três minutos quando as cotas começaram a cair, essa foi a fruta mais baixa do pé. E o dono do book mudou Tem uma segunda camada aqui que ainda passa despercebida. E ela vale muito além de um fundo específico. Em 2024, a pessoa física respondia por cerca de 64% de tudo o que se negociava em fundos imobiliários. Institucionais somavam 17% e estrangeiros, 13%. Em julho de 2026, o quadro mudou bastante: os institucionais movimentaram 34% do volume, a pessoa física ficou com 33% e o estrangeiro com 29%. Juntos, institucional e estrangeiro já respondem por mais de 60% do giro! A pessoa física continua sendo a esmagadora maioria dos CPFs, mas deixou de ser a maioria do dinheiro que se move todo dia. E esses dois grupos operam com uma régua diferente da sua. Institucional rebalanceia carteira, tem mandato, prazo e limite de risco para respeitar. Estrangeiro entra e sai do Brasil por razões que não têm nenhuma relação com galpão em raio 30km ou shopping no interior. Quando um fundo lá fora decide reduzir exposição ao país, é um simples tchau. Ele vende o que é líquido, não necessariamente o que é ruim. Tem uma ironia aí. É justamente a liquidez que o pequeno investidor tanto pede que permite essas saídas rápidas. Fundo grande e líquido é fundo em que um vendedor gigante consegue sair sem simplesmente travar o mercado. Quem estava do outro lado viu a cota derreter e concluiu que alguma catástrofe tinha acontecido com os imóveis. Não necessariamente. Estão pagando caro? Estão (no dinheiro de hoje) A outra crítica que ouvi bastante foi sobre o preço dos ativos comprados. Aqui eu concordo em parte: os preços não são nenhuma pechincha. Só que Ferrari é cara, e ninguém compra Ferrari esperando o preço de um usado popular. A pergunta que interessa não é simplesmente se o preço é alto. É se esse preço maior vem acompanhado de risco menor. Quem compra imóvel pronto, locado e performado não corre nada perto do risco de quem comprou o terreno, bancou a obra, enfrentou licenciamento, atraso e ainda precisou encontrar inquilino. Esse primeiro investidor precisa ganhar dinheiro quando vende. Faz parte do jogo. É natural que o comprador seguinte pague mais por um fluxo que já está estabilizado. Chamar isso de mau negócio sem abrir a conta é preguiça. Agora, almoço grátis também não existe (essa é clássica). O vendedor que aceita cota sabe que pode precisar vender aquele papel com desconto e embute isso no preço que cobra pelo imóvel. Ou seja: dizer que o fundo comprou sem gastar caixa é uma meia verdade. O custo existe. Ele só não aparece na despesa financeira. Pode aparecer depois na cotação, distribuído entre todos os cotistas. Se o número de cotas quase dobra, o fundo precisa quase dobrar o resultado recorrente só para manter o mesmo rendimento por cota. A avaliação é o CAP Rate. Imóvel bom ajuda nessa conta. Imóvel bom comprado caro, ou ainda em obra, vai demorar mais para ajudar. E aqui estamos falando de carrego. O que eu tiro disso A cota de um fundo imobiliário é o único pedaço de imóvel que tem preço de tela. Ninguém liga para o seu apartamento às 14h47 de uma terça-feira oferecendo 17% a menos do que você pagou. Se ligasse, muita gente talvez descobrisse que o próprio patrimônio “oscila” muito mais do que imagina. No fundo imobiliário, essa negociação acontece todos os dias, diante dos seus olhos. O imóvel lá dentro continua com contrato, prazo, reajuste e inquilino que assinou embaixo. A cota, por outro lado, reflete o preço que compradores e vendedores aceitaram naquele instante e, às vezes, a urgência de quem precisa sair pesa muito mais do que qualquer mudança no imóvel. Em períodos calmos, preço e fundamento costumam contar histórias parecidas e ninguém nota a diferença. Nas últimas semanas, contaram histórias bem diferentes. Acontece, você tem estômago? Não estou dizendo que o mercado exagerou, nem que a gestora acertou a mão. Essa conta final vai levar alguns trimestres para fechar e vai depender de execução total da estratégia, não de opinião. Inclusive da minha. O ponto é mais simples. Se você olhou aquela queda e a primeira coisa que veio à cabeça foi perguntar o que aconteceu com os imóveis, talvez a pergunta mais útil fosse outra: quem estava vendendo?, por que precisava vender e o que essa pessoa sabia sobre a fila que vinha atrás dela? *As opiniões contidas nessa coluna não refletem necessariamente a opinião da B3 Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Perguntas Frequentes sobre AERI3
Qual é a cotação de AERI3 hoje na B3?
Quanto a AERI3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de AERI3?
O que significa o P/L e o P/VP de AERI3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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